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Textos com Etiquetas ‘Fogaça’

RIO GRANDE. Tarso pode vencer no 1° turno, diz Datafolha. Ana Amélia lidera corrida ao Senado

10, setembro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

O petista Tarso Genro mantém os 42% de intenção de voto registrados na semana passada, conforme pesquisa divulgada agora há pouco pela Folha de São Paulo e pela RBS, contratantes do trabalho realizado pelo Datafolha. O instituto também aferiu a preferência para o Senado. Nesta, quem está na frente é a pepista Ana Amélia Lemos, com 49%. Confira os detalhes nos dois textos, publicados na versão online da FSP, assinados por Silvio Navarro. A seguir:

Tarso consolida vantagem no RS e pode decidir no 1º turno, diz Datafolha

O candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, mantém a liderança com folga na disputa, com 42% das intenções de voto, segundo o Datafolha. O percentual é idêntico ao registrado na rodada anterior, de 23 e 24 de agosto.

Os dois adversários na corrida, José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB), oscilaram um ponto para baixo cada um. O peemedebista marca 26%, e a tucana, 13%. ..”

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Ana Amélia abre vantagem na corrida pelo Senado no RS

Pesquisa Datafolha realizada nos dias 8 e 9 deste mês aponta a jornalista Ana Amélia Lemos (PP) na liderança isolada da corrida pelo Senado no Rio Grande do Sul com 49% das intenções de voto.

Ela cresceu cinco pontos percentuais em relação à rodada anterior, feita nos dias 23 e 24 de agosto, quando aparecia em empate técnico com Germano Rigotto (PMDB), que agora marca 41% –oscilou negativamente um ponto…”

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CONTINUISMO. Pesquisas apontam essa tendência, nos Estados. Rio Grande é exceção

9, setembro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

Em apenas cinco províncias brasileiras, a liderança nas pesquisas pré-eleitorais apontam possível vitória de candidatos oposicionistas. Nas demais, quem já está no governo leva vantagem, maior ou menor, conforme a unidade da federação, sobre seus contendores.

Uma dessas exceções é exatamente o Rio Grande do Sul. Aqui, a oposição está na frente. Com Tarso Genro (PT), nitidamente contra o atual governo estadual. E também com José Fogaça (PMDB), que assim se coloca, embora tenha um comportamento, digamos, ambíguo, na medida em que seu partido também faz parte da aliança que administra o Estado, sob o comando da tucana Yeda Crusius, no momento a terceira colocada nas aferições de intenção de voto.

Mas, quais as causas desse comportamento que, no geral, é continuista? Essa é uma das facetas do material divulgado em excelente reportagem publicada pelo jornal O Estado de São Paulo. A reportagem é de Daniel Bramatti e José Roberto de Toledo. Confira:

Eleição para governos é marcada por continuísmo

Nas eleições para os governos estaduais, a tendência indicada pelas pesquisas até o momento é de uma onda continuísta. Candidatos à reeleição ou apoiados pelos atuais governadores estão à frente em 16 Estados. Em apenas cinco unidades da Federação há oposicionistas na liderança.

Nos restantes seis Estados há empate técnico na primeira colocação. Os dados são de pesquisas do instituto Ibope feitas entre agosto – a maioria a partir da segunda quinzena – e setembro.

Beneficiados pelo alto grau de satisfação da população com suas vidas – fator detectado em diversas pesquisas -, praticamente todos os candidatos à reeleição são líderes isolados ou em situação de empate técnico.

Das 20 unidades da Federação onde há boas chances de a eleição para governador terminar já no primeiro turno, em 16 quem está na frente são candidatos de situação.

Candidatos da oposição só têm viabilidade eleitoral onde os atuais governos são mal avaliados – Rio Grande do Sul e Pará, por exemplo – ou onde a situação inexiste – caso do Distrito Federal, que mergulhou em uma crise com a renúncia de José Roberto Arruda (ex-DEM), envolvido em denúncias de corrupção…”

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ALERTA VERMELHO. Fogaça anuncia ofensiva para conter queda e chegar ao segundo turno

Escrevi AQUI, no dia 30 de agosto: “LUZ AMARELA. Impensável cenário assusta o PMDB gaúcho. Mas a culpa é toda dele”. Premonição? Não, nada disso. Apenas conversa com militantes, graduados e nem tanto, da campanha de José Fogaça ao governo do Estado.  E olha que isso aconteceu ainda antes da pesquisa Ibope que, no sábado, deu conta de uma supervantagem de Tarso Genro, do PT, com intenção de voto suficiente para, se confirmada na urna eletrônica, dar-lhe a vitória em primeiro turno.

Quer dizer, o peemedebismo está inquieto. De um lado, vê o avanço de Tarso, e, de outro, dado ainda pior: a chegada cada vez mais firme de Yeda Crusius, doidinha pra levar a disputa ao segundo turno e desalojar o peemedebista dessa disputa. Agora não é mais luz amarela, mas alerta vermelho. Com tudo o que isso significa. Mas, e como está reagindo o PMDB? A propósito disso e de outras indagações, vale a pena ler o material publicado nesta terça-feira pelo jornal eletrônico Sul21. A reportagem é de Igor Natusch. Acompanhe:

Números do Ibope aumentam críticas à campanha de Fogaça

O sinal amarelo acendeu com força no comitê da campanha de José Fogaça (PMDB) ao Piratini. A última pesquisa do Ibope para o governo do estado, divulgada no fim de semana, mostra aumento na vantagem de Tarso Genro (PT) para 18 pontos percentuais (41% contra 23% do peemedebista) e a possibilidade crescente do candidato petista levar a eleição em primeiro turno. Na tentativa de neutralizar o crescimento de Genro, a coligação de Fogaça planeja uma grande ofensiva para os próximos dias. O início efetivo será próxima quinta-feira (9) com o lançamento do plano de governo do candidato, em evento que terá a presença de boa parte das lideranças peemedebistas e nomes fortes dos partidos da coligação. Mas a tensão é grande, e a preocupação com os rumos da campanha de Fogaça abre espaço para uma série de críticas e incertezas.

Embora o discurso externo do partido seja de pouca preocupação, o impacto da pesquisa balançou algumas convicções dos apoiadores de Fogaça. “Pesquisa é pesquisa, apenas aponta uma tendência”, diz o deputado federal Osmar Terra (PMDB). “Se pesquisa ganhasse eleição, o (candidato ao senado Germano) Rigotto (PMDB) não teria perdido a eleição para governador em 2006”, afirmou, lembrando que o peemedebista, então governador do estado, liderava as pesquisas naquelas eleições e acabou sendo ultrapassado nas urnas pela atual governadora Yeda Crusius (PSDB).

Segundo pessoas próximas da campanha de Fogaça, os dados da pesquisa Ibope divergem de pesquisas internas, encomendadas pelo PMDB. A vantagem do petista teria sido detectada, mas com uma margem inferior à que aparece nos resultados do Ibope. “Não bate”, resume um nome ligado ao diretório peemedebista da capital…”

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LUNETA ELEITORAL. Simon e o oportunismo, Pozzobom no desfile, as Sandras, debate sem Dilma

8, setembro, 2010 Claudemir Pereira 4 comentários

* Declaração de Pedro Simon, presidente do PMDB/RS, dizendo-se eleitor de Dilma Rousseff, tem um objetivo claro – segundo ouvi nesta terça-feira, de peemedebistas.

* Qual? Impedir que Tarso Genro se eleja no primeiro turno e, no segundo, constranger Dilma a ponto de impedir que ela venha ao Estado em campanha pelo petista.

* O problema todo é que 10 entre 10 militantes acham que a posição de Simon, a esta altura do jogo, tem cara, corpo e membro de oportunismo.

* E pode, até, como avançou na análise um peemedebista de bom tamanho, fazer com que uma parte do partido faça corpo mole na campanha de José Fogaça ao Piratini.

* Jorge Pozzobom foi, provavelmente, o mais ativo dos candidatos em campanha no desfile da Pátria, na Avenida Medianeira.

* O tucano levou até seu “trio elétrico de 80 cm”, que aparentemente fez sucesso, especialmente entre as crianças.

* O time de cabos eleitorais de Pozzobom até mostrou consciência ecológica – ao final do desfile, procurou recolher os panfletos do candidato que estavam jogados no chão.

* Mas não foi ele o único a dar as caras na Avenida Medianeira: por lá estiveram, entre outros, Fabiano Pereira (PT), Valdeci Oliveira (PT) e, pelo menos anunciou que ia, Sandra Feltrin (PSOL).

* Agora, ao vivo ou através de representantes, não faltou candidato prestigiando o desfile da Independência. Cá entre nós, não dá para desconhecer milhares de eleitores, todos juntos, num mesmo lugar.

* Aliás, vale (quase) tudo, numa campanha eleitoral. Ainda mais acirrada como esta que vemos em 2010. Nenhum voto potencial pode ser desperdiçado.

* A pepista Sandra Rebelato, por exemplo, foi atrás do apoio da família. E visitou parentes em Garibaldi, Santa Tereza e Coronel Pilar, na serra gaúcha. Aproveitou o final de semana para essa atividade político/familiar.

* Já de retorno, e antes do desfile da Pátria, a candidata à Assembléia foi, na noite de segunda, a reunião com lideranças da região oeste de Santa Maria, no bairro Santa Marta.

* E sua tocaia, Sandra Feltrin (PSOL), também está na uta. Nesta quarta fai a acampamentos do MST em Júlio de Castilhos, junto com o candidato a deputado federal Antonio Ruas.

* Na sexta-feira, cai na estrada outra vez. De manhã vai a Formigueiro e à tarde a São Sepé. À noite já estará em Porto Alegre, em visita ao “Piquete do Grosso”, no Acampamento Farroupilha.

* E tem debate dos presidenciáveis, nesta quarta-feira. Em Santa Maria, ao que sei, só pela parabólica será possível assisti-lo. Os promotores são a TV Gazeta e o jornal O Estado de São Paulo.

* Ah,dos quatro convidados, um não vai. No caso, Dilma Rousseff. Se confrontam (e deve sobrar pra ela, imagino), José Serra, Plínio Sampaio e Marina Silva.

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CAMPANHA. Calil faz festa de lançamento. Fogaça, Rigotto e Schirmer presentes

5, setembro, 2010 Claudemir Pereira 7 comentários

Acompanhe o relato, que acabo de receber, da assessoria de imprensa do vereador (e candidato à Assembléia Legislativa, Tubias Calil, PMDB, acerca do lançamento festivo acontecido na noite de ontem, no Parque da Medianeira. A seguir:

Lançamento da campanha de Tubias Calil movimenta Santa Maria

Mais de 2 mil pessoas lotaram o Salão de Festas do Santuário da Medianeira neste sábado, 4, no município de Santa Maria. O motivo foi o lançamento da campanha de Tubias Calil à Assembléia Legislativa Gaúcha.

Presenças ilustres como a do candidato a governador do Estado, José Fogaça, do seu vice, Pompeo de Mattos, a do ex-governador e candidato ao senado, Germano Rigotto e a do prefeito do município de Santa Maria, Cezar Schirmer, abrilhantaram o evento.

