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TOMA!!! US$ 350 bi em reservas são colchão brasileiro contra nova crise ianque

O “Toma!!!” do título é coisa do Pedro. E, presumo, de todos os quase-pré-adolescentes-e-adolescentes. Quer dizer alguma coisa como o “viu só” de antigamente. Objetivamente, o Brasil está preparado (e quem diz são os especialistas, não este editor, que pouco ou nada entende) para enfrentar uma nova crise ianque. Isso mesmo, começou lá, com os irmãos do norte.

Ah, e o que são essas tais reservas internacionais, e o que significam, para o mundo real? Confira a reportagem publicada na editoria de Economia do portal Terra. A seguir:

Reservas internacionais – “Colchão” ajuda a controlar o câmbio e ameniza crise

Pela primeira vez na história as reservas internacionais brasileiras (depósitos de moeda estrangeira, ouro e direitos especiais de saque e posição junto ao Fundo Monetário Internacional ) superaram a marca dos US$ 350 bilhões, de acordo com o Banco Central. E há uma série de motivos para esse valor acumulado que, no caso brasileiro, é feito na maior parte em moeda americana. O principal argumento é que um bom volume de recursos guardados funciona como um seguro contra crises internacionais.

Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper, explica que países que têm mais reservas são vistos como mais seguros porque poderão passar melhor por abalos. “Em caso de uma grande fuga de capitais, por exemplo, se o país precisar usar recursos de emergência, ele busca nas reservas que acumulou. Se faltar linhas de financiamentos em dólares no exterior em função de uma crise internacional, o país com bom volume de reservas pode manter suas importações pagando normalmente em moeda americana, que tem circulação internacional ao contrário do real”, exemplifica.

Rocha cita a crise do petróleo nos anos 70, quando o Brasil precisava importar e não tinha reservas suficientes para dizer que pagaria a conta e não era deficitário. “Hoje pode dizer isso. Antes era impossível comprovar que…”

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11 DE SETEMBRO. Um debate e tanto. E o “primeiro turno” acontece nesta segunda

Um “Cultura na Sedufsm” diferente. Não no conteúdo – a discussão em torno de um tema importante. É o caso do “11 de Setembro” e suas decorrências planetárias. Mas na forma – em duas etapas, com debatedores diferentes e temas idem, mas obviamente correlato o principal.

Tudo começa nesta segunda-feira, com a participação do jornalista Luiz Antônio Araújo, que viveu bem de perto uma das conseqüências do “11”, as guerras no Afeganistão e no Iraque. O “segundo turno” acontece na próxima semana. Mais detalhes você tem no material produzido e distribuído pela assessoria de imprensa da Seção Sindical dos Docentes da UFSM, a promotora do evento. O texto é de Fritz R. Nunes, com ilustração da J. Adams Propaganda. A seguir:

Cultura na Sedufsm debate o 11 de Setembro

Debater os reflexos mundiais dos atentados de 11 de setembro, uma década depois. Esse é o objetivo do Cultura na SEDUFSM do mês de agosto, que será dividido em duas etapas. Nesta segunda, 22, a partir das 19h, a discussão será sobre “O papel da imprensa nas guerras do Oriente Médio“, com o jornalista de Zero Hora, Luiz Antônio Araújo, que participou de coberturas de conflitos importantes, e o professor de jornalismo da UFSM e presidente da SEDUFSM, Rondon de Castro. A coordenação será do professor da UFSM, Humberto Gabbi Zanatta.

Os debatedores analisarão a cobertura da imprensa sobre conflitos como o do Afeganistão e do Iraque a partir de um documentário que será exibido: “A guerra que você não vê“, de John Pilger.

O Cultura na SEDUFSM para debater o 11 de setembro terá seu segundo momento no dia 29, também às 19h, tendo como tema:  “Terrorismo e os reflexos do 11 de setembro”, que será abordado por Osvaldo Coggiola, economista e professor de História Contemporânea da Universidade de São Paulo (USP).

Coggiola é autor de inúmeras obras, entre as mais recentes: “O Craque de 1929 e a Grande Depressão da década de 30” e “Islã histórico e Islamismo político”. A coordenação da atividade será do professor de História da UFSM, Carlos Henrique Armani.

O Cultura na SEDUFSM é um projeto criado pela Seção Sindical dos Docentes da UFSM, ainda em 2005, e que atinge a sua 48ª edição. Todos os eventos promovidos são gratuitos e abertos à comunidade, transcorrendo no auditório da entidade, localizado à rua André Marques, 665.”

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CULTURA NA SEDUFSM. 11 de Setembro, “guerra ao terror” e seus pífios resultados

O jornalista cobriu os fatos posteriores ao 11 de Setembro. E bem de perto

Na (nem sempre) modesta opinião deste editor, a Seção Sindical dos Docentes da UFSM se excedeu. E positivamente, é bom realçar. Me refiro à 48ª edição da tradicional promoção “Cultura na Sedufsm”, evento de debates dos grandes temas. Alguns nem sempre contemplados pelos tradicionais promotores desse tipo de encontro.

Pois, nessa, o assunto é o “11 de setembro” e suas decorrências. E, mesmo, os antecedentes. Tão importante que (salvo engano) nunca antes houve a separação em dois dias. E o primeiro traz a Santa Maria um santa-mariense talentoso, nascido, criado e formado aqui (tive o privilégio de trabalhar com ele, no fim dos 80, n’A Razão) e que exerce o jornalismo na capital. Mais que isso, esteve no palco de conflitos importantes pós-11 de setembro. Me refiro a Luiz Antônio Araújo, do jornal Zero Hora.

O que ele fará aqui, com direito a uma entrevista exclusiva, e mais outras informações sobre o “Cultura na Sedufsm”, chegam através do material produzido pela assessoria de imprensa da entidade docente. O texto é de Fritz R. Nunes, com foto do arquivo pessoal de Araújo. Acompanhe:

Resultados da ‘Guerra ao Terror’ foram pífios

…Após os atentados de 11 de setembro de 2001, quando aviões foram lançados contra as torres gêmeas, em Nova York, e contra outros símbolos norte-americanos, o governo de George W. Bush empreendeu o que foi chamado de “Guerra ao Terror”. Primeiro, a invasão militar do Afeganistão (ainda em 2001) e depois o Iraque, no início de 2003. A justificativa foi de que esses dois países abrigavam terroristas que eram uma ameaça aos Estados Unidos. Passados 10 anos, qual o resultado de toda essa política? Para o jornalista de Zero Hora (grupo RBS), Luiz Antônio Araújo, 44 anos, que esteve na cobertura das invasões do Afeganistão e do Iraque, os resultados da “guerra ao terror” foram pífios.

Araújo, que é autor da obra “Binladenistão” (lançada em 2009), ressalta que valeu a pena “para a indústria armamentista e algumas empreiteiras que abocanharam a reconstrução desses países”. O escritor, que lança em breve um novo livro – Guerra do Afeganistão, a imprensa brasileira foi e viu-, participa em Santa Maria, na próxima segunda, 22 de agosto, às 19h, do Cultura na SEDUFSM proposto para debater os reflexos do 11 de setembro. Luiz Antônio e o professor da UFSM, Rondon de Castro, analisam o papel da imprensa na cobertura dessas guerras, à luz do documentário “A guerra que você não vê”, de John Pilger, que será exibido a partir das 19h, na sede do sindicato (André Marques, 665). O tema da 48ª edição do Cultura na SEDUFSM prossegue na segunda, 29 de agosto, às 19h, com a palestra do professor de História da USP, Osvaldo Coggiola, que abordará “O terrorismo e os reflexos do 11 de setembro”.

Acompanhe a seguir a entrevista concedida ao site SEDUFSM pelo jornalista Luiz Antônio Araújo:

P- Passados 10 anos dos atentados de 11 de setembro, qual o balanço que se pode fazer dos reflexos desse episódio para o planeta?

R- O 11 de Setembro foi uma atrocidade na qual morreram mais de 3 mil pessoas, incluindo três brasileiros, a imensa maioria delas sem qualquer relação política ou profissional nem compromisso com a condução dos assuntos externos dos Estados Unidos. Foi um crime bárbaro, comparável a tantos na inútil história do terrorismo, e serviu de pretexto para duas guerras, no Afeganistão e, indiretamente, no Iraque. Ponto. Mas é evidente que o 11 de Setembro não foi um raio em céu azul. Se quisermos entendê-lo, teremos de investigar a história do Oriente Médio e da Ásia Central no final do século 20, especialmente depois do fim da União Soviética e da Guerra Fria. É isso que tento fazer em meu livro “Binladenistão – Um Repórter Brasileiro na Região mais Perigosa do Mundo”. Quanto aos seus reflexos, foram desastrosos para toda a humanidade. Afirmar que a manutenção de 100 mil soldados americanos no Afeganistão para defender um governo corrupto como o de Hamid Karzai se justifica por propósitos humanitários e democráticos é uma piada de mau gosto e um insulto à memória dos mais de 1,6 mil homens das forças armadas americanas que perderam a vida lá, incluindo um brasileiro, Raphael Arruda, de apenas 21 anos. A própria secretária de Estado, Hillary Clinton, chamou o Afeganistão de “narcoestado” em 2009 (ela certamente estava pensando nas ligações da família Karzai com o narconegócio). E não podemos esquecer que…” 

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11 DE SETEMBRO. 10 anos depois, a reflexão do episódio, no “Cultura da Sedufsm”

Uma proposta pra lá de interessante, esta da Seção Sindical dos Docentes da UFSM, na sua tradicional promoção “Cultura na Sedufsm”. Afinal, qual o significado do episódio que completa, agora, uma década exata? Inclusive, aliás, o papel ocupado e exercido pela imprensa diante da queda das Torres Gêmeas e o que se seguiu.

