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Arquivo da Categoria ‘Crônica’

ALBANO POR ALBANO! Carlos Costabeber e o texto do “último comunista vivo” que o articulista conhece

“…Mas, como animal que pensa e que detêm a linguagem, como animal “racional” que sou, a despeito de algumas opiniões, disponho dos genes também inscritos em todos os animais: o da manutenção do organismo enquanto vida, que na espécie significa viver gregariamente entre iguais. Para o homo sapiens sapiens  isto pode significar a construção da afetividade em relação ao outro, o início da compreensão amorosa, que tanto serve para o acasalamento, como para o cuidado com a prole, assim como para a amizade, para a preservação da espécie.

Ousaria dizer que a amizade (filia como diriam os gregos), significa a aceitação da alteridade, da diferença entre nós, a solidariedade, o cuidado, o afeto, assim como os valores que daí advêm. Portanto, o começo das representações éticas e morais que…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Albano por Albano”, de Albano Marcos Bastos Pepe , com a introdução do colaborador semanal deste site, Carlos Costabeber. Costabeber é graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.

MEMÓRIA. Débora Dias, seu pai e o que teria sido uma “contradição do amor”

“…O meu pai foi um homem que nos educou severamente, “nos moldes antigos diria”, tanto eu como minha irmã mais nova, mas ao mesmo tempo, sempre brincou conosco, nos deu bons exemplos, cuidava de nossos estudos. Quando me lembro dele, do que nos dizia, do que falava a minha mãe sobre nossa educação, constato como ele era contraditório, acho que era a “contradição do amor” (se isto existe). Ele era machista, tinha em sua mente bem definidas tarefas de homem e de mulher, papéis distintos aos dois, mas quando se tratava de mim e da minha irmã o discurso era outro, completamente diferente. As regras dele não serviam para nós, que deveríamos ser independentes, jamais pensar em casamento como forma de crescimento pessoal ou profissional, etc…””

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do texto “Pai”, de Débora Aparecida Dias, que colabora semanalmente (às quartas-feiras) com este sítio. Débora é graduada em Direito pela Universidade de Passo Fundo, especialista em Violência Doméstica contra Crianças e Adolescentes, Ciências Criminais e Segurança Pública e Direitos Humanos. Desde 2000 é delegada e, a partir do ano seguinte, é a titular da Delegacia de Polícia para a Mulher de Santa Maria. O texto foi publicado há instantes, e você pode encontrá-lo na seção “Artigos”.

PRECONCEITO. Daiani Ferrari, a própria psoríase, Sader e o ‘autismo’ da ministra

“…Mas a questão é que mesmo assim, às vezes, me sinto alvo de preconceito. As pessoas olham para o meu cotovelo e perguntam o que aconteceu. Até explicar o que é e o motivo, elas vão gradativamente esboçando o sentimento da pena em seus rostos. Tento não pensar nisso e tratar com naturalidade a doença, muito menos me abater com as caras tortas me olhando. Numa visão positiva, minha psoríase é pouca coisa perto de outras doenças muito mais agressivas.

Falando em preconceito, atento para a desistência do governo federal em nomear Emir Sader para a direção da Fundação Casa Rui Barbosa, depois de ele ter se referido à ministra da Cultura como “meio autista”…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Não ao preconceito,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

CRÔNICA. Daiani Ferrari e a necessidade de não transformar a vítima em culpado

25, fevereiro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

“…liberação da adrenalina na hora em que o medo chega é o que nos faz ficar, brigar ou fugir. Ou não ter nenhum tipo de reação.

Não é estrelismo, nem exibicionismo, tampouco vontade de salvar o mundo, como um super homem. É fisiológico. É natural. É sobrevivência.

O que não entendo é a transformação da vítima em vilã. E a imprensa faz isso. São títulos como “Depois de reagir a assalto, homem morre com tiro no peito”, “Vítima reage a assalto em São José do Rio Preto” ou “Homem morre ao reagir a assalto”. A pessoa merece a morte por ter reagido?

