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	<title>Claudemir Pereira &#187; Mídia</title>
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	<description>Acesse e fique sabendo antes</description>
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		<title>NÃO CUSTA LEMBRAR. Avança a ideia, péssima, de acabar com a Voz do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 02:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Não custa lembrar]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 23 de janeiro de 2011, um domingo: “MÍDIA. Melhor prestar atenção: grandões querem mesmo acabar com a Voz do Brasil Diferente do que imaginam (ou não) e divulgam (o que fazem sempre que podem) os representantes da mídia tradicional, “ Voz do Brasil” é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 23 de janeiro de 2011, um domingo:</p>
<p><strong><em>“</em>MÍDIA. <em>Melhor prestar atenção: grandões querem mesmo acabar com a Voz do Brasil</em></strong></p>
<p><em>Diferente do que imaginam (ou não) e divulgam (o que fazem sempre que podem) os representantes da mídia tradicional, “ Voz do Brasil” é um programa de qualidade indiscutível, bastante ouvido e, o principal, em alguns lugares é a única chance de obter informações do que acontece no País. Muitíssimo bem-feito. Melhor do que a maioria dos programas de “jornalismo” que se ouve por aqui, ali e acolá.</em></p>
<p><em>Então, vamos combinar o seguinte: o interesse em acabar com a “Voz” tem tudo a ver com negócios, não com comunicação, menos ainda com o interesse da sociedade. É o que este editor pensa e não cansa de dizer. Mas não é menos verdade que o esforço para acabar com o programa, aos poucos, começa a dar certo. Por isso, especialmente, é preciso prestar atenção nos movimentos, inclusive para contrapor, se for o caso&#8230;”</em><strong><em></em></strong></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2011/01/midia-melhor-prestar-atencao-grandoes-querem-mesmo-acabar-com-a-voz-do-brasil/">AQUI</a></em></strong></p>
<p><strong>PASSADO EXATAMENTE UM ANO </strong>da publicação do texto, avança no Congresso a proposta de flexibilização do horário de veiculação da Voz do Brasil. Daqui a pouco, os grandões da mídia conseguem o que querem, meeeeesmo: acabar com o programa. Será um retrocesso. Ainda mais que, outra vez, os concessionários de rádio esquecem que são isso mesmo, concessionários de um serviço público.</p>
<p><strong><em>SIGA O SITÍO NO</em></strong> <a href="http://twitter.com/claudemirpe"><strong><em>TWITTER</em></strong></a></p>
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		<title>ALÉM DAS 4 LINHAS. A torcida, a segurança e o espetáculo nos jogos de futebol</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 02:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Dijair Brilhantes]]></category>
		<category><![CDATA[FIFA]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>

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		<description><![CDATA[“&#8230;A falta de segurança foi notória, já que um torcedor estava armado com uma faca nas dependências do Beira-Rio – que será sede da Copa do Mundo FIFA 2014, “graças” à leitura por 15 minutos de cada conselheiro colorado do contrato da Andrade Gutierrez. Na última sexta-feira, o jornal Zero Hora (Grupo RBS) optou por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“&#8230;A falta de segurança foi notória, já que um torcedor estava armado com uma faca nas dependências do Beira-Rio – que será sede da Copa do Mundo FIFA 2014, “graças” à leitura por 15 minutos de cada conselheiro colorado do contrato da Andrade Gutierrez.</em></p>
<p><em>Na última sexta-feira, o jornal Zero Hora (Grupo RBS) optou por fazer uma entrevista exclusiva com um dos acusados, que não merece ter seu nome citado neste espaço. Este já alcançou o objetivo, ter seu dia de Pop Star.</em></p>
<p><em>Curiosamente, a maioria dos meios de comunicação, com raras exceções, opta por mostrar as torcidas organizadas como grupos de vândalos, sem querer adentrar a questões importantes que cercam a relação entre clubes, atletas, TOs e torcedores – veja aqui um dos raros casos, da estatal TV Brasil. Ir além dos fatos, seguir o rastro, fazer jornalismo, &#8230; é difícil de se fazer?&#8230;”</em></p>
