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NÃO CUSTA LEMBRAR. Constituinte exclusiva. Pena que, de novo, ficou só no discurso

Confira a seguir trecho de nota publicada aqui na  madrugada de 26 de junho de 2009, uma sexta-feira:

Crise parlamentar. Poucos ainda falam, mas tese da Constituinte Exclusiva ganha mais espaço

É verdade que ainda é um nicho. E dos pequenos – não obstante a posição aparentemente favorável do Presidente da República, pouco divulgada pela mídia grandona. No entanto, é possível, sim, acreditar que a idéia da Constituinte Exclusiva, que seja de no máximo um ano, seja a única alternativa para tratar de questões estruturais do exercício da política. E, quem sabe, propor uma reforma eficaz para o melhor operacionalização das ações políticas.

Tudo começou com uma afirmação de Lula, que foi registrada por Villas-Bôas Corrêa, no Jornal do Brasil. E só ali, ao que sei, além deste (nem sempre) humilde sítio. Agora, também no JB, quem…”

PARA LER A ÍNTEGRA, inclusive do artigo que a originou, CLIQUE AQUI

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, esse sítio mantém seu ponto de vista: só uma Constituinte exclusiva (isto é, para ficar claro, parlamentares eleitos apeeeenas para refazer a carta magna, e que depois se dissolveria) seria política e moralmente capaz de propor uma reforma política digna deste nome. Assim como está, é impossível. Afinal, quem faria alguma coisa que, eventualmente, pudesse lhe prejudicar? Pena, no entanto, que qualquer discussão acerca da possibilidade vire somente um discurso. Pena.

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