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MOBILIDADE URBANA. Agência de Desenvolvimento abre, nesta segunda, nova frente de discussão sobre Santa Maria

É o chamado Grupo de Trabalho sobre Mobilidade Urbana e Rodovias. O início da discussão se dá nesta segunda-feira, promovido, organizado e tutelado pela Agência de Desenvolvimento de Santa Maria. A Adesm vai debater o tema, aliás estratégico para a boca do monte, com a primeira reunião acontecendo a partir das 2 da tarde.

Mais detalhes sobre o GT e onde ele pode desembocar, entre outras informações, você fica sabendo através de material produzido e distribuído pela assessoria de imprensa da Adesm. A reportagem é de Fabrício Minussi. A seguir:

ADESM inicia discussões sobre mobilidade urbana e rodovias

O Fórum Temático de Infraestrutura da Agência de Desenvolvimento de Santa Maria (ADESM) realiza na segunda-feira (27) a primeira reunião do Grupo de Trabalho (GT) que tratará das questões relacionadas à mobilidade urbana e rodovias. A reunião está marcada para às 14h, no Auditório do Centro de Desenvolvimento Empresarial (CDE).

A iniciativa faz parte do movimento “A Santa Maria que Queremos”, que tem por objetivo construir uma agenda estratégica com visão de longo prazo em parceria com a sociedade para Santa Maria. A comunidade é convidada a participar da reunião de segunda-feira, sugerindo e propondo idéias e alternativas que venham a contribuir com os trabalhos coordenados pela ADESM.

Representantes da Secretaria de Município de Controle e Mobilidade Urbana, Escritório da Cidade, Associação dos Transportadores Urbanos (ATU) de Santa Maria, Sindicato das Transportadoras de Santa Maria (SINDISAMA) e outras entidades ligadas ao tema proposto também estão sendo convidadas a participar da abertura dos trabalhos do GT de mobilidade urbana e rodovias.

Na última terça-feira (21), o GT que discute plataforma logística multimodal e aeroporto esteve reunido na sede da ADESM para nivelar as informações levantadas no decurso das atividades desenvolvidas pela Prefeitura e para buscar subsídios que devem constar num pré-projeto a ser enviado ao Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (DNIT).

Nos próximos dias o SINDISAMA deve apresentar um estudo com as demandas real e concreta, por segmento, de cargas em Santa Maria. As informações que serão disponibilizadas pelo presidente da entidade, Paulo Brondani, “visam demonstrar e justificar que a cidade oferece demanda para ser atendida por um terminal logístico de cargas”, afirmou o presidente da ADESM, Vilson Serro.

Também no dia 21 a diretoria da Agência esteve reunida em seu tradicional encontro semanal, na sede da entidade, no CDE. Na oportunidade, foram discutidos assuntos pertinentes à organização do Fórum Temático de Desenvolvimento. Também foi feita uma avaliação do Planejamento Estratégico, realizado no último sábado (18), no Instituto São José.

O calendário de atividades da ADESM prossegue com a reunião do GT de saneamento, que ocorre dia 30, às 16h, no Auditório do CDE. Na mesma data, no Auditório da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de Santa Maria (CACISM), às 18h, será lançado o Fórum Temático de Desenvolvimento. Na oportunidade será proposta a criação de três GTs que tratarão, especificamente, do desenvolvimento sustentável; empreendedorismo, inovação e tecnologia; e economia solidária.”

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EMPRESAS. Quem, de SM, quiser virar parceiro da Petrobrás, tem que se cadastrar. E não custa nada

No meio da semana passada estiveram em Santa Maria representantes da Federação das Indústrias do Estado do RS (FIERGS) e da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), da Petrobras. O tema foi bem explicado no encontro havido no auditório da Câmara de Comércio, Indústria e Serviços de SM (Cacism), promotora da vinda dos executivos.

Para saber o que foi dito e, principamente, como fazer para tentar virar fornecedor da maior empresa brasileira, acompanhe material produzido pela assessoria de comunicação da Cacism e originalmente publicado no informativo eletrônico da entidade. A seguir:

Empresas da cidade querem ser parceiras da Petrobras

A oportunidade de empresas locais se cadastrarem como parceiras da Petrobras está aberta. Na tarde de quarta-feira, dia 18, representantes da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) e da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap) estiveram no auditório da CACISM. O encontro reuniu empresários locais que se interessam em buscar chances para ser parceiros comerciais da petrolífera.