<p>Esse é apenas um trecho<strong> (<em>clique <a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2011/12/e-um-marginal-dos-estadios-virou-%e2%80%98pop-star%e2%80%99-por-anderson-santos-e-dijair-brilhantes/">AQUI</a> para ler a íntegra</em></strong>) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana. A autoria do texto é de <strong>Anderson Santos</strong> (que edita o material) e <strong>Dijair Brilhantes</strong>. Eles fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!</p>
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		<title>PARA OS QUE SE ACHAM. Quem tem poder é o dono do jornal, jamais o jornalista</title>
		<link>http://www.claudemirpereira.com.br/2011/12/para-os-que-se-acham-quem-tem-poder-e-o-dono-do-jornal-jamais-o-jornalista/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 02:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Claudemir Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Noblat]]></category>

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		<description><![CDATA[Os que têm alguma (nem precisa ser muita) intimidade com o editor já conhecem a história. Sem nomes, por favor, porque estão todos (ainda bem) vivos. Costumo dizer que, ao longo de um punhado de anos em que fui editor-chefe ou chefe de reportagem do jornal A Razão, havia um escritor pra lá de famoso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os que têm alguma (nem precisa ser muita) intimidade com o editor já conhecem a história. Sem nomes, por favor, porque estão todos (ainda bem) vivos. Costumo dizer que, ao longo de um punhado de anos em que fui editor-chefe ou chefe de reportagem do jornal <em>A Razão</em>, havia um escritor pra lá de famoso que, a cada livro que lançava, enviava um ao jornalista, com dedicatória cheia de elogios pra lá de desbragados. E o cara lança(va) até dois por ano. Uma coleção que <strong>Dona Ziza</strong> (que admira o cara) guarda com devoção.</p>
<p>Bueno. Na segunda vez que “demiti” o jornal, bem no início dos 90’s, fiquei quatro anos afastado do veículo e da cidade. E foi coisa de meia dúzia de livros lançados no período. Sem que este escriba recebesse um sequer, quanto mais com o devido autógrafo. Ao retornar, a convite de <strong>Dona Zaira</strong> (que é minha amiga, bem antes de ser minha ex-chefe ou ex-patroa), não demorou dois meses para voltar a receber os mesmíssimos livros com as idênticas loas. Nem vermelho o cara ficava.</p>
<p>Resumo da ópera: este editor aprendeu muito cedo a jamaaaais juntar a pessoa com o cargo. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não é fácil. Ao contrário, é difícil, estejamos todos certos. Por isso, aqui não vai nenhuma crítica ao comportamento de A ou B. Apenas relatando o que ocorre com este jornalista. Que também não serve de modelo (deus-me-livre) para ninguém.</p>
<p>Mas é interessante saber que o poder dos jornais (e dos demais veículos midiáticos, inclusive na internet) é do dono. E só do dono. De ninguém mais. Por conta disso, entendo exemplar, também, o que escreve <strong>Ricardo Noblat</strong>, provavelmente o blogueiro mais prestigiado do País e que, não faz tanto tempo assim, também assinou a mais importante (era, hoje não mais) coluna política brasileira. Para os que “se acham”, o texto é, digamos, pedagógico. Acompanhe:</p>
<p><em>“<strong>A tentação de sentir-se poderoso</strong></em></p>
<p><em>Poucos escapam dessa armadilha.<strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong>Por circularem na companhia de figuras públicas, freqüentarem ambientes onde são tomadas decisões e publicarem o que viram ou ouviram falar de importante, jornalistas imaginam que têm poder ou que fazem parte do poder.<strong></strong></em></p>
<p><em>Têm poder até o momento em que são despedidos. Fazem parte do poder se concordam em servir aos que de fato o detêm. Os donos de jornal e dos demais meios de comunicação, estes sim, são poderosos. Porque não podem ser despedidos – no máximo, quebram. E porque a mídia é cada vez mais poderosa no mundo. Sem ela não se governa. Sem ela não se ganham guerras. Sem ela não se fazem negócios.</em></p>