Deputados Federais do PMDB também marcaram presença e puderam manifestar seu apoio a Calil, entre eles Osmar Terra, Darcísio Perondi, Eliseu Padilha, Arlindo Signor e o candidato do PDT ao cargo, o santa-mariense Marcelo Bisogno.

O protagonista do evento, Tubias Calil, enfatizou em sua fala que o PMDB há 20 anos não elege um Deputado Estadual de Santa Maria. “Quero ocupar esta cadeira que foi de Schirmer e há 20 anos não é ocupada por um companheiro de nossa cidade”, destacou.

Já Germano Rigotto pautou seu pronunciamento na importância da vitória de Tubias. Também aproveitou a oportunidade e agradeceu imensamente a receptividade de Santa Maria e afirmou que pretende voltar outras vezes na cidade antes do pleito de 3 de outubro.

Na mesma linha pronunciou-se Fogaça que, no seu discurso, enfatizou a importância de eleger Tubias Calil para representar Santa Maria. “Tubias na Assembléia gaúcha significa mais oportunidades e mais desenvolvimento para Santa Maria e região. Santa Maria precisa de Tubias na Assembléia, eu peço um voto de confiança a este jovem, que tem grande futuro político”, ressaltou Fogaça.

O candidato ao Piratini finalizou sua fala dizendo que naquele momento, a cidade de Santa Maria marcava a virada de sua campanha rumo à vitória.”

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PESQUISA. Se eleição fosse hoje, Tarso venceria no 1° turno, informa o Ibope

4, setembro, 2010 Claudemir Pereira 6 comentários

Acaba de ser divulgada mais uma pesquisa de intenção de voto para o Governo do Rio Grande do Sul. Contratado pelo grupo RBS, o levantamento foi realizado pelo Ibope – e aponta o petista Tarso Genro como detentor de percentual superior ao total encontrado para todos os demais candidatos. A pesquisa foi realizada entre a quarta-feira e a sexta, com 1.008 entrevistas.

Acompanhe os detalhes, em reportagem da edição dominical do jornal Zero Hora - que traz, também, os números do Ibope para a eleição presidencial, e a VANTAGEM da petista Dilma Rousseff sobre o tucano José Serra, também no Rio Grande do Sul. A seguir:

Tarso amplia vantagem no Ibope

…A terceira pesquisa Ibope para o governo do Rio Grande do Sul, encomendada pelo Grupo RBS, mostra que o candidato do PT, Tarso Genro, ampliou a vantagem de seis para 18 pontos sobre o segundo colocado, José Fogaça (PMDB). O petista tem 41% das intenções de voto contra 23% do peemedebista e 13% de Yeda Crusius (PSDB). Pedro Ruas (PSOL) aparece em quarto lugar, com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.
Em relação ao levantamento anterior, realizado entre 3 e 5 de agosto, Tarso subiu quatro pontos percentuais, indo de 37% para os atuais 41%. Fogaça tinha 31%, no início de agosto, baixou oito pontos, e agora aparece com 23%. Yeda passou dos 11% na sondagem anterior para 13%.
O candidato do PT tem o seu melhor desempenho no item escolaridade, com 51% da preferência do eleitorado com Ensino Superior. Já Fogaça obtém seus melhores índices entre…”

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ESTADO. Fogaça e Yeda, de repente, descobriram-se adversários. E campanha esquenta

Na terça-feira, noticia-se, foi a ação do peemedebista Gilberto Capoani, na liderança do partido, que impediu a votação, na Assembléia Legislativa, de projetos do interesse da governadora Yeda Crusius, do PSDB.

Teria sido, também se informa, uma retaliação às críticas feitas, via Yeda e seu vice, Berfran Rosado (PPS), aos governos anteriores, especialmente aos comandados pelo PMDB. Aliás, ataques políticos repetidos depois, também.

Isso é café pequeno, cá entre nós, numa disputa política. Mas consegue ilustrar, de todo modo, a situação de momento da campanha eleitoral. E todos os analistas (e atores diretamente envolvidos, inclusive os candidatos e seus estrategistas) têm consciência de duas aparentes verdades.

Uma é que, ainda que exista uma possibilidade remota, Tarso Genro, do PT, embora esteja em ascensão, não liquidará a fatura no primeiro turno. Mesmo com a osmose buscada, no sentido de colar e transferir votos de Dilma Rousseff para o candidato petista.

Outra é que, em havendo segundo turno, pode-se até dizer que o peemedebista José Fogaça é o favorito para a vaga restante. Mas ainda não venceu. E, também parece claro, Yeda Crusius vai crescer. Quanto? Ninguém sabe. E até tem medo da resposta.

Assim, o que se tem é um petista correndo em faixa própria, procurando apenas manter (se não for possível aumentar) o que já tem e elaborando a estratégia a ser seguida na campanha do segundo turno. E outros dois brigando, cada vez com maior ferocidade, para garantir o direito de disputar a rodada final. É o que explica a escaramuça da Assembléia Legislativa, no início da semana. E que já antecipa o que vem por aí, nessas três semanas finais de campanha.

Fortes emoções a caminho, apontam os indícios. Afinal, Yeda e Fogaça – e seus respectivos apoiadores – descobriram-se, enfim, adversários. E um deles vai perder. Inevitavelmente. Logo…

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LUNETA ELETRÔNICA. Fogaça independente, superagenda de Padilha, dia de pesquisa, Sandra do PP…

* Funcionar, funcionar, não sei se vai. Aliás, ninguém sabe. Mas o fato é que o PMDB santa-mariense, reunido na noite de quarta, resolveu separar as campanhas.

* Como assim? O dirigente Antonio Padilha passa a coordenar uma equipe própria, desvinculada das candidaturas proporcionais, para fazer a campanha de José Fogaça  (governo) e Germano Rigotto (Senado) em Santa Maria.

* Enquanto isso, os candidatos proporcionais mantêm suas organizações e buscam vinculá-las ao pleito majoritário, para o governo do Estado e o Senado.

* Detalhe: ninguém falou (e se isso aconteceu não divulgou), no trololó diretivo da quarta-feira, na eleição para Presidência da República. Coisas da “imparcialidade ativa”.

* A propósito, ainda, de PMDB, o deputado federal (e candidato à reeleição), Eliseu Padilha, monta uma superagenda regional no final de semana. Tudo organizado por Robson Zinn, presidente da sigla na boca do monte.

* No sábado, Padilha vai a Novos Cabrais e Paraíso de manhã, almoça em Santa Maria com lideranças empresariais, faz outras visitas (agenda não divulgada) e, à tardinha vai a Itaara – onde tem apoio total do PMDB.

* A sabatina encerra com o festerê de lançamento da candidatura de Tubias Calil à Assembléia, no Parque da Medianeira.

Sandra Rebelato com seus apoiadores em Lavras (foto Ana Cristina Bittencourt)

* A domingueira é para o Vale do Jaguari. Padilha, dá conta sua assessoria, vai a Jaguari e Nova Esperança de manhã, almoça em Capão do Cipó, passa a tarde em Santiago e participa de jantar (para o qual são esperadas 500 pessoas) em São Francisco de Assis.

* Já a candidata do PP santa-mariense à Assembléia, a atual vereadora Sandra Rebelato, espraia sua campanha para além da boca do monte. Na quarta-feira, por exemplo, esteve em Lavras do Sul.

* Naquela cidade, que tem pouco mais de 8 mil habitantes, Sandra foi ciceroneada pela advogada e defensora pública aposentada (como ela), Dema Silveira, e pelo presidente da Juventude do PP, Felipe Monteiro.

* Emoções à vista: nesta sexta-feira, o “Jornal Nacional”, da Rede Globo, divulga uma nova rodada de pesquisas feitas pelo Ibope.

* E, acrescente-se, não apenas a intenção de voto para Presidente da República como, também, para os governos estaduais e do Distrito Federal.

* Ah, e tem também um levantamento do Datafolha, para ser divulgado entre sexta e o sábado, encomendado pela Folha de São Paulo.

Banda da BM, na solenidade pela Pátria, na Câmara (foto Murilo Matias/AI.CV)

* Sem falar no “tracking” diário feito pelo Vox Populi, contratado para esse trabalho pelo portal iG e pela Rede Bandeirantes. O horario de divulgação, na internet, é nas proximidades das 6 da tarde.

* O legislativo da comuna também realizou ato em nome da Pátria, cuja semana está em andamento.

* Foi na manhã desta quinta-feira, no plenário da Câmara, inclusive com a presença da banda de música da Brigada Militar.

*Sob a regência do sargento Sérgio Einar, foram executados três hinos: o Nacional, o da Independência e o do Estado do Rio Grande do Sul.

* A preservação do sentimento nacional e o seu ensino para as futuras gerações justificam a manutenção da tradição, disse o presidente do parlamento, o pepista Paulo Airton Denardin.

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LUNETA ELETRÔNICA. Schirmer na banda oriental, Fogaça, Monteserrat, o Twitter de Calil, o comitê de Marchezan, Sandra Rebelato…

31, agosto, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

* O prefeito Cezar Schirmer reassume o cargo na tarde desta terça-feira, depois de dois dias em Monfevidéo. Imagina-se que, então, fará um relato do que fez na capital uruguaia.

* O comandante da comuna esteve na banda oriental para visitar, como dá conta a Coordenadoria de Comunicação Social da prefeitura, “indústrias de diversos ramos, para verificar a possibilidade de instalação destas empresas no Distrito Industrial”.

* É só uma perguntinha, que ninguém se ofenda: já terminou o rolo que envolvia sindicato dos professores e prefeitura, em torno dos professores de informática?

* Se sim, ótimo. Se não, por que ninguém mais fala no assunto? Desculpa, essa já foi uma segunda pergunta, que talvez não estivesse no roteiro.

* Para testar nervos em frangalhos: nesta semana, pelo menos duas pesquisas de intenção de voto já estão confirmadas.

* Uma, feita pelo Ibope, estará concluída na sexta-feira e tem também para governos dos estados – Rio Grande amado incluído. Outra é do Vox Populi, que tem seu período de coleta encerrando antes.

* Nesta terça-feira, o deputado estadual (e candidato a federal) Nelson Marchezan Júnior, do PSDB, inaugura o Comitê Central da campanha.

* O evento está marcado para começar às 6 e meia da tarde. Fica na avenida Praia de Belas (perto ao shopping), 1.808. O slogan do candidato é “Política sem medo da verdade”.

* Essa não entendi muito bem, mas imagino que tenha sido uma mensagem enviada a todos os seguidores do vereador (e candidato à Assembléia) Tubias Calil, PMDB.

* Na noite de domingo, perto das 10, está lá, no TWITTER de Calil: “@deputadofabiano Estou junto com @DarcisioPerondi na luta por mais desenvolvimento, saúde, esducação e segurança. Vamos Juntos. Acredite! fm”.

* Mais ou menos na mesma hora, estava terminando a atividade de Sandra Rebelato (PP), que concorre à AL, em Arroio do Só, distrito de Santa Maria.

