COLUNA OBSERVATÓRIO. DEM e PV terão que decidir, “a sério”, o que vão fazer
Dando de barato que o PT resolva, meeeesmo, nesse final de semana, o nome de seu candidato(a), e que Jorge Pozzobom (PSDB) trata de decidir se concorre ou não e já sabendo que Cezar Schirmer tentará novo mandato, passa-se, de pronto, à segunda etapa do processo de formação de chapas para a Prefeitura.
Uma coisa é o calendário oficial, outra o real. Por imposição legal, os partidos têm até o final de junho para realizar convenções e oficializar candidaturas a prefeito e à vereança, inclusive as coligações. Na prática, porém, só pequenos, muito pequenos, detalhes ficarão para a última hora. O principal e até o acessório serão conhecidos o mais rapidamente possível.
Assim, se pode prever verão de temperaturas elevadas também na política. E o que primeiro se define, é a impressão (não mais que isso) claudemiriana, é a posição das agremiações (respeitosamente) secundárias que formalizaram pré-candidaturas a prefeito. No caso, PV e DEM.
O Democratas, pelas palavras de seu principal líder local, na edição de quinta de A Razão, deixou claro o que a todos parecia óbvio. Informou Manoel Badke que o nome de Moacir Alves está colocado como possível candidato a vice-prefeito, em aliança a ser formada. Logo, para o cargo principal, como se supunha, nada feito. Talvez esteja fora também para vice, mas isso se saberá em seguida.
E o Partido Verde? Por mais respeitável que seja Laurindo Lorenzi Filho, a manutenção de seu nome para a disputa pode até se confirmar. Mas, sem militância (alguém conhece mais de uma dezena capaz de levantar a bandeira do PV na cidade?) e fontes de financiamento, a candidatura, se sobreviver, será raquítica, politicamente falando. Ponto.