Não sei se já aconteceu antes, mas a entidade, inclusive, dividiu o evento em dois. O certo é que faz sentido, como você pode verificar no material produzido e distribuído pela assessoria de imprensa da Sedufsm. O texto é de Fritz R. Nunes, com ilustração da J. Adams Propaganda. A seguir:

Cultura na SEDUFSM debate reflexos do 11 de setembro

Debater os reflexos mundiais dos atentados de 11 de setembro, passados exatos 10 anos. Esse é o objetivo do Cultura na SEDUFSM do mês de agosto, que será dividido em duas etapas: nos dias 22 e 29 de agosto, ambas na sede do sindicato dos docentes da UFSM, localizado à rua André Marques, 665.

A primeira atividade, no dia 22, inicia às 19h, e terá como título “O papel da imprensa nas guerras do Oriente Médio”, e terá como debatedores o jornalista e escritor Luiz Antônio Araújo, autor de “Binladenistão”, e o professor de jornalismo da UFSM, Rondon de Castro, que abordarão o tema à luz do documentário “A guerra que você não vê”, de John Pilger. A coordenação será do professor Humberto Gabbi Zanatta.

A atividade seguinte, no dia 29, também às 19h, terá como título “Terrorismo e os reflexos do 11 de setembro”, que será abordado por Osvaldo Coggiola, economista e professor de História Contemporânea da Universidade de São Paulo (USP). Coggiola é autor de inúmeras obras, entre as mais recentes: “O Craque de 1929 e a Grande Depressão da década de 30” e “Islã histórico e Islamismo político”. A coordenação da atividade será do professor de História da UFSM, Carlos Henrique Armani.

O Cultura na SEDUFSM é um projeto criado pela Seção Sindical dos Docentes da UFSM, ainda em 2005, e que atinge a sua 48ª edição.  Todos os eventos promovidos são gratuitos e abertos à comunidade.

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CÂMBIO IRRELEVANTE. Nova crise ianque. Viva o mercado interno, a saída da economia

É uma teoria. Mas faz sentido. Já que os ianques acabaram, por moto próprio, com sua moeda (que já não é grande coisa faz tempo, aliás), fica meio sem sentido explorar o mercado externo. Então, o câmbio e seus problemas ficaram irrelevantes, na discussão do futuro da economia brasileira.

Atenção, não é necessariamente uma tese claudemiriana. Mas que tem o seu senso, ah, tem. E aí, qual a saída? Mais ou menos óbvia, mas dá bastante trabalho. Qual, mesmo? Ela está bem exposta em material produzido e distribuído pela Agência Brasil. A reportagem é de Pedro Peduzzi. Acompanhe:

Mercado interno salvará Brasil de nova crise, avalia ex-analista do BC

O mercado interno salvará novamente o Brasil de uma crise econômica mundial. A previsão é do ex-analista econômico do Banco Central (BC) e membro do Conselho Federal de Economia Newton Marques. Para ele, questionar o câmbio neste momento de rebaixamento da nota da dívida dos Estados Unidos (EUA) é “discurso morto”, porque não haverá mercado satisfatório no exterior.

“O dólar está caindo no mundo inteiro. Isso desmotiva a venda [por parte dos empresários brasileiros] para o exterior. Só que com a crise atual não haverá, no exterior, motivação nem mercado para a compra de produtos brasileiros. Discutir câmbio, portanto, virou discurso morto, porque, na verdade, o que faltará é mercado externo”, disse à Agência Brasil o economista que é também professor da Universidade de Brasília (UnB)…”

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NA CÂMARA. Governo explica aos deputados como vai enfrentar a (nova) crise ianque

Dois fatos importantes (na medida em que MPs trancar pauta já virou algo corriqueiro) marcam a Câmara dos Deputados, neste início de semana. Um é a ida de uma penca de graúdos do governo. Os ministros explicarão as medidas para evitar que a (nova) crise ianque afete o País.

Tão ou mais importante que isso, também, é uma reunião que acontece terça-feira. Nela, serão definidos, a pedido do presidente da Câmara, Marco Maia (PT), e por sugestão dos partidos, quais os temas que merecerão prioridade na votação, nos próxmios dois meses.

Sobre uma e outra coisa, e também mais informações, vale a pena acompanhar material produzido pela Agência Câmara de Notícias. A reportagem é de Eduardo Piovesan. A seguir:

Debate sobre a crise mundial é o destaque do Plenário

A sessão de debates sobre a crise internacional é o destaque do Plenário na segunda semana de agosto. A pauta das sessões ordinárias está trancada  por quatro medidas provisórias e por um projeto de lei com prazo de urgência constitucional  vencido – o PL 1209/11, que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).

Marcada para as 15 horas de terça-feira (9), a comissão geral  contará com a presença dos ministros da equipe econômica, que explicarão as medidas do governo para conter o impacto, no Brasil, da crise fiscal dos Estados Unidos e da Europa. Eles também deverão falar sobre a nova política industrial anunciada no dia 2.

São esperados o ministro da Fazenda, Guido Mantega; da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante; e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel; além de convidados indicados pelos partidos.

Agenda do semestre

Também na terça-feira, na reunião do Colégio de Líderes, o presidente Marco Maia irá propor um calendário de votações para os próximos dois meses, incluindo matérias sugeridas pelos partidos.

Entre as mais polêmicas, estão o segundo turno da proposta de emenda à Constituição que define o piso nacional dos policiais e bombeiros (PECs 446/09 e 300/08) e a regulamentação de recursos para a saúde previstos na Emenda Constitucional 29 (PLP 306/08)…”

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NÃO CUSTA LEMBRAR. A crise ianque, as reservas em Dólar e o que o Cara dizia

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 18 de julho de 2009, um sábado:

”Nunca antes…” Reservas brasileiras batem estratosféricos US$ 209,5 bi. É um supercolchão!

Na fase mais aguda da crise, o Banco Central repassou quase US$ 40 bilhões a empresas e bancos nacionais, na forma de empréstimo. Tudo para garantir um mínimo de normalidade e, mais que isso, ter a certeza de que os efeitos da crise ianque pudessem ser minorados no País. Como todos estão mais carecas do que o repórter de tanto saber que está dando certo, agora o governo tem motivos para comemorar. Ao mesmo tempo em que o Brasil já começa a se destravar economicamente, ainda recuperou o troco emprestado e, mais que isso, ampliou as suas reservas em moeda forte num nível nunca antes alcançado na história.

Pooois é. Trata-se de mais uma que o Presidente Lula pode dizer – ao lado de ter pago todo o empréstimo feito por Fernando Henrique Cardoso (US$ 41 bilhões -: está disponível um supercolchão para defender as finanças nacionais…”

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PASSADOS EXATAMENTE DOIS ANOS da publicação da nota, já faz algum tempo, mas é mais que hora de reconhecer: foram aquelas medidas, adotadas pelo presidente Lula, combinada com uma grande reserva em moeda estrangeira, entre outros fatores, que fizeram da crise ianque apenas uma marolinha no Brasil. Exatamente como o Cara afirmava, na época.

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ECONOMIA SOLIDÁRIA (32). Em debate, a Aliança Bolivariana, um contraponto à Alca

Irmã Lourdes: críticas à Alca e a importância do Levante da Juventude, para a feira

Na Feira de Economia Solidária, jovens discutem a Aliança Bolivariana e o trabalho no campo

POR Maiquel Rosauro (texto e foto)

O terceiro e último dia da 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e a 18ª Feira Estadual do Cooperativismo (Feicoop), em Santa Maria, iniciou com o Seminário Internacional dos Movimentos Sociais para Aliança Bolivariana para as Américas (Alba). O debate ocorreu no Lonão Oceania, no Parque da Medianeira. 

Os jovens que fazem parte do 7º Levante da Juventude compareceram em peso ao local, que não foi capaz de abrigar todo o público. Muitos jovens também se abrigaram na estrutura vizinha, o Lonão América Latina, para acompanharem as discussões.

A Alba representa uma tentativa de integração econômica regional que não se baseia essencialmente na liberalização comercial, mas em uma visão de bem-estar social, troca e de mútuo auxílio econômico. Fazem parte da Alba, hoje, Cuba, Venezuela, Bolívia, Antígua e Barbuda, Equador, São Vicente e Granadinas, Dominica e Nicarágua.

A coordenadora do Projeto Esperança/Cooesperança, irmã Lourdes Dill, foi uma das debatedoras. Ela criticou a Área de Livre Comércio das Américas (Alca), chamou atenção para a importância da Alba e disse que hoje não há como fazer a Feira de Economia Solidária sem o Levante da Juventude. Ele também destacou a importância da luta pelo trabalho na área rural.

- Queremos que muitos jovens fiquem no campo. Não adianta todos quererem vir para a cidade porque assim vamos enfraquecer a produção rural. Se deixarmos, as grandes indústrias tomam conta de tudo e plantam eucaliptos ao invés de alimentos – ressaltou a irmã.

Os eventos de economia solidária iniciaram na sexta-feira e terminam hoje, no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter. A cerimônia de encerramento inicia às 18h. Além da 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e 18ª Feicoop, fazem parte do evento a 11ª Mostra da Biodiversidade; 7º Seminário Latino Americano de Economia Solidária e Feira de Agricultura Familiar; 7ª Caminhada Internacional e Ecumênica pela Paz e 7º Levante da Juventude. 