Sandra Rebelato e seus anfitriões, em Arroio do Só (foto Ana Bittencourt)

* Lá, em evento organizado pelos ex-subprefeitos Luis Guimarães e Luiz Gonzaga Trindade (também ex-vereador), a candidata participou de jantar no CTG Vitório Mário.

* Enquanto isso, e voltando a Tubias Calil, a assessoria do edil dá conta do lançamento oficial da candidatura dele, no próximo sábado, dia 4, no Salão da Medianeira.

* Calil anuncia também a presença de Cezar Schirmer, Pedro Simon, José Fogaça e Germano Rigotto. Um jantar de estrelas, portanto.

* Mas Fogaça não é o único candidato ao Piratini que vem à boca do monte no fim de semana. Luiz Figueiredo, presidente da comissão provisória do PV/SM dá conta das novidades.

* Nota por ele enviada informa da presença, sábado, do médico Montserrat Martins, que concorre ao governo gaúcho. Ele participa de caminhada pelo Calçadão, a partir das 10 da manhã

* Na parte da tarde, às 2, Martins inaugura o comitê de campanha dele e de Marina Silva, a candidata do PV ao Planalto. O local é a rua dos Andradas, 1770.

* Figueiredo também antecipa, sem nominar, que vários candidatos a deputado estadual e federal também participarão das atividades.

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LUZ AMARELA. Impensável cenário assusta o PMDB gaúcho. Mas a culpa é toda dele

É verdade que publicamente ninguém fala nada. Ao contrário, demonstra otimismo e acredita, primeiro, que o candidato do partido irá crescer, até 3 de outubro. Depois, que a atual governadora até pode subir um pouco mais, mas não é ameaça. E, por fim, que o candidato líder, se não está no seu teto, se aproxima dele.

Se, porém, você assuntar um pouco mais, perceberá com clareza: a preocupação, que era pequena, até semana passada, cresceu. E não foi pouca coisa. A PESQUISA Datafolha divulgada na sexta-feira acendeu a luz amarela, oferecendo gratuitamente um sinal de alerta.

Agora, chega de meias palavras. Vamos ao que interessa. E dar nome, com a devida licença, aos bois. Ou aos candidatos e seus partidos. Conversei, entre a sexta-feira e o domingo, com gente do PMDB (uma, inclusive, graúda – e bastante próxima ao centro de decisões). E do PT – entre os quais um candidato a deputado com a eleição, segundo todos os indícios, pra lá de garantida, e três ou quatro com suficiente informação do que acontece na campanha estadual.

Deixemos de lado, por enquanto, o PSDB e Yeda Crusius. Ambos ainda são uma incógnita. Embora se admita a possibilidade de uma surpresa, e a atual governadora subir o suficiente para alcançar a rodada final, não passa disso mesmo, um vislumbre impreciso e aparentemente distante, embora não deva ser descartado.

Fiquemos com os protagonistas da hora. Já há peemedebista extremamente preocupado com o crescimento de Tarso Genro, do PT E, embora admitindo a tese inicial de que seu teto não o levaria à vitória, admite que o percentual 42, informado pelo Datafolha, pode elevar-se. Quanto? Não se sabe. Mas taaaalvez suficiente para dar-lhe a vitória na rodada inicial. O que, do ponto de vista peemedebista, seria um desastre ainda pior do que o de 2006, quando a soberba (hoje admitida) fez com que se despejassem votos na então ascendente Yeda, que acabou virando finalista, ao lado do PT.

O que fazer nessa hora? Aí é que a porca torce o rabo. Não há mais tempo para que José Fogaça deixe a sua (pra lá de equivocada e totalmente fora do jeito gaúcho de fazer política) “imparcialidade ativa”. Se aderir à petista Dilma Rousseff, será oportunismo visível, para o senso comum (leia-se, boa parte do eleitorado). E como fazê-lo em relação ao tucano José Serra, virtualmente derrotado, embora com o apoio declarado da quase totalidade dos deputados do PMDB gaúcho?

Busca-se uma brecha: que vem, como uma esvaziada REUNIÃO da Executiva estadual, na quinta-feira, pela “liberação” dos militantes para que votem em quem quiserem. Detalhe: na prática, eles já poderiam fazer isso. E faziam. E boa parte de prefeitos e vice já virou dilmista faz tempo. Só faltava oficializar. 

E um grupo menor, mas de peso específico elevado, como Cezar Schirmer e José Ivo Sartori, que comandam o Executivo das comunas de Santa Maria e Caxias do Sul, respectivamente, até meu filho de 8 anos sabem ser serristas. Ou, principalmente, anti-petistas. Que, nesse momento, quer dizer a mesma coisa.

Resumo da ópera: o PMDB acabou enredado no discurso fogaciano sem sabor ou cor. E vai até 3 de outubro com ele. Torcendo que seja suficiente (e provavelmente seja) para estar no segundo turno. Se este acontecer. Daí… bem, daí haverá pelo menos uma semana para retocar o discurso, refazer o time, reunir a turma e tocar pra diante. Para ganhar, se der.

Ah, e os petistas? Estes, pude depreender, se recostam na raríssima oportunidade de uma vitória inédita. Mas dependem de dois fatores (e o PMDB não é cogitado, neste momento). Um é a “onda vermelha” de Dilma/Lula, que já estaria dando a maioria dos votos à nau governista no plano federal contaminar o eleitorado gaúcho, que já percebeu (olha de novo o equívoco fogaço-peemedebista) ser Tarso Genro o parceiro único da dupla, se disseminar o suficiente para trazer votos outrora inesperados. Outro é o pé no chão. Que significa fazer o possível para vencer já. Mas, se não der, pelo menos já ir arregimentando apoios pelo caminho, de maneira a pavimentar uma vitória no segundo turno. É a estratégia.

Ah, e Yeda? Bem, aí a prudência recomenda esperar pra ver.

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DATAFOLHA. Tarso cresce: 42%. Todos os demais, juntos, somam 43%

Os veículos do grupo RBS, contratantes da pesquisa Datafolha, estão divulgando hoje o mais recente levantamento da intenção de votos para o Governo do Estado. O petista Tarso Genro apresenta crescimento substancial em relação à rodada anterior. O peemedebista José Fogaça estacionou e a tucana Yeda Crusius caiu 2%. Somando a intenção de votos desses últimos e de outros dois candidatos, chega-se a 43%, o que faz uns e outros imaginarem que, mantendo-se as tendências de crescimento e queda, a eleição possa ser decidida em primeiro turno.

Acompanhe mais detalhes, na reportagem publicada na edição desta sexta-feira, do Diário de Santa Maria. A seguir:

Vantagem para Tarso e Dilma

Encomendada pelo Grupo RBS e pela Folha de S.Paulo, a primeira pesquisa Datafolha ao Piratini depois do começo do horário eleitoral obrigatório no rádio e na TV aponta a ampliação da vantagem do candidato do PT. Tarso Genro aparece com 42% das intenções de voto no levantamento estimulado, em que são apresentados os nomes dos concorrentes ao governo do Estado. José Fogaça está com 27%, e a governadora e candidata à reeleição, Yeda Crusius (PSDB), com 14%.

Comparada com a última pesquisa feita pelo Datafolha, no começo de agosto, Tarso subiu quatro pontos percentuais e, agora, abre uma vantagem de 15 pontos de diferença em relação a Fogaça. Na pesquisa realizada de 9 a 12 de agosto, Tarso tinha 38%, Fogaça, 27%, e Yeda, 16%.

O petista também lidera na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos. Tarso obteve 25% da preferência, Fogaça, 12%, e Yeda, 10%…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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PMDB GAÚCHO. Pouca gente em reunião chamada por Simon. Situação está mal-parada

Pedro Simon, entre Fernando Záchia e Mendes Filho: questão nacional é secundária. Será, mesmo?

Falta combinar com os militantes, de que nível sejam. Ao contrário da direção, Pedro Simon à frente, e do candidato ao Governo do Estado, José Fogaça, que insistem na “imparcialidade ativa”, todos os demais estão divididos entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), que protagonizam a disputa presidencial.

Mas, além dessa posição oficial, que não combina muito bem com o estilo gaúcho de fazer política, o PMDB da província começa a enfrentar um problema muito mais grave: não são tão poucos assim os candidatos a deputado (federal e estadual) que, diante da situação, e da dificuldade de receber (é outra queixa) material que fale apenas da dobradinha Fogaça-Pompeo de Mattos (PDT) para o Piratini, acaba fazendo apenas a própria campanha.

Resumo da ópera: a reunião acontecida nesta quinta, convocada pelo senador Simon, teve muito menos gente do que a esperada. Inclusive porque os candidatos, para citar apenas um exemplo do contingente aguardado para o encontro, estão bastante preocupados com seus próprios roteiros de campanha. Isto é, não dá pra dizer outra coisa, neste momento, senão que estão mal-paradas as coisas no interior do peemedebismo.

Unidade, por exemplo, só no discurso. E até mesmo a “liberação” dos filiados para votarem em quem quiserem para a Presidência da República é chover no molhado. Isso já estava claro com o enunciado da “imparcialidade ativa”. Ah, para saber mais da reunião desta confira o material produzido pela assessoria de imprensa da agremiação. Acompanhe:

 “Simon libera disputa presidencial e convoca força-tarefa para eleger Fogaça e Rigotto

Abrangendo as diferentes frentes das eleições ao Palácio do Planalto, o presidente do PMDB/RS, senador Pedro Simon, deu inicio a reunião com lideranças peemedebistas, na manhã desta quinta-feira, 26, para afinar o discurso para as eleições de 2010.

Atendendo às expectativas dos presentes, Simon se pronunciou quanto à posição do partido as eleições presidenciais, afirmando que os peemedebistas estão liberados para escolher o candidato que melhor se enquadrar em sua visão política. “Não vamos fazer campanha à presidência da República se não temos candidato. Nossos candidatos são Fogaça e Rigotto, nossa obrigação é com eles”, afirmou.

Simon convocou todo o partido para a mobilização estadual em prol dos candidatos da coligação Juntos pelo Rio Grande. Chamou aos prefeitos à responsabilidade de tomar a frente a partir de agora. “Os prefeitos são o nosso farol, eles tem a tarefa de guiar todos os nossos militantes nesta jornada”, destacou o líder do PMDB gaúcho.

Em relação ao tema nacional, o presidente da Associação de Prefeitos e Vices, Clair Kuhn, destacou a resolução do núcleo, formalizada em 17 de agosto, de liberar seus membros para escolher o seu candidato, desde que considerando as situações locais de cada município…”

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DE REPENTE… PMDB/RS, emparedado pela “imparcialidade ativa”, tenta sair do brete

Tente fazer um peemedebista confessar: de jeito algum. Só depois da eleição. E olhe lá. Depende do resultado. No entanto, qualquer observador alheio à sigla, e com um mínimo de independência ideológica ou profissional, identificará facilmente: a “imparcialidade ativa”, infeliz expressão cunhada pelo candidato ao Piratini, José Fogaça, foi um gol contra.

