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Textos com Etiquetas ‘Fogaça’

NÃO CUSTA LEMBRAR. Derrotas de 2010 que se explicam, também, pelos detalhes

27, setembro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 27 de setembro de 2010, uma segunda-feira:

É O QUE É. Schirmer brabo com grandões do PMDB; tucanos irritados com Yeda

Está certo, campanha é campanha. E depois de 3 de outubro se descobrirá que a vida continua, não importa o resultado da eleição. Mas este período, principalmente o mais próximo à “hora fatal”, é pródigo em manifestações contraditórias. Sim, tanto pode ser alegria, quanto amolação, incômodo e, em alguns casos, tristeza.

O repórter flagrou, no final de semana, e repassa para você, duas situações de absoluta irritação – como disse, muito própria desse período, em qualquer eleição. Uma tem como protagonista o prefeito Cezar Schirmer (PMDB); outro conta com atores do PSDB santa-mariense.

Por partes. Schirmer não gostou (não disse, mas o tom incisivo ficou evidente) do conteúdo de nota que publiquei sábado na coluna Observatório, no jornal A Razão, e reproduzi AQUI na madrugada do mesmo dia. Nela, expus o que acontece no comando da campanha de José Fogaça, nada satisfeito com a ausência...”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, ela, modéstia às favas, dava conta do que seria uma óbvia desorganização das candidaturas do PMDB e do PSDB – que não avisavam suas estrelas, para que comparecessem aos eventos (caso de Schirmer) ou mudavam a agenda sem avisar (caso de Yeda – e basta ler a nota na íntegra para perceber). Resumo da ópera: as derrotas se explicam, inclusive, por esses que não são detalhes tão menores assim.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. Agora, já eram o próprio Tarso e o PT que trabalhavam para liquidar a fatura sem 2° turno

17, setembro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 17 de setembro de 2010, uma sexta-feira:

ESQUENTOU DE VEZ. Tarso quer vencer no primeiro turno. Fogaça e Yeda brigam para estar no segundo

A briga esquentou mesmo, faltando exatas duas semanas para o término da campanha eleitoral. Se, para o Planalto, a situação -não obstante todas as tentativas em contrário -se encaminha para uma definição já em 3 de outubro, no Rio Grande do Sul o quadro ainda é indefinido.

No entanto, as últimas pesquisas apontam a possibilidade concreta de Tarso Genro, do PT, levar na primeira rodada. E sua militância resolveu investir firme nessa possibilidade -como se percebeu no comício realizado na noite de quarta-feira, na boca do monte.

Diante disso, os outros dois protagonistas, José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB), montam suas estratégias para, antes, evitar o desfecho antecipado e, depois, se qualificar como o oponente do petista no segundo turno. Isso se reflete em Santa Maria, por certo…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, fica bem mais fácil perceber, retrospectivamente, aquele momento. Era aquele preciso em que os petistas começavam a se dar conta da possibilidade de acabar com a festa em primeiro turno.E se mobilizaram. Quando isso acontece, de verdade, fica bem mais complicado para os adversários. Ainda mais, como era o caso, dividido em duas partes. O resultado foi o que se viu.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. E Schirmer fez ouvidos de mercador e não comandou campanha de Fogaça em Santa Maria

14, setembro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 14 de setembro de 2010, uma terça-feira:

PMDB GAÚCHO. Simon intima Schirmer a comandar campanha de Fogaça “na terra do Tarso”

… Recebi a dica ainda na noite de domingo. Ontem fui checá-la. Na hora dos discursos, o sempre ensandecido verbalmente Pedro Simon foi ao coração de todos os militantes presentes, instando-os a se mobilizar para eleger José Fogaça governador do Estado. É evidente, na dedução claudemiriana, que aliás já tem tratado disso aqui com alguma freqüência, a preocupação com o atual momento. Em que existe a possibilidade real de um desfecho ainda no primeiro turno. O que seria, cá entre nós, um fiasco para o PMDB.

Por isso, também, Simon foi longe, na sua exigência. Que, em relação a algumas figuras importantes do peemedebismo gaúcho, alcançou mesmo um grau avançado de cobrança. Casos específicos, e muito especiais, dos dois principais prefeitos que a sigla ostenta no território gaúcho: o caxiense José Ivo Sartori e o santa-mariense Cezar Augusto Schirmer. Ambos com uma história no partido. E que têm, é o sentimento de Simon, que se mexer neste momento de dificuldade. Pelo que pude apurar, a Sartori o grão-dirigente do peeemedebismo, exigiu até mesmo que se licenciasse do cargo e fosse cuidar da campanha de Fogaça na região da Serra...”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, o fato é que, enredado numa confusa política de boa vizinhança com Dilma e Serra, no pleito presidencial, e seus múltiplos aliados, Schirmer não deu bola para o pedido feito pelo presidente estadual da sigla, Pedro Simon. E, embora o principal nome peemedebista na cidade, fez campanha discreta. Se fez. Comandar, então, nem pensar.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. De como a “imparcialidade ativa” começou a enterrar Fogaça

20, agosto, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 20 de agosto de 2010, uma sexta-feira:

ESTADO. “Imparcialidade ativa” de Fogaça cobra um preço alto, a divisão dos prefeitos do PMDB

Do jeito que a coisa anda, só os dois prefeitos mais grandões do PMDB gaúcho, o santa-mariense Cezar Schirmer e o caxiense José Ivo Sartori ainda mantêm, para efeito público, a posição de neutralidade pregada pelo candidato ao Piratini, José Fogaça, que cunhou a expressão “imparcialidade ativa” – o que quer que isso signifique.

Na prática, a maior parte, ou talvez a quase totalidade dos outros prefeitos e vice eleitos pelo PMDB em 2008 estão tomando posição. Ainda é impossível saber quem vai sair ganhando com tudo isso – se Dilma Rousseff (do PT) ou José Serra (PSDB), que tem a preferência de Schirmer, por exemplo, como se percebe pelas campanhas dos seus principais aliados locais. Mas talvez já seja possível saber quem pode perder. Sim, o “imparcial ativo” Fogaça.

Por que se sustenta este raciocínio? Simples: aumenta a adesão de peemedebistas do interior à candidatura de Dilma, embora a maior parte dos deputados federais (Osmar Terra e Darcísio Perondi são os mais notórios) e estaduais seja serrista…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, hoje é fácil, forçoso reconhecer. Se bem que, já naquele instante, este editor advertia: no Rio Grande do Sul, imparcialidade (ativa ou inativa) não funciona em futebol. E em política. E raciocínio enviesado, em política, tem um preço. Normalmente caro. Como foi para Fogaça. E também para o PMDB.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. Dúvidas que acabaram derrotando o PMDB gaúcho em 2010

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 12 de julho de 2010, uma segunda-feira:

DILEMA. A tal “imparcialidade ativa” de Fogaça traz mais dúvidas que certezas ao PMDB/RS

O candidato ao Senado, Germano Rigotto, PMDB, já teria dado a entender: para fugir (mas não muito) da “imparcialidade ativa”, termo inventado por José Fogaça que quer dizer isso mesmo que você está pensando-muro -, estaria propenso a declarar implicitamente (como, não se sabe) sua preferência pela candidata do PV, Marina Silva.

Como ouvi neste final de semana, essa idéia começa a agradar uns e outros, no PMDB gaúcho. E teria dupla finalidade. A primeira é a mesma do ex-governador, tentar escapar da expressão muro-fogaciana. A segunda é que, indo para o turno final a disputa presidencial, ficaria muito mais cômodo a chancela à candidata do PT, Dilma Rousseff. Menos por ela, mais por…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, e conhecido o resultado do pleito, o PMDB gaúcho saiu dilacerado. E tenta se reconstruir, a partir de reuniões regionais como a acontecida em Santa Maria, no sábado. E busca certezas. E não dúvidas, como as que acabaram derrotando a agremiação, em 2010.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. PMDB divide-se entre partido e candidato. Como dar certo?

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 31 de maio de 2010, uma segunda-feira:

ESTADO. Um PMDB cuida da campanha de José Fogaça; outro trata do Partido

Ainda não firmei convicção, reconheço. De todo modo, tanto pode ser uma estratégia pensada quanto a confissão de uma fração latente. O fato comprovado é que, pelo menos por enquanto, há uma separação no comando do PMDB gaúcho, em torno da campanha de José Fogaça ao Palácio Piratini. De um lado, o comando da dobradinha que inclui o PDT do vice Pompeo de Mattos. Do outro, a Executiva do partido – que cuida da mobilização interna do PMDB e da busca da integração com seus iguais pedetistas. Funciona? Até aqui, aparentemente sim.