OBSERVAÇÃO: Maiquel Rosauro é da assessoria de imprensa do evento.

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ECONOMIA SOLIDÁRIA (27). Uruguaias vieram pela primeira vez. E comemoram vendas

Uruguaias comemoram boas vendas

POR Maiquel Rosauro (texto e foto)

As uruguaias Suzi Lemes e Natividade Lemes participam pela primeira vez da 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e 18ª Feira Estadual do Cooperativismo (Feicoop), em Santa Maria. Segundo elas, o bom movimento neste sábado tem ajudado na comercialização.

Suzi e Natividade: faceiras com os resultados

- Trouxemos potes de melado que produzimos artesanalmente em Montevidéu – relata Suzi.

As uruguaias decoraram seu estande com a bandeira de seu país. Se forem bem de vendas nesta edição, eles pretendem voltar em 2012.

A 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e 18ª Feicoop iniciaram ontem, no Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter. Também ocorre em paralelo a 11ª Mostra da Biodiversidade; 7º Seminário Latino Americano de Economia Solidária e Feira de Agricultura Familiar e 7º Levante da Juventude. O encerramento será amanhã à tarde.

OBSERVAÇÃO: Maiquel Rosauro é da assessoria de imprensa do evento.

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ECONOMIA SOLIDÁRIA (25). Argentinos não esquecem seu país e festejam, na feira, a proclamação da independência

Argentinos celebram sua independência na feira

POR Maiquel Rosauro (texto e foto)

A Argentina comemora neste sábado a proclamação de sua independência da monarquia espanhola. O fato que ocorreu em 9 de julho de 1816, em Tucumán, foi lembrado pelas dezenas de argentinos que participam da 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e 18ª Feira Estadual do Cooperativismo (Feicoop), em Santa Maria.

Independência argentina: sim, eles festejaram na feira

No final da manhã, um grupo de visitantes de Buenos Aires começou a entoar o hino de seu país em um dos corredores do Centro de Referência em Economia Solidária Dom Ivo Lorscheiter. Diversas bandeiras tremulavam enquanto o cântico era entoado.

- Estamos comemorando a nossa independência dos espanhóis – disse Maria Elena Salas, que comercializa artesanato na feira.

Razia estava acompanhada da artesã Romina Alarcõn. Esta é a segunda vez que as duas participam do evento.

A 7ª Feira de Economia Solidária do Mercosul e a 18ª Feicoop iniciaram ontem em Santa Maria. Também ocorre em paralelo a 11ª Mostra da Biodiversidade; 7º Seminário Latino Americano de Economia Solidária e Feira de Agricultura Familiar e 7º Levante da Juventude. O encerramento será amanhã à tarde.

OBSERVAÇÃO: Maiquel Rosauro é da assessoria de imprensa do evento.

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BRASIL E O MUNDO. Daqui a pouco, começa a eleição que pode levar ex-ministro de Lula à direção geral da FAO

Formado em agronomia e com pós-doutorado em estudos latino-americanos pela Universidade da Califórnia, o ex-ministro José Graziano da Silva, de 61 anos, e ex-ministro de Segurança Alimentar e Combate à Fome, no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, poderá ser o novo Diretor Geral da FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.

Graziano é um dos cinco candidatos e é apontado como um dos favoritos, contra, principalmente, o indonésio Indroyono Soesilo. Mais detalhes da disputa que começa daqui a pouco, às 5 e meia da manhã (horário de Brasília) você encontra no material produzido pela Agência Brasil. A reportagem é de Renata Giraldi. Confira:

FAO define nova direção-geral e brasileiro é um dos favoritos ao cargo

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) define neste domingo (26) o novo diretor-geral da entidade que comandará o órgão de janeiro de 2012 a julho de 2015. Apontado como um dos favoritos ao posto, o ex-ministro brasileiro de Segurança Alimentar e Combate à Fome José Graziano da Silva concorre com mais cinco candidatos. O futuro diretor-geral vai substituir o senegalês Jacques Diouf, que se manteve 17 anos na FAO.

A eleição na FAO começa às 10h30 (horário de Roma e 5h30 de Brasília) e deve acabar por volta das 15h (10h em Brasília). Disputam com Graziano o cargo de diretor-geral o austríaco Franz Fischler, o indonésio Indroyono Soesilo, o iraniano Mohammad Saeid Noori Naeini, o iraquiano Abdul Latif Rashid e o espanhol Miguel Ángel Moratinos.

Para especialistas, os candidatos com mais chance de vitória são Graziano, o indonésio  Soesilo e o espanhol Moratinos. A desvantagem de Moratinos é que o partido político ao qual ele é ligado perdeu força nos últimos meses. A tendência, segundo especialistas, é que o austríaco Fischler abra mão da disputa em favor do espanhol…”

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PARA SABER MAIS SOBRE JOSÉ GRAZIANO DA SILVA, CLIQUE AQUI.

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LUNETA ELETRÔNICA. Haddad rifado, Tarso e uruguaios, SAMU na TV Santa Maria, “Pensando o Direito”, o cinema e os nerds…

* Fernando Haddad já não está nos planos da Presidente Dilma Rousseff. E há até quem pense numa “saída honrosa” para o ainda ministro da Educação.

* Enfim, Haddad estaria sendo rifado do ministério. E a tal “saída” poderia ser a candidatura a prefeito de São Paulo, como INFORMA o jornalista Jorge Félix, na seção “Poder Online”, do portal iG.

* Nesta segunda-feira, o governador Tarso Genro recebe uma comitiva uruguaia, liderada pelo vice-ministro de Relações Exteriores, Roberto Conde.

* A vinda do presidente do Uruguai, José Mugica, está na pauta. Mas não é apenas isso, conforme o assessor de cooperação e relações internacionais do governo gaúcho, Tarson Nuñes.

* Na agenda do encontro constam, também, conforme a assessoria de imprensa do Palácio Piratini, citando Nuñez, é consolidar a integração entre o Estado e o Uruguai.

* A ideia é avançar, entre outros, em projetos nas áreas de infraestrutura e lojística, cultura e até integração entre os setores de segurança para coibir o contrabando e o tráfico.

* Na Assembleia Legislativa, neste primeiro dia da semana, acontece audiência pública na Comissão de Agricultura, presidida por Chicão Gorski (PP).

* O tema em debate é o novo Código Florestal Brasileiro, aprovado mês passado na Câmara dos Deputados e que, agora, tramita nas comissões técnicas do Senado.

* Uma interessante, e atualíssima, questão será o tema do programa “Análise, Santa Maria em Debate”, a partir das 10 da noite desta segunda, na TV Santa Maria.

* Convidados debaterão o tema Saúde pública em Santa Maria e o mote é o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência”, devendo derivar igualmente para assuntos correlatos.

* A TV Santa Maria pode ser vista no canal 19 (Net) e também no sítio de internet www.santamaria.tv.br, no IPhone ou IPad.

* Agora, cultura. E pelo menos dois fatos merecem destaque. Um na terça-feira. É o lançamento do livro “Pensando o Direito Volume 2”, que tem como um dos organizadores o Promotor de Justiça e escritor, João Marcos Adede y Castro.

* O ato literário acontece a partir das 7 da noite, na Ulbra Santa Maria. É no hall, em frente a auditório, no Campus da Universidade.

* Outro é nesta segunda-feira, com mais um filme exibido no ciclo do Cineclube Lanterninha Aurélio e que homenageia os Nerds.

* Será exibido “De volta para o Futuro”, o primeiro filme da trilogia que se tornou um dos maiores clássicos dos anos 80, com direção de Roberto Zemeckis, e com Michael Fox no elenco.

* O ciclo, chamado “Orgulho Nerd”, ainda terá a exibição, na próxima segunda-feira, dia 27, do filme Matrix.

* Ah, a sessão de hoje começa às 7 da noite, no auditório da Cesma, na rua Professor Braga. A entrada é gratuita.

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SAIBA POR QUÊ. Pimenta abre mão de convite de Harvard para debater no seminário “Brasil no Século 21”

Um grupo restrito de parlamentares, escolhidos pelos organizadores por serem, no entender deles, protagonistas no Brasil da próxima década, foi convidado a participar de um seminário na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Entres esses poucos está o santa-mariense Paulo Pimenta (PT). Que, no entanto, decidiu abrir mão do convite. É? Por quê? As explicações estão em material produzido pela assessoria do parlamentar, em texto do jornalista Fabrício Carbonel. Lá embaixo, você encontra também o link em que é possível conferir o convite e outros detalhes do evento em território ianque. A seguir:

Pimenta recebe convite para simpósio em Harvard

O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) está entre um restrito número de parlamentares convidados para participar do Seminário que discutirá o “Brasil no Século 21”, na Universidade de Harvard, Estados Unidos. Segundo a Universidade, Pimenta foi relacionado para integrar a lista dos participantes por pertencer a “um seleto grupo de líderes brasileiros – atuais e futuros – provenientes dos principais setores da sociedade e que terão papéis de destaque no Brasil na próxima década”, diz o convite.

Entretanto, devido ao acúmulo de funções, como coordenador da Bancada Gaúcha no Congresso, coordenador do Grupo de Trabalho criado para sistematizar os instrumentos de participação popular da Câmara dos Deputados e único gaúcho indicado pelo Partido dos Trabalhadores para composição titular do Parlamento do Mercosul, Pimenta já comunicou a organização de Harvard que, por incompatibilidade de agenda, não comparecerá ao evento.”

CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O CONVITE A PIMENTA

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CINEMA. Parceria entre Iecine e instituto uruguaio permite sessão inédita no RS

Esta informação me chega através do santa-mariense Luiz Alberto Cassol, presidente do Conselho Nacional de Cineclubes e diretor do Instituto Estadual de Cinema. O intercâmbio entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, que vale em todas as áreas, conforme o interesse já demonstrado pelo governador Tarso Genro, começa a render frutos.

Um deles na área cultural e mais exatamente no cinema. O quê? Saiba, conferindo o material produzido pela assessoria de comunicação do Iecine. O texto é da jornalista Mônica Kanitz. A seguir:

 “Pré-estreia inaugura parceria cultural entre RS e Uruguai

A produção uruguaia MAL DÍA PARA PESCAR, inédita em Porto Alegre, ganha uma sessão de pré-estréia nesta terça-feira (dia 21 de junho), às 19h, na Sala Norberto Lubisco (térreo da Casa de Cultura Mario Quintana – Andradas, 736). A exibição marca o início da parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura, através do Instituto Estadual de Cinema (Iecine-RS), e o Instituto de Cinema e Audiovisual do Uruguai (Icau). 

Este intercâmbio é resultado de uma política de aproximação entre os governos do Rio Grande do Sul e do país vizinho e na qual, segundo o próprio governador Tarso Genro, o setor audiovisual terá um papel de destaque. A sessão desta terça-feira também anuncia, oficialmente, a realização da 1ª Mostra de Filmes Contemporâneos Uruguaios e do 1º Seminário de Produção e Cooperação Cinematográfica no Mercocul. As atividades serão realizadas na Cinemateca Paulo Amorim em setembro, com a presença de produtores e realizadores dos paises do Conesul e com apoio do Fórum Entre Fronteiras.

A pré-estreia de MAL DÍA PARA PESCAR ainda se insere na homenagem que o governo do Rio Grande do Sul presta ao general Artigas, o grande herói da história do Uruguai nascido há 247 anos. Entre as atividades que marcam a aproximação entre os dois países está a inauguração de um busto do general Artigas na Praça da Alfândega, no centro histórico de Porto Alegre, e um coquetel de confraternização das representações do Brasil e Uruguai na Casa de Cultura Mario Quintana.

MAL DÍA PARA PESCAR é um filme do diretor Alvaro Brechner, de 2009, que participou da Semana da Crítica no Festival de Cannes e ganhou vários prêmios da Associação de Críticos do Uruguai, incluindo melhor filme, direção, ator, roteiro e fotografia. A história gira em torno de um lutador europeu que está em final de carreira e busca uns trocados fazendo apresentações por vilarejos da América do Sul. Seu empresário insiste em apresentá-lo como um atleta extraordinário e invencível, nem que para isso tenha que enganar o público e aplicar pequenos golpes. É uma trama que aborda temas como a amizade e a lealdade, sem deixar de lado a melancolia e o humor tipicamente uruguaios. MAL DÍA PARA PESCAR será exibido na versão original e a sessão tem entrada franca.” 

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COREIA. Na prospecção de investidores, Santa Maria terá mesmos benefícios que Estado concede a Rio Grande

É, sim, importante. Não necessariamente determinante, ou decisivo. Mas é melhor saber que, afinal de contas, a comuna disputará em teórica igualdade de condições, ao menos neste aspecto, com outros municípios gaúchos.

 A que me refiro? Entenderá melhor se conferir o material produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura, acerca da prospecção de investidores coreanos pelo prefeito Cezar Schirmer, na missão da qual participa, sob a liderança do governador Tarso Genro. O texto é de Fabrício Minussi. Acompanhe:

Pólo Naval: SM receberá os mesmos benefícios concedidos pelo Estado à indústrias de Rio Grande

Com a inclusão de Santa Maria na geografia de investimentos projetados na ampliação do Pólo Naval de Rio Grande as indústrias e empresas do setor que se instalarem na maior cidade da região Centro do Rio Grande do Sul (RS) receberão os mesmos benefícios estendidos pelo Executivo Gaúcho aos empreendimentos instalados no município da região Sul do RS.

A confirmação foi dada pelo prefeito Cezar Schirmer, nesta sexta-feira (3), após mais um dia de prospecção na Coréia do Sul, onde esteve, durante a semana, acompanhando a missão gaúcha liderada pelo governador Tarso Genro, que apresentou o Estado para investidores do oriente e obteve conquistas importantes para o cenário industrial do RS, transformando a Coréia do Sul num importante parceiro comercial.

“E Santa Maria está inserida nesse contexto, seja pela sua atuação no Pólo Naval de Rio Grande, de forma concreta, ou recebendo outros investimentos”, afirmou Schirmer que esteve reunido, novamente, com a direção da Hyundai nesta sexta-feira. O encontro foi com o diretor Victor Park e o tema foi a instalação de uma fábrica de elevadores da gigante coreana no RS. Santa Maria disputa com outros municípios gaúchos a preferência pelo empreendimento confirmado pelos coreanos no primeiro dia da missão gaúcha na Coréia do Sul, na última segunda-feira (30).

Este foi o segundo encontro do prefeito com representantes da Hyundai dentro da prospecção que se instalou a partir do credenciamento de Santa Maria para receber uma unidade do conglomerado, conhecido mundialmente pela sua…”

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NÃO CUSTA LEMBRAR. O Cara até pode receber o Nobel da Paz. Mas dificilmente será por indicação de alguém

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 3 de junho de 2010, uma quinta-feira:

PRIMEIRO PASSO. Formalizada indicação de Lula para receber prêmio Nobel da Paz

É o seguinte: afora decisão dos próprios integrantes da academia sueca, detentora dos direitos plenipotenciários conferidos pela Fundação Nobel, apenas parlamentares, detentores de funções de governo ou professores universitários podem fazer indicações para o prêmio Nobel, em quaisquer de suas categorias. Inclusive o principal deles, o “da Paz”.

Bueno, não se sabe se os acadêmicos imaginam a possibilidade de Lula ser merecedor da honraria. Em todo caso, pelo sim, pelo não, o Presidente já está inscrito. E por quem poderia fazê-lo. Quem? Confira...”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, não se discute se Lula pode ou não ser nobelado (há quem defenda, há quem abomine a ideia). Barack Obama, por exemplo, recebeu – embora defendendo a “guerra ao terror”. Reagan, não. Gorbachev, sim. Carter também. O que eles têm em comum? Cada um tire sua própria conclusão. Algo, porém, é certo: não será necessariamente indicação (influência, talvez) externa que comoverá os integrantes da Fundação Nobel, que concede o prêmio.

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VIAGEM AO ORIENTE. Pelo menos uma empresa coreana já sabe onde se instalará no RS

Presidente da Hanna Mícron recebeu presente que explica bem o que é rivalidade que encontrará no RS

A Hyundai e a Samsumg confirmam: farão investimentos poderosos no Rio Grande do Sul. Não se sabe, ainda, onde. Mas no caso da primeira, também é conhecido, Santa Maria está na briga. Ressalvando a cautela (necessária e correta), o prefeito Cezar Schirmer manifestou o INTERESSE na vinda, para a boca do monte, da indústria de elevadores da Hyundai.

Mas há pelo menos uma grande empresa da Coreia que já sabe onde se instalará. E até quem é seu sócio local. No caso, é a Hanna Mícron, visitada nesta quarta-feira pelo grupo liderado pelo governador Tarso Genro. Que até um presente especial ofereceu ao presidente Choi Chang-Ho (as camisetas da dupla Gre-nal), para que ele entenda algumas das questões que tanto interessam à gauchada.

Mas não foi apenas isso que aconteceu em território coreano. Os detalhes, inclusive da visita à província de Chungnan, terra da Hyundai e da Samsumg, você encontra no material produzido pelos enviados especiais da assessoria de imprensa do Palácio Piratini. A reportagem é de Guilherme Gomes, com foto de Caco Argemi. Confira:

Tarso Genro quer Estado na vanguarda da fabricação de semicondutores na América Latina

No terceiro dia de agenda oficial na Coreia do Sul, a comitiva gaúcha foi até a cidade de Asan, ao sul de Seul, nesta quarta-feira (1º), para conhecer um exemplo vitorioso de parceria entre empresários brasileiros e coreanos. A delegação esteve na sede da Hanna Micron, umas das maiores fabricantes de semicondutores do mundo, que possui mais de 1,3 mil funcionários. A empresa coreana associou-se à brasileira Altus, formando a HT Micron.

A joint venture (associação de empresas) irá instalar-se no parque tecnológico da Unisinos, em São Leopoldo, para realizar o encapsulamento e testes de semicondutores. Segundo o CEO da Hanna Micron, Choi Chang-Ho, a decisão de investir no mercado brasileiro foi tomada após uma análise de mercado. “O Brasil produz os mais diversos tipos de aparelhos que levam semicondutores e 100% dos semicondutores do mercado brasileiro são importados”, ressaltou.

Após visitar a linha de produção da empresa, Tarso Genro realizou uma reunião de trabalho com a direção da Hanna Micron, considerada extremamente positiva pelos integrantes da missão gaúcha. O objetivo do Governo é criar as condições para transformar o Rio Grande do Sul no principal palco da produção deste tipo de material no Brasil…”

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ALÉM DAS 4 LINHAS. A propina que Ricardo Teixeira devolveu e a privatização de uma paixão pública dos brasileiros

“…E olha que para este ser o tema da coluna desta semana teria que ser algo que afetasse o panorama futebolístico mundial. A edição de uma das revistas de maior circulação nacional, ao menos para leitores conservadores/reacionários, teve como matéria de capa o atraso nas obras para a construção dos estádios para a Copa do Mundo de 2014, sugerindo que no ritmo que estão indo só estarão prontos em 2038!