É até possível, conceda-se, que a tomada de posição, qualquer uma, fosse um problema do mesmo tamanho, com a sigla dividida entre duas candidaturas protagonistas ao Palácio do Planalto. No entanto, não traria tantos prejuízos internos quanto os atuais, com militantes simplesmente não sabendo como agir diante de seus líderes que, a exceção da dupla Fogaça-Pedro Simon, tem sim a sua posição e a coloca, quando perguntados.

Exemplo concreto: em Santa Maria, até as pedras sabem que Cezar Schirmer é adepto de José Serra (PSDB). Um dos sinais é a adesão incondicional (inclusive na propaganda física) do candidato do partido à Assembléia, Tubias Calil, que é cria política do prefeito. Então, como fazer com que o militante de base, eventualmente adepto de Dilma Rousseff (PT), exerça o seu direito de dizer quem é a sua candidata?

O fato é que a própria candidatura Fogaça começa a se contaminar. A menos que o partido, dupla grandona a parte, se defina oficial e publicamente. O que estaria por acontecer a qualquer momento, segundo a reportagem publicada no excelente jornal eletrônico Sul21. E que, de certa maneira, pode ser uma explicação para o encontro que acontece daqui a pouco, em Porto Alegre, como noticiei na Luneta Eletrônica, no início da madrugada (leia a nota imediatamente anterior, logo abaixo). Para pensar um pouco mais, se quiser, confira a reportagem de  Igor Natusch. A seguir:

Cúpula do PMDB gaúcho articula nos bastidores apoio a Serra

Por um lado, a visita do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, a Porto Alegre, com direito a almoço com os integrantes do movimento suprapartidário pró-Serra, recheado de lideranças do PMDB. Por outro, o adiamento da visita de Michel Temer (PMDB), vice da chapa de Dilma Rousseff (PT) à presidência, remarcada para o próximo dia dois de setembro. Duas movimentações políticas, aparentemente, sem relação. Nos bastidores, porém, uma certeza: a cúpula do PMDB no RS está abandonando a imparcialidade ativa e abraçando a candidatura de José Serra (PSDB), em um esforço para dar sobrevida ao candidato tucano em uma disputa que, segundo as pesquisas de opinião, está cada vez mais difícil.

A visita de Sérgio Guerra ao RS teve como objetivo dar um novo fôlego à candidatura de José Serra no RS, estado onde estava forte e hoje está em empate técnico com Dilma, segundo as últimas pesquisas. Entre as atividades, ocorreu um almoço com políticos ligados ao movimento suprapartidário Gaúchos com Serra, do qual participam vários deputados do PMDB. Peemedebistas como Ibsen Pinheiro e Osmar Terra, entre outros, estiveram presentes no almoço com Guerra.

“O consenso no encontro foi de que está na hora de colocar a campanha na rua”, disse o deputado federal Osmar Terra (PMDB), um dos principais nomes peemedebistas ligados ao comitê pró-Serra no RS. O deputado disse não acreditar nas pesquisas que apontam queda de Serra  e aumento de Dilma no Estado. “Não é o que tenho visto nas minhas andanças pelo estado”, garante. “Não estou preocupado, tenho convicção de que Serra mantém a dianteira no Rio Grande do Sul. Agora é o momento de sairmos em campanha para reforçar a candidatura do Serra no estado”.

Visita de Temer

A nova data da visita de Michel Temer ao estado também estaria relacionada com a movimentação pró-Serra. Nos bastidores, a leitura é de que o adiamento foi uma tática para esvaziar o movimento dos prefeitos do PMDB favoráveis à candidatura de Dilma Rousseff. Passando o encontro para o início de setembro, a cúpula do partido garantiria a presença do vice de Dilma em eventos da candidatura de José Fogaça (PMDB) ao governo do RS. Além disso, o adiamento seria um esforço para controlar as atividades de Temer no estado, evitando que a visita seja utilizada pela candidatura de Tarso Genro (PT)…”

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LUNETA ELETRÔNICA. Super-reunião do PMDB/RS, Pimenta em Livramento, Amigos do MASM, recuperação de dívidas

* Uma de cultura. E importante: na terça-feira, conta ao sítio a secretária de Cultura Iara Druzian, foi criada a Associação Amigos do Museu de Arte de Santa Maria.

* A decisão foi tomada em reunião realizada na Torre GBOEX, do SM Shopping, e a associação tem, entre seus objetivos, viabilizar a vinda para a boca do monte da coleção Bozano.

* Trata-se, a coleção, de resultado do projeto Ecoart 92, em que 50 pintores do Brasil e outros 70, das Américas, apresentaram 120 trabalhos especialmente inspirados na preservação da natureza.

Contribuintes estão buscando a prefeitura, para tratar de débitos (foto João Vilnei)

* Conforme Iara, essa coleção já percorreu o mundo e, “para orgulho de todos nós”, poderá estar inserida no futuro Museu de Arte de Santa Maria”. Para conferir a cobertura da Prefeitura ao evento, clique AQUI.

* De outra parte, encerra nesta sexta,dia 27, a campanha de Recuperação de Receita, lançado pela prefeitura, sob a coordenação da secretaria de Finanças, com a participação de outras pastas.

* Há condições vantajosas, para quem quiser tratar de seus débitos com o fisco da comuna (mais detalhes AQUI). Mas, atenção: o secretário Antonio Carlos Lemos alerta que não haverá prorrogação de prazo.

* O assunto é: “eleições de outubro”. Quem diz é a assessoria do PMDB, ao anunciar uma reunião ampliada da direção estadual do partido, nesta quinta, às 9 e meia da manhã.

* Afora os dirigentes, estão convocados deputados estaduais e estaduais, integrantes do Diretório, candidatos à Assembléia e à Câmara, coordenadores regionais e representantes de núcleos de apoio.

* Também estão convocados os dirigentes das Associações de Prefeitos, Vereadores e da Fundação Ulysses Guimarães. Nem precisa ser muito esperto para perceber a importância do encontro.

* Aliás, na nota da assessoria, uma informação adicional: o trololó será fechado. Mmmmm… Há poucas dúvidas sobre o que acontecerá, no interior do encontro.

* Isso mesmo: há uma crise em curso, por conta da clara divisão do partido, especialmente por conta da “imparcialidade ativa” – embora todos possam negar o óbvio.

* Sobre isso, a propósito, escreverei nota mais tarde, a ser publicada provavelmente antes das 7 da manhã.

* Enquanto isso, o deputado federal (e candidato à reeleição) Paulo Pimenta (PT) segue percorrendo a fronteira, no que ele e seus marqueteiros denominaram a caravana de “quem faz acontecer, tem história para contar”.

Paulo Pimenta, em campanha na fronteira, em Santana do Livramento

* Nesta quinta, Pimenta esteve em Santana do Livramento (no dia anterior esteve em São Francisco de Assis, Manoel Viana e Alegrete) – onde distribuiu material de divulgação e conversou com populares.

* Dá conta o parlamentar que no diálogo com as pessoas, a comunidade se mostrou satisfeita com ações dele, como o Pronasci Fronteiras, programa do governo Lula que fortaleceu o combate ao abigeato.

* Tamtém, conforme a assessoria de Pimenta, foram lembrados investimentos na área de educação, como Unipampa e Proesc, “que ampliaram o acesso ao ensino superior gratuito e de qualidade”.

* Além de Livramento, o candidato esteve, nesta quinta-feira, em Rosário do Sul e São Gabriel – de onde retorna para Santa Maria.

* Já o seu companheiro de partido, o ex-prefeito Valdeci Oliveira, que busca vaga à Assembléia, faz um ato, na noite desta quinta, em busca do apoio dos representantes dos movimentos sociais.

* Valdeci, que é oriundo dos movimentos sindical e comunitário, participa de jantar, a partir das 7 e meia, no Clube Comercial: “não posso deixar de pedir o voto e apoio aos que me acompanham e estão comigo na luta desde a década de 80”, disse.

* O ex-prefeito, por sua assessoria, diz que também pretende, no encontro, aproveitar a oportunidade para reforçar, junto ao movimento sindical, as campanhas majoritárias “de Dilma, Tarso, Paim e Abigail”.

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ESTADO. “Imparcialidade ativa” de Fogaça cobra um preço alto, a divisão dos prefeitos do PMDB

Do jeito que a coisa anda, só os dois prefeitos mais grandões do PMDB gaúcho, o santa-mariense Cezar Schirmer e o caxiense José Ivo Sartori ainda mantêm, para efeito público, a posição de neutralidade pregada pelo candidato ao Piratini, José Fogaça, que cunhou a expressão “imparcialidade ativa” – o que quer que isso signifique.

Na prática, a maior parte, ou talvez a quase totalidade dos outros prefeitos e vice eleitos pelo PMDB em 2008 estão tomando posição. Ainda é impossível saber quem vai sair ganhando com tudo isso – se Dilma Rousseff (do PT) ou José Serra (PSDB), que tem a preferência de Schirmer, por exemplo, como se percebe pelas campanhas dos seus principais aliados locais. Mas talvez já seja possível saber quem pode perder. Sim, o “imparcial ativo” Fogaça.

Por que se sustenta este raciocínio? Simples: aumenta a adesão de peemedebistas do interior à candidatura de Dilma, embora a maior parte dos deputados federais (Osmar Terra e Darcísio Perondi são os mais notórios) e estaduais seja serrista. Há quem diga que seria o tratoraço governista que distribui verbas às comunas. Pode ser. É provável que seja. Mas todos têm um argumento irrespondível: Michel Temer, o vice de Dilma, é do PMDB. Mais que isso, o presidente nacional da sigla. Logo, faz todo o sentido político esse apoio, ainda mais se confirmado nas urnas o favoritismo conferido pelas pesquisas de hoje. Afinal, o partido terá nada menos que o Vice-Presidente da República. Como retorquir esse argumento, sem a perda da identidade?

Pooois é. O diabo, como li alguém do PMDB afirmar, é que essa história pode acabar beneficiando não apenas a Dilma, mas a Tarso Genro, petista como ela e adversário de Fogaça na disputa ao Piratini. Opinião claudemiriana: essa situação existe somente por uma razão. E ela não é do PT, mas do próprio candidato ao Governo do Estado, com sua esdrúxula (para os padrões políticos do Rio Grande) “imparcialidade ativa”. Que quer dizer, numa única palavra, muro. O que, pelo que se percebe neste momento e em outros, é inaceitável. Agora, o jeito é administrar o problema.

Como fazê-lo? Ninguém tem fórmula para isso, por certo. Ainda mais que, semana que vem, quem chega ao Rio Grande é Temer. Perguntinha boba: Fogaça vai ao encontro do presidente nacional do seu partido? Resposta: nãããão sei. O certo, porém, como você perceberá no material produzido pelo jornal eletrônico Sul21, é que a situação está dividindo o peemedebismo no interior gaúcho. A reportagem de Igor Natusch. Acompanhe:

 “Visita de Temer ao Estado expõe divergências do PMDB gaúcho

As lideranças do PMDB no Rio Grande do Sul declararam apoio à candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência da República. Mas, nem toda base do partido no Estado compartilha dessa posição. O  Movimento dos Gestores do PMDB pró-Dilma e Temer, ocorrido na tarde desta quarta-feira (18), no Hotel Everest em Porto Alegre, reuniu cerca de 50 representantes de prefeituras peemedebistas do Estado, apoiadores da candidata Dilma Rousseff. Estes prefeitos recebem  um aliado de peso na próxima semana: Michel Temer, presidente nacional do PMDB e vice na chapa de Dilma Roussef, candidata do PT,  anunciou por telefone que estará  em Porto Alegre na próxima quarta-feira (25) para um encontro com os prefeitos que apoiam sua chapa.

