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Textos com Etiquetas ‘PP’

LUNETA ELETRÔNICA. Novo ministro, Valdeci e Tarso, janeiro no sítio, Itaara na Câmara

3, fevereiro, 2012 Claudemir Pereira Sem comentários

* O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PB), líder da bancada do PP, será o ministro das Cidades. A posse, anunciava-se na tarde passada, pode ocorrer ainda nesta sexta.

* Ele assume em lugar de Mário Negromonte, que estava sendo fritado já há algum tempo e foi instado a demitir-se por seus pares e pela presidente Dilma Rousseff.

* A escolha de Ribeiro, de uma certa maneira, apontam os analistas, contenta o PP, especialmente no Congresso, onde havia grande descontentamento com Negromonte.

* O agora ex-ministro é o primeiro a deixar o governo federal neste ano, devido a suspeitas de irregularidade na sua gestão.

* Também saiu, mas por ser candidato a prefeito de São Paulo, o petista Fernando Haddad – substituído pelo ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.

* Ano passado, pelas mesmas razões de Negromonte, caíram seis ministros: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes), Pedro Novais (Turismo), Orlando Silva (Esporte), Wagner Rossi (Agricultura) e Carlos Lupi (Trabalho).

* O editor não tem do que se queixar. Em janeiro, habitualmente com audiência menor, foram registrados acessos oriundos de nada menos que 43.666 endereços de IP diferentes.

Audiência: mais de 43 mil IPs diferentes

* Mesmo se admitindo que o número de leitores únicos fosse um terço (há os que acessam de IPs diferentes, no trabalho e em casa, por exemplo), ainda seriam mais de 15 mil. Nada mal.

* Duas notas se destacaram entre as mais lidas no primeiro mês do ano. Uma publicada no dia 23 (a campeã), outra no dia 3 (a segunda colocada).

* Pela ordem, se você quiser reler, a primeira foi “ELEIÇÕES 2012. Se nada novo ocorrer, PT vai de Helen Cabral. Ou Cristiano Schumacher” (AQUI).

* E a segunda: “ ELEIÇÕES 2012. Pode apostar: Farret deve ser o primeiro secretário a se afastar” (AQUI)

* Agora só falta, para ficar no plano municipal, a reabertura das sessões na Câmara de Vereadores. Depois da Assembleia Legislativa, terça, nesta quinta foi o Congresso que voltou às atividades normais.

* É verdade que, ainda, com poucos parlamentares presentes. E que ouviram a mensagem da Presidente Dilma Rousseff, entregue pela ministra-Chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

* Ainda sobre o parlamento gaúcho, o destaque, este na quarta-feira, foi a mensagem do  governador Tarso Genro – que fez um discurso bastante otimista, ressaltando o cumprimento de metas estabelecidas e estabelecendo prioridades para 2012.

* Foi, também, a primeira aparição, como líder do governo, de Valdeci Oliveira. Que, conforme sua assessoria, considerou “muito positivo começar um ano de trabalho com dados animadores.”

Pozzobom e Garcia: melhoria em estrada e TV Câmara (Foto Michele Falcão/AI/CV)

* Declarou mais o petista: “o governo já no seu primeiro ano trabalhou de forma intensa para fazer o Rio Grande crescer. E este ano tem tudo para ser ainda mais promissor”.

* Depois de São Martinho da Serra, na quarta-feira, na manhã passada foi a vez do presidente da Câmara de Itaara visitar o seu colega santa-mariense, Admar Pozzobom.

* Paulo Gilmar Garcia, tucano como seu confrade da boca do monte, propôs uma parceria entre os dois parlamentos (leia mais AQUI) pela melhoria na estrada que liga Três Barras a Itaara.

* Garcia também falou sobre as obras do novo prédio do parlamento itaarense (outra coincidência com Santa Maria) e buscou informações sobre a TV Câmara – que gostaria de ser viabilizada também na comuna serrana.

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PRIMEIRO ESCALÃO. Tendência é Escritório da Cidade entrar fevereiro com acefalia

O editor papeou com pelo menos três fontes ligadas à Prefeitura. E descobriu o óbvio e o nem tanto. Primeiro, o prefeito Cezar Schirmer só retorna à cidade, depois do périplo europeu, no dia 6 de fevereiro. No entanto, a menos que o presidente interino do Escritório da Cidade, Fábio Müller, aceite permanecer mais alguns dias além do acordado, a autarquia estará sem comandante já na próxima quarta-feira. Dia 1°.

Não se sabe quem será o novo presidente. Talvez nem mesmo o Chefe do Executivo – que, claro, está negociando a situação junto ao PP, que reivindica o cargo e até indicou alguém (sem condições formais, embora sua capacidade), ainda em dezembro.

Há um fator extra, que o sítio conferiu junto a dois políticos com trânsito livre no terceiro andar do Palácio da SUCV. Prospera, em Schirmer, a ideia de antecipar já para o próximo mês a saída dos secretários-candidatos. Já no seu retorno da Espanha e de Portugal, na primeira reunião do secretariado, intimaria os seus assessores para saber quais e quantos concorrem em outubro.

E daí? Já depois do carnaval faria as substituições, com o claro objetivo de não permitir a descontinuidade administrativa. E com um efeito adicional: a rapidez da decisão inibiria as pressões dos atuais secretários, que gostariam de ver alguém “da confiança deles” na função. Pooois é. Mas isso tudo fica mesmo é para depois da volta de Schirmer. Enquanto isso, pelo menos o Escritório da Cidade corre o sério risco de acefalia.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Definida função de Farret na pré-campanha. Será o “batedor”

Vice deixará o governo dois meses antes. E entra direto na campanha

Noves fora o Escritório da Cidade (inclusive porque o ex-presidente não concorre), que terá novo comandante até o início de fevereiro, a primeira mudança no secretariado municipal, tendo em vista especificamente o pleito de outubro, será na Saúde.

José Farret (também vice-prefeito) deixa o comando da pasta tão logo seja entregue a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), que a prefeitura pretende inaugurar ainda antes de março. Os outros secretários se desincompatibilizam só no final do prazo, nos primeiros dias de abril.

Mas, por quê? Duas são as razões principais para a antecipação da saída de Farret. E ambas têm ligação com o pleito. Uma é que há a ideia de prestigiar o vice, tão criticado em alguns setores, que sairia por cima, a partir da abertura do que será um dos “cartões-postais” do proselitismo eleitoral. Outra é que, saindo antes, o ex-prefeito e atual vice, e candidato à reeleição, na dobradinha com Schirmer, passará a fazer o que tem de melhor, na avaliação dos governistas.

O quê? Isso mesmo, será uma espécie de “batedor”. Irá antes do titular, impossibilitado pelas responsabilidades de governo, à casa do eleitor. Na prática, ainda na condição de pré-candidato”, entrará de cabeça na campanha.

Há, no entendimento dos estrategistas do PMDB e do PP (ou de Schirmer, para ser mais preciso) que, liberado antes das tarefas de secretário, Farret poderá se constituir exatamente naquilo que foi em 2008: o grande parceiro na busca do voto dos santa-marienses. Faz sentido. Faz?

ELEIÇÕES 2012. Mudez dos partidos não significa que estejam parados. Pode apostar!

Mais tarde, aqui mesmo, no comentário que faço na rádio Antena 1 e reproduzo no sítio às 8 da manhã, tratarei de um partido específico. Mas o fato é que se trata de falsa ideia imaginar que as agremiações políticas estejam paradas nesse pra lá de quente verão na boca do monte.

O silêncio, e até a escassez de notícias na mídia, se deve muito mais ao fato de as conversas de bastidores envolverem basicamente os comandos partidários (que se sentem naturalmente mais inibidos a se manifestar) do que por inexistência de atividade.

Mas há diferenças. Entre os protagonistas. E também nas siglas coadjuvantes e/ou periféricas. Nas primeiras, há uma estranhamente quieta, o PSDB. Mas se movimentando em busca de apoios (e minutos no rádio e TV) que redundem em uma aliança sustentável da (provável? possível? certa?) candidatura de Jorge Pozzobom à Prefeitura. É o foco tucano, no momento.

No poder, PMDB e PP se dedicam com muito mais força à segunda fase. Isto é, a da montagem (sim, já) das alianças a ser formadas no pleito proporcional. Peemedebistas contam como certas as adesões de pequenas e médias siglas ao governismo. Estão na conta, e ainda é bom esperar para confirmar, PDT, PTB e DEM, dos médios. E um punhado de minúsculos.

O PP, por sua vez, garantido com o segundo nome da aliança majoritária (José Farret repetirá a dobradinha com Cezar Schirmer), trata de ampliar os nomes de sua relação de pretendentes à Câmara. E ver com quem irá se aliar, para melhorar o desempenho nas urnas proporcionais.

E o PT? Esse ainda está na primeira das primeiras das primeiras etapas. Não sabe quem capitaneará o exército de militantes da sigla. E, portanto, se encontra bastante atrasado no processo. Só depois de saber com quem irá para o jogo (Valdeci? Fabiano? Pimenta? Helen? Schumacher? Outro?) é que poderá participar a sério dos debates seguintes, para formar as alianças. Não que não queira, claro, antecipar. Mas e quem vai discutir com os petistas, se não sabem quem vai estar no comando?