Neste interim, a entidade máxima do futebol descartou dois Estados como sedes da Copa das Confederações (2013): Rio Grande do Norte, em que mais uma licitação não teve construtoras interessadas em fazer a Arena das Dunas; e São Paulo. Caro(a) leitor(a), a cidade de maior PIB do país, uma das maiores do mundo, com o maior estádio particular do Brasil caminha firmemente para, no mínimo, ser coadjuvante de um dos maiores eventos do planeta sendo realizado em terras tupiniquins.

Porém, por mais problemáticos e argumentativos que tais fatos sejam, o assunto não pode ser outro. Segundo o programa televisivo Panorama, da britânica BBC, exibido no dia 23, o ex-presidente da CBF e da Fifa João Havelange e Ricardo Teixeira, seu ex-genro e atual monarca da entidade brasileira de futebol, tiveram que devolver dinheiro de propina como punição da justiça suíça…”

Esse é apenas um trecho (clique AQUI para ler a íntegra) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana.  A coordenação e co-autoria do texto é do jornalista e cientista político Bruno Lima Rocha, colaborador habitual deste site, com a participação, também, de Anderson Santos e Dijair Brilhantes. Eles fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

PELA FÁBRICA. Emissários da Hyundai virão ao Rio Grande. Schirmer convida para conhecerem Santa Maria

Schirmer acompanha Tarso (e outros integrantes da comitiva) nos contatos em Seul, capital da Coreia

Há muitos fatores a ser considerados pelos coreanos da Hyundai, na hora em que decidirem onde instalarão sua fábrica de elevadores. Muitos deles, talvez, desconhecidos e quem sabe até alheios aos costumes ocidentais. Como saber, para além dos dados objetivos que costumam nortear as decisões empresariais?

De todo modo, ser simpático (além de mostrar as possibilidades reais e concretas oferecidas pela comuna) não vai atrapalhar, por certo. Nesse contexto, é importante o convite feito pelo prefeito Cezar Schirmer, aos representantes do conglomerado oriental que virão ao Estado provavelmente em julho.

A propósito deste e de outros contatos feitos na Coreia do Sul, onde o comandante da comuna está, acompanhando a comitiva liderada pelo governador Tarso Genro, confira material produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da prefeitura. O texto é de Fabrício Minussi, com foto de Caco Argemi, da assessoria de imprensa do Palácio Piratini. A seguir:

Direção da Hyundai virá ao RS em julho. Prefeito convida coreanos para conhecerem Santa Maria

O prefeito Cezar Schirmer disse no início da manhã desta terça-feira (31) que representantes da Hyundai estarão no Rio Grande do Sul (RS) provavelmente no mês de julho para conhecer de perto as potencialidades do Estado, que será o novo parceiro comercial e de investimentos da gigante coreana que irá construir no RS uma fábrica de elevadores no RS.

A confirmação do investimento ocorreu nesta segunda-feira (30), durante o primeiro dia de prospecção de uma missão gaúcha à Coréia do Sul, formada por cerca de 70 empresários, agentes políticos e dirigentes municipais, entre eles, o chefe do Executivo Santa-mariense.

A missão viaja a convite do governador Tarso Genro e, segundo Schirmer, os representantes da Hyundai foram convidados a conhecerem Santa Maria, que disputa os investimentos projetados pelo conglomerado coreano. “Existe uma possibilidade de que estes empresários venham à cidade entre julho e agosto”, disse Schirmer.

O prefeito conversou com os empreendedores ainda na segunda-feira, quando credenciou o município a receber um parque industrial da coreana. “Claro que o governador trata esse assunto com a mais absoluta reserva, mas somos candidatos a receber essa fábrica, assim como outros municípios do Rio Grande do Sul”, disse o prefeito, que entende que o assunto também deve ser tratado com bastante cautela e reserva…”

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GAÚCHOS NA COREIA. Antes das primeiras atividades oficiais, reuniões de trabalho

Tigre e Tarso: assunto, antes da reunião, é atração de indústrias

Em função do fuso horário, não é improvável que daqui a pouco já comecem a surgir informações acerca dos primeiros encontros oficiais da comitiva gaúcha, prefeito Cezar Schirmer incluído, na Coreia do Sul. Especialmente sobre o seminário “”Oportunidades de Investimento no Rio Grande do Sul”, na sede da Hyundai – grande indústria automotiva que o governador Tarso Genro, que lidera o grupo, gostaria de ver instalada em território gaúcho.

Mas o domingo, de todo modo, não foi de todo infrutífero. Reuniões de trabalho foram realizadas. É este, ao menos, o relato da assessoria de imprensa do Palácio Piratini, que tem seus profissionais acompanhando a gauchada em Seul.  O texto é de Guilherme Gomes, com foto de Caco Argemi. Confira:

Gaúchos realizam reunião preparatória para começo da missão na Coreia do Sul

A delegação gaúcha que irá participar das atividades na Coreia do Sul realizou, neste domingo (29), uma reunião preparatória para ajustar os últimos detalhes antes do começo da missão. Empresários, representantes da embaixada, integrantes do governo e representantes das universidades tiraram as dúvidas e receberam as últimas orientações.

“O trabalho da embaixada foi e está sendo excelente. É a garantia de que as atividades que serão realizadas agora terão prosseguimento no futuro”, ressaltou o diretor-presidente do Badesul Desenvolvimento, Marcelo Lopes, coordenador-executivo da missão.

O presidente da FIERGS, Paulo Tigre, saudou a articulação entre a entidade e o Governo do Estado, que organizaram juntos todo o roteiro da viagem. “Quando isso acontece facilita a linguagem, as negociações e os investimentos…”

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QUE FARÁ LÁ. Schirmer transmite cargo a Farret e vai à Coreia, na comitiva de Tarso

Desde a tardinha desta quinta-feira, José Farret é o prefeito em exercício de Santa Maria. Recebeu o cargo do titular, Cezar Schirmer, que integra a comitiva oficial de políticos, gestores e empresários gaúchos que, sob a liderança do governador Tarso Genro, vai à Coreia do Sul.

Mas, qual o objetivo do prefeito, nesta viagem? Ele próprio explica, no material produzido pela Coordenadoria de Comunicação Social da Prefeitura. O texto é de Fabrício Minussi, com informações adicionais da assessoria de imprensa do Palácio Piratini. Confira:

Schirmer embarca nesta sexta (27) para a Coréia do Sul. Prefeito integra missão gaúcha de prospecção

O prefeito Cezar Schirmer embarca nesta sexta-feira (27) para a Coréia do Sul, onde a partir deste sábado (28), participa de uma missão empresarial e institucional do Governo do Estado com o objetivo de ampliar o diálogo com indústrias que demonstram o interesse de se instalar no Rio Grande do Sul. Schirmer integra a missão gaúcha formada pelo governador Tarso Genro e cerca de 70 empresários, dirigentes de classe, representantes de universidades, parlamentares e dirigentes municipais. O chefe do Executivo Santa-mariense integra a comitiva a convite do governador. A visita ao país do Oriente também tem por finalidade uma análise desenvolvimento industrial da Coreia do Sul, abrindo novas possibilidades com pequenas e médias empresas que passaram a buscar novos mercados

“Vamos buscar a compreensão do desenvolvimento industrial da Coréia do Sul e alternativas de investimentos para Santa Maria. Manteremos contatos com empresários. Meu papel é mostrar, divulgar e oferecer a cidade aos investidores e o Governo do Estado terá importância fundamental nesse processo. O PIB per capita da Coréia do Sul, há 40 anos, era a metade do registrado no Brasil. Hoje, é quatro vezes maior, graças ao foco dos coreanos voltado para investimentos e incentivos à educação e desenvolvimento. Por isso, minha função é estar lá, presente”, disse Schirmer, no final da tarde desta quinta-feira, após transmitir o cargo de chefe do Executivo para o vice-prefeito José Haidar Farret.

Estão organizadas visitas a gigantes coreanas como Hyundai, Samsung e Daewoo, empresas que já mantiveram conversas iniciais com o Governo gaúcho. Um seminário com pequenas e médias empresas locais foi organizado com o apoio da Embaixada do Brasil na Coreia e já recebeu mais de 40 inscrições para participação. A comitiva brasileira também irá à Universidade de Sungkyungkwan, instituição com 600 anos que hoje pertence à Samsung e mantém em seus laboratórios dois pesquisadores da Unisinos.

A empresa Hana Micron, que está implantando uma unidade no Parque Tecnológico Universidade, o Tecnosinos, também está na agenda. Além disso, empresários de Tecnologia da Informação e Comunicação, juntamente com representantes do Executivo Estadual, terão encontro com membros do Instituto de Pesquisas em Eletrônica e Telecomunicações (ERTI), laboratório coreano especializado na área, para tratar do Plano Nacional de Banda Larga.

A indústria oceânica é um dos destaques da pauta de prospecção de negócios. Será dedicado um dia exclusivo para encontros com empresários da construção naval em seminário com a Korea Marine Equipment Association (Komea), na província de Busan.

Juntamente com a Fiergs, o diretor-presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Marcus Coester, organizou uma apresentação da Petrobras sobre os planos de investimento para o setor no Brasil. “A indústria oceânica já estava em desenvolvimento no Estado, mas hoje é um objetivo de Governo. Nos próximos 24 meses será definido o ciclo de desenvolvimento que guiará o Brasil daqui a 20, 30 anos”, comentou Coester.