Até os próprios assaltantes já estão acreditando nessa inversão de papéis. Fato que prova ocorreu em 2009, em Minas Gerais, quando…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “A vítima sempre vai ser vítima,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

CRÔNICA. Daiani Ferrari, os ‘estranhos amigos’ e coisas sem nenhuma explicação

18, fevereiro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

“…Outro é uma pessoa incomodada e incomodativa e, realmente, ele é chato. Quando acho que estou fazendo algo importante ou interessante ele vem e joga um balde de água fria. A cada dia da cerveja ele consegue debochar de mim com a mesma piada e faz com que todos deem risada pela milésima vez dela. Quem é obrigado a adivinhar que a sinalização era a turística e não a de trânsito? Mas ele é um dos poucos que aceita o convite para ir à minha casa comer um churrasco que há tempos havia sido prometido. Ele chega lá e elogia a casa e a comida. E uma coisa eu aprendi. Se ele elogia é porque é sincero, visto que ele não é do tipo que finge…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Das coisas sem explicação,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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MAU HUMOR? Daiani Ferrari, os do contra e os fungadores. Ah, e o Jorge Pozzobom

4, fevereiro, 2011 Claudemir Pereira Sem comentários

“…Pessoa que fala baixo e sem vontade deveria ter a unha do pé esmagada com muita força para aprender a falar de uma maneira que a comunicação seja efetivada e ver que não custa nada facilitar a vida dos outros.

E os fungadores? Não existe nada, ou quase nada, mais chato que gente fungando o nariz na tua frente. Tenho vontade de oferecer um lenço ou um descongestionante nasal. Eu não tenho nada a ver com as secreções dos outros. Pior que isso, só ouvir no rádio “tapa na cara eu sei que vai doer, mas não dói mais do que perder você” e pessoas cantarolando.

Mas o fim da picada é a polêmica gerada pelo fato de nosso deputado eleito Jorge Pozzobom ter ido à sua posse na Assembleia Legislativa, em Porto alegre, de táxi. Parece que…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Um filmezinho para acalmar,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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É O VERÃO. Daiani Ferrari, mosquitos, pernilongos e a saudade… do inverno

“…a terra dos mosquitos. Tem muitos. Tantos, que se não fechar a casa até 18h, uma nuvem deles entrará e fará da noite uma verdadeira sinfonia. Acredito que a madrugada da quarta para a quinta a mais mal dormida aqui. Com o quarto fechado, ao invés de dormir, nos estapeávamos, virávamos a todo o momento, sempre ouvindo a música que os bichinhos nos proporcionavam e com medo de que nos carregassem. Até o cachorro estava inquieto, acho que nem ele escapou das picadas dos mosquitos…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Deu de verão,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

MATERNIDADE. Daiani Ferrari, o seriado ianque e a preferência por filho adotivo

“…Depois de várias empreitadas nesse propósito, no episódio que vi essa semana, Scotty e Kevin vão a uma feira de adoção para tentar escolher uma criança, que por fim acaba escolhendo-os.

Não tenho ainda vontade de ter filhos, mas se um dia tiver (porque eu posso nunca ter!), com certeza seria através da adoção. Posso justificar dizendo que é uma maneira de contribuir com um problema social, dar uma família a quem precisa. Mas também poderia dizer que é por não ter a menor intenção de engravidar, ficar nove meses esperando, com enjôos, desejos e incômodos. Desculpa-me se minhas palavras agridem os poucos leitores que posso ter, mas essa é minha opinião.

Como uma pessoa que acredita na bondade das pessoas mais do que tudo, julgo esse ser um ato dos mais gloriosos. Sei que o processo não deve ser nem…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Prefiro a adoção,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

CRÔNICA. Daiani Ferrari faz uma reflexão sobre os seus quatro anos de vida de jornalista

Postado por MAIQUEL ROSAURO

“Para o jornalista, mesmo que as ligações não sejam importantes, elas têm que acontecer, nem que seja para ouvir alguma coisa da qual já sabia. Elas são sinais de que algo está acontecendo, mesmo que não seja da sua conta”.

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “A salvação da lavoura”, escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado há pouco, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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CRÔNICA. Daiani Ferrari, o vestibular, o taxista e ônus e bônus da vida moderna

7, janeiro, 2011 Claudemir Pereira 1 comentário

“…Como essa foi uma semana de vestibular da UFSM, pensei que a cidade estaria aquele caos de anos anteriores, mas enquanto ouvia gente reclamando que a descentralização do processo diminuiu o movimento da cidade, trazendo menos benefícios (lê-se dinheiro), e taxistas ranzinzas resmungando sobre a baixa no número de corridas, peguei um táxi com um senhor muito “boa praça”.