“Nós não queremos embate, e sim debate”, declarou João Carlos Vieira Gediel, prefeito de Quaraí e coordenador do encontro. O jogo de palavras quase acidental tem razão de ser. Em carta enviada por e-mail a Gediel, os deputados peemedebistas Osmar Terra e Darciso Perondi tentam levar os prefeitos pró-Dilma a reconsiderarem sua posição. “A tendência da maioria do eleitorado gaúcho é antipetista”, diz a nota.  Expondo uma série de dados ligados a eleições anteriores, a carta reforça: “se a Dilma conseguir ampliar muito sua votação no RS, e superar a barreira anti-PT, ela ajuda o Tarso (Genro, candidato do PT ao governo do RS), nunca o José Fogaça (candidato do PMDB a governador)”. E conclui, em tom de discreta crítica: “Não será fazendo campanha para Dilma, para o 13, que ajudaremos o Fogaça a enfrentar o Tarso, o 13, seu adversário certo no segundo turno”.

Na tentativa de evitar o racha, o prefeito Gediel adotou um tom mais conciliador. “Essa divergência é algo que temos até que comemorar”, garantiu. “Fortalece o Fogaça, fortalece o Germano Rigotto (PMDB, candidato ao senado), fortalece Temer e fortalece o PMDB. Não queremos divisão, estamos apenas marcando posição a favor da chapa majoritária, da qual participa o presidente nacional de nosso partido…”

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RIO GRANDE. Pesquisa do Vox Populi coloca Yeda bem atrás. Tarso lidera

18, agosto, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

A pesquisa Vox Populi – divulgada nesta quarta-feira – não difere das realizadas pelos demais institutos, no que se refere à colocação nos candidatos. No entanto, diversamente dos outros, Yeda Crusius (PSDB), em terceiro lugar, percentualmente está bem afastada do segundo colocado, o peemedebista José Fogaça. A liderança, nisso também há unanimidade, é de Tarso Genro. Acompanhe os detalhes, a seguir:

Vox Populi: Genro mantém a liderança ao governo do RS

O petista Tarso Genro lidera a corrida para o governo no Rio Grande do Sul segundo a pesquisa Vox Populi encomendada pelo Grupo Bandeirantes e divulgada na noite desta quarta-feira (18).

Pelo levantamento, Genro tem 35% das intenções de voto. Em segundo lugar está José Fogaça (PMDB), com 24%, seguido pela governadora Yeda Crusius (PSDB), candidata à reeleição, que aparece com 10%…”

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TROLOLÓ. Serra abre temporada de propaganda em rádio e TV. Amanhã, falam candidatos ao Piratini

17, agosto, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

A partir das 7 horas da manhã desta terça, no Rádio (e também ao meio dia), e da 1 da tarde (e igualmente às 8 e meia da noite), durante 45 dias, as emissoras de rádio e televisão retransmitem a propaganda eleitoral de 2010. Nas terças, quintas e sábados o espaço é ocupado pelos candidatos à Presidência da República e à Câmara dos Deputados. Às segundas, quartas e sexta, o proselitismo é feito pelos concorrentes aos Governos Estaduais, Senado e Assembléias Legislativas. Por sorteio, o primeiro candidato a falar, nesta terça, é José Serra, da coligação PSDB/DEM/PPS.

Enfim, começa a última fase da campanha eleitoral. Para muitos, absolutamente decisiva para as pretensões de todos os concorrentes aos cargos em disputa no dia 3 de outubro. Logo, logo será possível conferir essa assertiva. Enquanto isso, fiquemos com o excelente material produzido pelo jornal eletrônico Sul21. E que trata, objetivamente, do trololó a ser veiculado pelos candidatos ao Palácio Piratini – que entram no ar apenas na quarta-feira. A reportagem é de Lorena Paim. A seguir:

Horário eleitoral na TV – Campanha começa de verdade

Nesta terça-feira (17) começa o horário eleitoral gratuito pelo rádio e televisão em todo o país. O início do período de propaganda dos candidatos marca, efetivamente, a arrancada da campanha que culminará com a eleição de novos governantes e legisladores no próximo dia 3 de outubro. É o espaço que o eleitor tem para prestar atenção às propostas de cada um e, a partir daí, fazer sua escolha. Nas produtoras gaúchas, em Porto Alegre, o ritmo de trabalho é acelerado e pelo menos duas delas – as responsáveis pelos programas do PT e do PMDB – prometem surpresas no vídeo, a partir desta semana.

A maior expectativa ocorre em relação aos programas dos candidatos a governador, que começam na quarta-feira (18). “Não vamos revelar novidades. Mas as teremos”, comenta João Ferrer, coordenador político dos programas da coligação Unidade Popular pelo Rio Grande (PT/ PSB/PCdoB/PR), encabeçada por Tarso Genro (PT). É a que detém maior tempo de TV entre todas as coligações ou partidos. “Temos 4 minutos e 50 segundos em cada programa, o que significa um tempo total diário de 9 minutos e 40 segundos, além de três inserções de 30 segundos diárias, em média”, diz o coordenador de uma equipe de cerca de 40 pessoas.

Com o maior segundo tempo – 4 minutos e 40 segundos -, a coligação Confirma Rio Grande (PRB/PP/ PSL/PSC/PPS/PHS/PSDB/PT do B), da governadora Yeda Crusius (PSDB), não respondeu aos pedidos de entrevista do Sul21. 

A coligação Juntos pelo Rio Grande (PMDB/PDT/PSDC/PTN), com José Fogaça (PMDB) para governador, tem o terceiro maior tempo, 3 minutos e 51 segundos. Juliano Corbelini, da coordenação de marketing da campanha, também adianta: “teremos novidades, e essas ocorrerão na forma do programa…”

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PESQUISA. CP/Methodus aponta Tarso na frente: 37,9%, contra 29,09% de Fogaça e 16,6% de Yeda

Pouco divulgada no restante da mídia, foi publicada no Correio do Povo de hoje a pesquisa realizada, sob encomenda do jornal, pelo instituto Methodus. O trabalho aponta resultado bastante semelhante ao do Datafolha, conhecido na sexta-feira.

Os detalhes, com informações do CP, estão no jornal eletrônico Sul21 – que traz também a preferência dos gaúchos em relação ao pleito presidencial. O texto é da jornalista Núbia Silveira. Confira:

 “Instituto Methodus confirma preferência por Tarso ao governo do Estado

A pesquisa Correio do Povo/Instituto Methodus, publicada nesta segunda-feira (16) confirma  a preferência do candidato petista ao governo do Estado. Tarso Genro (PT) foi o escolhido por  37,9% dos entrevistados, ficando oito pontos percentuais à frente do candidato do PMDB, José Fogaça, com 29,09%. A governadora Yeda Crusius (PSDB), candidata à reeleição, tem 16,6%  da preferência do eleitorado. Pedro Ruas (PSol), 1,2%. Os demais candidatos não atingiram a 1% do eleitorado. Os indecisos somam 9,6%.

Quanto aos candidatos à Presidência da República, o tucano José Serra volta a aparecer em primeiro lugar: 46,0% dos entrevistados disseram que votarão em Serra, 34,4%, na petista Dilma Rousseff, e…”

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PESQUISA. Datafolha mantém Tarso na dianteira, na disputa pelo Palácio Piratini

Foi divulgada agora há pouco mais uma rodada de pesquisa encomendada pelo grupo RBS e realizada pelo instituto Datafolha. No trabalho, realizado entre a segunda e a quinta-feira, o candidato petista Tarso Genro, com 38% das intenções de voto, mantém-se na dianteira. Confira mais detalhes, na reportagem publicada na versão online do jornal Zero Hora. A seguir:

Pesquisa Datafolha aponta Tarso à frente na corrida ao Palácio Piratini

Pesquisa do instituto Datafolha, encomendada pelo Grupo RBS, e divulgada nesta sexta-feira, indica o candidato do PT, Tarso Genro, na liderança da disputa ao Palácio Piratini nas eleições deste ano. Na pesquisa estimulada, Tarso aparece com 38% das intenções de voto, seguido por José Fogaça, do PMDB, com 27%, e Yeda Crusius, do PSDB, com 16%.

A pesquisa foi realizada com 1.196 eleitores em 46 municípios do Rio Grande do Sul, entre os dias 9 e 12 de agosto. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os candidatos Pedro Ruas, do PSOL, Julio Flores, do PSTU, e Carlos Schneider, do PMN, têm…”

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IBOPE. Tarso e Fogaça polarizam disputa pelo Palácio Piratini. Yeda bem atrás. Dilma passa Serra no Rio Grande

A RBS está divulgando agora à tarde, já na edição dominical do jornal Zero Hora, a pesquisa de intenção de voto para o Governo do Estado e para a Presidência do País, no Rio Grande do Sul, feita pelo Ibope. Há duas novidades importantes, em relação ao último levantamento do instituto.

Para o Piratini, Tarso Genro (PT) caiu 2% e José Fogaça (PMDB) subiu 2% (ambos dentro da margem de erro). E Yeda Crusius (PSDB) caiu 4%, distanciando-se significativamente dos dois líderes. Para o Planalto, a grande novidade: a petista Dilma Rousseff (ainda que dentro da margem) ultrapassou o tucano José Serra.

Para saber mais sobre a pesquisa, acompanhe dois textos específicos. Um da versão online de Zero Hora, outro do blogue do jornalista André Machado, da Rádio Gaúcha. A seguir:

Disputa ao Piratini: Ibope mostra Tarso na liderança

… Pesquisa Ibope sobre as eleições para governador, encomendada pelo Grupo RBS, indica que o candidato do PT, Tarso Genro, lidera a disputa ao Piratini com 37% das intenções de voto na modalidade estimulada – quando um disco com os nomes dos candidatos é apresentado aos entrevistados. José Fogaça, do PMDB, aparece em segundo lugar, com 31% das intenções de voto na mesma modalidade.
A governadora Yeda Crusius, do PSDB, que disputa a reeleição, ocupa a terceira posição, com 11%. O levantamento, realizado entre os dias 3 e 5 de agosto, indica empate técnico entre os dois primeiros colocados no limite da margem de erro – de três pontos, para mais ou para menos.
Em relação à pesquisa anterior do Ibope no Estado, realizada em julho, Tarso perdeu dois pontos (de 39% para 37%), enquanto Fogaça subiu outros dois (de 29% para 31%) e Yeda perdeu quatro (de 15% para 11%)…”

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Dilma assume liderança no RS

Levando em consideração a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, Dilma Roussef e José Serra estão tecnicamente empatados. Mas os números da última pesquisa IBOPE trazem pela primeira vez a candidata da situação à frente numericamente do candidato de oposição. Dilma tem 42 por cento das intenções de voto e Serra aparece com 40 por cento. Com a margem de erro ela varia entres 45 e 39 e o tucano entre 43 e 37 por cento.