<p><em>O poder do jornalista é relativo, ocasional e temporário. Nunca me encantei com o poder. Mas pensei que tivesse adquirido algum quando me tornei titular em 1989 da coluna diária “Coisas da Política”, no Jornal do Brasil. Nos dois anos anteriores, havia sido o interino da “Coluna do Castelo”, escrita pelo jornalista Carlos Castelo Branco, o Castelinho&#8230;”</em></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2011/12/28/a-tentacao-de-sentir-se-poderoso-423380.asp">AQUI</a>.</em></strong></p>
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		<title>NÃO CUSTA LEMBRAR. As reais razões por que os grandões da mídia odiavam o Cara</title>
		<link>http://www.claudemirpereira.com.br/2011/12/nao-custa-lembrar-as-reais-razoes-por-que-os-grandoes-da-midia-odiavam-o-cara/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 02:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Não custa lembrar]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 29 de dezembro de 2010, uma quarta-feira: “MUDANÇA. Grandões da mídia perderam dinheeeiro com Lula. Isso explica muita coisa Até 2003, a publicidade oficial do governo federal era distribuída para 499 veículos de comunicação no país inteiro – e sediados em apenas 182 municípios. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 29 de dezembro de 2010, uma quarta-feira:</p>
<p><em>“</em><strong>MUDANÇA. <em>Grandões da mídia perderam dinheeeiro com Lula. Isso explica muita coisa</em></strong></p>
<p><em>Até 2003, a publicidade oficial do governo federal era distribuída para 499 veículos de comunicação no país inteiro – e sediados em apenas 182 municípios. E agora? São mais de 8 mil veículos em quase 3 mil comunas brasileiras.</em></p>
<p><em>O que isso significa? É óbvio: democratizou-se a distribuição de recursos publicitários, antes concentrados na meia dúzia de famílias que domina a mídia nacional. Se não é esta, creia, não sei qual seria a razão pela qual a midiona se colocou na oposição. É troco. Muuuito troco, que deixaram de ganhar como acontecia antes de Lula.</em></p>
<p><em>Resumo da ópera: como a tendência é essa ampliação continuar, cada vez menos influência terá a dita mídia tradicional. E olha que nem se está falando nas assinaturas de revistas, que eram monopolizadas adivinha por qual editora? É, ela mesma, a </em><em>Abril</em><em>, da&#8230;”<strong></strong></em></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2010/12/mudanca-grandoes-da-midia-perderam-dinheeeiro-com-lula-isso-explica-muita-coisa/">AQUI</a></em></strong></p>
<p><strong>PASSADO EXATAMENTE UM ANO </strong>da publicação do texto, a situação não se modificou, no governo de Dilma Rousseff. O fato é que os grandões (e os nem tanto) da mídia até podem, subsidiariamente, defender os interesses da sociedade. Mas beeeem subsidiariamente. Na verdade, na verdade, o que eles, sejam donos de jornais ou concessionários públicos (do que se esquecem) de rádio e televisão, querem meeeesmo é dinheiro. De preferência, muito e fácil. Como era, antes de Lula. Nem é preciso desenhar, não?</p>
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		<title>NÃO CUSTA LEMBRAR. Adivinha o tema político do segundo semestre. Sim, 14 ou 21</title>
		<link>http://www.claudemirpereira.com.br/2011/12/nao-custa-lembrar-adivinha-o-tema-politico-do-segundo-semestre-sim-14-ou-21/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 02:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Câmara de Vereadores]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Não custa lembrar]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na noite de 27 de dezembro de 2010, uma segunda-feira: “PARLAMENTO. Santa Maria com 21 edis. E o resto do Brasil com quase 8 mil a mais O Brasil ganhará mais perto de 8 mil vereadores a partir de janeiro de 2013. As razões são duas. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na noite de 27 de dezembro de 2010, uma segunda-feira:</p>