Conforme explicou o coordenador institucional da missão, Tarson Nuñez, assessor de Cooperação e Relações Internacionais do Gabinete do Governador, a Coreia do Sul foi identificada como uma parceira para o desenvolvimento que se quer para o Estado e é um país que já se encontra em tratativas de negócios com o Rio Grande do Sul.

Em 2010, o fluxo comercial entre o Rio Grande do Sul e a Coréia do Sul foi de US$ 350 milhões, sendo que o Estado importou US$ 90,6 milhões e exportou US$ 249,4 milhões. A pauta de importação foi liderada pelos aços laminados. A de exportação gaúcha, por sojas e derivados.

A agenda da missão gaúcha no Oriente inicia neste sábado (28) e segue até o próximo dia 4 de junho.”

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A CAMINHO DA COREIA. Comitiva gaúcha, inclusive Schirmer, tem 66 integrantes

Começa nesta quinta-feira a viagem da comitiva gaúcha, liderada pelo governador Tarso Genro, com destino à Coreia do Sul. São 66 integrantes, entre empresários e membros do governo e convidados especiais, inclusive o prefeito santa-mariense Cezar Schirmer.

O objetivo da ida ao oriente, entre outros, é abrir caminhos para investimentos, afora observar como funciona o desenvolvimento industrial daquela país. Também irão à Coreia pelo menos quatro integrantes do Conselhão, como mostra material distribuído pela assessoria de imprensa do Palácio Piratini. O texto é de Stela Pastore. Confira:

Conselheiros acompanham governador em missão à Coreia do Sul

Quatro integrantes do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES-RS) integram a missão empresarial e institucional do Governo do Estado à Coreia do Sul.

O diretor da Odebrecht, Alexandrino de Alencar, o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Paulo Tigre, o vice-presidente da Federação de Comércio de Bens e Serviços – (Fecomércio), Julio Mottin e o presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs), Ivo Cansan, integram a comitiva de 66 pessoas com o intuito de atrair investimentos e conhecer com maior profundidade as políticas públicas nas áreas de educação e tecnologia.

O grupo formado por integrantes do Governo Estadual, empresários, dirigentes de classe, representantes de universidades, parlamentares gaúchos e dirigentes municipais embarca nesta quinta-feira e inicia o roteiro no sábado (28).

A visita ao país também tem como objetivos uma análise desenvolvimento industrial da Coreia do Sul, ampliar o diálogo com indústrias que já estiveram no Estado iniciando negociações e abrir novas possibilidades com pequenas e médias empresas que passaram a buscar novos mercados…”

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COREIA DO SUL. Sai a agenda de compromissos no Oriente. Schirmer está na comitiva

Governo detalhou agenda na Coreia. Mas para saber dela, confira o link a este texto

Primeiro, é preciso paciência. Depois, talvez seja conveniente ignorar as primeiras 30 páginas. E aí você poderá tomar conhecimento pleno e total da agenda (e detalhes sobre o país e as autoridades com as quais se conversará) da comitiva gaúcha que parte quinta-feira para a Coreia do Sul. O sítio teve acesso ao documento e publica o link lá embaixo.

De todo modo, na manhã desta segunda, em entrevista coletiva, o Governo do Estado deu a conhecer detalhes da viagem. Entre os que integram a comitiva está o prefeito Cezar Schirmer, convidado pelo governador Tarso Genro.

Para saber mais detalhes, acompanhe material produzido e distribuído pela assessoria de imprensa do Palácio Piratini. O texto é de Ana Paula Dixon, com foto de Claudio Fachel. A seguir:

 “Governo detalha agenda da missão à Coreia do Sul

Apresentar o Rio Grande do Sul ao empresariado coreano com o intuito de atrair investimentos e conhecer com maior profundidade as políticas públicas nas áreas de educação e tecnologia são os objetivos da missão empresarial e institucional do Governo do Estado à Coreia do Sul. A comitiva de cerca de 70 pessoas também conta com a participação de empresários e dirigentes de classe, representantes de universidades, parlamentares gaúchos e dirigentes municipais.

Organizada em parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), a agenda, que começa no próximo sábado (28 de maio), foi apresentada pelo Governo nesta segunda-feira (23). “Estamos fazendo um programa objetivo e pragmático. Pretendemos que não seja só uma visita, mas que traga efeitos práticos”, definiu o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento, Mauro Knijnik.

A visita ao país também busca compreender o desenvolvimento industrial da Coreia do Sul, ampliar o diálogo com indústrias que já estiveram no Estado iniciando negociações e abrir novas possibilidades com pequenas e médias empresas que passaram a buscar novos mercados, de acordo com o coordenador da missão à Coreia, Marcelo Lopes, presidente do Badesul Desenvolvimento. “A tônica da missão é compreender o que fez a Coreia se tornar um dos países mais importantes, em termos…”

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CLIQUE AQUI E CONFIRA A AGENDA OFICIAL E MAIS DADOS SOBRE A COREIA

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O CASÓRIO. Vitor Hugo do Amaral Ferreira, os súditos e os bobos pelo mundo afora

“…Para o Rei Henrique VIII, casar era um compromisso real levado a sério. Realizou o feito por seis vezes. Além de namorador, não perdoava traição, condenou a sua segunda esposa, Ana Bolena, e a quinta, Catarina Howar, à morte, acusadas de adultério. Contextualizado aos nossos tempos, ao invés da fogueira dos séculos passados, quem sabe Lady Di tenha sido queimada no túnel? Mistérios Reais!

Continuamos… A trajetória do Rei Henrique foi marcada por uma diversidade de contos de infidelidade e filhos ilegítimos. Talvez a Kate não seja a primeira plebéia na Família Real, quiçá a própria Rainha Elizabeth II tenha origem em uma das escapadas de seus antepassados. Mistérios Reais!

Entre as esquisitices da realeza, o Rei Eduardo VI, sucessor do namorador Henrique, assumiu o trono aos nove anos de idade, mas antes mesmo da adolescência....”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do texto “Os súditos e bobos do casamento real”, o primeiro artigo do novo colaborador semanal deste site, Vitor Hugo do Amaral Ferreira. Advogado formado em Direito pela Unifra, com especialização (na área de Violência Doméstica contra Criança e Adolescente)  na USP e  mestrado em Integração Latino-Americana, Amaral Ferreira é também, entre outras atividades, coordenador do Procon/Santa Maria.

NÃO CUSTA LEMBRAR. Na ‘Time’, Dilma nas pegadas de Lula. Mas ainda bem atrás

Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na tarde de 29 de abril de 2010, uma quarta-feira:

A INVEJA É UMA… DEM e PSDB criticam a ‘Time’, por escolher Lula o mais influente do mundo

A escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como o homem mais influente do mundo em 2010, pela Time, uma das mais importantes e lidas revistas norte-americanas, repercutiu no Congresso Nacional. Olha só o que disseram líderes oposicionistas, como relata reportagem de Maria Clara Cabral, na versão online da Folha de São Paulo:

Oposição critica escolha de Lula pela revista “Time”

Líderes da oposição criticaram a escolha da revista “Time“, que elegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um dos 25 líderes mais influentes do mundo em 2010. Integrantes do PSDB e DEM afirmaram ainda nesta quinta-feira que o feito não deve ter nenhum reflexo na campanha presidencial de outubro…”

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PASSADO EXATAMENTE UM ANO da publicação da nota, saiu há poucos dias a relação dos influentes da Time, a principal revista do planeta. Não, Dilma não é a mais-mais. Ficou em 28° lugar. Deve ser por isso, também, que não se percebeu grande movimento na oposição brasileira. Ou o sítio não leu nada e isso aconteceu?

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EM MISSÃO. O que pretende o governo gaúcho com viagem ao oriente, no final de maio

Tarso, no lançamento da Missão: idéia é “se apropriar da experiência coreana”

Estreitar os laços comerciais é, pelo que pude deduzir, embora importante, apenas um dos objetivos do governo gaúcho – que promove missão ao oriente, no final de maio, inicio de junho. Coréia do Sul é o principal dos destinos, embora o Vietname também esteja na rota.

Sobre o que se pretende fazer por lá, houve encontro na tarde desta segunda-feira, no Palácio Piratini. O que se discutiu, e os outros objetivos, você fica sabendo no material produzido pela assessoria de imprensa do Governo do Estado. O texto é de Alexandre Elmi, com foto de Caco Argemi. Confira:

 “Governo e empresas vão à Coreia em busca de investimentos em tecnologia

Tecnologia da informação, semicondutores, indústria naval e investimento na educação serão o foco da missão que o governo do Estado levará à Coreia do Sul entre os dias 27 de maio e 4 de junho. A viagem foi apresentada na tarde desta segunda-feira (18) a empresas interessadas em integrar a comitiva e é organizada pela Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) e pela Assessoria de Cooperação e Relações Internacionais, em parceria com a Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs).