Em todo caso, segue o curso da integração PMDB/PDT. Nesta segunda-feira, por exemplo, como informa assessoria de comunicação peemedebista, as bancadas estadual e federal dos dois partidos se reúnem, no final da tarde no Hotel Embaixador. Com os deputados estarão as direções regionais das siglas...”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, a dúvida expressa naquele momento virou convicção, depois certeza: como poderia dar certo tão exótica divisão? Não deu. Nem segundo turno houve, como se sabe, e o PMDB amargou a pior derrota de sua história, no Rio Grande do Sul.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. Pesquisa apontava vitória de Tarso. Mas não no 1° turno

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na noite de 20 de maio de 2010, uma quinta-feira:

VOX POPULI. Pesquisa no RS aponta preferência por Tarso, Fogaça e Yeda, nessa ordem

Acaba de ser divulgada pesquisa para eleição ao Palácio Piratini, feita pelo Vox Populi, sob encomenda da TV Bandeirantes. Não houve mudança de posição em relação a semelhante levantamento feito em janeiro. Tarso Genro, do PT, lidera, seguido de perto por José Fogaça, do PMDB, e, bem mais atrás, por Yeda Crusius, do PSDB. Mas, atenção: dos três concorrentes principais ao governo gaúcho, os dois primeiros caíram, e a a tucana aumentou o percentual de intenção de voto.…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, parece fácil (e é) avaliar o que se percebia no cenário eleitoral de então. Mas, naquele momento, por mais que o petista estivesse na frente, ninguém conseguia imaginar a possibilidade de vitória em primeiro turno. Nem os petistas. Muito menos os adversários. Então, há muito material para análise do que ocorreu naquele momento. E esta avaliação ainda é feita, por enquanto sem uma conclusão. Exceto, claro, o resultado das urnas. Este foi insofismável.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. Yeda se alçava a novo mandato. E já mirava no alvo, Fogaça

14, dezembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 14 de dezembro de 2009, uma segunda-feira:

SUCESSÃO GAÚCHA. Yeda se alça, tem Fogaça como alvo e vê Tarso no segundo turno

Com a governadora livre da ameaça de processo e a CPI da Corrupção sufocada na Assembléia Legislativa, ao lado de um discurso de correção das finanças do Estado, Yeda Crusius já imagina ser possível concorrer e competir de fato por mais um mandato de quatro anos no Palácio Piratini.

Mais que isso: a estratégia parece bastante clara. De um lado, com a convicção de que um dos dois finalistas de 2010 será o petista Tarso Genro, o enfrentamento inicial será mesmo com José Fogaça, do PMDB. De outro, formalizar uma aliança com o PP (com grande organização estadual, ao contrário dos tucanos), a quem caberá a vaga de vice – que, porém, terá que ser da confiança de Yeda, para evitar o “fator (Paulo Afonso) Feijó”…”

PARA LER A ÍNTEGRA, inclusive o texto que a originou, CLIQUE AQUI

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, o resultado do pleito é mais que conhecido. E até o secretariado de Tarso Genro praticamente formado. Mas há algo que ainda pode ser dito: a governadora tinha razão. Seu alvo era, meeeesmo, José Fogaça. E com ele soterrou, ainda no primeiro turno. Mas perder ou ganhar é do jogo político, cá entre nós. E da democracia, claro.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. A pesquisa que projetava o resultado da eleição gaúcha. Mas não o final antecipado

10, dezembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 10 de dezembro de 2009, uma quinta-feira:

PESQUISA. Tarso e Fogaça ponteiam preferência dos gaúchos. Petista venceria no segundo turno

O petista Tarso Genro venceria qualquer adversário, num hipotético segundo turno, se a eleição para o Governo do Estado fosse entre os dias 2 e 6 de dezembro – período em que o Instituto Methodus aferiu a preferência dos gaúchos, em mil entrevistas realizadas em 25 municípios. E isso mesmo com a margem de erro de 3%, para mais ou para menos.

No primeiro turno, conforme a pesquisa induzida (em que o entrevistado recebe o nome dos candidatos), Tarso lidera as intenções de voto com 32,9%. Seguem-se José Fogaça, do PMDB, com 25,7%; Yeda Crusius, PSDB, 11,2%; Beto Albuquerque, PSB, 9,8%; Luiz Lara, PTB, 4%; Vieira da Cunha, PDT, 2,9% e Pedro Ruas, PSOL, 1,76%. Entre os que não sabem ou não opinaram foram 4,2%…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO, já se sabe que Tarso Genro venceu em primeiro turno. Mais que isso, a esta altura anunciou a quase totalidade do secretariado que o acompanhará no governo gaúcho. Mas, cá entre nós, quem acreditava que não haveria segundo turno? Nem a pesquisa, aliás.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. O dia em que o PMDB gaúcho decidiu-se por José Fogaça

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui no início da noite de 7 de dezembro de 2009, uma segunda-feira:

FLASH. PMDB confirma José Fogaça como candidato à sucessão de Yeda Crusius

O anúncio foi agora à tarde, em Porto Alegre. José Fogaça vai renunciar ao cargo de prefeito da capital em abril e será, então, ungido candidato do PMDB ao Governo do Estado.

EM TEMPO: com a decisão peemedebista já há dois pré-candidatos oficiais à sucessão de Yeda Crusius. O outro é…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, o resultado já é conhecido. Fogaça foi confirmado oficialmente candidato, inventou a expressão “imparcialidade ativa” e acabou patrolado na eleição, com os gaúcho elegendo seu oponente principal, Tarso Genro, ainda no primeiro turno.

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NÃO CUSTA LEMBRAR. O estranho momento em que (talvez) o PMDB começou a perder a eleição gaúcha

27, novembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na manhã de 27 de novembro de 2009, uma sexta-feira:

PALÁCIO PIRATINI. Rigotto se afasta da briga. E se o Fogaça não concorrer? E se…

Ou me engano muito, ou algo de muito estranho está acontecendo no PMDB gaúcho. Primeiro, Germano Rigotto diz que, se o partido não decidir nada, ele, em dezembro, se lança candidato ao Senado. Depois, um zum-zum-zum danado, com a manifestação de apoio ao ex-governador, por parte de PREFEITOS do partido (Cezar Schirmer estava nessa?).

Ao mesmo tempo, surge na mídia grandona gaúcha a “sugestão” de que o PDT não toparia Rigotto, preferindo José Fogaça, porque ganharia (com José Fortunati) dois anos na prefeitura de Porto Alegre. Concomitantemente, aparece uma notinha dando conta de que o ex-titular do Piratini seria a carta na manga, pois o PDT, permanentemente em crise, “não era confiável”. Hein? E, por fim, de sopetão…”

PARA LER A ÍNTEGRA, inclusive do texto que a originou, CLIQUE AQUI

PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, é puro exercício (inútil) de adivinhação supor que Germano Rigotto poderia ser melhor candidato que José Fogaça ao Piratini, pelo PMDB. Outros erros (que o partido avalia agora) certamente foram cometidos. Mas também não é inexato afirmar que aquele instante preciso, vê-se agora, mostrava um problema evidente. Que não foi tratado. Ou foi. Mal-tratado.

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DISPUTA. Realidade teima em desmentir a proposta de consenso no PMDB gaúcho

25, novembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

A tentativa, aliás legítima, dos dirigentes do PMDB gaúcho que vendem a idéia de que é possível o consenso na definição dos novos dirigentes da sigla teima em esbarrar no chamado mundo real. Enquanto históricos militantes insistem em buscar uma chapa única para o Diretório Estadual – para dele retirar os integrantes da Executiva -, nas beiradas a discussão, e o dissenso, corre solta.

Já se escreveu e disse, por exemplo, que o grupo liderado pelo presidente licenciado (e ainda o maior nome da sigla no Estado) Pedro Simon gostaria de (e se esforça para) emplacar, por exemplo, José Fogaça na Presidência, a partir de 16 de dezembro.

O diabo é que, quando se lê o que diz o deputado Marco Alba, em material publicado no jornal eletrônico Sul21, essa impressão de consenso vai para as cucuias. Duvida? Então leia a reportagem, assinada por Igor Natusch. A seguir:

Marco Alba reforça candidatura e esquenta sucessão no PMDB gaúcho

Se as lideranças do PMDB gaúcho esperavam construir uma chapa única para o novo diretório estadual, com eleição marcada para o dia 16 de dezembro, essa possibilidade parece perder força a cada dia que passa. Indo contra a cúpula peemedebista, o deputado estadual Marco Alba movimenta-se intensamente nos bastidores, fazendo articulações para a composição de uma chapa contrária à ideia de consenso. A chapa, já batizada com o sugestivo nome “Renovar Faz Bem”, critica o modo como está sendo conduzida a sucessão de Pedro Simon, e já conta com o apoio de muitas prefeituras ligadas ao partido.