O fato novo em relação à pesquisa divulgada pelo mesmo instituto no início de julho é a presença do presidente Lula no Rio Grande do Sul no meio do mês. Na consulta anterior, Serra tinha 46 e Dilma 37 por cento. Deu-se o XIS no gráfico. Nos próximos dias os dois virão ao estado…”

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CAMINHO, MUNDO, MUDANÇA. As estratégias de comunicação do trio que lidera a disputa pelo Piratini

É uma hora boa para a análise. Afinal, recém está começando a campanha e os candidatos que protagonizam a disputa por um mandato de governador do Rio Grande do Sul já mostram suas estratégias de comunicação. Depois, quando o episódio terminar, será possível saber, enfim, qual a que deu certo, e as que tiveram (se for o caso) de se modificar ao longo do percurso.

Mas, afinal, que propostas são essas, que opõem Tarso Genro, José Fogaça e Yeda Crusius? Quem analisa, em reportagem publicada na versão online da revista Carta Capital, é o jornalista Paulo Cezar da Rosa. Vale a pena conferir, a seguir:

 “A estratégia dos principais candidatos gaúchos

Nas eleições do Rio Grande do Sul, os candidatos já organizaram as forças, estabeleceram as alianças, as estratégias e as consignas. Agora se trata de ir à guerra. Mas é aos poucos que os três principais candidatos vêm revelando os instrumentos com os quais pretendem conquistar o voto dos gaúchos.

Uma das principais decisões numa campanha é sempre o slogan. Luis Carlos Iasbeck, em seu livro “A arte dos Slogans” explica que esta peça publicitária não é uma frase bonita, é uma síntese de uma estratégia. Com origem na expressão escocesa “sluagh-ghairm”, que significa “grito de guerra de um clã”, aplicados à política, os slogans revelam a alma das candidaturas.

Na eleição gaúcha, o grito de guerra dos principais candidatos são os seguintes:

-       Rio Grande do Sul, do Brasil, do Mundo. Tarso Governador.

-       A mudança se faz com todas as forças. Fogaça Governador.

-       O Rio Grande no caminho certo. Yeda Governadora.

As pesquisas tem indicado que Tarso lidera a disputa gaúcha, seguido por Fogaça e tendo Yeda em terceiro. Os institutos apresentam variações, mas todos estão de acordo quanto às posições. Também é corrente a avaliação de que a governadora tem enormes obstáculos para superar. O mais provável, hoje, seria um segundo turno entre Tarso e Fogaça…”

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PESQUISA NO RS. Vox Populi também coloca Tarso na frente, com Fogaça logo abaixo e Yeda em terceiro

A TV Bandeirantes divulgou há pouco uma rodada de pesquisa acerca da intenção de voto dos gaúchos para o Governo do Estado. A exemplo do Datafolha, dado a conhecer no sábado, também nessa pesquisa o petista Tarso Genro está na frente, 6% além do peemedebista José Fogaça. Como a margem de erro é de 3,5%, é possível falar também em empate técnico. Em terceiro, bem atrás, com 12%, está a atual governadora, a tucana Yeda Crusius.

Mais detalhes do levantamento feito pelo Vox Populi você encontra no material publicado pelo portal Terra. A reportagem é de Flavia Bemfica. A seguir:

Vox Populi: Tarso Genro lidera com 34%; Fogaça tem 28%

Tarso Genro (PT) está em primeiro lugar na disputa ao governo do Rio Grande do Sul também na pesquisa Vox Populi encomendada pelo Grupo Bandeirantes e divulgada nesta quarta-feira (28). O petista tem 34% das intenções de voto na pesquisa estimulada. Em segundo lugar está José Fogaça (PMDB), com 28%. Os dois candidatos estariam tecnicamente empatados, a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Segundo o levantamento, a governadora Yeda Crusius (PSDB), candidata à reeleição, tem 12%. Os votos brancos e nulos somam 5%. Enquanto 20% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Na comparação com a pesquisa da Vox Populi realizado no mês de maio os três – Genro, Fogaça e Yeda – cresceram na estimulada. Em maio o petista tinha 32% das intenções de voto, o peemedebista 27% e a governadora 10%. Ruas já possuía 1%…”

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NO ESTADO. Tem dado novo no Datafolha: Yeda é segunda, na pesquisa espontânea

Além da Presidência da República, o Datafolha, sob encomenda da Folha de São Paulo e do Grupo RBS, também pesquisou a intenção de voto dos gaúchos para governador. E aqui há uma novidade, em relação aos últimos levantamentos, fosse qual fosse o instituto. Se Tarso Genro (PT) se mantém com razoável dianteira sobre seus principais oponentes, José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB), com 35%, 27% e 15%, respectivamente, há uma novidade na pesquisa espontânea: aquela em que o eleitor responde em quem votará, sem que lhe seja apresentado os nomes dos concorrentes.

Nessa pesquisa, o petista continua à frente, mas o segundo colocado não é mais o peemedebista, mas a tucana. Mais detalhes, no material publicado na versão online do jornal Zero Hora. A seguir:

Datafolha aponta Tarso à frente

…Na primeira pesquisa Datafolha realizada depois da oficialização das candidaturas, o candidato do PT, Tarso Genro, aparece à frente, com 35% das intenções de voto no Rio Grande do Sul, seguido por José Fogaça, com 27%, e Yeda Crusius, 15%. O levantamento realizado entre os dias 20 e 23 de julho de 2010, com 1.215 eleitores gaúchos em 46 municípios, tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na pesquisa encomendada por Folha de S.Paulo e Grupo RBS, Tarso Genro é o preferido entre os eleitores masculinos, com 38% das intenções nesse segmento e, entre as mulheres, 33% afirmaram votar no candidato do PT. Em relação à idade, Tarso obtém 36% entre os jovens de 16 a 24 anos. O percentual vai a 44% entre os adultos de 35 a 44 anos.

Na consulta espontânea – quando não são apresentados os candidatos -, 68% dos eleitores ainda não sabem em quem votar. Os mais citados são Tarso (12%), Yeda (7%), Fogaça (6%)…”

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COLUNA OBSERVATÓRIO. “O plano B do PMDB gaúcho para o vice de José Fogaça”

O fato objetivo é que, no mínimo, Pompeo de Mattos trata-se de um candidato a vice-governador “sub-judice”. Depende de uma decisão judicial favorável (no TRE, no TSE ou no Supremo) para confirmar a possibilidade de concorrer em 3 de outubro.

Dito isto, ninguém no PMDB fala publicamente, afinal de contas demonstra confiança numa posição favorável do Judiciário à candidatura do vice de José Fogaça. No entanto, já se especula, em salas importantes do comando da aliança PMDB/PDT, sobre quem poderia eventualmente substituir Pompeo.

O nome favorito, de 10 entre 10 peemedebistas, é o do também deputado federal pedetista Carlos Eduardo Vieira da Cunha. Ainda assim, é consenso: esperarão por Pompeo até à undécima hora.

’CASO’ POMPEO. PMDB não diz, mas já trabalha com a possibilidade de substituição

Ele é o candidato a vice. Mas, e se não puder ser? PMDB já pensa num plano B

O deputado federal Pompeo de Mattos, do PDT, e candidato a vice-governador na chapa liderada por José Fogaça, do PMDB, declarou-se “vítima de perseguição política”, em entrevista PUBLICADA quarta-feira no jornal Zero Hora. Ele se referia ao pedido de impugnação que o atingiu (e também outros 27 concorrentes gaúchos ao pleito de outubro), feito pelo Ministério Público Eleitoral. A alegação: Pompeo seria inelegível conforme sentença do Tribunal Superior Eleitoral – que manteve o mandato atual, mas o condenou a 3 anos de inelegibilidade por “abuso do poder econômico” (ele e outros deputados, todos também com pedido de impugnação, mantinham albergues – o que a Justiça entendeu irregular).

Bueno. Estes são o fato e a posição do parlamentar. Mas, e agora, o que acontecerá? Há uma decorrência jurídica e outra política. No primeiro caso, o Tribunal Regional Eleitoral tem até 5 de agosto para deferir ou não o pedido do MPE. De qualquer das decisões, cabe recurso. Que será julgado até 19 de agosto pelo Superior Tribunal Eleitoral. Depois, há quem diga, ainda caberia recurso ao Supremo Tribunal Federal, com pedido de liminar. Que pode (ou não) ser concedida. Em caso positivo, o candidato concorre, ficando o julgamento propriamente dito para além da eleição de outubro.

Ok, ok, ok. Vamos agora à conseqüência política, aliás bastante prática. Há uma preocupação, que ninguém ousa externar publicamente, por parte do comando da campanha de Fogaça. Vai que Pompeo, com quem o candidato a governador tem bastante entrosamento, nesses primórdios de campanha, não consiga reverter o pedido. E daí? Ou, mesmo se postulação for mantida na Justiça, como fica esse período todo de indefinição, que pode chegar mesmo ao dia do pleito? É um problemão.

Repita-se: ninguém ousa tratar do caso publicamente. Mas é ensaiado, nos bastidores, o que seria uma espécie de plano B. O PMDB (e nem poderia ser diferente, para ser bem objetivo) já trabalha com a possibilidade de uma eventual substituição de Pompeo. Mas isso apenas após a decisão local do TRE, em meados de agosto. E o preferido, pelo que foi possível apurar, seria outro deputado federal. No caso, Carlos Eduardo Vieira da Cunha. Que não tem o mesmo perfil de Pompeo. E ainda assim poderia dar chance ao azar. Não pela qualidade do substituto, de resto inegável, e muito pelo transtorno todo criado pela saída do, digamos, “titular”.

De todo modo, o peemedebismo se vê obrigado a administrar algo com o qual não contava. E aí, as conseqüências são imprevisíveis. Goste-se ou não disso.

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DILEMA. A tal “imparcialidade ativa” de Fogaça traz mais dúvidas que certezas ao PMDB/RS

Fogaça, com o vice Pompeo de Mattos (PDT): “imparcialidade” que pode dar problema. Pode

O candidato ao Senado, Germano Rigotto, PMDB, já teria dado a entender: para fugir (mas não muito) da “imparcialidade ativa”, termo inventado por José Fogaça que quer dizer isso mesmo que você está pensando-muro -, estaria propenso a declarar implicitamente (como, não se sabe) sua preferência pela candidata do PV, Marina Silva.

Como ouvi neste final de semana, essa idéia começa a agradar uns e outros, no PMDB gaúcho. E teria dupla finalidade. A primeira é a mesma do ex-governador, tentar escapar da expressão muro-fogaciana. A segunda é que, indo para o turno final a disputa presidencial, ficaria muito mais cômodo a chancela à candidata do PT, Dilma Rousseff. Menos por ela, mais por Michel Temer, do partido e vice-presidente que poderia ajudar bastante o peemedebismo nas proximidades do Palácio do Planalto.