<p><em>“</em><strong>PARLAMENTO. <em>Santa Maria com 21 edis. E o resto do Brasil com quase 8 mil a mais</em></strong></p>
<p><em>O Brasil ganhará mais perto de 8 mil vereadores a partir de janeiro de 2013. As razões são duas. Uma é jurídica, a partir de decisão tomada pelo Congresso Nacional, mudando os critérios para os números de edis. Por conta dela, Santa Maria, por exemplo, voltará às 21 vagas anteriores a 2004.</em></p>
<p><em>Outra é o censo de 2010, por conta do qual alguns municípios se viram com população maior e, portanto, passaram a outra faixa, com mais vagas para os parlamentos comunais. Ah, e a boca do monte poderia ter até 23 vereadores – mas, para tanto, sua população teria que ser superior a 300 mil habitantes&#8230;”<strong></strong></em></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2010/12/parlamento-santa-maria-com-21-edis-e-o-resto-do-brasil-com-quase-8-mil-a-mais/">AQUI</a></em></strong></p>
<p><strong>PASSADO EXATAMENTE UM ANO </strong>da publicação do texto, com a possível concorrência do enrosco petista e sua dificuldade de fixar um candidato a prefeito, o tema que dominou as discussões – inclusive com a participação animada, e engajada, da mídia tradicional – foi mesmo a discussão em torno do número de vereadores. Que será, mesmo 21, como já se sabe.</p>
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		<title>NÃO CUSTA LEMBRAR. Horário “gratuito”, na verdade, custou mais de R$ 200 milhões</title>
		<link>http://www.claudemirpereira.com.br/2011/12/nao-custa-lembrar-horario-%e2%80%9cgratuito%e2%80%9d-na-verdade-custou-mais-de-r-200-milhoes/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 02:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Não custa lembrar]]></category>
		<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[Rádio]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 21 de dezembro de 2010, uma terça-feira: “MÍDIA E POLÍTICA. Horário “gratuito” dos partidos custará R$ 201 milhões em 2011 As emissoras de rádio e televisão já reduziram um pouco a ladainha. Mas mantém o essencial. Isto é, em regra, continuam chamando a participação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confira a seguir trecho da nota publicada aqui na madrugada de 21 de dezembro de 2010, uma terça-feira:</p>
<p><em>“</em><strong>MÍDIA E POLÍTICA. <em>Horário “gratuito” dos partidos custará R$ 201 milhões em 2011</em></strong></p>
<p><em>As emissoras de rádio e televisão já reduziram um pouco a ladainha. Mas mantém o essencial. Isto é, em regra, continuam chamando a participação dos partidos políticos (antes e durante as campanhas eleitorais) na mídia eletrônica como o “horário gratuito”.</em></p>
<p><em>Aqui já se escreveu um punhado de vezes. Nãããão é verdade. As emissoras ganham (e muito, no meu ponto de vista) com a tal “gratuidade”. Como? Na forma de renúncia fiscal. E mais, como hábito, contam o tempo como preço normal de tabela publicitária – algo que, na negociação direta com os clientes, sempre tem uma redução.</em></p>
<p><em>Dito isto, e maaaais uma vez esclarecido, veja agora o que está vindo por aí. E nada a ver com eleição, mas com troco gasto (e no meu ponto de vista&#8230;”<strong></strong></em></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2010/12/midia-e-politica-horario-%e2%80%9cgratuito%e2%80%9d-dos-partidos-custara-r-201-milhoes-em-2011/">AQUI</a></em></strong></p>
<p><strong>PASSADO EXATAMENTE UM ANO </strong>da publicação do texto, nunca é demais acabar com esse mito que os partidos têm “horário gratuito”, no rádio e na televisão. As emissoras são regiamente ressarcidas (inclusive porque pelo preço de tabela – aqui o desconto inexiste) via renúncia fiscal. Ponto.</p>
<p><strong><em>SIGA O SITÍO NO</em></strong> <a href="http://twitter.com/claudemirpe"><strong><em>TWITTER</em></strong></a></p>
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		<title>ANÁLISE. “Cobertura” do livro sobre privataria expõe denuncismo seletivo da Mídia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 02:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Privatizações]]></category>