Em carta aberta, a qual assina apenas como “membro da chapa Renovar Faz Bem”, Marco Alba explicita suas visões sobre o atual processo sucessório na legenda. “As decisões da cúpula, por candidaturas, alianças e comportamento político, em nome da unidade, excluem a base partidária, aquela que ainda sustenta o nosso Partido no interior”, diz a nota, entregue na segunda (22) a parlamentares peemedebistas reunidos na Assembleia para discutir o processo sucessório.

Em outro trecho, o documento sobe o tom. “Não é possível aceitar o velho modelo como caminho para novos tempos. Querem passar a mão por cima (das causas que provocaram a derrota nas urnas) e projetar um futuro através de teses melhoradas, como se nada tivesse acontecido”, critica. A nota também diz que o grupo “Renovar Faz Bem” apresentará…”

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SEGUNDO TURNO. Dos grandões do PMDB gaúcho, só Simon e Padilha continuam quietos

20, outubro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

O que, para não poucos, foi um grande problema do PMDB gaúcho no primeiro (e único) turno da eleição provincial, agora não é mais, aparentemente. E a “imparcialidade ativa” terminou, com a liberação dos filiados a apoiar quem quiserem, na rodada final do pleito para a Presidência.

Assim, exceção feita a Mendes Ribeiro Filho, um dilmista desde sempre, a bancada de deputados federais é totalmente serrista – desde sempre também. Aliás, um dos parlamentares, o secretário geral do Partido e potencial candidato a presidir a sigla no Estado, Eliseu Padilha, não se definiu publicamente. E é improvável que faça isso.

Fogaça e Rigotto (à direita, na foto do twitter de Osmar Terra) no momento da adesão a Serra, nesta terça

Da mesma forma, o maior nome da sigla há pelo menos quatro décadas, o senador Pedro Simon, presidente afastado do PMDB gaúcho, depois de dizer que apoiaria Dilma Rousseff já no primeiro turno, mudar de idéia e dizer que votaria em Marina Silva, até agora não deu um pio sobre seu candidato segundo turno.

São, Simon e Padilha, os únicos grandões meeeesmo, a se aquietar. Nesta terça-feira, outros dois, os derrotados José Fogaça e Germano Rigotto, desceram do muro e definiram: são José Serra. Os detalhes vêm na reportagem publicada originalmente na versão online de Zero Hora. Acompanhe:

Fogaça e Rigotto oficializam apoio a José Serra no segundo turno

Em reunião nesta terça-feira em Porto Alegre, o ex-prefeito da Capital, José Fogaça, e o ex-governador do Estado, Germano Rigotto, ambos do PMDB, anunciaram seu apoio ao presidenciável José Serra (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial. Apesar do apoio, os dois avisaram que não vão participar ativamente da campanha tucana, alegando que esta tarefa ficará para os deputados eleitos, que também participaram do encontro.

No primeiro turno, Fogaça havia se declarado em situação de neutralidade porque compunha a sua aliança para o governo do Estado com o PDT, que apoia a presidenciável do PT, Dilma Rousseff.

Já Rigotto, que também fez campanha declarando neutralidade, admitiu ter votado na candidata derrotada do PV à Presidência, Marina Silva..”

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OUTRA DÚVIDA. Todas as pesquisas indicam que Tarso “fecha a conta” já neste domingo. Será, mesmo?

O Rio Grande do Sul tem, em números redondos, 8,1 milhões de eleitores. Eles, noves fora a abstenção, irão às urnas daqui a pouco, a partir das 8 da manhã. De acordo com as pesquisas dos institutos Methodus, Datafolha e Ibope, o candidato do PT, Tarso Genro, fará um mínimo de 3,9 milhões e 4,1 milhões de votos. Com qualquer dos números, e talvez até um pouco menos, será o vencedor do pleito já neste domingo, dispensando um segundo turno, no final do mês.

Esta é a grande dúvida sobre a qual se debruçam os analistas. Será, meeeesmo, que tudo termina hoje? Ah, os mesmos institutos dão conta que as duas vagas gaúchas ao Senado serão do petista Paulo Paim (reeleito) e da pepista Ana Amélia Lemos. Isso se confirmará ou não? Pooois é.

De todo modo, recorro, para mais informações acerca das últimas aferições da intenção de voto, e que serve como informação primeira nesta madrugada, em torno da eleição gaúcha, ao texto publicado no jornal eletrônico Brasília Confidencial. Confira, a seguir, a íntegra:

 “RS: Três pesquisas apontam eleição de Tarso hoje

Pesquisas divulgadas neste sábado por três institutos indicam que o petista Tarso Genro será eleito governador do Rio Grande do Sul já em primeiro turno. De acordo com o Ibope, Tarso tem vantagem de 4 pontos percentuais sobre a soma de todos os seus adversários. Outro instituto, o Methodus, apontou 51% para o candidato do PT, contra 24,6% do segundo colocado, José Fogaça (PMDB), e 14,3% de Yeda Crusius (PSDB), governadora e candidata à reeleição.

Em outra pesquisa, do Datafolha, Tarso tem 48%, contra 24% de Fogaça e 14% de Yeda, considerada a totalidade das intenções de voto.

Os três institutos também coincidem em apontar Paulo Paim (PT) e Ana Amélia Lemos (PP) como virtuais vencedores da disputa pelas duas cadeiras no Senado.”

PARA LER OUTRAS REPORTAGENS DO “BRASÍLIA CONFIDENCIAL”, CLIQUE AQUI.

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GOVERNADOR. Última pesquisa Datafolha também aponta Tarso vitorioso no 1° turno

Foi divulgado agora há pouquinho o último levantamento (coletado entre ontem e hoje) feito pelo Datafolha, sob encomenda da RBS, para aferir a intenção de voto dos gaúchos. Acompanhe os resultados, no caso da disputa pelo Palácio Piratini, obtido a partir do blogue da jornalista Rosane de Oliveira, de Zero Hora. A seguir:

Datafolha indica vitória de Tarso amanhã

A última pesquisa do Datafolha, divulgada agora à tarde, confirma o levantamento do Ibope publicado na Zero Hora de sábado, que indica a vitória de Tarso Genro no primeiro turno. Tarso subiu três pontos em relação à pesquisa feita nos dias 28 e 29 de setembro – de 45% para 48% -, enquanto José Fogaça caiu de 25% para 24%. Yeda Crusius também perdeu um ponto (de 15% para 14%).

Descontados os brancos e nulos (4%) e distribuindo-se proporcionalmente os indecisos (8%), Tarso tem 55% dos votos válidos. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa ter 50% mais um dos votos válidos…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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GOVERNADOR. Pesquisas Methodus e Ibope indicam vitória de Tarso já no 1° turno

O jornal Correio do Povo e os veículos do Grupo RBS divulgam hoje pesquisas de intenção de voto para o governo gaúcho, feitas, respectivamente, pelos institutos Methodus e Ibope. Ambas coletaram os dados entre a terça e a quinta-feira.

A diferença é maior no Methodus, em que o petista Tarso Genro atinge 51% da preferência, seguido do peemedebista José Fogaça (24,6%) e da tucana Yeda Crusius (14,3%). Mas também no Ibope, os resultados encontrados indicam uma definição já amanhã, em 1° turno, com a eleição do candidato do PT.

Especificamente sobre o levantamento do Ibope, acompanhe reportagem publicada na versão online do jornal Zero Hora (logo depois, busque o link para a reportagem sobre a pesquisa Methodus). A seguir:

Tarso amplia vantagem no Ibope

Na pesquisa Ibope para o governo do Rio Grande do Sul, o candidato do PT, Tarso Genro, aumenta quatro pontos a vantagem em relação ao levantamento realizado na semana passada.
O petista tem agora 48% das intenções de voto contra 26% de José Fogaça (PMDB) – que se manteve nos 26% - e 15% de Yeda Crusius (PSDB), que caiu dois pontos percentuais.
Em seguida, aparecem Pedro Ruas (PSOL), Julio Flores (PSTU) e Aroldo Medina (PRP), com 1% das citações. Os demais candidatos não atingiram 1%. Brancos e nulos somam 3% e indecisos, 5%…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

PARA VER A PESQUISA METHODUS/CORREIO DO POVO, CLIQUE AQUI.