Há quem, e com razões bem objetivas, chame isso de outra coisa. Oportunismo? Senso de oportunidade? Pragmatismo? É. Pode ser. Mas o fato é que, embora se saiba que, por exemplo, Eliseu Padilha, o homem forte do peemedebismo gaúcho vota em Serra no primeiro turno, é bastante improvável que participe ativamente de qualquer “comitê suprapartidário” em favor do tucano.

Já no segundo turno a história poderia ser diferente, na medida em que Padilha, mais que qualquer outro do PMDB gaúcho, tem bastante afinidade com Temer, a quem ajuda muito na condução nacional da sigla e que foi decisivo para que a convenção do mês passado, que ungiu o paulista vice de Dilma, se desse com tranqüilidade.

RESUMO DA ÓPERA: embora a terminologia fogaciana, a tal “imparcialidade ativa”, é fato que boa parte do peemedebismo fecha mesmo é com Serra (e os expoentes são Osmar Terra, em nível estadual, e, por extensão, Cezar Schirmer, na comuna), o grupo dos indiferentes é bastante significativo. E este tende, se houver segunda rodada para o Planalto, a virar, digamos, partidário. E assumir a dobradinha PT/PMDB no plano nacional.

OPINIÃO CLAUDEMIRIANA: tudo isso é muito bonito, no plano das idéias. Mas que pode se modificar bastante ao longo da campanha, de acordo com o desempenho (não dos candidatos) das pesquisas eleitorais. Sem falar que, prioridade meeeeesmo dos peemedebistas, é fazer de José Fogaça (noves fora a “imparcialidade ativa”) finalista do confronto gaúcho. E isso não está tão fácil quando se poderia imaginar. Basta conferir a PESQUISA do Ibope divulgada no sábado para constatar essa situação. Então…

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IBOPE. Melhora avaliação de Yeda. Tarso avança no 1° lugar. Fogaça deve se preocupar

Os resultados da pesquisa do Ibope, contratada pela RBS, e PUBLICADA na edição deste domingo do jornal Zero Hora, como ANTECIPEI aqui ainda antes das 3 e meia da tarde, mostram três novidades bem claras. E pelo menos duas delas talvez não esperadas por boa parte dos analistas.

A aguardada era a melhoria do desempenho de Yeda Crusius, do PSDB. Tratava-se de percepção de que, afinal de contas, a governadora tem se mexido bastante e a sensação é de que seu governo apresenta resultados que agradam parcela interessante do eleitorado. Isso se confirmou na pesquisa: 15% de preferência (pesquisa anterior, de abril, no Datafolha, apontava apenas 8%. Um crescimento exponencial significativo. Mais do que isso, melhorou muito a AVALIAÇÃO de Yeda (mais de 60% consideram seu governo de regular a ótimo), embora a rejeição (47%) seja o dado negativo para ela.

As não esperadas novidades eram o crescimento visível da candidatura de Tarso Genro, do  PT (de 31% no Datafolha de abril para os 39% do Ibope, agora) e a estagnação (com leve queda) de José Fogaça, do PMDB (de 30% para 29% hoje).  Se imaginava o petista na frente, mas não tããão à frente. Assim como se supunha pudesse haver também um crescimento do peemedebista, embora talvez não tão elevado.

Resumo da ópera: já tem militante do PMDB colocando as barbas de molho. Conversei com meia dúzia deles neste sábado. 100% deles têm a certeza de que Tarso Genro estará no segundo turno. Logo, depois da pesquisa, há razoáveis motivos para preocupação. Afinal, qual será o teto de Yeda Crusius? Se for acima do esperado, quem correria risco é exatamente José Fogaça.

Novos números, no final do mês, ou no início de agosto, podem dar uma medida mais precisa do comportamento do eleitorado. Mas já há matéria suficiente para análise, cá entre nós.

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FLASH. Ibope coloca Tarso na frente no RS. Yeda se aproxima

Sem maiores considerações, inclusive porque mais tarde, certamente, mais informações virão, apenas reproduzo nota publicada há instantes, no TWITTER, pelo repórter Giovani Grizzotti, da Rádio Gaúcha, do grupo RBS:

 Pesquisa Ibope encomendada pelo Grupo RBS: Tarso 39, Fogaça 29 e Yeda 15. Em Zero Hora deste domingo

EM TEMPO: obviamente, voltarei ao tema, com as informações mais detalhadas.

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SUCESSÃO DE YEDA. São nove candidatos. Mas só três contam, inclusive a própria

Até às 7 da noite desta segunda-feira, 5 de julho, os que pretendem concorrer ao Governo do Estado (e também à Assembléia Legislativa, à Câmara dos Deputados e ao Senado) devem registrar sua candidatura na Justiça Eleitoral. Então, ainda há mudanças que podem ocorrer – mesmo tendo encerrado (na quarta passada) o prazo para a realização de convenções.

No que toca ao Rio Grande do Sul, são, em princípio, nove candidatos: Tarso Genro (PT), José Fogaça (PMDB), Yeda Crusius (PSDB), Pedro Ruas (PSOL), Montserrat Martins (PV), Carlos Schneider (PMN), Humberto Carvalho (PCB), Julio Flores (PSTU) e Major Medina (PRP, PTC). Outro não poderá surgir, mas não algum ainda poderá desistir – ou até ser substituído.

No entanto, algo é certo: apenas os três primeiros da lista, incluindo a atual ocupante do cargo, têm chance de vitória em três de outubro. Por conta disso, é esse trio que ganha perfil em reportagem do excelente jornal eletrônico  Sul 21 – que traz, também, uma série de informações pra lá de relevantes acerca do confronto eleitoral de outubro. Vale a pena acompanhar, a seguir:

Escolha – Um deles pode governar o RS por quatro anos

A eleição é a oportunidade dos cidadãos escolherem livremente aqueles que vão exercer o poder político em seu nome. Atualmente, há no mundo um sentimento de desestímulo em relação às eleições e à política. Nos países onde o voto não é obrigatório, observa-se um baixo comparecimento de eleitores às urnas. No entanto, é o momento de análise sobre o que os discursos dos candidatos têm a ver com o dia-a-dia da sociedade.

Até as 19 horas de segunda-feira (5), os pretendentes ao governo do Estado, à Assembléia Legislativa, à Câmara Federal e ao Senado devem registrar suas candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Depois disso, qualquer pessoa poderá saber o número, o nome, o patrimônio declarado, a certidão criminal, o cargo eletivo que ocupa e quais as eleições às quais os candidatos já concorreram. Os dados ficam disponíveis nos sites do Tribunal Regional Eleitoral ou do Tribunal Superior Eleitoral. Para saber mais sobre aqueles que estão se candidatando, é bom reservar um tempo para escutar o programa eleitoral gratuito no rádio ou na televisão. Além de ajudar os indecisos, a propaganda política também dita o ritmo e o tom das campanhas.

De 17 de agosto a 30 de setembro, todos os canais de TV aberta, além dos canais a cabo sob responsabilidade do Senado, da Câmara dos Deputados, das Assembléias e das Câmaras Municipais, serão obrigados a transmitir aquilo que as coligações produzirem na tentativa de influenciar o voto do eleitor no primeiro turno. Durante 45 dias, candidatos aos cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e estadual vão consumir 3.780 minutos, ou 63 horas, no horário eleitoral gratuito na televisão. A exibição dos programas será em três horários: das 7h às 7h 50; das 12h às 13h 50min; e das 20h 30m às 21h 20min, intercalando as diferentes candidaturas majoritárias e proporcionais…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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FOGAÇA, TARSO, YEDA. Agora é com eles. A campanha oficial vai, enfim, começar

Tarso, na convenção do PT: pesquisas o favorecem, neste momento

Ainda estou tentando entender o que seja “imparcialidade ativa”, a expressão usada por José Fogaça para “explicar” a posição de “neutralidade “ do PMDB do Rio Grande do Sul em relação à eleição presidencial. Por mais que me esforce, continuo pensando que é o velho (e nada bom) “muro”.

O fato objetivo é que boa parte do peemedebismo gaúcho, incluído o santa-mariense Cezar Schirmer (que tem dificuldade para conviver politicamente com o PT, embora o trocão que sua prefeitura recebe do Governo Federal e com o qual vem tocando as principais obras da sua administração), gostaria mesmo é de fechar com José Serra, do PSDB – exatamente por conta das divergências locais (e até ideológicas, num sentido mais amplo) com o petismo. No entanto, um grupo interno menor, mas talvez não tão pequeno, gostaria de apoiar Dilma Rousseff, do PT. E também se inclui no grupo dilmista, especialmente, o parceiro de chapa de José Fogaça, o PDT do vice Pompeo de Mattos. Daí, provavelemente, a tal “imparcialidade ativa” – o que quer que signifique.

Fogaça, na convenção do PMDB: militância em forma, um trunfo

Aí está, de todo modo, a única dúvida efetiva em relação à campanha eleitoral no Rio Grande, depois de encerrado o período das principais convenções – a do PTB, na quarta-feira, que respaldará a aliança para a Câmara dos Deputados com o DEM, é irrelevante, do ponto de vista da disputa pelo Palácio Piratini. No demais, tudo nos conformes. O PT apóia o PT (junto com PSB, PR e PC do B) e o PSDB apóia o PSDB (junto com DEM, PTB e PPS, no plano nacional).

O petismo vai de Tarso Genro, o tucanato (com o apoio regional do PP e do PPS) entra na disputa com Yeda Crusius em busca da reeleição. Bem atrás nas pesquisas do momento, Yeda vai crescer. Quanto? Não se sabe. Suficiente para abrir caminho rumo ao segundo turno? Há quem acredite. De todo modo, quem comanda e polariza a disputa, hooooje, é a dupla PT/PMDB. Com Tarso e Fogaça, ambos ungidos por animadas convenções sabatinas. Yeda, oficializada na domingueira, está no jogo. É o que se pode dizer, neste momento.

Yeda: afinada com PP e PPS, busca abrir caminho entre favoritos

EM TEMPO: com o fim das convenções, e o prazo derradeiro é quarta, e a última data para inscrição de chapas fixada para 5 de julho, resta esperar a campanha oficial (a extra-oficial já está na estrada faz um tempão), que começa no dia 6 e vai até 2 de outubro – período em que se permite a distribuição de material de propaganda e a realização de carreatas e outros atos públicos.

No rádio e na televisão, o trololó inicia em 17 de agosto, se prolongando até 30 de setembro. O pleito é no dia 3, o primeiro domingo de outubro. Se ninguém obtiver (a hipótese mais provável, no território gaúcho) 50% mais um dos votos válidos, haverá uma segunda rodada, entre os dois melhor classificados. E esse prélio se dará em 31, o último domingo do mesmo outubro.

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ESTADO. Yeda, mais que Tarso e Fogaça, se fortalece para a campanha ao Piratini

Yeda, meio que de repente, ficou pra lá de robusta

É verdade que a governadora Yeda Crusius (PSDB), se a eleição fosse hoje, indicam as pesquisas, se coloca como a terceira preferida na intenção de voto dos gaúchos. E não por pouca coisa: está bem atrás dos dianteiros – hoje Tarso Genro (PT) e José Fogaça (PMDB).