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		<description><![CDATA[Bueno. Quem lê o que este editor escreve, especialmente quando ele opinia, já sabe o que pensa o sítio acerca da mídia nativa – e em toooodos os níveis. As denúncias são sempre seletivas. Há as divulgáveis, ampliáveis e até defensáveis à exaustão. Já outras são simplesmente ignoradas. E ainda clamam pela “imparcialidade”. Agora, temos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bueno. Quem lê o que este editor escreve, especialmente quando ele opinia, já sabe o que pensa o sítio acerca da mídia nativa – e em toooodos os níveis. As denúncias são sempre seletivas. Há as divulgáveis, ampliáveis e até defensáveis à exaustão. Já outras são simplesmente ignoradas. E ainda clamam pela “imparcialidade”.</p>
<p>Agora, temos exemplo nacional. A mídia conseguiu ignorar (ou, em casos raros, mistificar) um livro que se encontra na lista dos mais vendidos até mesmo numa das publicações maiores dela própria &#8211; no caso, a ex-revista <em>Veja</em>. Então, vamos fazer o seguinte: para não ficar com o que este escriba pensa, acompanhemos texto de <strong>Luciano Martins Costa</strong>, publicado no <strong>Observatório da Imprensa</strong>, sítio mais prestigiado do País no seu ramo. A seguir:</p>
<p><em>“<strong>O livro e a imprensa, um ponto de ruptura</strong></em></p>
<p><em>Esta semana marca um ponto de ruptura da imprensa brasileira tradicional, aquela chamada de circulação nacional. O fato de os principais jornais do país haverem ignorado o tópico mais divulgado na internet &#8211; o livro que denuncia atividades criminosas atribuídas a familiares e pessoas próximas do ex-governador <strong>José Serra</strong> &#8211; representa uma declaração pública de que a imprensa tradicional não considera relevante o ambiente midiático representado por blogs, sites independentes de empresas de mídia e grupos de discussões nas redes sociais.</em></p>
<p><em>A fidelidade canina das grandes empresas de comunicação ao político Serra é um caso a ser investigado por jornalistas e analisado por cientistas políticos. Na medida em que essa fidelidade chega ao ponto de levar as bravas redações &#8211; sempre animadas para publicizar toda espécie de malfeitoria envolvendo protagonistas do poder &#8211; a fingir que não tem qualquer relevância o fenômeno editorial intitulado </em><em>A Privataria Tucana</em><em>, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., cria-se um precedente cujas consequências não se pode ainda avaliar.</em></p>
<p><em>Por iniciativa da imprensa tradicional, aprofunda-se o fosso que a separa da mídia alternativa.</em></p>
<p><strong><em>Debate aberto</em></strong><em></em></p>
<p><em>Não que tenha arrefecido o ímpeto dos jornais por dar repercussão a todo tipo de denúncia: estão nas primeiras páginas, nas edições de quinta-feira (15/12), o ministro <strong>Fernando Pimentel</strong>, o governador do Distrito Federal <strong>Agnelo Queiroz</strong> e o publicitário <strong>Marcos Valério</strong>.</em></p>
<p><em>Cada um desses personagens tem uma história a explicar para a sociedade, mas a imprensa, ao proceder com tão escancarado desequilíbrio nos critérios de edição, se desqualifica como meio legítimo para mediar a questão com a sociedade&#8230;”</em></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/o_livro_e_a_imprensa_um_ponto_de_ruptura">AQUI</a>.</em></strong></p>
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		<title>MÍDIA E POLÍTICA. Partido quer que Supremo diga se, afinal, é constitucional político ter concessão de TV</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 02:03:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[A Constituição Federal é bem clara: eleito pelo povo não pode ser concessionário de rádio e televisão. Simples. Bem, nem tanto. Afinal, se fosse, não haveria tantos parlamentares dirigindo emissoras de TV, por exemplo. Seriam nada menos que 41 deputados e sete senadores nessa condição. Aliás, se incluídos os parentes dos ditos cujos, o número [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Constituição Federal é bem clara: eleito pelo povo não pode ser concessionário de rádio e televisão. Simples. Bem, nem tanto. Afinal, se fosse, não haveria tantos parlamentares dirigindo emissoras de TV, por exemplo. Seriam nada menos que 41 deputados e sete senadores nessa condição. Aliás, se incluídos os parentes dos ditos cujos, o número sobe para 52 e 21, respectivamente.</p>