Depois, tem as siglas periféricas. Que conversam com todos. E esperam os acontecimentos. Ah, e tem o PSDB. Mas… bem, esse já é o assunto do comentário de daqui a pouco, na Antena1 e no sítio, às 8.

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REBOLIÇO LEGAL. PP pede, no TSE, mandato do vereador Marion Mortari, do PSD. Saiba a quantas anda o processo

25, novembro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

Marion Mortari, vereador eleito pelo Partido Progressista (PP) e que, no dia 30 de setembro passado, aderiu ao Partido Social Democrático (PSD), poderá perder o mandato. Isso, claro, se a Justiça Eleitoral acolher o pedido feito pelo PP, que entrou com o processo no dia 28 de outubro, com pedido (negado) de liminar.

No sítio do TSE, todas as informações legais

Hoje, sexta-feira, o parlamentar foi citado (como dirigente local do PSD) no processo, que corre no Tribunal Superior Eleitoral e que já tem procedimentos registrados no sítio do TSE, de onde o editor retirou essas informações.

É possível que a certificação do procedimento de hoje se dê na segunda-feira, no máximo na terça. A partir daí, Mortari e o PSD terão cinco dias para apresentar as suas razões, seguindo-se o curso normal do processo.

Não há previsão de uma decisão final, mas, dado o rito rápido desse tipo de ação, não é improvável que o resultado seja conhecido em tempo bastante próximo. Quem sabe no início de 2012.

O PP entende como “desmotivada” a desfiliação do seu vereador, e, portanto, requer o mandato, na medida em que Mortari saiu do partido. Agora, é a vez do edil se manifestar. E aí… Bem, aí é com a Justiça.

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MUITO PEQUENA. A importância dos 21 partidos menores em Santa Maria, que têm apenas 1/4 dos militantes

26, outubro, 2011 Claudemir Pereira 2 comentários

Bem objetivamente, o conjunto de 21 siglas que detém apenas 5.341 filiados, beira a irrelevância – se comparado ao número de alistados no quinteto dos maiores: 16.143. O total, dos 26, alcança 21.494. O levantamento, publicado na íntegra pelo jornal A Razão desta terça-feira, permite uma série de interpretações.

A começar pela necessária compreensão de que, protagonistas, meeeesmo, são apenas PT, PMDB, PP, PDT e PSDB – que concentram o majoritaríssimo contingente de militantes fichados. Este último, inclusive, bem atrás do quarto colocado.

Mas, e os demais? Bueno, talvez tempo de TV. Quem sabe, no caso dos “menos” pequenos (como o DEM, com seus 1.247 filiados; o PTB, com 1.077, e o PSB, com 812), exista algum poder adicional de barganha. Mas não muito, cá entre nós.

De todo modo, além da tabela, com todos os números, inclusive por Zona Eleitoral, que o sítio republica lá embaixo, vale muito a pena ler o texto principal da reportagem do jornal, assinada pelo jornalista Éder R. Flores. Acompanhe:

Grandes representam 8,35% do eleitorado

Um ano antes do pleito eleitoral que irá definir os rumos da Administração de Santa Maria, o quadro do monopólio de filiados continua o mesmo. Os grandes partidos da cidade continuam os mesmos, sem dar chances de crescimento da militância às demais siglas. PT, PMDB, PP, PDT e PSDB juntos correspondem a 8,35% do eleitorado da cidade. Ou seja, dos 193.251 votantes, entre homens, mulheres, idosos e menores, as siglas possuem garantidos 16.143 mil votos. Para uma eleição à majoritária, o número parece ser insignificante, mas para uma disputa por vagas na Câmara de Vereadores são votos importantes e decisivos no momento da definição de quem entra e quem sai.

A proporção dos grandes partidos aos demais se torna maior, quando comparados os números de filiados somente. Atualmente, Santa Maria possui 26 siglas partidárias devidamente registradas, sendo que ao total possuem juntos 21.494 militantes filiados. Entretanto, os cinco maiores partidos da cidade abocanham 75% da militância, ou seja, do total sobram apenas 5531 pessoas para o rateio entre as outras 21 siglas.

Não é por coincidência que no primeiro escalão das disputas eleitorais municipais as peças principais são PT e PMDB, pois são os dois maiores partidos em números de filiados. Os petistas aparecem em primeiro lugar com 4.144 filiados, enquanto o PMDB, sigla do atual prefeito Cezar Schirmer, aparece logo atrás com 4.050. O PP de José Haidar Farret aparece no terceiro posto com 3.140 membros devidamente registrados. O PDT, agora com o comando de Duda Barin, deu um salto surpreendente e ameaça o posto do PP de terceiro partido com maior número de filiados em Santa Maria. Os brizolistas contam atualmente com 3.056 militantes.

A disparidade começa a surgir a partir do PDT, pois a distância para o PSDB, do deputado estadual Jorge Pozzobom, é de 1.033 filiados. O ninho tucano conta com 1.753 filiados.

O fato pode ser considerado curioso, pois atualmente o PDT não possui nenhum vereador eleito, enquanto os tucanos possuem além de possuir uma vaga na Câmara Municipal conta com um deputado estadual legitimamente eleito.”

PARA LER OUTROS TEXTOS QUE COMPÕEM O MATERIAL, CLIQUE AQUI.

EM TEMPO: ainda que bastante mais limitada, reportagem a respeito dos números também foi publicada pelo Diário de Santa Maria. Quem quiser conferi-la, clique AQUI.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Uma (boa) hipótese para Júlio Rasquin sair só em dezembro

Na terça-feira, 11, Júlio Rasquin formalizou a demissão da presidência do Escritório da Cidade. Imediatamente, divulgou-se, via prefeitura, que Cezar Schirmer não tinha ainda um substituto, mas que, “como era de sua cota pessoal”, poderia esperar um pouco – inclusive porque o demissionário se dispunha a esperar até o final do mês.

Entre a quarta, 12, e o domingo, 16, algo importante aconteceu, além da entrevista de Rasquin (o colunista a escutou), na qual disse que o tempo de permanência no cargo seria decidido com a participação do PP, “seu partido”.

Mmmmm… Clara divergência, não necessariamente grave, em relação à origem do convite ao comandante da autarquia que suscedeu a falecida secretaria de Planejamento.

Na segunda-feira, 17, seis dias após a demissão, uma versão oficial: Júlio Rasquin continua até o final do ano. Portanto, mais dois meses e meio.

Dedução (apressada?) claudemiriana: eis o prazo para que Cezar Schirmer discuta a relação com o PP. Findo o qual se saberá, enfim, se o cargo é do partido ou “da cota pessoal” do prefeito.

Atenção: a resposta à pergunta, aparentemente banal, tem muito a ver com 2012. Ou não?

MEIA-TRAVA? Rasquin sai do Escritório da Cidade. Mas apenas no final do ano

É oficial. Está confirmado o pedido de demissão de Júlio Rasquin. Ele deixa, sim, o Escritório da Cidade. Mas não agora, nem nos próximos dias. Esta é a novidade. O engenheiro deixa o governo no final do ano. Isso depois de intensas conversas nos últimos dias e, sobretudo, da interferência do PP.

A verdade é que existe um conflito. O prefeito considera Rasquin de sua “cota pessoal”. O Partido Progressista vê de maneira diferente. O cargo é da sigla. Não por acaso, o principal parceiro do PMDB de Cezar Schirmer no consórcio governista. E, no meio (ou no fim) do caminho existe uma nova disputa eleitoral.

Podem dizer o que quiserem. E dirão. Mas, na verdade, na verdade, o que se decidiu foi dar uma “meia-trava”. Isto é: vamos devagar com o andor. E decidir com calma quem vai para o lugar do competente presidente do Escritório da Cidade. Que não está saindo por razões profissionais ou qualidade técnica.

E fixou-se, após encontro com dirigentes do PP, um prazo. Este mesmo, o final do ano. Tempo, portanto, suficiente para discutir a relação e ver como é que fica. Palpite claudemiriano: intensas emoções estão a caminho. E serão definidoras da relação do governo municipal consigo mesmo… e com o eleitorado, em 2012.

EM TEMPO: nota publicada semana passada aqui, e que dava conta da saída de Júlio Rasquin, pode ter levado a uma impressão equivocada sobre pelo menos um ponto. Que é correto esclarecer: a fiscalização e o atraso de projetos, não são relativos à construção civil. Os empresários da área queixam, mas não do Escritório da Cidade, e sim da secretaria de Controle e Mobilidade Urbana. É nesta pasta que se concentram a fiscalização e a avaliação de projetos do setor.

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PARTIDOS. PP gaúcho confirma Bernardi presidente. Chicão festeja adesões regionais

15, outubro, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

Aconteceu hoje a convenção estadual do Partido Progressista, em Porto Alegre. Foi confirmada a eleição do ex-deputado Celso Bernardi, que retorna ao cargo de presidente da agremiação. Entre os presentes, o deputado estadual Chicão Gorski, de Santiago – que também festejou a adesão de alguns nomes conhecidos na região. Entre eles o ex-prefeito de São Pedro do Sul, Victor Doeler.