No entanto, e isso até mesmo seus principais adversários começam a reconhecer (não pessoalmente, claro, menos ainda de forma pública), é a tucana que melhor se coloca, estruturalmente, para a abertura efetiva da campanha, a partir de julho. E não apenas por ter o maior tempo de rádio e televisão mas, e como antecedente a essa conseqüência, pela muito bem articulada aliança partidária que acabou por conseguir juntar.

Quem tinha alguma dúvida, pode afastá-la nesta quinta-feira. Afinal, Yeda, afora estar no governo (o que é uma grande vantagem, todos têm claro), conseguiu ter ao seu lado uma agremiação fortíssima no interior do Estado (onde ela é fraca), o Partido Progressista. O PP está com a governadora desde sempre. E mais: sem precisar gastar a vaga de vice. Os progressistas abriram mão, em favor de um tempo maior de propaganda para o que a eles interessa estrategicamente: a candidatura de Ana Amélia Lemos ao Senado.

No mesmo movimento, atraíram ao grupo outra vez o PPS. Que, se não chega a ser expressivo numericamente, cederá um nome de expressão para vice (quase certamente Berfran Rosado), afinado também com Yeda, e, de inhapa, não adere nem ao PMDB de Fogaça (era uma possibilidade) ou ao PTB de Luiz Lara – cuja candidatura desidrata a cada dia que passa, havendo até quem imagine que fique fora e apóie a governadora.

Resumo da ópera: neste momento inicial, em que as armas começam a ser mostradas, Yeda se coloca forte na disputa. O repórter ousa dizer que mais até que Tarso Genro (com PSB, PC do B e quem sabe o PR) e José Fogaça (com o PDT apenas). Ou, como diria alguém: preteou o olho da gateada.

EM TEMPO: a foto que ilustra esta nota é de Antonio Paz, da assessoria de imprensa do Palácio Piratini.

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COISA DE GAÚCHO. Fogaça e Schirmer terão que descer do muro. Ou perderão prestígio. E voto

Fogaça: talvez ele não tenha se dado conta do risco que corre. Taaalvez

É coisa de gaúcho, mesmo. Aqui não se admite, como regra, a indefinição. O cara pode até não ter opinião. Será respeitado, por certo. Como se dará também se o que ele pensar não for o mesmo do adversário. Mas, em determinados temas, não há como fugir. E figuras públicas, então, correm riscos muito sérios – se o que pensa for escamoteado da sociedade. Pior ainda quando se trata de político. No território da província de São Pedro, isso é inadmissível.

Feita essa preliminar, temos um fato próximo e outro nem tanto. O prefeito Cezar Schirmer diz que receberá todos os candidatos que aqui vierem, institucionalmente. Já aconteceu, por exemplo, com José Serra (PSDB), que concorre ao Planalto. E também com Ana Amélia Lemos (PP), que busca vaga no Senado, o mesmo ocorrendo com Paulo Paim (PT), que pretende mais um mandato na Câmara Alta. Aliás, seu gabinete recebeu, semana passada, Tarso Genro (PT), candidato ao Palácio Piratini. Este, certamente, seu adversário,na disputa estadual.

Mas, e para Presidente da República? Até agora, Schirmer não falou nada – embora seja lícito supor, pelos contatos e alianças que mantém aqui, que a candidatura tucana possa se constituir na preferida. Mas é, mesmo? Ou será apenas maldade de seus adversários?

Pior, mas pior meeeesmo, é a situação de José Fogaça, peemedebista como o prefeito santa-mariense e, sobretudo, candidato ao Palácio Piratini. Por conta de uma provável neutralidade partidária (que tem o candidato a vice na chapa da petista Dilma Rousseff), em função da divisão interna regional, tem-se dito que ele ficará quieto. Como? De que jeito? Não tenho idéia.

Mas o que sei, a sobreisso não reside qualquer dúvida, é que o “murismo” de Fogaça pode, simplesmente, voltar-se contra ele. Afinal, Tarso Genro obviamente levanta a bandeira petista-peemedebista de Dilma/Michel Temer. E Yeda Crusius, aliada com o PP da província, mesmo que o cara não tenha, assim, muito entusiasmo por ela, levantará a bandeira de José Serra – por sinal muito bem nas terras de São Pedro.

OPINIÃO CLAUDEMIRIANA: Fogaça perde voto, se não descer do muro. E ele deve tomar muito cuidado para não ser em quantidade capaz de exonerá-lo de um eventual segundo turno. É coisa de eleitor gaúcho, claro. Mas, afinal, onde vivemos?

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LUNETA ELETRÔNICA. Fogaça, Diocese na Assembléia, audiências públicas na Câmara

* Depois de Tarso Genro, do PT, que esteve em Santiago nesta quarta, quem chega à região centro (mais para o oeste) é o candidato do PMDB ao Governo do Estado.

* José Fogaça, nesta quinta, cumpre roteiro em São Gabriel e Rosário do Sul. O primeiro compromisso é ao meio dia, na primeira, e o último às 5 da tarde, na segunda.

* Na mesa principal, cinco pessoas, entre vereadores e representantes da prefeitura. Na platéia, seis, funcionários do Legislativo e do governo da comuna. É o que mostram as fotos, uma delas aqui publicada.

Esse foi o total de público da audiência que discutiu a LDO. Que coisa!

* Na imagem, captada por Gabriel Loureiro, da AI/CV,se tem a medida do interesse da comunidade pela audiência pública que tratou – na tarde desta quarta, no Legislativo – do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias.

* E o diabo é que o assunto é por demais importante. Afinal, a LDO não é menos que a base do orçamento da cidade para 2011. Que coisa!

* A Assembleia Legislativa, por sugestão do deputado Fabiano Pereira (PT), realizará um Grande Expediente em homenagem aos 100 anos da Diocese de Santa Maria.

* O evento acontecerá às 2 da tarde desta quinta-feira, no Plenário 20 de Setembro do Palácio Farroupilha.

* Criada em 15 de agosto de 1910, a Diocese de Santa Maria abrange atualmente 26 municípios e cerca de 40 paróquias.

Na foto de Milena Jaenisch, a audiência sobre ensino de música na educação básica

* A Comissão de Educação da Câmara promoveu, na manhã desta quarta, audiência pública para tratar da Lei Federal que prevê a obrigatoriedade do ensino de música na Educação Básica

* Coordenada pela presidente da Comissão, a peemedebista Maria de Lourdes Castro, teve a presença também de representantes de entidades públicas ligadas à Educação, entre outros – além dos edis Jorge Trindade, Helen Cabral (PT) e Werner Rempel.

* Os principais destaques do debate foram a necessidade de criação de cargos e concursos para professor de música e existência de audiências e eventos para discutir o assunto.

* Ah, também foram consideradas importantes as parcerias com associações para a implementação da disciplina nas escolas, incentivo aos grupos musicais e investimento em programas de ensino para docentes.

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SAIBA POR QUÊ. Gente graúda da campanha de Fogaça está “pê” da vida com Schirmer

É bastante provável, para não dizer certo, que Cezar Schirmer não dê muita bola pra isso. Ele, afinal de contas, tem luz própria e, principalmente, o apoio do presidente regional da sigla, o senador Pedro Simon. Mas é também muito possível, para dizer o mínimo, que se ele pudesse, teria retroagido no tempo para apagar as palavras ditas, fruto da emoção, durante o lançamento do Hospital Regional, em meados de março, na zona oeste de Santa Maria.

Em 16 de março, o elogio dele para ela. Daí para o YouTube e o rolo atual...

Na ocasião, o prefeito declarou, em alto e bom tom: “Yeda Crusius é a melhor governadora do Estado nos últimos 20 anos, para Santa Maria”. O repórter, modéstia às favas, sentiu o cheiro de queimado. E publicou, na coluna Observatório do dia 20 de março, e reproduziu AQUI na madrugada do mesmo dia, a nota: “Schirmer para Yeda. Palavras que dão rolo. Ou intriga” .

Quanto a este repórter, só posso dizer que deu rolo. Intriga talvez, mas dela é prudente se abster. O fato é que, além do registro da coluna, um militante do PSDB, e da própria direção da sigla em Santa Maria, foi além. E nem poderia ser diferente, cá entre nós, pensando sob a ótica tucana. O dito cujo colocou a manifestação (gravada em áudio e vídeo) no sítio YouTube (quer ver? Clique AQUI) no mesmo dia em que ela foi feita: 16 de março.

E aí? Aí que agora alguém mostrou ou chamou a atenção para o vídeo a dirigentes do PMDB gaúcho e, sobretudo, do comando da campanha de José Fogaça ao Palácio Piratini. Gente graúda. Que obviamente não gostou de saber que, emocionado ou não, um dos principais líderes da sigla no Estado esqueceu de Pedro Simon. Antonio Britto (que em meio ao mandato iria para o PPS) e Germano Rigotto, governadores no mesmo período e que, pelas palavras de Schirmer, foram suplantados pela atual governadora. Que, aliás, é candidata à reeleição e, legitimamente, vai usar as palavras do prefeito da boca do monte.

O vídeo e suas conseqüências foram tema prioritário das conversas paralelas (e sempre mais importantes, cá entre nós) de reunião ocorrida em Porto Alegre na segunda-feira, com os coordenadores regionais do PMDB. E que tratou exatamente da mobilização da sigla na campanha para outubro.

Pooois é! Faceiros, faceiros eles não ficaram. E têm lá seus motivos. Ou não?

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ESTADO. Fogaça se reúne com coordenadores regionais do PMDB. Idéia é mobilizar

O PMDB elegeu agora à tarde a diretoria permanente (era provisória) da Associação dos Coordenadores Regionais. O presidente segue sendo Marcelo Figueiró, de Cachoeira do Sul. Mas o mais importante, na verdade, foi a presença de José Fogaça, o candidato do partido ao Palácio Piratini.

Fogaça (D), com Figueiró e Eliseu Padilha: PMDB se mobiliza nas regiões

Bem, essa pelo menos é a (mais ou menos óbvia) dedução claudemiriana. Inclusive pelo destaque dado ao encontro, pela assessoria de comunicação do PMDB/RS, como você pode verificar da notícia publicada no sítio oficial do partido. Acompanhe:

 “Associação dos Coordenadores trabalhará pela construção da vitória de Fogaça

Olhar para frente e construir a vitória de José Fogaça para o Governo do Estado foi o compromisso selado pelos líderes do PMDB gaúcho durante a Convenção da Associação dos Coordenadores Regionais, realizada nesta segunda-feira, 31, em Porto Alegre.

Na presença das 33 coordenadorias regionais, dos núcleos de apoio e de líderes estaduais da legenda, Marcelo Figueiró foi eleito, por unanimidade, presidente do novo órgão.

A tarefa da Associação das Coordenadorias Regionais será a de agregar o partido, especialmente, para as eleições gerais deste ano. Figueiró diz que associação terá papel “quase sindical”, no sentido de cobrar da executiva estadual as reivindicações da base. Por outro lado, terá como missão operacionalizar todas as ações partidárias…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

SUGESTÃO ADICIONAL – confira aqui, se desejar, também outras reportagens produzidas e distribuídas pela assessoria de imprensa do PMDB/RS.

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