EM TEMPO: tanto a pesquisa Methodus quanto a Ibope apontam, também, a consolidação da diferença em favor de Ana Amélia Lemos (PP) e Paulo Paim (PT), como os preferidos dos gaúchos para o Senado.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Os três protagonistas da disputa ao Piratini e o eleitor de Santa Maria

Yeda Crusius ameaçou. Mas não veio, no último sábado. Nem antes, durante os  três meses de campanha eleitoral. José Fogaça esteve por aqui. Duas vezes. Ambas rapidamente, numa delas para um festerê de lançamento de candidatura proporcional. Tarso Genro compareceu três vezes à boca do monte, cidade que o viu nascer para a política. A última foi nesta quinta-feira, quando encerrou a campanha no interior.

O que isso tudo significa? O óbvio: um colégio eleitoral com Santa Maria não pode ser desperdiçado. Afinal, na pior das hipóteses, descontando os nulos e brancos, são perto de 150 mil votos, Que podem fazer uma grande diferença, quando os resultados estaduais forem anunciados já no início da noite deste domingo.

Quer dizer que a cidade vai definir a eleição? Ora, é possível que não. Mas não é improvável que sim.

DATAFOLHA (2). Se eleição fosse hoje, Tarso seria governador gaúcho, Ana Amélia e Paim senadores

30, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

O grupo RBS divulgou hoje, nos seus veículos, resultado da pesquisa de intenção de voto para o Governo do Estado, Senado e a preferência dos gaúchos para a eleição presidencial – encomendada ao instituto Datafolha.

Se depender do voto dos gaúchos, o futuro governador será Tarso Genro (PT), que obteria a vitória já no primeiro turno, neste domingo. Ana Amélia Lemos (PP) e Paulo Paim (PT), garantiriam para si as duas vagas disponíveis ao Senado. E Dilma Rousseff (PT) venceria a eleição para o lugar de Luiz Inácio Lula da Silva.

Confira, inicialmente, o material publicado na versão online do jornal Zero Hora, acerca da pesquisa para o Palácio Piratini. Logo a seguir, você encontra os links para as reportagens acerca da disputa para o Senado e à Presidência. Acompanhe:

Datafolha: Tarso Genro tem 52% dos votos válidos no RS

Na mais recente pesquisa Datafolha para o governo do Estado, o candidato do PT, Tarso Genro, tem 45% das intenções de voto, um ponto a menos do que na sondagem da semana passada. Considerando apenas os votos válidos, Tarso tem 52%.
Na semana passada, o petista tinha 54%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, não se pode garantir que a disputa terminará no primeiro turno. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% mais um dos votos válidos.

José Fogaça (PMDB) aparece com 25% – subiu dois pontos – e Yeda Crusius (PSDB) manteve os 15% do levantamento anterior…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

A PESQUISA PARA O SENADO ESTÁ AQUI.

A PESQUISA PARA A PRESIDÊNCIA, NO RS, VOCÊ ENCONTRA AQUI.

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É O QUE É. Schirmer brabo com grandões do PMDB; tucanos irritados com Yeda

27, setembro, 2010 Claudemir Pereira 3 comentários

Está certo, campanha é campanha. E depois de 3 de outubro se descobrirá que a vida continua, não importa o resultado da eleição. Mas este período, principalmente o mais próximo à “hora fatal”, é pródigo em manifestações contraditórias. Sim, tanto pode ser alegria, quanto amolação, incômodo e, em alguns casos, tristeza.

O repórter flagrou, no final de semana, e repassa para você, duas situações de absoluta irritação – como disse, muito própria desse período, em qualquer eleição. Uma tem como protagonista o prefeito Cezar Schirmer (PMDB); outro conta com atores do PSDB santa-mariense.

Por partes. Schirmer não gostou (não disse, mas o tom incisivo ficou evidente) do conteúdo de nota que publiquei sábado na coluna Observatório, no jornal A Razão, e reproduzi AQUI na madrugada do mesmo dia. Nela, expus o que acontece no comando da campanha de José Fogaça, nada satisfeito com a ausência do prefeito na quarta-feira. Enquanto o pretendente ao Piratini estava em Santa Maria, o prefeito se encontrava no Rio de Janeiro, tratando de assuntos da comuna.

Disse-me Schirmer: “me telefonaram na noite de terça-feira, comunicando da visita a Santa Maria. Como poderia estar aqui, no dia seguinte”. Resumo da ópera: das palavras do prefeito, ainda que não ditas, escapava a crítica ao que seria uma desorganização. Afinal, se o quisessem aqui, teriam que avisá-lo com antecedência.

Quem tem razão? Não tenho a mínima idéia. Mas o fato objetivo é que os dois lados não estão faceiros um com o outro. E terão que resolver isso, mesmo que apenas após 3 de outubro.

Agora, o PSDB. Fui avisado (e toda a imprensa santa-mariense) no final da tarde de sexta-feira, que a governadora Yeda Crusius estaria na cidade no sábado. Me foi passada a programação (caminhada no calçadão, encontro com lideranças no Restaurante Augusto – apressadamente reservado pelos tucanos locais), aliás publicada ainda na noite de sexta.

Pois bem, na sabatina, de manhã, um telefonema da capital anunciava mudança de planos. Yeda não viria mais, preferindo (ou optando ou sei lá por que outra razão) fazer um roteiro apenas em Santa Cruz do Sul. Perguntei a minha fonte tucana, que é preservada (tem gente do PSDB que não gosta que sequer falem comigo, quanto mais me passem informações), o que teria acontecido. A resposta: “não sei. Pra arrumar restaurante, convocar pessoas, eles ligam na última hora. Para dar uma explicação, não há telefonema algum”.

Pooois é. Talvez, pelas duas situações aqui relatadas, seja possível perceber algumas razões pelo que está acontecendo, no cenário eleitoral gaúcho. Ou não?

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ESTADO. Ibope mostra crescimento de todos: Tarso, Fogaça e Yeda. Pode não ter 2° turno, mas…

25, setembro, 2010 Claudemir Pereira 7 comentários

Mas, para que o pleito termine ainda em 3 de outubro, o candidato petista precisa livrar vantagem maior, segundo pesquisa do Ibope, contratada pelo grupo RBS e divulgada agora à tarde. Tarso Genro (PT) teria intenção de voto próxima a liquidar a fatura. Mas está 1% abaixo da soma dos demais candidatos.

Como curiosidade, em relação ao levantamento anterior, do mesmo instituto, todos os candidatos protagonistas elevaram seu percentual, como você percebe na reportagem publicada na versão online de Zero Hora. A seguir:

Ibope: Tarso 44%, Fogaça 26% e Yeda 17%

Na mais recente pesquisa Ibope para o Piratini, os três principais candidatos aumentaram seus índices em relação ao levantamento anterior.
Tarso Genro (PT) tem 44% das intenções de voto, José Fogaça (PMDB), 26%, e Yeda Crusius (PSDB), 17%. Pedro Ruas (PSOL) e Julio Flores (PSTU) aparecem com 1%. Os demais candidatos não pontuaram.

Em relação à sondagem anterior, realizada de 31 de agosto a 2 de setembro, o petista e o peemedebista subiram três pontos percentuais e a tucana, quatro pontos.

Na sondagem espontânea – quando não é apresentado o disco com o nome dos candidatos – Tarso aparece com 34%, Fogaça tem 21% e Yeda Crusius, 13%. Neste cenário, o índice de indecisos diminuiu bastante, indo de 48% no levantamento anterior para os 26% na pesquisa atual…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Quem, algum dia, esquecerá da “imparcialidade ativa”?

25, setembro, 2010 Claudemir Pereira 2 comentários

HISTÓRIA - Poucos duvidam: para o bem ou para o mal (não importa o resultado da eleição deste ano), a expressão que jamais será esquecida foi dita por José Fogaça, do PMDB. Qual? Essa mesma: “imparcialidade ativa”.

ESTADO. Para Vox Populi, Tarso seria eleito em 1° turno. Paim e Ana Amélia, na frente, para o Senado

24, setembro, 2010 Claudemir Pereira 2 comentários

Acompanhe reportagem divulgada agora há pouco pelo portal iG, um dos contratantes da pesquisa feita pelo Vox Populi, com a intenção de voto para o governo gaúcho e as duas vagas ao Senado, pelo Rio Grande do Sul:

Vox Populi: Tarso tem 45%, Fogaça, 22% no Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul pode decidir as eleições estaduais já no primeiro turno, segundo pesquisa Vox Populi/Band/iG divulgada hoje. O candidato Tarso Genro (PT) subiu de 35% em agosto para 45% em setembro. José Fogaça (PMDB) oscilou negativamente de 24% no mês passado para 22%. Yeda Crusius (PSDB) tem 11% oscilando um ponto para baixo.