<p>Então, é constitucional ou não ter concessão, como político? Agora, se saberá. Afinal, o PSOL resolveu entrar com um questionamento a respeito no foro adequado, o Supremo Tribunal Federal, a corte que julga exatamente ações que tenham a ver com a Constituição. Os detalhes estão em material publicado na versão online d’<em>O Estado de São Paulo</em>. A reportagem é de <strong>Denise Madueño</strong>. A seguir:</p>
<p><em>“<strong>PSOL vai ao STF contra concessão de TV a políticos</strong></em></p>
<p><em>O PSOL está questionando no Supremo Tribunal Federal (STF) a legalidade do político, com mandato eletivo, poder ser dono de rádio ou TV, concessões do Estado. O partido entrou com uma ação, denominada de Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), para que o Supremo declare se a propriedade pelos políticos é constitucional ou não. Levantamento feito pela Intervozes, uma entidade civil voltada para a liberdade de expressão, identificou 41 deputados e sete senadores sócios ou associados de pessoas jurídicas outorgadas de radiodifusão.</em></p>
<p><em>O cruzamento foi feito com base em pesquisa no sistema de registro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a declaração de bens dos candidatos entregue nos Tribunais Regionais Eleitorais e no Tribunal Superior Eleitoral. Esse número é maior se forem considerados parentes em primeiro grau e participações indiretas. Nesse caso são 52 deputados e 21 senadores, segundo estudo feito pela Transparência Brasil.</em></p>
<p><em>&#8220;É um coronelismo eletrônico&#8221;, afirmou o líder do PSOL, deputado <strong>Chico Alencar</strong> (RJ). O deputado <strong>Ivan Valente</strong> (PSOL-SP) disse que o político que tem a concessão faz uso dela para se reeleger. &#8220;Existe um grande privilégio de quem detém e se beneficia de uma concessão de serviço público. Há uma deturpação do processo eleitoral&#8230;”</em></p>
<p><strong><em>PARA LER A ÍNTEGRA, CLIQUE </em></strong><strong><em><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,psol-vai-ao-stf-contra-concessao-de-tv-a-politicos,811474,0.htm">AQUI</a></em></strong></p>
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		<title>ALÉM DAS 4 LINHAS. O que há por trás das mudanças no calendário do futebol</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 02:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
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		<description><![CDATA[“&#8230;Vamos mais a fundo e tentar fazer o que poucos têm coragem: falar sobre os “donos” do futebol. Ainda mais com a Confederação Brasileira de Futebol seguindo o critério “o que está funcionando bem ’a gente’ muda”. Quem é jovem deve lembrar. Na década de 1990, os times “expressinhos” eram bastante utilizados para cumprir uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“&#8230;Vamos mais a fundo e tentar fazer o que poucos têm coragem: falar sobre os “donos” do futebol. Ainda mais com a Confederação Brasileira de Futebol seguindo o critério “o que está funcionando bem ’a gente’ muda”.</em></p>
<p><em>Quem é jovem deve lembrar. Na década de 1990, os times “expressinhos” eram bastante utilizados para cumprir uma agenda cruel, com até dois jogos num mesmo dia (!).</em></p>
<p><em>Por mais críticas que possamos fazer a ele, Ricardo Teixeira soube melhorar o calendário aos poucos. Mesmo que o fosso para os times pequenos só cresça, a organização do Campeonato Brasileiro em pontos corridos, primeiro através da Série A em 2003 e dois anos depois na Série B, permitiu uma regularidade de datas jamais vista. Isto é inegável, assim como o fim das viradas de mesa. Agora grande cai, e isso é bom.</em></p>