O governador do Estado, Tarso Genro, lembrou, na abertura do evento de lançamento, a necessidade de o Rio Grande do Sul se apropriar da experiência coreana, que desde a década de 60 promoveu uma virada econômica baseada no planejamento estatal, no investimento em educação e na parceria entre o governo e as empresas. “Temos de nos apropriar do exemplo, mas sem aplicar como um modelo pronto. A Coreia deu um salto a partir da educação de qualidade planejada com a sociedade e com as empresas”, disse Tarso…”

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ENTRE FRONTEIRAS. Cinema gaúcho se integra à produção ao cinema sul-americano

Recebi, e por sua importância – afora conter informações que interessam diretamente aos produtores audiovisuais de Santa Maria – reproduzo, material produzido pela assessoria de imprensa do Instituto Estadual de Cinema. O texto é da jornalista Mônica Kanitz. A seguir:

Iecine integra o Fórum Entre Fronteiras

Como uma das metas do plano do governo Tarso Genro, a Secretaria de Estado da Cultura segue estreitando suas relações com o cinema produzido no Mercosul. Depois do ingresso do Instituto Estadual do Cinema (Iecine) na Red de Circulación de Contenidos Audiovisuales, do Uruguai, agora a instituição faz parte do Fórum Entre Fronteiras. Criado em 2007, o Entre Fronteiras é uma organização que reúne 14 entidades audiovisuais do Nordeste da Argentina, Paraguai e Sul do Brasil e tem como objetivo aproximar os realizadores, desenvolver co-produções e promover um circuito de exibição na região de fronteira entre os três países.

O diretor do Iecine, Luiz Alberto Cassol, esteve em Assunción, a capital do Paraguai, nos dias 9 e 10 de abril, para oficializar a entrada do Iecine no Fórum. “Trata-se da primeira instituição brasileira e ligada a um estado da federação que integra a organização”, destaca. O Rio Grande do Sul já está representado por algumas entidades como a Fundacine, CESMA, Cineclube Lanterninha Aurélio, Estação Cinema, Santa Maria Vídeo e Cinema e a APTC/ABD-RS e também com representação nacional, através do Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros – CNC.

O diretor de programação da TVE-RS, o cineasta Guilherme Castro, também participou do encontro, já que muito da produção audiovisual oferecida pelas entidades participantes se destina à televisão.

Uma das iniciativas propostas pelos representantes da Secretaria da Cultura do RS para os integrantes do Fórum é a realização de um Seminário Internacional sobre TV Digital e Agenda Participativa, a ser realizado em Porto Alegre, em junho, e depois na Argentina (em julho, durante o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Oberá), com a participação de representantes de todo o Mercosul. Outra atividade que está encaminhada é o lançamento de quatro documentários já produzidos pelo Entre Fronteiras e que falam sobre as particularidades desta região e seus moradores.

Os filmes foram realizados com financiamento do INCAA – Instituto de Cinema e Artes Audiovisuais da Argentina, da SAV – Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura do Brasil, e também com o apoio de instituições dos três países, incluindo a RECAM (Reunièn Especializada de Autoridades Cinematográficas y Audiovisuales del Mercosur). A apresentação dos documentários está prevista para junho, em sessão na Casa de Cultura Mario Quintana, e também com transmissão pela TVE-RS.”

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CULTURA. Instituto Estadual de Cinema propõe estreitar relações com o Uruguai

Recebi, e por sua importância (e a participação de um santa-mariense, o que é também decisivo) reproduzo, material produzido pela assessoria de comunicação do Instituto Estadual de Cinema. O texto é de Mônica Kanitz. A seguir:

Rio Grande do Sul estreita relações com o cinema uruguaio

O diretor do Instituto Estadual de Cinema (IECINE-RS), Luiz Alberto Cassol, participou do Festival de Cinema de Punta del Este, realizado de 13 a 20 de março. A visita fez parte da proposta de um amplo programa de integração do governo do Rio Grande do Sul com o governo uruguaio e que prevê intercâmbios culturais.

Durante o festival uruguaio, Cassol formalizou o ingresso do IECINE-RS nos encontros da Red CCA – Red de Circulación de Contenidos Audiovisuales, que reúne todas as organizações e instituições que promovem e divulgam o cinema uruguaio. “A partir de agora, o Rio Grande do Sul estará sabendo de tudo o que acontece no cenário da produção audiovisual do Uruguai. A participação na Red CCA também nos coloca em contato com realizadores e produtores e facilita a realização de mostras e projetos em conjunto”, explica o diretor do Iecine.

Outra agenda de Cassol no Uruguai foi um encontro com o diretor do Instituto del Cine e Audiosivual del Uruguai (ICAU), o cineasta Martin Papich. “Com ele, tratamos de futuras parcerias entre o ICAU e a Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, através do IECINE. É um acordo que prevê um intercâmbio de mostras de filmes uruguaios e brasileiros e também acordos bilaterais”, ressalta Cassol. Entre as iniciativas pré-definidas, estão a realização de um seminário internacional de cinema ainda neste semestre e a difusão de filmes uruguaios por todo o Brasil, além da divulgação da nossa cinematografia nos cinemas do Uruguai.”

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JAPÃO. Carlos Costabeber e o país dos terremotos – que conheceu e aprendeu a amar

“…Então, o Japão tinha tudo para ser um país de segunda linha, depois de ter sido dizimado pelos aliados na 2ª Guerra, e pelas limitações físicas de toda ordem.

Mas, não!!!

Graças a um povo determinado, disciplinado, com uma cultura milenar de sobrevivência e de muito sacrifício, transformaram aquele grupo de ilhas numa verdadeira usina de produção industrial. Trazendo matérias primas de todos os cantos, conseguem transformá-las em produtos de altíssima qualidade, agregando tecnologia e produtividade. E assim, poder atender aos desejos dos consumidores do mundo inteiro, com a força do “Made in Japan”…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “O Japão que conheci; e aprendi a amar!”, do colaborador semanal deste site, Carlos Costabeber. Graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.

OBAMA CÁ. Para além do oba-oba, cobrança de Dilma por fim de barreiras comerciais

Cordialidade, sim. Mas firmeza, também. E por que não?

Nesse momento preciso, o mais provável é que o Presidente ianque, Barack Obama, esteja dormindo. Está no Rio de Janeiro, onde tem vários compromissos domingueiros antes de começar o caminho de volta à América do Norte. Há muito de oba-oba, na visita obomiana. Como também alguns atos, digamos, midiáticos.

É do jogo. E nem há como ser diferente, em se tratando da visita (por sinal, o cara vem antes de Dilma Rousseff subir no mapa-mundi – o que pode fazer muita diferença, cá entre nós, nas relações entre as duas nações) do líder maior do mais influente e poderoso país do planeta.

Mas há, também, coisas muito sérias sendo tratadas. Uma delas, num discurso bastante forte e consistente (segundo todas as análises), partiu exatamente da presidente brasileira, neste sábado, em Brasília. O quê? Confira no material produzido pela Agência Brasil. A reportagem é de Luciana Lima, com foto de Antonio Cruz. A seguir:

Dilma cobra de Obama fim de barreiras comerciais

A presidenta Dilma Rousseff cobrou hoje (sábado, 19) do presidente do Estados Unidos, Barack Obama, o fim de barreiras protecionistas a setores produtivos da economia americana, como condição para intensificar relações comerciais entre os dois países. Em declaração conjunta à imprensa no Palácio do Planalto, Dilma citou setores como o de biocombustíveis, especificamente o etanol, exportação de carne, algodão, suco de laranja e aço, produtos brasileiros que precisam enfrentar sobretaxas para entrar nos Estados Unidos.

“Somos um país que se esforça para sair de anos de baixo desenvolvimento. Por isso buscamos relações comerciais mais justas e equilibradas. Para nós, é fundamental que sejam rompidas as barreiras que se erguem contra nossos produtos”, defendeu a presidenta.

Dilma disse ainda que está preocupada com os “efeitos agudos gerados pelas crises recentes”, mas que reconhece os esforços feitos pelo presidente Barack Obama para dinamizar a economia norte-americana, abalada pela crise dos últimos anos…”

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MAIS (E ATUALIZADOS) DETALHES DA VISITA DE OBAMA, CONFIRA: AGÊNCIA BRASIL (AQUI), FOLHA DE SÃO PAULO (AQUI), O ESTADO DE SÃO PAULO (AQUI), ÚLTIMO SEGUNDO (AQUI), TERRA (AQUI) e G1 (AQUI)

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TUDO IGUAL. Surrada na África, agora é a vez do Japão deixar tonta a mídia brasileira

Como se sabe, ao contrário do que se imaginava ao ler os jornais brasileiros (gaúchos inclusive), o Kadafi tende a sufocar os movimentos de oposição líbia. Atenção, não gosto do ditador, muito pelo contrário, mas não sou cego – e aqui não se está fazendo juízo de valor sobre ele.

Pois, agora, depois do terrível tsunami, é a catástrofe nuclear japonesa que começa a surrar a mídia brasileira, completamente desnorteada com os acontecimentos. Quem trata disso, com o talento e a qualidade de sempre (ainda que não concorde com ele sem restrições) é o professor e jornalista Alberto Dines, coordenador e mentor do sítio especializado Observatório da Imprensa. Confira:

ANO NOVO, TUDO IGUAL - Mundo ferve, mídia trôpega

Iniciado o ano real, efetivo: os jornalões voltam ao seu estado natural – desnorteados, atarantados, incapazes de responder com grandeza às convocações do noticiário. O mundo ferve, a mídia vai levando. A sucessão de calamidades e catástrofes não cria um sistema capaz de responder com rapidez às angústias do seu público. Prefere iludi-lo com banalidades ao invés de preocupá-lo com transcendências.

No domingo [13/3], nenhum deles conseguiu oferecer algum tipo de reação a respeito do desastre nuclear que ronda o Japão, embora as notícias sobre as complicações na central de Fukushima tenham começado na sexta-feira [11/3], em seguida ao terremoto. Afinal, o Brasil tem duas centrais em funcionamento em Angra dos Reis e o novo governo está empenhado em terminar a montagem da terceira.