Brancos e nulos somam 4% e indecisos, 16%. A pesquisa foi registrada no TRE-RS sob o número 48.960/10 e no TSE sob o número 31.710/10. O instituto ouviu 800 pessoas entre os dias 18 e 21 de setembro. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na disputa presidencial, a candidata petista Dilma Rousseff subiu de 37% para 46% entre os gaúchos. Já o tucano José Serra caiu de 39% para 31%. Marina Silva (PV) oscilou positivamente de 6% para 7%. Os demais candidatos não alcançaram 1% das intenções de voto no Estado. Brancos e nulos somam 2% e indecisos, 14%…”

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DATAFOLHA. Se eleição fosse hoje, Tarso venceria eleição gaúcha no primeiro turno

23, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Reproduzo, a seguir, nota publicada agora há pouco no blogue de Ricardo Noblat, com informações do jornal O Globo. Acompanhe:

Datafolha – Tarso, 46%; Fogaça, 23%; Yeda, 15%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra que o ex-ministro Tarso Genro (PT) lidera a disputa pelo governo do Rio Grande do Sul, com 46%. O peemedebista José Fogaça aparece em segundo, com 23%, seguido pela atual governadora, Yeda Crusius (PSDB), que tem 15% das intenções de voto.

Pedro Ruas (PSOL) aparece com 1%, e os outros candidatos não pontuaram. Brancos e nulos somaram 3%, e indecisos somam 10%.

Considerando apenas os votos válidos, ou seja, sem os votos brancos e nulos, Tarso Genro aparece com 54% contra 27% de Fogaça. Yeda tem 17% das intenções de voto.

A margem de erro do levantamento, encomendado pelo jornal “Folha de S. Paulo” e pelo Grupo RBS, é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Foram realizadas 1.332 entrevistas em 53 municípios nos dias 21 e 22 de setembro. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul sob o número 48.649/2010.”

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FOGAÇA EM SM. Sem Schirmer, viajando, peemedebistas fazem festa com militância

23, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Não está faltando alguém? Bem, o PMDB preferiu valorizar quem se fez presente

Antes de mais nada, fiquemos com a nota publicada no SÍTIO de campanha do candidato. De lá também saiu a foto que ilustra esta nota. Depois, as observações deste (nem sempre) humilde repórter. Confira:

Fogaça faz caminhada e grande carreata em Santa Maria

“A mobilização desta grande máquina partidária, que é a união do PMDB e do PDT, vai garantir o segundo turno.” Com essas palavras, o candidato  a governador José Fogaça iniciou o roteiro em três cidades, nesta quarta-feira (22). Ao chegar a Santa Maria, ele participou de caminhada e de uma grande carreata no município da Região Central. O candidato faz ainda mobilizações em Alegrete e Uruguaiana.

“A nossa força é o nosso diferencial, que vai nos levar para o segundo turno”, reiterou  Fogaça em uma coletiva de imprensa pela manhã. O peemedebista lembrou que a coligação Juntos pelo Rio Grande (PMDB-PDT-PSDC-PTN) tem a adesão de mais de 300 prefeitos e vice-prefeitos, perto de 2 mil vereadores e centenas de secretários municipais. “Nossa militância é a nossa garantia de força”, enfatizou Fogaça.”

OBSERVAÇÕES CLAUDEMIRIANAS: conversei, entre a tarde e a noite de ontem, com pelo menos duas pessoas importantes no PMDB santa-mariense. Ambas estavam faceiras com a vinda de Fogaça á boca do monte. E enfatizam a necessidade de continuar com a mobilização diária em busca dos votos necessários a, de um lado, evitar a vitória de Tarso Genro (PT) no primeiro turno e, de outro, qualificar o peemedebista para a rodada final.

Para isso, o objetivo é garantir a participação de tooodas as lideranças do partido no Estado. Isso fico claro no papo que tive com o coordenador da campanha para o interior, o deputado federal Eliseu Padilha, a quem encontrei antes da entrada dele para uma palestra que faria na Ulbra/SM.

Afora detalhes logísticos, como o uso de instrumentos de tecnologia para a captura de votos, seja via internet ou telefone ou outro meio do gênero, realçou a participação de coordenadores regionais, presidentes comunais, vereadores e… prefeitos. Pooois é. E Cezar Schirmer, que estava no Rio de Janeiro ontem, e não em Santa Maria, com Fogaça?

É verdade que não fiz a pergunta direta, o que foi uma falha provavelmente. Mas ficou claro que, incrivelmente, Padilha (cuja campanha é coordenada pelo presidente municipal da sigla, Robson Zinn), embora lamentasse, não chegou a se preocupar. Certamente (é a dedução claudemiriana, e não informação) acreditando que Schirmer se integre na última semana.

Mas o fato objetivo é que, se houve o sucesso apregoado pela página oficial do candidato, ele se deveu  preponderantemente, pela participação dos militantes ligados diretamente aoo próprio Padilha, e, num segundo plano, de outros candidatos, como Darcísio Perondi (em menor número) e Tubias Calil, além do pedetista Marcelo Bisogno. Quanto ao prefeito? Bem, este estava em território carioca, não?

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CAMPANHA. PMDB mobilizado para receber Fogaça em SM. Menos Schirmer, que está no Rio de Janeiro

22, setembro, 2010 Claudemir Pereira 6 comentários

Fogaça, entre o candidato ao Senado, Rigotto, e o presidente Simon, vem hoje a Santa Maria (foto Divulgação)

Uma minicarreata até o centro da cidade, a partir do aeroporto, onde prevê-se a chegada para as 9 e meia da manhã, abre o roteiro do candidato do PMDB gaúcho ao Governo do Estado, José Fogaça.  A partir das 10, prevê-se uma caminhada no calçadão, que precede uma entrevista coletiva a ser concedida 45 minutos depois, no Café Expresso. Duas horas depois de chegar, Fogaça parte para Alegrete, onde tem agenda a partir do meio dia.

Quem está organizando a visita é a direção peemedebista local, presidida por Robson Zinn, com a coordenação de Eliseu Padilha, secretário geral da sigla e que, desde a semana passada, atua na campanha realizada no interior.

Mas, e quem receberá Fogaça, além dos militantes? Cezar Schirmer, o prefeito, não será. Apesar da “intimada” recebida do presidente estadual Pedro Simon, faz dez dias, o fato é que Schirmer não se envolve na campanha. E hoje, inclusive, “muito convenientemente” (como me disse alguém da cúpula partidária), está no Rio de Janeiro, tratando de interesses da comuna da boca do monte.

Pooois é. Ah, a propósito da mobilização do PMDB, em dobradinha com o PDT, para o Palácio Piratini, reproduzo trecho da REPORTAGEM de Rachel Duarte, publicada ontem à noite pelo jornal eletrônico Sul21, que ouviu também os comandantes dos outros protagonistas do pleito gaúcho, Tarso Genro, do PT, e Yeda Crusius, do PSDB. A parte peemedebista você lê a seguir. E aproveita para ver que tipo de comportamento demonstram os peemedebistas, com algumas exceções honrosas, inclusive do prefeito santa-mariense. Ah, os grifos são deste (nem sempre) humilde repórter. Acompanhe:

“…O dia do ex-prefeito José Fogaça (PMDB), candidato ao governo do Estado pela coligação Juntos pelo Rio Grande foi dentro do comitê, ao contrário do seu adversário petista, que  agitou bandeiras e móbiles pelas ruas da Capital. Fogaça passou a manhã reunido com o núcleo da sua campanha.

“Foi uma reunião muito boa”, comentou o coordenador da campanha de José Fogaça (PMDB) ao Piratini, deputado Mendes Ribeiro Filho (PMDB), sobre o encontro de lideranças do PMDB e PDT, ocorrido pela manhã. Entre outros, estiveram presentes no encontro o senador Pedro Simon (PMDB) e o secretário-geral do partido no RS, Eliseu Padilha. O encontro serviu para avaliar os rumos da campanha de Fogaça, em especial depois de deflagrada uma grande corrida para mobilizar prefeituras por todo o estado, na semana passada. A entrada de prefeitos e vices na campanha é vista pela coligação como fundamental para a virada nesta reta final de campanha.