Visando mapear as competências das empresas gaúchas, o gestor de fornecedores da Refap, Elvis Mozeleski da Silva, esclareceu o mapeamento das cadeias produtivas e explicitou os benefícios da parceria. Oportunidades industriais, tecnológicas e sociais, além de boas chances para micro e pequenas empresas estão entre as vantagens de ser um fornecedor.

Os objetivos dessa parceria são motivar e disponibilizar maior visibilidade às empresas, além de facilitar a inclusão das mesmas nos cadastros da Petrobras. “A Petrobras não compra só material, compra também serviços. Se temos capacidade de fornecer para a Petrobras, podemos fornecer para qualquer parte do mundo”, enfatizou Molezeski.

O executivo da Fiergs, Alexandre Benites, explicou o passo-a-passo para o cadastramento das empresas. Para ter a chance de ser um fornecedor, é preciso efetuar o cadastro pela ferramenta web desenvolvida no site da Fiergs (www.fiergs.com.br), e escolher entre o “Cadastro Corporativo” e “Cadastro Local”. Nesse espaço, as empresas terão autonomia para atualizarem seus dados. Não há custos para se cadastrar. Para a representante da Fiergs, Ângela Cauduro, além de dar visibilidade aos empreendimentos, o cadastro facilita a aproximação entre fornecedores e potenciais demandantes.

“A contribuição das empresas é importante, para garantir o investimento”, ressaltou o gestor Elvis Mozeleski. Durante esse ano, estão previstos cerca de US$ 224 bilhões no plano de investimento da Petrobras. Deste valor, 95% são investidos no Brasil.”

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ECONOMIA SOLIDÁRIA. Feiras dizem até logo. Próximo evento já tem data marcada

Um grande abraço coletivo, chamado e incentivado pelo bispo Dom Hélio Rubert. A leitura da Carta Final (que você pode conferir na seção artigos, onde a publiquei há instantes, conforme link que você acessa ao final deste texto). E o anúncio da data do próximo evento: entre 8 e 10 de julho de 2010.

Abraço coletivo no fim da Feira. E anúncio do próximo grande evento da economia solidária

Isso, e mais um sem número de dados positivos, tudo só poderia servir de motivo para a comemoração da irmã Lourdes Dill, em nome do projeto Esperança/Cooesperança, a coordenadora geral da 6ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e da 17ª Feira Estadual do Cooperativismo, encerradas ontem à tardinha no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheister.

Os detalhes de tudo isso, e mais alguma coisa, você encontra no material produzido pela assessoria de imprensa dos eventos. O texto e a foto são de Tiago Machado. Acompanhe:

Encerramento da Feira da Economia Solidária já lança evento do ano que vem

Nem havia sido encerrada a 6ª Feira da Economia Solidária dos Países do Mercosul e 17 Feira Estadual do Cooperativismo Alternativo (Feicoop) quando foi divulgada, no final da tarde deste domingo (11), a data da feira no ano que vem. Em 2011, o evento acontecerá de 8 a 10 de julho e as primeiras reuniões preparativas já iniciam nesta semana. A data foi anunciada pela coordenadora geral da Feicoop, irmã Lourdes Dill. A coordenadora comemorou muito os números da feira deste ano: 140 mil visitantes, dado calculado pela Brigada Militar, 780 expositores, quatro mil grupos de economia solidária em rede presentes, 11 países e 425 municípios representados. E durante os três dias de evento não foi registrada nenhuma ocorrência policial. “Só há ocorrências onde há vícios e a feira não é um espaço para isso, é um espaço para a construção, para o debate e para a solidariedade”, ressaltou.

Durante a solenidade de encerramento, foram lidas moções dos povos indígenas e a carta da 6ª Feira de Economia Solidária. O documento foi produzido em conjunto pelos diversos grupos e entidades que participaram do evento. Além destacar todas as atividades desenvolvidas na feira, a carta propõe uma série de compromissos para o fortalecimento da economia solidária e do cooperativismo. Entre eles a ampliação do orçamento destinado para os setores produtivos e para os segmentos que têm compromisso com a geração de trabalho e renda.

A solenidade foi encerrada com a música de Antônio Gringo e com um grande abraço coletivo promovido pelo bispo Dom Hélio Adelar Rubert, o qual reuniu mais de 200 pessoas. Em 2011, de 8 a 10 de julho, toda esta mobilização de público, de atividades e de debates retorna a Santa Maria.”

PARA LER A CARTA FINAL DE SANTA MARIA, CLIQUE AQUI.

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