Emocionados com a tragédia japonesa, seria aconselhável que não se perdessem de vista as implicações locais do que acontece nos antípodas: a energia nuclear volta a ser duramente questionada. Principalmente na Alemanha, onde teoricamente está banida…”

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MÍDIA GUERREIRA. E, de repente, Kadafi não caiu. E todos ficam tastaveando

Incrivelmente, a principal notícia da “insurreição” líbia, no que toca aos brasileiros, foi a prisão (e a LIBERTAÇÃO, hoje) do jornalista gaúcho, que atua n’O Estado de São Paulo, Andrei Neto. A queda em poucos dias, do ditador Kadafi, como acontecera com Mubarek, no Egito, não se deu. E a mídia, não apenas brasileira aliás, está tastaveando.

A Líbia, e seu tirano, tem peculiaridades não perfeitamente percebidas, ao que parece. E que guardam bastante diferença em relação ao outros conturbados países da região. Uma análise bastante interessante do que está fazendo a mídia nativa em relação ao que acontece por lá é feita pelo decano da crítica midiática – e com uma grande história a legitimá-lo, por mais que nem sempre se possa concordar com ele. Me refiro a Alberto Dines, inspirador de muitos jornais e jornalistas, professor e editor do prestigiadíssimo Observatório da Imprensa. Confira, a seguir, trecho de instigante artigo que ele publica no sítio do OI:

NOTÍCIAS DA LIBIA – Sem novidades do front

…A Líbia não é um Estado como o Egito ou mesmo a Tunísia. Apesar do alto IDH é administrada de forma paternalista, como tribo. Não tem instituições sólidas, nunca teve. Não dispõe de uma elite militar porque há mais de quatro décadas só teve um comandante das forças armadas – Kadafi. Os próprios italianos, primeiros colonizadores modernos, só conseguiram se organizar num Estado em 1861, para 150 anos depois produzir uma aberração chamada Silvio Berlusconi.

Neste cenário fragmentado, impreciso, torna-se ainda mais difícil acompanhar uma guerra de guerrilhas, sem frentes definidas, volátil, movediça. Mais fácil foi cobrir a dramática fuga dos mais de 100 mil estrangeiros quando deixaram o país.

A campanha bélica está sendo reportada de forma dispersiva, aleatória, porque os rebeldes ainda não conseguiram aquele mínimo de organização para abastecer a legião de jornalistas que acorreram de todas as partes do mundo e precisam satisfazer o público sedento de façanhas militares.

A munição mais usada são as informações e contra-informações. Neste quesito o clã Kadafi leva alguma vantagem, embora perca de goleada no front político. Mas não há charme nem romantismo em cobrir a ONU ou a União Européia, para isto bastam os correspondentes e agências…”

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COMO NUNCA ANTES. Assim, de repente, o Brasil se transforma em pop no planeta

Se a gente lê os jornais e jornalistas brasileiros, ou assiste aos telejornais (especialmente, mas não apenas, os da televisão aberta) há um transbordamento de pessimismo. Chega a dar dor de cabeça. Motivos de preocupação? Há, sim. Mas não estariam esses caras exagerando? Repito: é a percepção, que até pode estar certa. Mas..

Mas… na maior parte do restante do planeta a situação é bem diferente, em relação ao Brasil. Olha só a pesquisa feita pelo pra lá de insuspeito Serviço Mundial da BBC, a poderosa empresa pública britânica de rádio e TV. Ah, a reportagem é da BBC Brasil, reproduzida e distribuída pela Agência Brasil. A seguir:

Popularidade do Brasil é a que mais cresce em pesquisa global

Uma pesquisa anual do Serviço Mundial da BBC conduzida em 27 países revela que as opiniões positivas sobre a influência do Brasil no mundo tiveram o maior aumento entre as nações pesquisadas, passando de 40% a 49%.

Já as visões negativas sobre a atuação brasileira caíram três pontos percentuais, para 20%. Somente em um país, a Alemanha, as opiniões negativas sobre o Brasil são superiores às positivas (32% a 31%).

Outra nação a destoar do resultado geral foi a China, maior parceiro comercial do Brasil, onde a visão positiva da influência brasileira caiu 10 pontos percentuais, para 45%, e a opinião negativa subiu 29 pontos, para 41%.

A pesquisa revela ainda que a imagem do Brasil ao redor do mundo ganhou mais clareza no último ano: o número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência do país caiu seis pontos percentuais em relação à pesquisa anterior…”

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AMÉRICA DO SUL. Só Brasil ainda não julga crimes políticos cometidos na ditadura

Não avançar em minha própria opinião. Que, de resto, é bastante conhecida: crimes, como a tortura (para ficar no exemplo mais óbvio), não são contra um cidadão de um determinado país, mas contra a humanidade. E, como tal, não podem seus autores ser anistiados. Sim, têm que ser punidos. É o que penso.

Mas fiquemos com uma decisão internacional, de uma instituição da qual o Brasil é membro integrante: a Corte Interamericana dos Direitos Humanos. O país foi condenado, lá. E por quê? Porque, ao contrário de outros países que dela fazem parte, aqui não se julgaram (muito menos puniram) os acusados de torturar, assassinar e sequestrar durante a ditadura.

Beeem diferente de Argentina, Chile e Uruguai, como mostra excelente material publicado originalmente no jornal eletrônico Sul21. A reportagem é de Felipe Prestes. Confira:

Países do Cone Sul investigam e punem crimes cometidos pelas ditaduras. Só falta o Brasil

Brasileiros que foram torturadores, assassinos e sequestradores durante a ditadura militar são, hoje, os privilegiados entre seus pares do Cone Sul. Os últimos anos têm servido para argentinos, chilenos e uruguaios colocarem dezenas de responsáveis por crimes de lesa-humanidade na cadeia.

Nos três países, a Justiça passou a considerar que estes delitos são imprescritíveis, tendo como base tratados internacionais – o que é um alento para o Brasil. Condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos em dezembro do ano passado, devido ao assassinato e desaparecimento de 62 pessoas entre 1972 e 1979, o país irá, mais cedo ou mais tarde, investigar e punir os responsáveis pelos crimes cometidos durante o regime militar.

“Boa parte das supremas cortes latino-americanas tiveram, inicialmente, a mesma posição que a vista no Brasil, de ler a sentença da Corte Interamericana como uma invasão em seus assuntos domésticos”, recorda um integrante do governo brasileiro. Otimista, ele acredita que, assim como os vizinhos, o país avançará para cumprir a determinação da corte internacional…”

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LUNETA ELETRÔNICA. Unidade regional na Assembleia, Empresários na China, Valdeci e o gabinete, Empreendedores…

1, fevereiro, 2011 Claudemir Pereira 2 comentários

Valdeci, Chicão e Pozzobom: promessa de atuação conjunta em favor da região

* Os deputados eleitos pela região central demonstraram unidade. Pelo menos no primeiro dia como parlamentares.

* Os santa-marienses Valdeci Oliveira (PT) e Jorge Pozzobom (PSDB) e o santiaguense José Francisco Gorski (PP) assumiram com um discurso de defesa do centro do Estado. Amem!

* Vem aí uma nova missão empresarial santa-mariense à China. Quem está programando é a Cacism.

* Será, se o grupo mínimo de 15 participantes for fechado, entre 12 (saída) e 24 (retorno) de abril. O destino é Canton, com passagem por Dubai, nos Emirados Árabes.

* Antes mesmo da posse, na tarde desta segunda, o deputado Valdeci Oliveira passou a ocupar as dependências de seu gabinete parlamentar, na Assembleia Legislativa.

* Horas antes da solenidade, reuniu a equipe do gabinete para falar outra vez (informa sua assessoria de imprensa) das metas de seu mandato.

* O principal, neste momento, é a ordem repassada: o bom atendimento a quem lá aparecer – deu conta o empolgado deputado.

* “Não quero que ninguém saia daqui sem ser bem informado e bem tratado. Aqui na Assembleia vamos manter o mesmo modo simples e receptivo de lidar com as pessoas,” afirmou.

* Valdeci Oliveira passou a ocupar o gabinete que era do também petista Adão Villaverde, desde esta segunda-feira o presidente do parlamento gaúcho.

* Enquanto isso, em Brasília, onde acontece a posse dos 513 deputados e 54 novos senadores (os outros 27 são remanescente e ainda têm quatro anos de mandato), a primeira sessão (por sinal, solene) acontece na quarta-feira.

* Aliás, há a expectativa da presença dos presidentes dos outros dois poderes. Dilma Rousseff (Executivo) e Cezar Peluso (Judiciário) para, inclusive, ler as suas mensagens aos deputados e senadores.

* Por sinal, é também nesta quarta que acontece uma reunião (decisiva?) entre o Secretário Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e representantes das centrais sindicais.

* O tema: o reajuste do salário mínimo e, também, da tabela do Imposto de Renda. Por enquanto, não há acordo.

* Prefeitura festeja os dois meses da Sala do Empreendedor, que funciona no Santa Maria Shopping desde o final de novembro de 2010.

* Conforme matéria da Coordenadoria de Comunicação Social, o Executivo considera ter havido resultados importantes. Entre eles, por exemplo, a busca de informações por 1.169 pessoas.

* Mas, e isso é considerado ainda mais importante, o que agradou à secretaria de Desenvolvimento Econômico, foi o cadastro de 1.538 empreendedores individuais.

* Mais: desde os últimos dados divulgados, há 15 dias, cerca de 80 pessoas se tornaram empresárias, comemora Cezar Augusto Gehm, o secretário.

* Quem quiser informações adicionais, sugiro a leitura da reportagem assinada por Luiz Otávio Prates (AQUI).

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