Já temos 30 prefeitos licenciados desde que a mobilização começou”, comemora Mendes. Ainda há alguma preocupação no comitê de campanha com a participação de alguns prefeitos, que não estariam se envolvendo com a intensidade necessária. O trabalho de mobilização dessas lideranças tem sido intenso, com um “call center” que mantém contato permanente com as prefeituras, dando especial atenção às microrregiões consideradas mais problemáticas. O plano inclui também a intensificação de carreatas e bandeiraços, promovendo uma grande “arrancada para a vitória”, nas palavras de Mendes Ribeiro…”

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FLASH. Confirmada vinda de Fogaça a SM, quarta. Roteiro será definido amanhã

20, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Acabo de receber a informação (que, aliás, o presidente do PMDB/SM, Robson Zinn, também deu no seu Twitter): o candidato peemedebista ao Piratini, José Fogaça, estará em Santa Maria na quarta-feira, a partir das 9 da manhã.

Nesta terça, será fechado o roteiro. Que, no entanto, não deve ser diferente de uma caminhada pelo Calçadão, quem sabe uma carreata e, no final, uma entrevista coletiva à imprensa. Afinal, ele ficará cerca de três horas na cidade.

Com o que, apenas não terá vindo (ainda) a Santa Maria, nesta campanha, a candidata à reeleição, Yeda Crusius. Tarso Genro fez comício na cidade semana passada.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Simon intima, mas Schirmer refuga. Ao menos por enquanto

18, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Em 2008, Simon veio para a campanha dele. Agora, quer que Schirmer lidere

É verdade que faltam duas semanas. Também é verdade que o prefeito ainda não decidiu – e há até quem aposte que acabará cumprindo a intimação. Mas o fato objetivo é que, até agora, Cezar Schirmer ainda não assumiu o que, faz dez dias, Pedro Simon lhe exigiu. – em reunião com a presença de um punhado de graúdos do PMDB gaúcho e a maior parte do diretório estadual,

O comandante do peemedebismo gaúcho cobrou, com veemência, maior participação dos prefeitos das cidades mais importantes governadas pelo partido – Caxias do Sul (José Ivo Sartori) e Santa Maria – se insiram mais fortemente na campanha majoritária. Especialmente na de José Fogaça, candidato ao Palácio Piratini.

No caso de Sartori, chegou a pedir que se licenciasse. Quanto à Schirmer, desse mesmo pedido o colunista não obteve confirmação definitiva, mas a idéia de Simon é que o prefeito da boca do monte coordene efetivamente a campanha de Fogaça e Germano Rigotto (ao Senado).

E apelou, para além dos argumentos objetivos (como a dificuldade momentânea da candidatura, acossada por Yeda Crusius, do PSDB), à emoção: “você não pode perder a eleição em Santa Maria, que afinal é a terra de Tarso” (Genro), do PT. Aparentemente, Schirmer não se comoveu. Ainda.

Opinião claudemiriana: a questão toda é que, como parece ser sina gaúcha, por aqui qualquer eleição é apertada. Essa não é diferente. Daí porque a emoção é componente vital, inclusive soterrando a racionalidade. Afinal, pergunta-se: como poderia Schirmer licenciar-se, à esta altura do jogo? E mais? Como entregar a prefeitura ao vice José Farret que, por mais parceiro que seja, defende candidatura adversária, no caso a da tucana Yeda. Imagina-se que Simon não se deu conta disso. É a tal de emoção, que põe o bestunto a escanteio.

PESQUISA. Pelo Datafolha, Tarso está mais próximo da vitória no primeiro turno

17, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

O Grupo RBS encomendou e o instituto Datafolha fez. Em mais uma rodada de pesquisa, separada uma semana da anterior, o candidato petista ao Palácio Piratini, Tarso Genro, consolida uma vantagem que, se confirmada nas urnas de 3 de outubro, lhe darão a vitória ainda no primeiro turno.

Ao mesmo tempo em que ele cresceu na intenção de voto, seus adversários caíram. Com o que, ele livra boa distância dos dois, como você pode verificar na reportagem publicada nesta sexta-feira, pelo Diário de Santa Maria. Acompanhe:

Números ao Piratini e ao Planalto

…Na mais recente rodada de pesquisa Datafolha para governador do Estado, os números apontam o aumento da vantagem do candidato do PT, Tarso Genro, sobre os dois principais adversários. O petista tem 44% das intenções de voto. Em relação ao levantamento anterior do instituto, realizado na semana passada, Tarso subiu dois pontos. Em segundo lugar, está José Fogaça (PMDB) com 24% da preferência. Comparada à pesquisa anterior, o peemedebista perdeu dois pontos. A governadora e, candidata à reeleição Yeda Crusius (PSDB) também perdeu dois pontos e, agora, está com 11%. Encomenda pelo Grupo RBS, a sondagem foi feita entre os dias 13 e 14 de setembro.

Considerando apenas os votos válidos – em que os indecisos, brancos e nulos são distribuídos, segundo percentual obtido por candidato -, Tarso teria 54%. O resultado garantiria a vitória do petista já no dia 3 de outubro.

Na pesquisa espontânea, em que não são apresentados os nomes dos candidatos, Tarso lidera com 30%, seguido de Fogaça com 13% e Yeda com 8%. Quanto à rejeição dos candidatos ao Piratini, a governadora obtém o maior índice: 44%. O ex-ministro da Justiça tem 15% e o ex-prefeito de Porto Alegre, 14%…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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ESQUENTOU DE VEZ. Tarso quer vencer no primeiro turno. Fogaça e Yeda brigam para estar no segundo

17, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Comício de Tarso: mobilizar a militância da coligação para evitar o segundo turno

A briga esquentou mesmo, faltando exatas duas semanas para o término da campanha eleitoral. Se, para o Planalto, a situação -não obstante todas as tentativas em contrário -se encaminha para uma definição já em 3 de outubro, no Rio Grande do Sul o quadro ainda é indefinido.

No entanto, as últimas pesquisas apontam a possibilidade concreta de Tarso Genro, do PT, levar na primeira rodada. E sua militância resolveu investir firme nessa possibilidade -como se percebeu no comício realizado na noite de quarta-feira, na boca do monte.

Bandeiraço de Fogaça: evitar o desfecho antecipado e levar o candidato à rodada final

Diante disso, os outros dois protagonistas, José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB), montam suas estratégias para, antes, evitar o desfecho antecipado e, depois, se qualificar como o oponente do petista no segundo turno. Isso se reflete em Santa Maria, por certo.

Duas horas antes de Tarso discursar na praça Saldanha Marinho, um grupo de peemedebistas (250, segundo apurei) fazia um bandeiraço na esquina da Presidente Vargas com a Borges de Medeiros. Isso tudo, mais a elevação do tom na propaganda no rádio e na televisão, permitem afirmar que, sim, começa a “pegar fogo” a disputa pela cadeira principal do Palácio Piratini.

E, em nível estadual, como os que disputam de fato a eleição pretendem alcançar seu objetivo? Esse é o tema de elucidativo material publicado pelo jornal eletrônico Sul21. A reportagem é de Igor Natusch e Rachel Duarte. Acompanhe:

 “PT prepara vitória em 3 de outubro. PMDB E PSDB trabalham pelo segundo turno

Na reta final da campanha eleitoral, as campanhas dos três candidatos ao Palácio Piratini com maior intenção de voto nas pesquisas eleitorais afiam as armas. De um lado, a coligação União Popular pelo Rio Grande, do petista Tarso Genro, trabalha para dar o cheque-mate nos adversários já no dia 3 de outubro. De outro, as coligações Juntos pelo Rio Grande, do peemedebista José Fogaça, e Confirma Rio Grande, da tucana Yeda Crusius lutam para que o resultado das eleições ocorra em segundo turno e para garantir o candidato que disputará com Tarso Genro a preferência dos gaúchos.

Como os partidos vão trabalhar nos próximos dias? O PT, diz o seu presidente estadual, Raul Pont, manterá o foco no trabalho corpo a corpo. Tranquilo, o presidente do PSDB no Rio Grande do Sul, deputado federal Cláudio Diaz, afirma que não há razão para mudar a estratégia adotada até agora. Já o PMDB, se prepara para criar uma nova frente de conquista de eleitores: o Call Center que, segundo o secretário-geral do partido em Porto Alegre, vereador André Carus, permite o contato permanente com as lideranças regionais do PMDB e do PDT.