Para saber mais sobre o encontro, e da opinião de Gorski, acompanhe material produzido e distribuído por sua assessoria. O texto é da jornalista Daniela Bordinhão. A seguir:

Chicão Gorski participa de convenção estadual do PP e destaca eleição de Celso Bernardi

O deputado Chicão Gorski (PP) destacou a eleição de Celso Bernardi para a presidência estadual do PP-RS. O parlamentar esteve na convenção estadual, realizada, neste sábado (15), no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa. Além da eleição de Bernardi, os convencionais escolheram os membros efetivos e suplentes do Diretório Estadual do PP/RS. “Tenho certeza que com a competência de Celso Bernardi, a liderança da senadora Ana Amélia Lemos e a dedicação dos deputados federais e estaduais, dos prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e das demais lideranças, o partido terá sucesso nas eleições municipais de 2012 e nas eleições para o governo do Estado em 2014”, disse Chicão.

O parlamentar salientou as mais de 10 mil novas filiações ao PP no Rio Grande do Sul. Ele citou o ex -prefeito de Toropi, Lauro Scherer, e o ex-prefeito de São Pedro do Sul, Victor Doeler, que passaram a integrar ao partido. “ O PP tem agora mais dois nomes expressivos que representam a Região Central”, declarou Chicão.

Convenção

O presidente eleito, Celso Bernardi, falou da importância da união e do trabalho de todos os progressistas. Segundo ele, “é hora de trabalhar para o PP conquistar o maior número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em 2012 e voltar ao Palácio Piratini em 2014”.

Ana Amélia manifestou seu apoio a Bernardi e afirmou confiar amplamente na capacidade do ex-deputado no comando da sigla no processo eleitoral nos municípios, no ano que vem, quando o objetivo da sigla é aumentar ainda mais o número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores no RS.”

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MEMÓRIA. Corpo de Cezar Dalla Corte, ex-presidente do PP morto ontem à tardinha, será sepultado às 4 e meia da tarde

13, outubro, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

Reproduzo a seguir, com as necessárias atualizações e, sobretudo, as correções cronológicas, nota originalmente publicada no início da noite de ontem:

Cezar Dalla Corte, perda sentida por todos os políticos, mas não apenas (foto Divulgação)

Foi pouco depois das 6 da tarde. Em casa. Cezar Dalla Corte, 66 anos, morreu vítima de infarto fulminante.

Casado com Inês Maria, pai de Marcelo e Giovana, avô de Martina (um ano) e Valentina (poucos meses), Dalla Corte está sendo velado desde o início da madrugada nas capelas do cemitério Jardim Santa Rita de Cássia, onde será sepultado daqui a pouco, às 4 e meia da tarde. A esposa, Inês Maria, estava em Curitiba, e retornou tão logo soube da notícia. Ela visitava a filha Giovana e a neta Valentina – que seria batizada na próxima semana.

São inúmeras as manifestações de solidariedade. Várias delas expostas aqui mesmo, em comentários à notícia da morte, dada logo após ter acontecido. E vindas inclusive de adversários políticos, que reconheceram em Dalla Corte um sujeito de fácil convívio, muito agradável, bem-humorado e, o que é importante especialmente para quem milita na política, muito leal.

Dalla Corte era filho de Abílio Dalla Corte (vereador dos tempos em que o cargo não era remunerado) e foi presidente do Partido Progressista nos anos 90. E nunca deixou de atuar politicamente. Era integrante do Diretório Municipal da agremiação que tem seu filho, Marcelo, como vice-presidente.

Cezar Dalla Corte, dentista aposentado, foi professor na sua área e, no momento, atuava na Prefeitura Municipal, junto à Secretaria de Saúde, como um dos principais auxiliares de José Farret, o secretário (e vice-prefeito).

E era, aí é o sentimento deste editor, que com ele conviveu nos últimos 20 anos, um verdadeiro gentleman no trato com os militantes políticos de todas as correntes. Afora respeitar e muito o trabalho dos profissionais de imprensa que tratavam de política. Eis aí uma perda a lamentar, sob todos os aspectos.

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EXTRA. Morre Cezar Dalla Corte, ex-presidente do Partido Progressista (atualizada)

Atualizada às 22h55

Cezar Dalla Corte, morto aos 66 anos (foto Divulgação)

Foi pouco depois das 6 da tarde. Em casa. Cezar Dalla Corte, 66 anos, morreu vítima de infarto fulminante.

Casado com Inês Maria, pai de Marcelo e Giovana, avô de Martina (um ano) e Valentina (poucos meses), Dalla Corte será velado a partir da meia noite nas capelas do cemitério Jardim Santa Rita de Cássia, onde será sepultado amanhã à tarde, às 4 e meia. A esposa, Inês Maria, estava em Curitiba, onde visitava a filha Giovana e a neta Valentina – que seria batizada na próxima semana.

Dalla Corte era filho de Abílio Dalla Corte (vereador dos tempos em que o cargo não era remunerado) e foi presidente do Partido Progressista nos anos 90. E nunca deixou de militar. Era integrante do Diretório Municipal da agremiação que tem seu filho, Marcelo, como vice-presidente.

Dalla Corte, dentista aposentado, atuava na Prefeitura Municipal, junto à Secretaria de Saúde. E era, aí é o sentimento deste editor, que com ele conviveu nos últimos 20 anos, um verdadeiro gentleman no trato com os militantes políticos de todas as correntes. Afora respeitar e muito o trabalho dos profissionais de imprensa que tratavam de política.

Nesse preciso instante, conforme depoimentos que já foi possível colher, há uma grande comoção. Não apenas entre os militantes e simpatizantes do PP, mas também num numeroso grupo de amigos que Dalla Corte cultivou, inclusive em outras agremiações.

Eis aí uma perda a lamentar, sob todos os aspectos.

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GOVERNO OU OPOSIÇÃO? Duas razões impedem a definição do neo-PSD Marion Mortari

Reproduzo logo abaixo o que disse o vereador Marion Mortari, desde esta terça-feira (como o sítio ANTECIPOU ainda no domingo e CONFIRMOU na tarde passada) integrante das fileiras do recém-criado Partido Social Democrático (PSD).

Mas algo já é possível antever, diante das palavras constantes no material produzido originalmente pela assessoria de imprensa do Legislativo Municipal. Mortari está muito mais brabo (certo ou errado o futuro dirá) com o Partido Progressista, pelo qual foi eleito com quase 3 mil votos, do que com a Prefeitura. Contra esta, o discurso, digamos, foi protocolar – e muito menos agressivo do que é possível perceber no discurso do próprio líder do governo, o peemedebista João Carlos Maciel.

Antes de discursar, a filiação, com a presença do líder estadual do PSD, deputado Danrlei de Deus

Há duas questões bem objetivas que, pelo menos até aqui, impedem Mortari de bater de frente com o Executivo. Uma delas trato, inclusive, daqui a pouco, no comentário na rádio Antena 1 (e que reproduzo no sítio às 8 da manhã). É a quantidade de Cargos de Confiança indicados pelo ex-PP. Afinal, ficam ou não no cargo? Talvez sim, talvez não – dependendo do comportamento do parlamentar.

A outra é a ligação política do neo-PSD com o vice-prefeito José Haidar Farret. É consenso que o fato de ter sido apoiado pelo também secretário de Saúde foi determinante para sua eleição, há três anos. Pooois é. Bueno, esta é a avaliação inicial. Que, ao longo do tempo, poderá se modificar, a partir do comportamento do próprio Marion Mortari.

Agora, acompanhe o material da assessoria de imprensa da Câmara, em texto assinado pelos jornalistas Clarissa Lovatto e Ludwig Larré:

 “…O parlamentar anunciou oficialmente ter-se desligado do Partido Progressista, pelo qual foi eleito com 2961 votos. Mortari justificou a desfiliação partidária em função da falta de espaço que vinha encontrando dentro da sigla e à sensação de impotência no atendimento das reivindicações dos eleitores, uma vez que trabalhou incansavelmente no encaminhamento das demandas da comunidade que representa, obtendo pouco retorno por parte do executivo.

Referindo-se à postura que adotou por ocasião da polêmica em torno da votação do número de parlamentares, defendendo a manutenção das atuais 14 cadeiras no legislativo municipal, Marion queixou-se da postura do diretório municipal do PP. “Tenho voz, tenho opinião e preciso liberdade para dizer sim ou não, de acordo com minha consciência”, disse Mortari, anunciando, também oficialmente, a filiação ao recém criado PSD.”

EM TEMPO: a foto que ilustra esta nota provém do perfil do vereador Marion Mortari no Facebook

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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VOCÊ SOUBE ANTES. Com Danrlei e tudo, Marion Mortari confirma filiação no PSD

Mortari e Danrlei, esta tarde (em foto publicada no perfil do vereador no Facebook)

Desde a tarde de domingo os leitores deste sítio já SABEM: eleito pelo Partido Progressista, brabo com a agremiação, se sentindo pressionado (é o que ele disse), Marion Mortari está filiado agora no recém-criado Partido Social Democrático.

Um ato solene, com direito a entrevista coletiva e à presença do maior nome da nova sigla no Rio Grande do Sul, o deputado federal Danrlei de Deus, marcou oficialmente a adesão de Mortari e, assim, já na sessão em andamento na Câmara de Vereadores, o parlamento tem uma nova bancada.

