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Textos com Etiquetas ‘Informática’

LUNETA ELETRÔNICA. DEM e PSDB por Serra/Índio, os concursos culturais, docentes e informática…

* Levantamento feito pelo G1, o PORTAL de notícias das Organizações Globo, com dados do TSE, aponta o Rio Grande do Sul como a 17ª (entre as 27) províncias, na relação candidato/vaga à Assembléia Legislativa.

* São 594 candidatos para 55 vagas (10,8/vaga). O campeão é o Distrito Federal, com 35 candidatos para cada vaga (840 para 24). E o “lanterninha” é Sergipe, com 129 concorrentes (5,7 para cada uma das 24 cadeiras).

* PSDB e DEM tratam de estruturar em Santa Maria a campanha presidencial da dobradinha José Serra/Índio da Costa.

* Quem comanda o processo é a dupla de dirigentes principais das siglas na cidade, o tucano Vilmar Seixas e o demista Rodrigo Menna Barreto – que tiveram uma conversana manhã desta terça.

* Conforme material enviado com a assinatura de ambos, Seixas e Menna Barreto pretendem realizar nesta semana visitas “aos diversos líderes municipais, associações, organizações, outros partidos e militância em geral”.

* Também dão conta da chegada, “nos próximos dias”, de material de campanha, e a inauguração de um “grande comitê suprapartidário”.

* Perguntinha claudemiriana: os dois partidos fazem parte da base do governo municipal. Isso significa que o prefeito Cezar Schirmer descerá do muro em que está aboletado o candidato  ao governo gaúcho, o também peemedebista José Fogaça?

* Palpite claudemiriano: Schirmer, para o bem ou para o mal, continuará onde está. Pelo menos publicamente.

* A prefeitura divulgou nesta terça os nomes dos vencedores dos concursos fotográfico Santa Maria e literário Felipe D’Oliveira.

“Sorriso Dourado”, foto de Rômulo Silva D’Ávila (de Santa Maria), menção honrosa na categoria Amador Cor

* Dois fatos chamam a atenção. Um não chega a ser inédito: a absoluta predominância de não-santamarienses entre os vencedores nas principais categorias.

* Outro é apenas uma curiosidade, que talvez não tenha assim tanta importância. Quem sabe até irrelevante. No entanto…

* … O fato é que, na notícia (leia a íntegra aqui) distribuída pela Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura consta a relação, também, de todos os integrantes das comissões julgadores. Exceto uma, a de fotografia. Por quê?

* O Sinprosm, sindicato da categoria docente municipal, dá conta da participação de professores num curso básico de informática, oferecido pelo Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal (NTEM).

* Conforme nota distribuída pela entidade, “essa formação ainda não é a que oferece os conhecimentos necessários para os docentes atuarem nas Salas de Informática”.

* Dizem mais, os representantes da categoria: “no entendimento do Sinprosm, trata-se de uma primeira etapa para qualificar os professores na área de informática”.

* Por fim, esclarecem ser necessário que o município, através do NTEM, ofereça uma continuidade dessa qualificação, de modo que os professores tenham a oportunidade de fazer a formação específica para atuar nas salas de informática.

* Tradução livre claudemiriana: encaminha-se um acordo entre sindicato, professores e prefeitura, na ronha sobre as aulas de informática para os alunos da rede municipal.

Comissão do Bairro Medianeira, com Denardin: “Minha Casa, Minha Rua” (foto Milena Jaenisch)

* Mudando de assunto: moradores do Bairro Medianeira visitaram o presidente da Câmara, Paulo Denardin. Objetivo: divulgar o projeto “Minha Rua Minha Casa.”

* A proposta pretende, conforme relato da assessoria de imprensa do Legislativo, “envolver comunidade, iniciativa privada e poder público em busca do bem comum.”

* Dentre as atividades a ser desenvolvidas, conforme o projeto, estão a numeração dos postes, pintura do meio-fio nas ruas e revitalização dos canteiros.

* De acordo com Tiago Chiappa, que estava no grupo que conversou com Denardin, em agosto, em data ainda indefinida, será “desenvolvida ação para recuperar o canteiro central,na rua Heitor Campos, em frente à escola Irmão José Otão.

