OLHA A ALEMOA. Jeito, digamos, cínico de ser. É a Frida ZenKalo com saudade de sua terra
Que coisa! Quase não acreditei no que li – e sou obrigado a isso, como editor deste (nem sempre) humilde sítio. Afinal, passa por mim (e mais ninguém) o texto que é publicado na madrugada/manhã de todas as sextas-feiras.
Pois, nesta, cá entre nós, desconfio que sei por que foi muito fácil importar de Morro Reuter (moro róiter, como ela diz) a Frida ZenKalo. Os caras estavam doidos pra se livrar dela. E conseguiram.
Resultado: a moça vem com histórias de sapatilhas de balé, coturno, Hitler. Tudo misturado. E uma sobra de cinismo. Sim, porque não acredito que ela pensa mesmo no que escreveu.
Pior pra mim, que sou obrigado a publicar, em nome da liberdade de expressão. Bem, mas tenho a impressão que o leitor vai gostar. E olha que nem disse nada. É? Então confira, amanhã, o Barraco da Alemoa! Aí fica tudo decifrado.
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