<p><em>Quanto à competitividade, o ano estava bem definido. Os Estaduais &#8211; torneios que os grandes tratam com desdém, mas os que não o ganham sabem sua importância &#8211; dão a emoção dos clássicos regionais com caráter decisivo; a Libertadores é a cereja do bolo, difícil, mas prazerosa; o Brasileirão é a regularidade à prova, com decisões cada vez mais emocionantes tanto quanto na época dos mata-matas; a Sul-Americana ainda sofre por um respeito maior, mesmo com a vaga ao campeão para a Libertadores&#8230;”</em></p>
<p>Esse é apenas um trecho<strong> (<em>clique <a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2011/12/muda-o-calendario-do-futebol-brasileiro-mas-a-quem-isso-interessa-por-anderson-santos-dijair-brilhantes-bruno-lima-rocha/">AQUI</a> para ler a íntegra</em></strong>) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana. A coordenação e co-autoria do texto é do jornalista e cientista político <strong>Bruno Lima Rocha</strong>, colaborador habitual deste site, com a participação, também, de <strong>Anderson Santos</strong> (que edita o material) e <strong>Dijair Brilhantes</strong>. Eles fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!</p>
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		<title>ALÉM DAS 4 LINHAS. As causas por que o futebol do interior gaúcho está ferrado</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Nov 2011 02:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudemir Pereira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Lima Rocha]]></category>
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		<description><![CDATA[“&#8230;A ilusão seria seguir falando dos vários títulos do Internacional, justificando o seu nome a partir da última década, ou da “imortalidade” do Grêmio, provada nos rincões da Série B e da final da Libertadores logo a seguir. É algo que de tão visível acaba escondendo problemas maiores no futebol local. O Rio Grande do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>“&#8230;A ilusão seria seguir falando dos vários títulos do Internacional, justificando o seu nome a partir da última década, ou da “imortalidade” do Grêmio, provada nos rincões da Série B e da final da Libertadores logo a seguir. É algo que de tão visível acaba escondendo problemas maiores no futebol local.</em></p>
<p><em>O Rio Grande do Sul que já teve o título da Copa do Brasil de 1998 com o Juventude, em pleno Maracanã, contra o Botafogo e que viu em 1986 o Brasil de Pelotas eliminar o Flamengo de Zico e cia nas quartas de final do Brasileiro, vê o interior do estado em amplo processo de decadência.</em></p>
<p><em>Para se ter um parâmetro, enquanto o futebol alagoano terá dois times na Série B, o Rio Grande do Sul não terá nenhum. Vale lembrar que a economia alagoana é bem pior que a do interior gaúcho, não tendo, por exemplo, um banco estatal para patrocinar os clubes.</em></p>
<p><em>O Brasil de Pelotas foi rebaixado da Série C porque um lateral não cumpriu uma punição acumulada do ano passado. Ainda assim, só&#8230;</em></p>
<p><em>&#8230; Times do interior gaúcho vivem sob condições precárias. Ao contrário dos grandes porto-alegrenses, a dificuldade de manter um clube em atividade por doze meses no ano é o maior desafio encontrado pelos dirigentes. A subida ou descida de divisão depende do maior apoio de um grupo político e/ou empresarial. Este drama é comum a todo futebol profissional do interior brasileiro&#8230;”</em></p>
<p>Esse é apenas um trecho<strong> (<em>clique <a href="http://www.claudemirpereira.com.br/2011/11/a-derrocada-do-futebol-do-interior-gaucho-e-suas-causas-por-anderson-santos-dijair-brilhantes-bruno-lima-rocha/">AQUI</a> para ler a íntegra</em></strong>) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana. A coordenação e co-autoria do texto é do jornalista e cientista político <strong>Bruno Lima Rocha</strong>, colaborador habitual deste site, com a participação, também, de <strong>Anderson Santos</strong> (que edita o material) e <strong>Dijair Brilhantes</strong>. Eles fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!</p>
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