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INFORMÁTICA. E segue a bronca entre docentes e prefeitura. Não há qualquer acordo, por ora

A carta de repúdio anunciada pelo Sindicato dos Professores Municipais foi entregue hoje ao secretário de Educação, João Luiz Roth. Junto, uma conversa em que os diretores das escolas que terão docentes parcialmente transferidos para outras, para suprir ausência de alguém que trabalhe com informática, mostraram seu descontentamento.

Por ora,nada de acordo. Amanhã tem nova reunião. Esta com a procuradora do município, Any Desconsi. O que se conversou hoje e se tratará amanhã, na versão dos docentes, acompanhe material distribuído pela assessoria de imprensa do Sinprosm. A seguir:

Diretores defendem a permanência de seus professores nas salas de informática

Sindicato e diretores de escolas defenderam a permanência dos professores nas Salas de Informática em reunião, nesta manhã (7), com o Secretário de Educação João Luiz Roth. O motivo do encontro partiu da reação de professores e diretores de escolas que mantêm em pleno funcionamento as atividades pedagógicas dos laboratórios de informática, diante da decisão da Secretaria de Educação em remanejar estes professores para suprir a carência nas demais escolas. A medida não foi aceita nem pelo Sindicato, nem pelos professores que defendem que a defasagem de professores nas salas de informática deva ser suprida com suplementações para o cargo, e não com remanejo de pessoal que já atua em laboratório. Este argumento esteve na carta de repúdio entregue ao Secretário pela comissão formada pelo Sinprosm e diretores de escolas com laboratórios em funcionamento pleno. O conteúdo da carta tratava-se do posicionamento contrário à medida adotada pela Smed de retirar professores que atuam em salas de informática e distribuí-los nas escolas onde os laboratórios estão fechados.

Para os professores e o Sindicato, a proposta da Smed não soluciona o problema das salas de informática. Em primeiro lugar, porque, ao retirar um professor de uma escola onde o laboratório atende alunos em dois ou três turnos, prejudica a ação pedagógica desenvolvida nestas escolas. Em segundo lugar, a mera transferência de professores não resolve o problema, apenas disfarça a falta de professores capacitados na rede municipal com uma aparente ideia que todos os laboratórios de informática estariam em funcionamento.

Segundo o Secretário Roth, a redistribuição de professores seria uma medida temporária, que perduraria por seis meses, para suprir a falta de professores que há em 23 laboratórios da rede até que haja mais professores capacitados. Durante a reunião, o Secretário afirmou que não abre mão de alocar pelo menos um professor nestas salas de informática que ainda não estão em funcionamento. A comissão de professores assegurou a Roth e aos demais representantes da Smed que há a possibilidade legal para instituir o regime de suplementação aos professores da sala de informática, já que esta é uma função de caráter pedagógico. Além disso, a coordenação do Sinprosm ressaltou que a questão deve ser incluída no Plano de Carreira do Magistério. O assunto será retomado amanhã (8), quando o Sindicato terá reunião com a Procuradora Geral do Município Any Desconzi, representantes da Smed, do Instituto de Previdência e Assistência a Saúde dos Servidores Públicos Municipais (IPASSP) e Conselho Municipal de Educação.”

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INFORMÁTICA. Enrosco de docentes com prefeitura tem confronto verbal na Câmara

Você leu aqui (e, cá entre nós, praticamente só AQUI) sobre a história que envolve a decisão da prefeitura, de remanejar docentes das salas de informáticas para atuar em mais de uma escola, e o protesto feito pelo Sindicato dos Professores Municipais.

Pois bem, o caso acabou sendo tratado na sessão ordinária da Câmara de Vereadores, na tardinha de hoje. Quem falou sobre o assunto, segundo relato feito pelos jornalistas Beto São Pedro e Clarissa Lovatto, da assessoria de imprensa do parlamento, foram as edis Helen Cabral (PT) e Maria de Lourdes Castro (PMDB). O que ambas falaram você confere a seguir:

 “Helen Cabral (PT) divulgou um documento assinado por diretores e professores municipais repudiando a decisão da Secretaria de Educação que determinou a realocação de professores de informática sem consultar as respectivas direções. O documento critica o método da secretaria que deveria contratar professores e não realocar para suprir deficiências. Segundo Helen Cabral, de acordo com o projeto federal que proporcionou a instalação dos laboratórios de informática na rede municipal, teria de haver um professor para cada uma dessas unidades e não um professor para várias delas. Depois que a peemedebista Maria de Lourdes Castro respondeu às críticas da petista, justificando a medida da secretaria, Helen Cabral voltou á tribuna em comunicação de liderança reafirmando o que havia dito.