Voltarei ao tema, por certo. Afinal, há repercussões bem concretas dessa decisão do parlamentar agora pessedista. Aguarde!

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POLÍTICA. “Desbravadores” ganham dia e semana. E Mortari anuncia seu novo partido

4, outubro, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

Mortari: anúncio da “casa” nova (foto Rodrigo Ricordi/arquivo AI/CV)

Conforme o Boletim Legislativo 056/2011, divulgado na tarde passada pela Câmara, o parlamento municipal aprecia e vota nesta terça, em sessão ordinária, os dois projetos do vereador petista Luiz Carlos Fort. O 7640 institui em Santa Maria o “Dia do Desbravador”, a ser festejado em 30 de abril. O de número 7641, por suposto, do mesmo edil, cria a “Semana dos Desbravadores” – que será a última do quarto mês do ano.

Bueno. Mas esse que poderia ser, diante de mais nada relevante na “Ordem do Dia”, o assunto principal (você não está achando, por certo, que é desimportante a cidade ter um dia e uma semana dedicado aos desbravadores, né?), o ex-PP Marion Mortari, paladino da luta por emancipação de três distritos da comuna, está roubando a cena.

Antes mesmo do início da sessão, em entrevista coletiva agendada para as 2 da tarde, o ex-subprefeito de Pains, informa oficialmente que adere a um novo partido. Na undécima hora, a menos de 96 do prazo fatal para quem concorre em 2012, dá conta que irá para o Partido Social Democrático, o recém-criado nacionalmente PSD. Bem, foi o que ele disse a Álvaro Rochedo, presidente do PSDB, na domingueira, a quem noticiou a recusa ao convite para aderir ao tucanato.

Acompanha Mortari no PSD um punhado de agora ex-militantes do Partido Progressista. O tamanho do time se saberá na verspertina da terça. Mas inclui dirigentes da Juventude do PP, pelo que chegou ao conhecimento do editor, nesta segunda-feira. Quem mais? Um pouco de suspense, afinal, sobra para o momento do anúncio. Ou não?

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PÓS-MORTARI. Executiva e bancada do PP/SM tratam da vida e escolhem novo líder

Voltarei ao tema mais tarde, com certeza. Mas o fato é que o Partido Progressista já assimilou a saída de um de seus vereadores. Marion Mortari, que se desfiliou oficialmente na sexta-feira, anucia amanha sua adesão ao Partido Social Democrático, o recém-fundado PSD.

O interessante é que ele era, até a sessão ordinária da Câmara de Vereadores na última quinta-feira, o líder da bancada. Pooois é. Hoje, uma reunião tratou do assunto e é tema de nota que recebi da Executiva do PP, e reproduzo, na íntegra. Confira:

“Em reunião hoje a tarde na Câmara de Vereadores, a Bancada do PP (Paulo Airton Denardin e Sandra Rebelato) juntamente com o Presidente Erony Paniz, o vice-presidente Marcelo Dalla Corte, o secretário executivo Anderson Monteiro e a presidente da Juventude Adriana Pozzobon.

O Vereador Paulo Denardin foi conduzido mais uma vez como líder da bancada do PP na Câmara, cargo que era ocupado anteriormente pelo Vereador Marion Mortari. Além disso, foram tratados também assuntos sobre as novas filiações e do encontro que acontecerá no próximo dia 11 de outubro.”

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QUATRO DIAS. Às vésperas do prazo para filiar candidatos, uma tempestade de boatos. O maior envolve José Farret

Farret: estrela da maior parte dos boatos (foto João Vilnei, do arquivo do sítio)

Antes, uma explicação. A lei eleitoral diz que os interessados em concorrer a cargo eletivo precisa estar filiado a um partido político até, no máximo, um ano antes do pleito. Portanto, para ser candidato em 2012, tem que se alistar até 7 de outubro. Então, são quatro dias. Ocorre que há questões cartoriais a ser cumpridas. Assim, na prática, qualquer anúncio de novos filiados deve ser feito até quinta, dia 6. E não é improvável que ocorra tudo até dia 5. Aí, seriam três dias.

De todo modo, até que o prazo se esgote, nos preparemos para a verdadeira tempestade de boatos. Que já começaram ainda no meio da semana passada. Houve, inclusive, quem não acreditasse que Marion Mortari tivesse saído do PP. Sim, saiu, como este sítio informou em primeira mão perto das 9 da noite de quinta-feira. E cujo destino, o PSD, voltou a ANTECIPAR na tarde deste domingo.

Mas não foi apenas isso. Entre a tarde de sexta e até agora, não falta quem especule (e até se dê ares de “fonte” confiável) sobre a saída de José Farret do PP – acompanhando a esposa Claudete e o filho Daniel, que se mandaram. E mais: o atual vice-prefeito seria o grande líder do novo Partido Social Democrático – junto com o recém-chegado Mortari. Aliás, o PSD é (se o PPL de Werner Rempel não conseguir o registro em tempo) a única chance de filiação sem risco de perder o mandato.

A legislação é clara: a filiação em partido novo (desde que neste período) é válida e não implica em infidelidade partidária. Daí para a especulação em torno da saída de Farret é meio pulo. Este editor não duvida de nada, depois da criação do debulhador de milho – como diria o amigo jornalista Beto São Pedro. No entanto, não aposta um tostão nessa possibilidade.

Então, nos preparemos: até quinta ou sexta, haverá uma tempestade de rumores, boatos e fofocas em geral. Gente dizendo isso ou aquilo. Alguma coisa acontecerá? Com certeza. O difícil é saber o quê. Então, melhor esperar. Qualquer hora sai notícia. Mas muito improvavelmente essa do Farret. Será? Aguardemos!

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FLASH. Marion Mortari, que deixou o PP, informa ao PSDB que prefere ir para o PSD

Estava tudo acordado, é o que apontavam todos os indícios. No entanto, neste domingo, o vereador Marion Mortari, que deixou o PP (como este sítio NOTICIOU em primeira mão na noite da última quinta-feira), informou ao presidente do PSDB, Álvaro Rochedo, que não irá mais compor na bancada tucana da Câmara.

A opção do parlamentar será pelo recém-criado Partido Social Democrático (PSD), ao qual também aderiu o deputado federal Danrlei de Deus, ex-PTB, e principal liderança da agremiação no território gaúcho. Com Mortari devem ir pelo menos uma dezena de militantes, que se encarregarão de organizar o partido na cidade, buscando, quem sabe, novas adesões.

Segundo pode apurar este editor, a ideia é ter até três candidatos à vereança, o que indica, obviamente, que vai se aliar a outras siglas, na disputa do pleito de 2012.

OPINIÃO CLAUDEMIRIANA: Marion Mortari, obviamente, optou pela segurança jurídica. Uma das raras exceções aceitas para a troca de partido é exatamente a adesão a uma agremiação recém-criada. Portanto, a chance do PP retomar a cadeira de Mortari é praticamente nula. De outra parte, nada impede que, no próximo ano, o ex-PP possa se aliar ao PSDB, em aliança para a Câmara. Mas aí já é outra história, que ainda precisa ser escrita.

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EM SANTIAGO. PP faz a festa com Ana Amélia e Chicão, na filiação de 50 simpatizantes

Simpatizantes do PP no CTG Coxilha de Ronda. Chicão e Ana Amélia, as estrelas

O PP de Santiago está todo prosa. Fez um festão na noite de ontem, no CTG Coxilha de Ronda. Além do ex-prefeito e atual deputado estadual, Chicão Gorski, as grandes estrelas foram a senadora Ana Amélia Lemos e os cerca de 50 simpatizantes que se filiaram à sigla.

Os detalhes do encontro chegam através da assessoria de imprensa do parlamentar do PP. O texto é de Daniela Bordinhão, com foto de divulgação. Acompanhe:

Chicão Gorski destaca encontro do PP com a presença de Ana Amélia Lemos, em Santiago

Mais de mil progressistas participaram do encontro regional com a senadora Ana Amélia Lemos na noite desta sexta-feira (30), no CTG Coxilha de Ronda, em Santiago. O evento marcou a filiação de 50 simpatizantes da sigla. A senadora progressista, mais votada na disputa em 2010 no município, com 18 mil votos, agradeceu a confiança da comunidade e renovou o seu compromisso com as demandas regionais. Também reafirmou a sua disposição em trabalhar pela reeleição do pré-candidato à prefeitura de Santiago, Júlio César Ruivo, atual chefe do Executivo.

Chicão Gorski salientou a importância da união das lideranças, filiados e simpatizantes do partido para reconduzir Ruivo à administração municipal e eleger Ana Amélia Lemos ao governo do Estado, em 2014. A senadora ressaltou a liderança do deputado na região. Ela falou sobre o trabalho de Chicão na Assembleia Legislativa voltado para o desenvolvimento regional.