Otimistas

Para o presidente do PT gaúcho, deputado estadual Raul Pont, o momento é de seguir com o trabalho nas ruas, em contato direto com o eleitor. Esse, diz ele, é o método mais eficaz para sentir o clima da campanha. “Nas ruas, nós temos o sentimento do eleitor, que está muito positivo. Isso nos deixa otimista. O que sentimos nas ruas é tão bom, ou melhor, do que apontam as pesquisas”, afirma…”

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LUNETA ELETRÔNICA. PMDB daqui e Fogaça, Valdeci e Eliezer, Menezes em São Léo, as Sandras do PSOL e do PP

17, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

* O santa-mariense Maicon di Giacomo é o responsável pelo contado direto do deputado federal Eliseu Padilha com os 33 coordenadores regionais do PMDB.

Bandeiraço pró-Fogaça: 300 militantes na esquina da Presidente com Borges

* São eles, mais outros militantes graduados do partido que entraram firme na campanha, desde semana passada, tentando levar José Fogaça ao segundo turno.

* Em Santa Maria, quem toca o barco é o presidente local peemedebista Robson Zinn – que coordenou, entre outros atos, o bandeiraço realizado no final da tarde de quarta.

* Segundo se soube, cerca de 300 militantes estiveram na esquina da avenida Presidente Vargas com a Borges de Medeiros.

* Este editor se complicou na leitura e informou errado, na madrugada passado. Maria do Rosário nããão estará em Santa Maria, nesta sexta-feira.

* O que acontecerá é um jantar dos apoiadores dela e de Valdeci Oliveira (candidato à Assembléia). E quem vem, sim, é o marido dela, Eliezer Pacheco, em férias da secretaria de Educação Tecnoógtica do MEC, do qual é titular.

* O resto da informação está certo: o rega-bofe, a partir das 7 e meia da noite, acontece na rua Major Duarte, 864, e tem como organizadores funcionários e sindicalistas ligados à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

* Outra, do petismo: o ex-vereador santa-mariense e ex-secretário, no primeiro mandato de Valdeci, Fernando Menezes, assumiu em agosto a secretaria adjunta de Desenvolvimento Econômico e Social de São Leopoldo.

* Menezes é também dirigente da corrente estadual petista Movimento PT e assumiu a função a convite do prefeito Ary Vanazzi – de quem é conhecido dos tempos idos dos movimentos sociais.

* Juntos, Vanazzi e Menezes criaram o Movimento Nacional de Luta pela Moradia, no início dos anos 90. E, entre 93 e 95, o santa-mariense foi chefe de gabinete do então vereador leopoldense.

* Sandra Feltrin, candidata à Assembléia pelo PSOL, está nesta sexta em Cacequi e São Francisco de Assis (de manhã), Jaguari (à tarde e à noite).

* De sábado a segunda-feira, ela estará fazendo campanha em Santa Maria. A sabatina será dedicada à região sul (de manhã) e ao Alto da Boa Vista, na zona oeste (àtarde). A domingueira será repartida por bairros da região sul e de Camobi.

* O feriado de segunda também será de proselitismo eleitoral. De manhã, zona sul e desfile farroupilha; à tarde, de novo no Alto da Boa Vista.

* Já a outra Sandra, a Rebelato, que também concorre ao parlamento gaúcho, mas pelo PP, cumpre agenda na Quarta Colônia, nesta sexta-feira.

* São João do Polêsine, Dona Francisca, Nova Palma e Paraíso do Sul estão no roteiro. Nas duas primeiras cidades o comando do executivo tem a participação do PP.

* A sabatina será mais longe: Anta Gorda, Veranópolis e Doutor Ricardo receberão a visita de Sandra Rebelato. Nesta última, será recebida pelo vereador Alexandre Rebelato (PP). Ah, o domingo será dedicado a eventos em Santa Maria.

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ESTADO. Pesquisa do Correio mostra Tarso na frente e Fogaça e Yeda disputando vaga no segundo turno

15, setembro, 2010 Claudemir Pereira 2 comentários

O Correio do Povo divulgou hoje pesquisa de intenção de voto para o Palácio Piratini. Tarso Genro, do PT, a exemplo da rodada anterior, feita pelo instituto Methodus (contratado pelo jornal), segue na frente. Mas seu desempenho melhorou.

Pelos números apontados, a eleição não se decide no primeiro turno. José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB) disputam a segunda vaga para a rodada final, com vantagem para o peemedebista. Confira, a seguir, mais detalhes:

 “Tarso amplia vantagem

A segunda pesquisa do Instituto Methodus, encomendada pelo Correio do Povo nesta eleição, indica que o candidato do PT, Tarso Genro, lidera a corrida pela sucessão ao Palácio Piratini. No último mês, Tarso cresceu 4,6 pontos percentuais e ampliou sua vantagem sobre o segundo colocado de 8,9 para 16,4 pontos percentuais. Na pesquisa estimulada, Tarso aparece com 42,5% das intenções de voto, seguido por José Fogaça, do PMDB, com 26,1%, e Yeda Crusius, do PSDB, com 17,8%.

Na pesquisa espontânea realizada pelo Instituto Methodus, quando não são apresentados os nomes de candidatos para a escolha dos entrevistados, 39,1% disseram ainda não saber em quem votar no dia 3 de outubro, data do primeiro turno. Nesta modalidade, Tarso aparece com 30,5% das intenções de voto dos entrevistados, Fogaça, com 14,9%, e Yeda, com 11,8%.
Na pesquisa anterior do Instituto Methodus/Correio do Povo, publicada em 16 de agosto, na modalidade estimulada, Tarso aparecia com 37,9% das intenções de voto. Em segundo lugar, Fogaça tinha 29% e Yeda, 16,6%. No cenário espontâneo, o petista contava com 12,7% da preferência do eleitorado, Fogaça, com 10%, e Yeda, com 8,4%…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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PMDB GAÚCHO. Simon intima Schirmer a comandar campanha de Fogaça “na terra do Tarso”

14, setembro, 2010 Claudemir Pereira 2 comentários

Antes, o que a mídia reproduziu, a partir de sábado:

Sentindo que a situação está mal-parada, com o candidato ao Governo do Estado, José Fogaça, correndo o risco real de sequer ir para o segundo turno, o PMDB gaúcho resolveu se mexer. Produziu-se, na sexta-feira, uma reunião ampliada do Diretório Estadual, com a presença de coordenadores regionais, prefeitos e outros militantes graduados. Deu-se até um nome ao evento: “Arrancada rumo à vitória”.

Nele, formalizou-se a liderança da campanha, no interior do Estado, do secretário geral da sigla, deputado federal Eliseu Padilha, que havia sido escanteado da direção da campanha, por força da vontade do presidente Pedro Simon e, sobretudo, do candidato Fogaça. Também no evento, distribuiu-se um documento doutrinário e de orientações para a campanha nessa reta final (AQUI), chamado “Em defesa do Rio Grande”.

Confira como, oficialmente, o próprio PMDB noticiou o que aconteceu na sexta, no trecho em que fala do documento e da mobilização:

…O documento orienta prefeitos, vices, vereadores, presidentes municipais, presidentes de núcleos, coordenadores regionais e candidatos a deputado estadual e federal sobre o cronograma de mobilização que deve ser seguido em cada um dos 497 municípios do Rio Grande do Sul.

O objetivo da mobilização é fazer com que todos os dirigentes e militantes do PMDB e do PDT padronizem de forma simultânea atividades que mostrem a força da coligação Juntos pelo Rio Grande, o que, consequentemente, levará a vitória no dia 3 de outubro.” (a íntegra, AQUI)

Agora, o que a mídia não publicou:

Recebi a dica ainda na noite de domingo. Ontem fui checá-la. Na hora dos discursos, o sempre ensandecido verbalmente Pedro Simon foi ao coração de todos os militantes presentes, instando-os a se mobilizar para eleger José Fogaça governador do Estado. É evidente, na dedução claudemiriana, que aliás já tem tratado disso aqui com alguma freqüência, a preocupação com o atual momento. Em que existe a possibilidade real de um desfecho ainda no primeiro turno. O que seria, cá entre nós, um fiasco para o PMDB.

Por isso, também, Simon foi longe, na sua exigência. Que, em relação a algumas figuras importantes do peemedebismo gaúcho, alcançou mesmo um grau avançado de cobrança. Casos específicos, e muito especiais, dos dois principais prefeitos que a sigla ostenta no território gaúcho: o caxiense José Ivo Sartori e o santa-mariense Cezar Augusto Schirmer. Ambos com uma história no partido. E que têm, é o sentimento de Simon, que se mexer neste momento de dificuldade. Pelo que pude apurar, a Sartori o grão-dirigente do peeemedebismo, exigiu até mesmo que se licenciasse do cargo e fosse cuidar da campanha de Fogaça na região da Serra.