Maria de Lourdes Castro (PMDB), de posse do convênio assinado entre o município e o Ministério da Educação, assegurou que o projeto em execução na rede municipal não estabelece a condição alegada pela petista quanto à exclusividade de um professor por laboratório. “Não é verdade”, assegurou a peemedebista, acrescentando que o próprio Ministério prevê a capacitação em informática de professores da própria rede, e de qualquer disciplina, para trabalharem com seus alunos os seus conteúdos específicos. “O Proinfo, sigla do programa em execução, não quer formar técnicos em informática, explicou. Quer, na verdade, fazer da informática mais uma ferramenta para ser utilizada nas diversas disciplinas”.

PARA LER MAIS SOBRE A SESSÃO DA CÂMARA, CLIQUE AQUI.

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INFORMÁTICA. Sinprosm entrega carta de repúdio por remanejamento de docentes

E segue a bronca entre os docentes de informática, representados pelo Sindicato dos Professores Municipais, e a Prefeitura. Motivo: o remanejamento de profissionais das salas de informática, que trabalham em mais de um turno. Os detalhes da reclamação e o que o Sinprosm fará você confere em nota que recebi agora à tarde, da assessoria de imprensa da entidade. A seguir:

 “Professores organizam ato público em repúdio a Smed

O protesto dos professores é contra a decisão da Secretaria de Município da Educação (Smed) de retirar os professores das salas de informática que funcionam em dois ou três turnos para redistribuí-los em outras escolas da rede.

O desagrado dos professores é compartilhado pelo Sindicato dos Professores Municipais de Santa Maria (Sinprosm) que juntamente com uma representação de diretores de escolas e pela vereadora Helen Cabral entregará ao Secretário e Educação João Luiz Roth uma carta de repúdio às decisões tomadas pela Secretaria.

O ato será amanhã (6/07), às 11h, na Smed. O conteúdo do manifesto ressalta que a medida adotada pela Smed prejudica alunos de escolas que mantém o laboratório de informática em dois ou três turnos. A medida imposta pela Smed prevê apenas um professor por escola, o que não contempla todos os turnos uma vez que a carga-horária na rede municipal é de 20 horas semanais.

 Além disso, a redistribuição dos professores de informática é uma medida arbitrária que fere os princípios da Lei de Gestão Democrática (Lei nº 4740/03), a qual define a autonomia financeira, administrativa e pedagógica das escolas, e o Art. 3º da Lei Nº 9394/96 LDB.”

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INFORMÁTICA. Prefeitura redistribui professores e sindicato protesta e diz que há ameaças

Recebi agora há pouco material produzido pela assessoria de imprensa do Sindicato dos Professores Municipais. O assunto: a redistribuição de professores da área de informática, o que teria motivado essa decisão por parte da prefeitura, o protesto dos docentes e as atitudes que pretendem tomar, além de denúncias de que haveria ameaças de punição aos descontentes. Sempre garantindo o direito de o outro lado se manifestar, se assim desejar (esse espaço é democrático e acolhe, sempre, as versões dos que se considerarem prejudicados), confira o texto enviado pelo Sinprosm:

Professores repudiam decisão da Smed

A decisão da Secretaria de Município da Educação (Smed) de distribuir os professores de informática para suprir os laboratórios das escolas gerou um grande descontentamento nos professores e diretores de escolas que possuem sala de informática em funcionamento pleno. Como tentativa de reverter a medida imposta pela Smed, cerca de 30 professores de 11 escolas da rede, que mantém em uso o laboratório de informática, discutiram o assunto em reunião, nesta sexta-feira (2), na Câmara de Vereadores, com a presença do Sindicato dos Professores Municipais de Santa Maria (Sinprosm), a Vereadora Helen Cabral e o Deputado Federal Paulo Pimenta. Os professores relataram que estão sofrendo ameaças de receber notificações da Smed, caso se recusem a cumprir as imposições que exigem liberação de professores das salas de informática para atuar em outras escolas. A reação dos professores resultou no repúdio a decisão imposta pela Smed. Na próxima segunda-feira (5), o Sinprosm, uma comissão de professores e a vereadora Helen Cabral entregarão para o Secretário de Educação, João Luiz Roth, o documento que esclarece os motivos do repúdio a decisão da Smed em relação aos laboratórios de informática.