Participaram do encontro os deputados federais Luis Carlos Heinze e Jerônimo Goergen (PP-RS); prefeito de Santiago, Júlio César Ruivo; vice-prefeito, Antônio Carlos Cardoso Gomes; secretários municipais, vereadores, o presidente do diretório municipal , Ademar Canterle; o vice-presidente do PP estadual, Celso Bernardi; a prefeita de Itacurubi, Ione Goulart; a prefeita de Manoel Viana, Ione Caminha; e o vice-prefeito de Unistalda, Moacir Antolini, além de lideranças, correligionários e simpatizantes do PP.“

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COLUNA OBSERVATÓRIO. As saídas de Claudete e Daniel Farret e os problemas do PP

Até evidências em contrário, a saída de Claudete e Daniel, respectivamente esposa e filho de José Farret, das fileiras do partido, tem tudo a ver com as divergências intestinas do PP santa-mariense. Alijados do Diretório por injunções que a eles não agradaram, e deixaram claro na época, agora dão o troco.

Como dizem os mais jovens, num vício de linguagem bastante comum: foi, “tipo assim, um aviso”. Eliminados, contra a vontade, de qualquer poder decisório, buscam mostrar que são, sim, importantes.

Mais que isso, procuram demonstrar ao PP (é a leitura do colunista) que é melhor tomar cuidado, evitando qualquer “traição” ao vice-prefeito José Farret. O cara, para o partido e, sobretudo, para o eleitorado ainda é… O Cara.

No PMDB e no palacete da SUCV, ao menos, isso está claro. E faz bastante tempo.

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EM PRIMEIRA MÃO. Marion Mortari deixa o PP. Ele não confirma, mas PSDB é o destino

29, setembro, 2011 Claudemir Pereira 24 comentários

Acabo de conversar com o vereador Marion Mortari. E ele confirma: está deixando o Partido Progressista. Só não confirmou outra informação obtida pelo editor. No entanto, inclusive por exclusão, o caminho será o PSDB.

O anúncio oficial deve ocorrer amanhã, antes da reunião programada pelo PP, curiosamente, para solenizar a filiação de vários militantes.

Mortari, questionado, disse estar preparado para uma inevitável ação do seu agora ex-partido, que buscará retomar a cadeira que ele ocupa no Legislativo.

OPINIÃO CLAUDEMIRIANA: dificilmente haverá outra mudança de partido na Câmara de Vereadores. Mas é bom ficar de olho. O prazo para isso, dos que desejarem concorrer em 2012, se esgota no próximo dia 7, a um ano do pleito.

QUE TAL?! Danrlei no PSD estimulou a imaginação por aqui: afinal, Farret acompanha esposa e filho e se manda do PP?

29, setembro, 2011 Claudemir Pereira 2 comentários

Um dia depois de confirmado o registro pelo Tribunal Superior Eleitoral e a uma semana do prazo final para a filiação dos interessados em concorrer ao pleito municipal do próximo ano, o deputado Danrlei de Deus é o primeiro gaúcho graúdo a aderir ao Partido Social Democrático, o PSD inspirado, criado e articulado pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab.

Schirmer e Farret, separados. Delírio. É?

Disse Danrlei, em entrevista à Agência Estado e base da REPORTAGEM publicada na versão online do jornal Zero Hora, que não tinha muitas possibilidades de “manifestar suas opiniões, especialmente em relação ao Rio Grande do Sul”, no PTB – de onde saiu. Resumo da ópera: de goleiro, o ex-tricolor passa a centroavante. E terá que fazer muitos gols para tornar viável o PSD em território gaúcho.

Mas, e em Santa Maria? Não há dúvida: a saída de Claudete e Daniel, respectivamente esposa e filho do vice-prefeito José Farret (noticiada pelo Diário de Santa Maria e COMENTADA  no sítio, nesta quarta) deixou muita gente nervosa, na boca do monte. Houve até um leitor que chegou a falar na possibilidade de Farret (e sua família) ir para o PSD de Danrlei e se recolocar na política local. Fantasia? Provavelmente. Este editor, ao menos, não trabalha com essa possibilidade.

No entanto, não há dúvida, nos sete dias restantes algum tipo de mobilização haverá. Os partidos estão em busca de grandões. No mínimo médios. Mas todos em condições de articular-se para o próximo ano. Conseguirão? Não demora e se saberá. Até 7 de outubro, a expectativa vai se manter.

PALPITE CLAUDEMIRIANO: é bastante improvável que, mesmo incomodado, Farret saia do PP. Mas não aposto o mesmo em relação a Daniel e Claudete. O que poderia ser um enrosco e tanto, no que vem por aí – mesmo que se tenha claro que a saída de ambos do Partido Progressista tenha muito mais a ver com questões internas do que, propriamente, com o apoio a ser emprestado ao governo Schirmer/Farret.

EM TEMPO - a única possibilidade de trocar o partido com a tranqüilidade e a segurança de não perder o mandato (no caso dos que os têm) é exatamente a exercida por Danrlei: ir para uma agremiação recém-criada.

EM TEMPO (2) - a foto (de João Vilnei) é do arquivo do sítio.

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PP E FAMÍLIA FARRET. Disputa interna é a causa da saída de Claudete e Daniel

28, setembro, 2011 Claudemir Pereira 10 comentários

A novidade, e ela é importante, sim, está no pedido de desfiliação. Me refiro ao bom trabalho feito pelo repórter Marcelo Martins, publicado hoje no Diário de Santa Maria, dando conta da desfiliação de dois integrantes da família de José Farret (a esposa, Claudete, e o filho, Daniel) do Partido Progressista.

Mas se engana quem pensa ser esse um sinal além daquele óbvio: a eventual tristeza familiar. Sim, é isso que está acontecendo, por enquanto. Parte importante, porque sempre foi militante, da troupe se mandou. E, portanto, em tese, está liberada politicamente a buscar outro rumo.

Objetivamente, porém, o caso, do ponto de vista político já se deu no início de junho, quando um e outro, Daniel e Claudete, foram expelidos do Diretório Municipal do PP. Naquela ocasião, este sítio publicou a seguinte nota: “EXCLUSIVO. Saiba por que, afinal, Farret ‘pediu as contas’ do Diretório do PP. Era o dia 8, (releia AQUI)

Ora, é evidente que o Partido Progressista convive com José Farret porque ele é importante, fundamental e, a rigor, único grande nome da sigla junto ao eleitorado. Mas gostar dele? Talvez já seja pedir demais. Inclusive porque se está tratando de política e não de questões pessoais. Então, qual a saída? Quem sabe esteja (e assim foi, naquela ocasião) na retaliação a outros nomes.

Nada a ver, creia, com 2012. Farret segue sendo o nome ao qual Cezar Schirmer está amarrado. E vai manter, como candidato a vice. Mais que  isso: vai fazer tooodos os esforços para que a dobradinha persista. Inclusive porque sabe estar na fratura talvez a única grande possibilidade da oposição. Atenção: Farret também sabe disso.

Bueno, isso tudo é cogitação – e avaliação do editor. Cada um tire sua própria conclusão. Enquanto isso, confira o material do DSM e assinado pelo Marcelo Martins. A seguir:

Família Farret se afasta do PP

… Desde que o maior expoente do Partido Progressista (PP) em Santa Maria, José Haidar Farret, deixou o diretório da sigla (apesar de seguir filiado ao PP), ainda no final de junho deste ano, a família de Farret iniciou uma baixa no partido: a mulher de Farret, Claudete, e o filho, Daniel Farret, desfiliaram-se da sigla.

Após a saída de Farret da executiva, a mulher dele, Claudete Farret, que era um dos nomes do Movimento Mulher do PP, optou em se desligar do clã progressista. Na carona da mãe, o filho do político, Daniel Farret, que compunha a Juventude Progressista, entregou o seu pedido oficial de saída do partido. Farret, que é vice-prefeito e secretário de Saúde, diz que a renúncia do seu filho e da sua mulher ? que aconteceu recentemente ? ocorreu por ?razões pessoais?. Porém, ele não deixa de esconder um suposto mal-estar causado na retirada do nome do filho da nominata de 45 integrantes do diretório do PP.

“Acho que eles (Claudete e Daniel Farret) ficaram chateados pelo meu filho não ter ficado no quadro principal do partido”, minimiza Farret…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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PARTIDOS. Eles vão tomar conta do espaço político da Câmara: PP, PTB, PSOL e PPS

28, setembro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

Não, ainda não. Ninguém pense, como o título desta nota possa eventualmente sugerir, que as quatro siglas citadas terão, por exemplo, representação (no caso do PP, maior) no Legislativo. Até pode ser. Mas somente em 2013.

Por enquanto, o que se está noticiando é que esse grupo de partidos vai utilizar dependências do parlamento para importantes encontros, entre a sexta e sábado. No caso, PP e PTB na sexta, PPS e PSOL no sábado.

Aliás, os da sexta, aparentemente, pelo porte das siglas, tendem a ser os mais importantes para o conjunto. O do PP, que seria dia 5 mas foi antecipado por solicitação dos dirigentes estaduais, servirá para solenizar a adesão de vários militantes. Alguns deles, quem sabe, candidatos a vereador em 2012.

Um dos novos filiados, aliás, começou na agremiação (quando ela ainda se chamava PDS). Trata-se do ex-petebista Mosar da Costa. Curiosamente, um dos motivos da saída do PTB, era o descontentamento com a direção do partido, que se encontrava mais para a oposição do que para o governo, ao qual Mosar apoia.

No entanto, e como este sítio NOTICIOU em primeira mão no início da noite desta terça, o PTB está prestes a aderir à administração – como demonstrou a visita feita ao prefeito Cezar Schirmer e que, quem sabe, será notícia na reunião petebista de sexta.