Embora a informação inicial que recebi fosse a mesma, no que toca a Schirmer, uma divergência (leve) entre as fontes não me permite afirmar com a mesma convicção, acerca do pedido de que se afaste da prefeitura, nessas três semanas finais. No entanto, e nisso todos coincidiram, Simon intimou Schirmer, textualmente, no seu discurso: “você, Schirmer, está convocado a coordenar a campanha do Fogaça na região Central. É sua obrigação fazer isso nesse momento”. E foi mais longe (talvez as palavras não sejam exatas, mas o sentido, sim):  “afinal, o Tarso é de Santa Maria, e é seu dever impedir que ele vença a eleição”. Que tal, hein? O presidente do PMDB/RS se referiu ao comandante da comuna da boca do monte com a autoridade de quem foi o mestre ao longo dos últimos 30 anos. E agora, o que acontecerá?

OPINIÃO CLAUDEMIRIANA: não acontecerá nada. Isto é, Cezar Schirmer até poderá ser nomeado formalmente coordenador, mas se envolverá na campanha de José Fogaça tanto quanto até agora. Pelo menos no que é visível. Vai aos eventos, sim. Não se omite, é verdade, de atividades de campanha – especialmente as que envolvem seu pupilo, Tubias Calil, candidato à Assembléia, além de receber os candidatos que por cá aparecem, com ênfase para Osmar Terra e Luiz Fernando Záchia, ambos concorrentes à Câmara dos Deputados. Mas coordenar a campanha para o Piratini, na região? Isso, não. Pelo menos até agora. E inexistem indícios de que mude de atitude até 3 de outubro.

ATENÇÃO: de posse de todas essas informações, checadas ao longo do dia, e da minha própria interpretação, tentei contato com o prefeito Cezar Schirmer. Entendi que seria importante saber dele o que pensa acerca do que viu e ouviu na capital do Estado. Telefonei duas vezes, para um número de celular que ele me disponibilizou meses atrás, e que nunca achei necessário utilizar, até agora. A primeira tentativa aconteceu pontualmente às 4 e 20 da tarde. Tocou sete vezes, e a etiqueta me levou a desligar. Outra, exatamente às 8 e 9 da noite. Atendeu um assessor, por sinal um bom amigo. Que, certamente, levou o recado ao prefeito do meu interesse em papear. O assunto foi antecipado, numa palavra: Fogaça. Não recebi retorno até à meia noite, horário em que me convenci de que tal não mais ocorreria. Paciência. O prefeito deveria estar num compromisso e não pode telefonar. Fiquemos, então, só com minha opinião. À espera que o prefeito possa se manifestar, se assim desejar.

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COLUNA OBSERVATÓRIO. Saiba quem são os favoritos de Fogaça, Tarso e Yeda

11, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Ela fez sua própria história, depois. Mas é evidente que, sendo a presumível candidata do então candidato a prefeito Osvaldo Nascimento, Magali Marques da Rocha teve a vida facilitada, na primeira (e vitoriosa) tentativa de chegar à Câmara de Vereadores.

Ainda no plano da comuna, é óbvio que o fato de ter o crachá de Cezar Schirmer no peito, foi vital para Tubias Calil. Aliás, ajuda até agora, quando tenta (pela segunda vez) dar o pulo do gato – o que só se concretizará se, como imaginam os peemedebistas, eleger-se deputado.

Resumo da ópera: ser o favorito do candidato majoritário é uma mão na roda para quem ostenta esta condição. Desde que, claro, também tenha capacidade político-eleitoral. O ruim pode ter o melhor padrinho do planeta, e nunca terá luz própria.

Dito isto, a questão é: quem são os candidatos a deputado favoritos dos protagonistas da eleição para o Palácio Piratini? A resposta, no que toca à Assembléia, é muito difícil. Mas para a Câmara é bastante visível. Sem entrar no mérito, porque ambos já têm trajetória reconhecida, eis que militantes há bastante tempo, parece evidente, ao observador médio, que Mendes Ribeiro Filho é o nome de José Fogaça, do PMDB. Da mesma forma que Paulo Pimenta é o candidato de Tarso Genro, do PT. E estão fadados a desempenhar (desde que se consagrem nas urnas, obviamente) papel de destaque no caso de vitória ao Palácio Piratini.

Mais difícil, inclusive porque apareceu só recentemente para a política estadual, parece ser o caso do nome mais vinculado a Yeda Crusius. No caso, Cláudio Diaz, presidente estadual do PSDB. Se ela renovar o mandato, e ele também, mandará muito. Como, consta, é o que acontece já agora.

RIO GRANDE. Tarso pode vencer no 1° turno, diz Datafolha. Ana Amélia lidera corrida ao Senado

10, setembro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

O petista Tarso Genro mantém os 42% de intenção de voto registrados na semana passada, conforme pesquisa divulgada agora há pouco pela Folha de São Paulo e pela RBS, contratantes do trabalho realizado pelo Datafolha. O instituto também aferiu a preferência para o Senado. Nesta, quem está na frente é a pepista Ana Amélia Lemos, com 49%. Confira os detalhes nos dois textos, publicados na versão online da FSP, assinados por Silvio Navarro. A seguir:

Tarso consolida vantagem no RS e pode decidir no 1º turno, diz Datafolha

O candidato do PT ao governo do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, mantém a liderança com folga na disputa, com 42% das intenções de voto, segundo o Datafolha. O percentual é idêntico ao registrado na rodada anterior, de 23 e 24 de agosto.

Os dois adversários na corrida, José Fogaça (PMDB) e Yeda Crusius (PSDB), oscilaram um ponto para baixo cada um. O peemedebista marca 26%, e a tucana, 13%. ..”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI .

Ana Amélia abre vantagem na corrida pelo Senado no RS

Pesquisa Datafolha realizada nos dias 8 e 9 deste mês aponta a jornalista Ana Amélia Lemos (PP) na liderança isolada da corrida pelo Senado no Rio Grande do Sul com 49% das intenções de voto.

Ela cresceu cinco pontos percentuais em relação à rodada anterior, feita nos dias 23 e 24 de agosto, quando aparecia em empate técnico com Germano Rigotto (PMDB), que agora marca 41% –oscilou negativamente um ponto…”

PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE AQUI.

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CONTINUISMO. Pesquisas apontam essa tendência, nos Estados. Rio Grande é exceção

9, setembro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

Em apenas cinco províncias brasileiras, a liderança nas pesquisas pré-eleitorais apontam possível vitória de candidatos oposicionistas. Nas demais, quem já está no governo leva vantagem, maior ou menor, conforme a unidade da federação, sobre seus contendores.

Uma dessas exceções é exatamente o Rio Grande do Sul. Aqui, a oposição está na frente. Com Tarso Genro (PT), nitidamente contra o atual governo estadual. E também com José Fogaça (PMDB), que assim se coloca, embora tenha um comportamento, digamos, ambíguo, na medida em que seu partido também faz parte da aliança que administra o Estado, sob o comando da tucana Yeda Crusius, no momento a terceira colocada nas aferições de intenção de voto.

Mas, quais as causas desse comportamento que, no geral, é continuista? Essa é uma das facetas do material divulgado em excelente reportagem publicada pelo jornal O Estado de São Paulo. A reportagem é de Daniel Bramatti e José Roberto de Toledo. Confira:

Eleição para governos é marcada por continuísmo

Nas eleições para os governos estaduais, a tendência indicada pelas pesquisas até o momento é de uma onda continuísta. Candidatos à reeleição ou apoiados pelos atuais governadores estão à frente em 16 Estados. Em apenas cinco unidades da Federação há oposicionistas na liderança.

Nos restantes seis Estados há empate técnico na primeira colocação. Os dados são de pesquisas do instituto Ibope feitas entre agosto – a maioria a partir da segunda quinzena – e setembro.

Beneficiados pelo alto grau de satisfação da população com suas vidas – fator detectado em diversas pesquisas -, praticamente todos os candidatos à reeleição são líderes isolados ou em situação de empate técnico.

Das 20 unidades da Federação onde há boas chances de a eleição para governador terminar já no primeiro turno, em 16 quem está na frente são candidatos de situação.

Candidatos da oposição só têm viabilidade eleitoral onde os atuais governos são mal avaliados – Rio Grande do Sul e Pará, por exemplo – ou onde a situação inexiste – caso do Distrito Federal, que mergulhou em uma crise com a renúncia de José Roberto Arruda (ex-DEM), envolvido em denúncias de corrupção…”

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