A imposição de ordens e o consequente desrespeito da Lei de Gestão Escolar Democrática são apenas uma parte do equívoco que a Smed está prestes a cometer, caso pretenda ir adiante com a intenção de deslocar professores que atuam em regime de 20 horas nos laboratórios de informática. Em primeiro lugar, a Lei de Gestão prevê certa autonomia para as escolas, como o direito de o diretor manter os professores lotados na escola e o cumprimento das 20 horas do professor em um turno. Com essa decisão, Smed não só atropela a Lei, como também poderá prejudicar o desempenho de alunos das escolas onde há professor de informática em tempo integral atuando como suporte pedagógico nas disciplinas.

A solução ideal para as salas de informática seria oferecer capacitação para os professores e distribuir conforme a necessidade das escolas de modo a suprir todos os turnos. Essa medida requereria um Regime Especial de Trabalho (RET). No entanto, a Smed resolveu, num ato antidemocrático, retirar professores de uma escola e inseri-los noutra na tentativa de contemplar todas as escolas da rede. Essa intenção da Secretaria parece ser uma medida para conter gastos, porém a receita do município permite que sejam investidos até 51% dos recursos com educação. Atualmente, se gasta apenas 47%, o que permitiria o investimento em mais professores qualificados para atuar na rede.

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INFORMÁTICA. E segue o rolo entre professores e prefeitura. Solução? Ainda não!

O tema foi tratado aqui há exatamente 29 dias. Em 3 de junho PUBLIQUEI a nota distribuída pelo Sindicato dos Professores Municipais, em que a entidade reclamava da impossibilidade de utilizar 52 laboratórios de informática obtidos com recursos federais (Proinfo), por conta da falta de docentes em quantidade suficiente e pela recusa do Sinprosm em aceitar a idéia da prefeitura – que preferia utilizar técnicos de informática em lugar de professores.

Sinteticamente, era isso. Passado esse tempo todo, é possível deduzir por nova nota do Sindicato, que há uma negociação em curso. No entanto, pelo menos no entendimento dos representantes docentes, o desacordo persiste e sem solução visível. Será, mesmo? Bueno, pelo menos no que toca ao Sinprosm, você pode conferir a posição no texto a seguir, produzido pela assessoria de imprensa da entidade:

Salas de Informática: um impasse ainda maior

Desde que o Sindicato dos Professores Municipais de Santa Maria (Sinprosm) divulgou que havia laboratórios do Proinfo fechados devido à falta de professor, o problema ganhou dimensões ainda maiores em vez de ser solucionado.

A questão foi debatida em reunião entre a Secretaria de Município de Educação (Smed), professores responsáveis pelas Salas de Informática, diretores e representantes do Sinprosm. Desde o início das discussões, o Sindicato defende a regulamentação do professor da Sala de Informática e o pleno funcionamento dos laboratórios em todas as escolas. Já as deliberações da Smed divergiram bastante tanto do entendimento de professores e do Sindicato. Como forma de contemplar todas as escolas com um professor de informática, a Secretaria propôs distribuir os professores qualificados de modo a cobrir toda a rede municipal num regime de 20 horas. Essa medida desfavorece as poucas escolas que já possuem professores em dois e três turnos. A proposta da Smed prejudicaria alunos de escolas onde o laboratório funciona integralmente, pois a possível perda de um professor afetaria o desempenho de estudantes que adquiriam uma rotina com atividades pedagógicas desenvolvidas dentro do laboratório de informática.

O Sindicato defende, em primeiro lugar, que as escolas que possuem mais de um professor, ou professor com mais de 20 horas, não percam esses profissionais, uma vez que eles atendem a todos os turnos da escola. Além disso, o Sinprosm propõe que a função de professor de informática seja incorporada no plano de carreira do magistério, bem como os professores façam a formação oferecida pelo Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal (NTEM) para atuar nos laboratórios.”

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