Ah, uma coincidência: PP e PTB se reúnem no mesmo horário, 6 da tarde. Apenas que o primeiro no Plenário e o segundo (com direito a posse solene dos novos dirigentes) no Plenarinho.

Já na sabatina, as dependências do parlamento receberão agremiações de pensamento rigorosamente oposto. E com atividades separadas apenas por algumas horas. Às 2 da tarde, no Plenário, começa o Congresso Municipal do PPS. Às 4 ocorre o do PSOL – que escolherá delegados para idênticos encontros em nível estadual e nacional marcados para o final do ano.

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LUNETA ELETRÔNICA. Reunião do PTB, adesões ao PP, PDT e 2012, PSOL elege, andanças de Valdeci, Profitecs, Cinema no cinema…

26, setembro, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

* Um dos partidos minimamente relevantes em Santa Maria e que enfrenta momento conturbado é o PTB.

* Inclusive por isso, a reunião marcada para a próxima sexta, 30, na Câmara de Vereadores pode ser um balizador do futuro. No encontro, será apresentada a nova Executiva, nomeada pela direção estadual, e se debaterá o pleito de 2012.

* Um dos que saiu do PTB recentemente é o ex-vereador Mosar da Costa – que retorna ao PP, onde iniciou na política – quando o nome ainda era PDS.

* Por sinal, o PP vai apresentar uma série de novos filiados, que aderiram à sigla nesses últimos dias. Alguns deles poderão até concorrer à vereança. O ato está marcado para a noite do dia 5, no plenário da Câmara.

* Discutir o próximo pleito é o tema principal da pauta do PDT, que reúne seu diretório municipal nesta segunda-feira, também na Câmara.

Última plenária do PSOL, com o mesmo objetivo, aconteceu em 2009 (foto Mathias Rodrigues)

* No sábado, dia 1°, quem se reúne é o PSOL. A sigla realiza plenária municipal (no plenarinho do Legislativo), para eleger delegados aos congressos estadual e nacional, marcados para o final do ano.

* O encontro é aberto a todos que queiram conhecer as ideias do PSOL (diz nota enviada a respeito). Mas quem vota (e pode ser votado) são só os filiados até abril deste ano.

* Valdeci Oliveira segue peregrinando pelo interior do Estado. Entre a sexta-feira e este domingo foi a nada menos que oito comunas.

* No primeiro dia reuniu com militantes do PT em Barra do Quarai. No sábado, ainda na fronteira oeste, foi a Alegrete e Rosário do Sul. E o dia terminou em Nova Palma, na Quarta Colônia.

* Na domingueira, São Gabriel, Restinga Seca, Formigueiro (onde participou de reunião das Comunidades Eclesiais de Base) e Cacequi completaram o roteiro.

* Vem aí 1ª Mostra Integrada de Profissões, Tecnologias, Cultura e Serviços. Ou (queee nome, hein?) “Profitecs”, uma promoção da Universidade Federal de Santa Maria.

* O lançamento da dita cuja ocorre na próxima quarta, dia 28, no campus da UFSM. Ah, a Profitecs acontece durante a 26ª Jornada Acadêmica da UFSM, entre 18 e 21 de outubro.

* Para fechar, cultura. Encerra nesta segunda o ciclo “Cinema no cinema”, do Cineclube Lanterninha Aurélio.

* A obra derradeira é o filme nacional “Saneamento Básico”, uma comédia produzida em 2007 e dirigida pelo gaúcho Jorge Furtado.

* A sessão, seguida de debate, começa a ser exibida às 7 da noite, no auditório da Cesma, na rua Professor Braga. A entrada é gratuita.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Petistas já têm o “nihil obstat” para alianças com PP e PMDB

10, setembro, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

O Congresso do PT, a maior instância das decisões partidárias, definiu a política petista de alianças. E impede qualquer coligação em nível municipal, estadual ou nacional, exceto com três partidos: PSDB, DEM e PPS.

Por óbvia dedução, em tese, no caso de Santa Maria, é possível que os petistas se aliem (como cabeça de chapa ou não) inclusive com os governistas PMDB e PP. Afinal, já tem o “nihil obstat”.

Claro que essa hipótese é impossível, na boca do monte. É?

ELEIÇÕES 2012. Em tese, PT santa-mariense pode se aliar até com PMDB e PP. Estão fora do leque apenas tucanos, demistas e ex-comunistas

5, setembro, 2011 Claudemir Pereira 8 comentários

Terminou ontem o congresso nacional do Partido dos Trabalhadores. Ao longo do final de semana, algumas notas trataram do assunto (e das deliberações) aqui no sítio. Agora, o fecho dessa cobertura. Afinal, uma das resoluções, que têm que ser seguidas a risca, como mostra a história do PT, pode ter consequências também em Santa Maria.

Afinal, com quem os petistas podem ou não se coligar? Em tese, com todo mundo, exceto PSDB, DEM e PPS. O que significa, por exemplo, que o partido do Cara poderá ir junto com o PMDB e o PP, que hoje governam a comuna. Desde que haja vontade, claro, das duas partes. Mas, e o que decidiram os congressistas do PT, a respeito disso, em nível nacional? Acompanhe o material publicado pel’O Estado de São Paulo. A reportagem é de Vera Rosa e Wilson Tosta. A seguir:

PT amplia política de alianças e deixa brecha para apoio de rivais em 2012

… Depois de dois dias de debates, o PT aprovou neste domingo, 4, uma diretriz para as eleições municipais de 2012 que abre brechas para alianças com partidos de oposição. Embora a resolução do 4.º Congresso do PT diga que o PSDB, o DEM e o PPS são “adversários”, com os quais os petistas não formarão chapa, o partido da presidente Dilma Rousseff barrou uma tentativa de última hora de proibir o apoio dos rivais.

Com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do PT de Minas, deputado Reginaldo Lopes, subiu à tribuna para pregar que os partidos de oposição não fossem expulsos dos palanques. “O simbolismo de uma aliança está na chapa de prefeito e vice. Agora, nós vamos negar receber apoio? Se quiserem nos apoiar, vamos dizer não?”, perguntou ele.

Em Minas, há uma articulação em curso para que o PT avalize a reeleição do prefeito Márcio Lacerda (PSB), com o apoio do PSDB. O atual vice-prefeito, Roberto de Carvalho (PT), brigou com Lacerda e prega candidatura própria. Lacerda e o senador Aécio Neves (PSDB), por sua vez, querem a reedição da parceria com o PT, vista com bons olhos por Lula. A polêmica rachou o PT em 2008…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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TIRO NO PÉ? Posição do PSDB, pró-14 cadeiras na Câmara, se vitoriosa, breca pretensão tucana de ampliar espaço político

Veja só a curiosidade: os dois partidos que, até aqui, firmaram oficialmente posição contrária ao aumento do número de vagas no Legislativo da comuna, se a vontade que manifestam for a acolhida na votação a ser feita nos próximos dias, estão exatamente entre aqueles que perdem. É isso mesmo. O PSDB, que se posiciona pela manutenção das 14 cadeiras; e o PSOL, que pensa do mesmo jeito e não tem hoje espaço no parlamento, dificilmente aumentarão, no caso dos tucanos, ou conquistarão, pensando nos psolistas, lugar melhor que hoje na política parlamentar santa-mariense.

Mas, afinal, quem ganha e quem perde numa eventual ampliação ou conservação do atual número de vagas na Câmara de Vereadores? Para responder a esta questão, além da sua própria observação, o editor ouviu outros observadores da situação local e fontes dos principais partidos envolvidos na eleição de 2012. PT, PMDB e PP são as siglas às quais estão filiados os ouvidos.

A seguir, um resumo do que foi colhido e com o que este sítio concorda, sem qualquer reparo:

1) Dificilmente será aprovada a impossibilidade de coligações no pleito proporcional, como se supunha pudesse ocorrer na reforma política. Se isso, porém, ocorrer, apenas se consolida a ideia de que as agremiações médias (PDT, PTB, PSDB e DEM) e pequenas (PSOL, PSTU, PPL, PR e outras) terão enorme dificuldades para segurar o que têm (DEM), ampliar (PSDB) ou conquistar (PDT, por exemplo) vagas no parlamento.

2) A tendência, a manter-se o 14, é a concentração ainda maior de poder em torno de PMDB e PT, com a presença do PP garantida, porém menor. E o PSDB terá que se virar para conservar seu vereador – tarefa relativamente facilitada por ter um deputado ajudando a puxar votos. O DEM, mesmo que mantendo a coligação com os tucanos (se estes quiserem e puderem) estaria condenado. O PDT, unido e com pelo menos dois nomes fortes na lista, Marcelo Bisogno e Duda Barin, substituiria o demismo. Há quem diga que o PTB, que tem um candidato fortíssimo, Ovídio Mayer, poderia sonhar. Mas dependeria, e muito, do restante da nominata e da aliança que poderia ser formada. E pronto. Nada além disso.

3) A situação fica ainda mais consolidada se forem vetadas as alianças proporcionais. Aí, é cada um por si e Deus por todos. Nesse caso, torna-se bastante provável que só PT e PMDB (que controlariam dois terços ou até mais do Legislativo), PP, PSDB e, taaalvez, o PDT, poderiam ter espaço no Legislativo.

4) E com 21 cadeiras? Bem, aí, pela redução do coeficiente eleitoral, que cairia para algo como 7 mil votos (em vez dos 10 mil, com 14), além dos já favoritos, o PSDB e o próprio PDT poderiam sonhar em ter mais de uma vaga, ombreando com o PP. E DEM e PTB ganham o direito de acreditar em ter bancada.

5) A manutenção das 14 cadeiras fará, se acontecer, muita gente desistir de concorrer. Afinal, os caciques concentrarão os maiores recursos (financeiros, políticos e de recursos humanos), impedindo o surgimento de outras possibilidades. Esse fenômeno atingiria em cheio, curiosamente, o PSDB – partido que tem nomes bem cotados mas que, com a manutenção das vagas, têm suas chances reduzidas a quase zero. Ou até menos.

E COMO ESTÁ A SITUAÇÃO, HOJE? Todas os ouvidos pelo editor acreditam que a posição tucana varia entre a demagógica e a camicase. Para agradar à maioria, a opção foi o suicídio político/eleitoral. Que lhe tirará nomes importantes da lista de candidatos e impedirá o avanço da sigla na disputa local. De outro lado, a decisão do PSDB, pró-14 vagas, pode ser elemento catalisador de outras adesões. O que levaria à manutenção do atual número. Sim, avança a possibilidade de mais “desgarrados”. Se chegarão a cinco, mais de um terço dos votos, inviabilizando o aumento, ninguém sabe. Mas já foi maior o otimismo dos que querem ampliar das atuais 14 para 21 vagas no parlamento de Santa Maria.

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MEMÓRIA. Morreu agora à noite Luiz Odorissi, veterano militante político de SM

29, agosto, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

Reconheço. Me faltam maiores informações. No entanto, o fato é: morreu agora à noite, às 7 e meia, depois de longo tempo internado na CTI geral do Hospital de Caridade, o veterano militante político de Santa Maria, Luiz Odorissi.

Seu sepultamento deve ocorrer amanhã à tarde. Sempre esteve ligado ao Partido Progressista, tendo sido integrante, também, do PPB, PDS e, mais remotamente, Arena. Sua última função foi a de tesoureiro do PP.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Sem reforma política à vista, partidos tratam de se mexer

No PP, uma convicção se firma: Schirmer e Farret estarão juntos outra vez

Reforma política, com interferência no pleito de 2012? Ninguém mais acredita nela. Nem mesmo a possibilidade de proibição de alianças nos pleitos proporcionais parece estar na cogitação dos que se preparam para o confronto do próximo ano. Ou, pelo menos, olham apenas de soslaio para essa possibilidade, dada a vagareza com que as propostas andam no âmbito do Senado e da Câmara dos Deputados.

Tanto há essa desconfiança a indicar que nada de novo acontecerá (exceto o retorno das 21 cadeiras na Câmara de Vereadores) que os partidos, em Santa Maria, começam a agir mais decididamente. Se mexem, independente do que ocorre em Brasília ou adjacências.

Um exemplo consistente – embora não único – é o Partido Progressista. Reuniu-se, sua Executiva, no início desta semana. Basicamente, decidiu convocar trololó mais amplo. Será no dia 8 de setembro, na quinta-feira pós-feriado. E, excetuando a preparação para o “encontro dos CCs”, agendado para 48 horas depois, o mote do convescote é mesmo 7 de outubro de 2012.

Não, nada de eleição majoritária. Há convicção dos pepistas. Cezar Schirmer quer o PP como parceiro prioritário e José Farret segue sendo o cara para vice. Exatamente como em 2008. Qualquer coisa diferente disso está fora das cogitações – ao menos dos dirigentes. O tema, meeeeesmo, é a eleição proporcional. O PP, assim como outras siglas, corre atrás de figuras importantes para concorrer à vereança. Capazes de fortalecer a legenda e ampliar a atual bancada. Como fazer isso? Bem, eis um dos temas da reunião.

Ah, também está na pauta outro assunto: 14 ou 21 vereadores? Nesse ponto, o encontro é pró-forma. Trata apenas de oficializar a posição partidária em favor da ampliação do atual número de vagas.

MINISTÉRIO. Pega fogo a briga do PP nacional. Mas respinga no Rio Grande, claro

Mensalinho, destituição de líder de bancada na Câmara dos Deputados, briga daqui, briga de lá, divisão do partido no Rio Grande do Sul (um pedaço, cujo nome que mais aparece é o de Jeronimo Goergen, e outro, com notoriedade de José Otávio Germano, se digladian). Tudo isso decorrência do quê? Ora, da disputa pelo poder.

No caso, o que se discute, no fundo e no raso, é a presença do PP (sim, este é o partido brigão) no ministério das Cidades e tudo o que isso significa. Lideranças locais da agremiação já se colocam na defensiva. Afinal, diz-se, o PP aqui é um, outro é lá. Difícil, porém, é deixar isso claro para a opinião pública.

Ah, mas existe um outro ponto importante: a esculhambação pepista pode fazer o partido trombar com um graudão. No caso, a mais graúda de todas, a presidente Dilma Rousseff. Saiba por que, acompanhando o material publicado pelo jornal O Globo. A reportagem é de Gerson Camarotti. Confira:

Planalto dá ultimato a Negromonte por envolvimento em conflito no PP

Diante da briga de facções na bancada do PP na Câmara, emissários da presidente Dilma Rousseff mandaram um recado ao ministro das Cidades, Mário Negromonte: se ele insistir em se meter na disputa da bancada, poderá perder o cargo. E, se comprovada a denúncia de que ofereceu uma mesada de R$ 30 mil para deputados do PP, estará fora do governo. O tom do recado, de acordo com o núcleo palaciano, foi de ultimato.

Existe consenso no Planalto sobre a necessidade de substituir Negromonte na primeira reforma ministerial. Mas, entre auxiliares de Dilma, já há quem defenda uma mudança imediata nas Cidades, apesar do desgaste de mais uma troca. Desde a transição, a presidente queria ter mantido no cargo o ex-ministro das Cidades Márcio Fortes. Mas teve que aceitar a indicação da bancada.

Segundo interlocutores do ministro, ele tem dito que só está no governo por causa da indicação do PP e do convite de Dilma. Mas que não será um obstáculo para a mudança na pasta. Em nota divulgada nesta segunda-feira, Negromonte negou qualquer reunião partidária dentro das dependências do Ministério das Cidades e disse desconhecer “suposta oferta de dinheiro em troca de apoio ao líder do PP”. Ele negou que…”

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NÃO CUSTA LEMBRAR. E então se descobriu, veja só, que Mortari era um rebelde

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 2 de agosto de 2010, uma segunda-feira:

CAMPANHA. PP de Santa Maria encontra o seu “Collares”. No caso, Marion Mortari

O ex-governador Alceu Collares, histórico entre os históricos militantes do trabalhismo em geral e do PDT em particular, resolveu bater de frente com a direção estadual do partido. Encasquetou que deve apoiar as candidaturas de Dilma Rousseff à Presidência da República e de Tarso Genro ao Palácio Piratini. Ambos, como se sabe, são do PT. E o PDT apóia Dilma em nível nacional, mas é adversária regional do petismo, fazendo inclusive parte da chapa liderada pelo peemedebista José Fogaça.

E daí? Daí que, até agora, a questão só produziu mesmo é discurso – além do aumento da dissidência em favor de Dilma e Tarso, exatamente o que a direção estadual mais temia. E, pior, de nada adianta tentar punir Collares. O homem, afora ter o que alguns chamariam “a impunidade dos velhos”, se coloca em consonância com a direção nacional, que barraria qualquer tentativa de punição mais forte. Expulsão, então, pode esquecer…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, que se faça justiça ao edil Marion Mortari: o cara é corajoso. Afinal, contrariando toda a orientação local, já no primeiro turno do pleito para a Presidência, resolveu seguir a direção nacional do PP e apoiou, de cara, Dilma Rousseff – diferente do pensamento dos dirigentes de Santa Maria e do Estado. Foi um rebelde. Mas venceu.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. De favorito, Rigotto virou lanterna e não foi para o Senado

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na noite de 26 de julho de 2010, uma segunda-feira:

ELEIÇÕES 2010. O PPL e as agruras de um partido ideológico que quer se legalizar

A jornalista Rosane Oliveira, na Zero Hora desta segunda-feira, traz DETALHES bastante interessantes, acerca da preferência dos gaúchos (e da indefinição de mais de 60% do eleitorado) para as duas vagas disponíveis no Senado – apontada pelo Datafolha. Mas um fato é verdadeiro: a briga será bastante acirrada entre o trio Germano Rigotto (PMDB), que tem 41% da intenção de votos na pesquisa do Datafolha, Paulo Paim (PT), com 37%, e Ana Amélia Lemos (PP), COM 33%. É uma disputa quase tão emocionante quanto a que envolve o Governo do Estado.

De outra parte, há quase uma obviedade, e aí vale para qualquer pesquisa: a tendência é de siglas governistas saírem vitoriosas na disputa pela 54 vagas a ser renovadas no Senado. Um sintoma, mais um aliás, é a…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, a tal briga de cachorro grande só sobreviveu nas pesquisas na primeira metade da campanha eleitoral oficial. Na prática, e os dias finais confirmaram isso, a estratégia peemedebista de colocar só Rigotto como candidato acabou sendo desastrosa. E o petista Paim confirmou-se na vaga que já era sua e a pepista Ana Amélia atropelou e garantiu sua vaga.
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RAPOSA FELPUDA. Farret demonstra, em entrevista ao DSM, porque enquanto alguns estão indo, ele já está voltando

Não, não é Cezar Schirmer, para ficar em quem tem cargo eletivo. Também não é nenhum dos três deputados, nem mesmo o secretário de Justiça – mais jovens e de geração posterior na política local.

Todos com grande presente e futuro ainda maior. Nenhum deles, no entanto, é o que se poderia qualificar “raposa política tanto quanto o vice-prefeito (e secretário de Saúde) José Haidar Farret. Lembra muito, em certos aspectos, outra raposona, o falecido Leonel Brizola. Pergunte-se o que quiser, e a resposta será a que Ele quer.

Tomemos a entrevista publicada no final de semana, pelo Diário de Santa Maria. Para quem o conhece minimamente (é o caso deste editor, que com ele, e se orgulha disso, conviveu profissionalmente seis meses), há um punhado de recados, no material assinado pelo colega Marcelo Martins. Nenhum explícito o suficiente para Farret ser cobrado, mas claros o suficiente para que se saiba a posição dele.

Quem quiser ler a íntegra do material, há um “link” disponível lá no final desta nota. No entanto, fiquemos com três exemplos da versão publicada e outro (na opinião deste nem sempre humilde repórter, a mais importante) disponível apenas na versão online, e cortado pelo editor da versão impressa.

Sobre a pesquisa do PMDB, em que se estaria investigando nomes para ser vice de Schirmer em 2012:

Se há uma pesquisa do PMDB, é porque há uma intenção em trocar o vice. Eu não quero ser empecilho e impedimento para a reeleição do Schirmer”.

TRADUÇÃO: “vocês podem trocar de vice, mas terão que agüentar as conseqüências da minha indiferença, no mínimo, no processo eleitoral”

Sobre uma possível (para alguns, óbvia; para este editor, nem tanto) pretensão do pedetista Marcelo Bisogno ser o outro nome parceiro de Schirmer no próximo ano:

O Marcelo Bisogno (PDT) tem sido muito bom secretário. Tem trabalhado bastante, é um jovem humilde e de diálogo. É um bom nome para ser colocado numa pesquisa.”

TRADUÇÃO: “ok, ok, ok. Vocês acham que o Bisogno pode ser sombra pra mim, tentem. Mas arquem com o resultado. Podem se decepcionar”

Dado o recado aos seus parceiros do PMDB, mais importante é o que Farret dá conta ao público interno. Isto é, aos eventuais interessados, no PP, em jogá-lo para fora da história. Aí, por um direito inalienável de quem editou o material impresso do DSM, de duas respostas que têm ligação, uma ficou de fora (sendo publicada apenas em NOTA publicada no blogue “Aparte”, na noite de sexta-feira.

Na versão impressa, confrontado sobre uma eventual dobradinha de Schirmer com o peemedebista Tubias Calil ou o tucano Jorge Pozzobom, Farret não titubeia:

- Cito um nome que é do meu partido: o do Sérgio Cechin (secretário de Habitação). Sempre digo que a função do vice-prefeito é ajudar o prefeito e, inclusive, a buscar votos. Não basta ser bonito e ter o cabelo cortado.”

Na nota publicada no blogue “Aparte”, provocado a mencionar nomes para substituí-lo como grande líder do PP, admite que há a necessidade de renovação, mas veta claramente dois dos emergentes da sigla. Hein? Leia você mesmo:

- Chegou a hora do PP abrir o seu leque para novas lideranças. É importante e preciso que não tenhamos sempre os mesmos nomes. Quem são os mesmos? O Farret é sempre o mesmo, a Sandra (Sandra Rebelato) e o Denardin (Paulo Airton Denardin) também são os mesmos.“

TRADUÇÃO: de um lado (na versão impressa) diante da óbvia conclusão que Tubias (por ser do mesmo partido do prefeito) está fora e Pozzobom (que só aceita ser protagonista) estão fora da composição da chapa, além de fazer crítica implícita aos dois, “lança” Cechin, que seria o cara para ser “queimado”. De outro (na versão online), deixa claro que não gostaria de ver Sandra e Denardin como candidatos.

RESUMO DA ÓPERA: para quem entende minimamente de Farret, a maior entre as maiores raposas felpudas da política local, ele deixou muito claro (embora só nas entrelinhas) que Schirmer, se quiser uma coligação com o PP, terá que ser com ele mesmo, Farret. E mais ninguém. É isso, ou o risco de ver um cara do tamanho político/eleitoral dele apoiando o adversário. Duvida? É? Aguardemos, então.

EM TEMPO: Amizade pessoal a parte, a questão é política. E Schirmer sabe que Farret é o candidato a vice com quem terá que conviver em 2012. Goste ou não.

PARA QUEM QUISER LER A ENTREVISTA AO DSM, BASTA CLICAR AQUI E  AQUI.

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GOVERNO. Se houver denúncias, Dilma diz que demitirá. Apesar das pressões

O jogo segue duro, em Brasília. É o que se deduz de material publicado hoje pelo jornal O Estado de São Paulo. O tema são as pressões de partidos aliados, especialmente o PR, acerca da forma como são demitidos, aos borbotões, os ligados à sigla.

Mas, e isso é talvez a novidade, a tal “faxina” não se limitaria ao ministério dos Transportes. Outras pastas estariam na mira. E ambas estão sob o controle de partidos aliados. No caso, PP (Cidades) e PDT (Trabalho). Mais detalhes estão na reportagem de Leonencio Nossa e Tânia Monteiro. Acompanhe:

Dilma resiste à pressão da base e avisa que faxina segue se houver denúncias

… A despeito das queixas de aliados pelas demissões de representantes do PR no setor de Transportes por supostas irregularidades, a presidente Dilma Rousseff já deu demonstrações de que manterá o rigor na “faxina” nos ministérios sempre que surgirem denúncias consideradas relevantes. Embora haja mal-estar na base de sustentação do Planalto, assessores do governo dizem que não há preocupação com a governabilidade.

Dilma recebeu na quarta-feira, 20, o ministro das Cidades, Mario Negromonte, da cota do PP. A pasta está na lista de possíveis novos alvos da “faxina” de Dilma, assim como o Ministério do Trabalho, comandado por Carlos Lupi, do PDT, informaram assessores do governo.

Em recados que chegaram nos últimos dias ao gabinete da presidente, aliados disseram que até concordam com as mudanças, mas reclamaram das atitudes duras de Dilma em relação aos representantes do PR…”

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CENSO NA PREFEITURA. Schirmer manda mapear CCs. E 40 já foram até entrevistados

Faz dois anos e meio que o consórcio liderado por PMDB (Cezar Schirmer) e PP (José Farret) comanda a prefeitura municipal, sob a liderança inconteste do peemedebista. São associados menores o PSDB, o DEM e o PDT. Todos têm secretários, com a predominância óbvia da dupla principal. Mas, e os Cargos de Confiança? Quantos são e quem é responsável por eles, politicamente?

Essas perguntas foram feitas, salvo engano claudemiriano, há mais de um ano, em reunião dos presidentes das siglas da base governista. E as respostas deveriam ser dadas em seguida, conforme a mídia noticiou amplamente. Deduz-se que isso, simplesmente, não ocorreu. Ou, então, a situação se degringolou desde então. São as possibilidades visíveis.

De todo modo, e isso está acontecendo no mínimo há 10 dias, o prefeito resolveu ir mais fundo. Ao ponto de designar sua Chefe de Gabinete, Magali Marques da Rocha, para cumprir uma tarefa, digamos, interessante: entrevistar individualmente os ocupantes de Cargo de Confiança no Executivo. Mais de 200, com certeza.

Alguém, que o editor não descobriu quem é, elaborou até mesmo uma ficha. Nela constam todos os dados possíveis e imagináveis, mas os principais, do ponto de vista administrativo/político são três: as qualificações profissionais (para aferir se o sujeito tem as condições objetivas para desenvolver o trabalho pago pelo contribuinte), o partido que representa (se for o caso) e a quem, na agremiação, o CC é ligado (pode ser um vereador, por exemplo).

Com base nesse levantamento – que o prefeito exige esteja concluído na próxima semana – serão dados os próximos, e quem sabe estratégicos, passos para o período final da administração. Não é de duvidar que, concluído o trabalho, o prefeito (que vai analisar, pessoalmente, ficha por ficha) resolva mudar a correlação de forças.

Sim, há partido que diz ter CC de menos, e Schirmer acha que tem a mais. Só mesmo fazendo um censo. Essa é a tarefa de Magali.

Ah, o tema foi um dos discutidos anteontem, na reunião entre os presidentes de partidos governistas e o prefeito, e que tratou, oficialmente, da questão das coordenadorias regionais. Que, por sinal, tem uma dezena de vagas de CCs. Há vereador de olho gordo em parte delas, já que não conseguiu emplacar o coordenador ou ser ele próprio o titular, que tem status de secretário.

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