No meio da conversa, o motorista dizia que para os estudantes que não precisam viajar para fazer as provas, esse era um grande avanço e que, afinal de contas, o vestibular não é para que ele e os colegas fiquem ricos.

Depois de muito papo, com a corrida quase sendo um passeio pela cidade, ele tem um estalo e pergunta…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “A salvação da lavoura,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

2011 VEM AÍ! Daiani Ferrari, o copo de medidas e as promessas não-feitas

31, dezembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

“…Se quando estava na vitrine era difícil arrumar um emprego equivalente a um cargo público, com salário extraordinário e horários rigorosamente estabelecidos, imagina agora. Mas sem dramas, isso não é uma reclamação, é apenas uma constatação.

E quanto a ser alguém melhor, o que eu posso prometer? Falar menos palavrão? Improvável. Fazer o bem sem olhar a quem? Tento, nem sempre consigo. Ficar mais tempo perto da família? São Borja é longe. Não ficar indignada e não retrucar quando alguém diz que gostaria de ser bem pobre a ponto para não precisar trabalhar e receber “bolsa-tudo” do governo? Definitivamente, não… Tudo na vida tem um…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “2011 está aí…,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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CRÔNICA. Máucio, o final do ano e a velocidade do tempo

28, dezembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

A gente passa o ano inteiro ouvindo expressões como: poxa, já estamos em maio; credo, já é agosto; cruzes, já está chegando o fim de ano! As pessoas vivem reclamando que tudo está rolando muito depressa. Será que foi o tempo que mudou ou foram os viventes?

Tem uma teoria bem simplória que tenta explicar esse fato. Para uma criança de quatro anos de idade, 12 meses representam 25% de sua existência, para um indivíduo de quarenta, significam apenas 2,5%. Isso quer dizer que quanto mais velho o sujeito fica, mais 1 ano parece menos…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “O tempo não para”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

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CRÔNICA. Máucio e a crítica severa a dois pratos “modernos” da ceia natalina

14, dezembro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

Uma amiga me disse dia desses que odiava panetone e sempre nessa época fica sem saber o que fazer com os pães que sua família recebe todos os anos. Houve uma ocasião em que chegaram a ganhar oito de presente, oriundos de amigos, da empresa, dos parentes. O mais esquisito é que ninguém em casa apreciava a iguaria.

Fiquei pensando que essa moda de panetones não é muito antiga por essas bandas, sua popularização tem ocorrido de uns anos para cá. Na verdade, os fabricantes estão conseguindo criar esse hábito. Atualmente, tem uma infinidade de marcas, só que todas são a mesma coisa. Panetone industrializado é uma cuca metida à besta: redonda, fabricada muitas semanas antes e…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Ceia de Natal”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

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É A ÉPOCA. Luciano Ribas se invoca com a ‘ditadura da felicidade’ no fim de ano

3, dezembro, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

Tudo bem que não acordei com o melhor dos humores nesta quinta-feira (o que alguns mais chegados diriam não ser nenhuma novidade), mas não é irritante essa obrigação de ser feliz que no período final do ano tentam nos impor? Como se felicidade fosse um estado induzido por cliparts de sinos natalinos e máquinas que aceitam todos os cartões de crédito. Ou, ainda, como se fosse possível estabelecer um período mágico de solidariedade, um momento de expiação coletiva onde as senhoras bem comportadas podem aliviar suas consciências pegando uma cartinha nos correios…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “A ditadura da felicidade”, de Luciano Ribas, colaborador habitual deste sítio. Ele foi postado há instantes, na seção “Artigos”. Boa leitura!

CRÔNICA. Máucio e uma interessante reflexão de época: o “espírito natalino”

30, novembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Uma vez um amigo me perguntou se eu acreditava no espírito natalino. Respondi que não era uma questão de crença e sim de disposição. Como seres sociais estamos ao alcance das efemérides e das sazonalidades culturais e podemos nos engajar mais ou menos intensamente nos acontecimentos. 

O fato é que o clima de final de ano aflora cada vez mais cedo. Em primeiro lugar no comércio, ávido em fazer o pé de meia do negócio e equilibrar as finanças. Não é só nas lojas, no entanto, que esses movimentos iniciam antecipadamente. Desde novembro, quiçá antes, as pessoas começam a…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Espírito natalino”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

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PÃO E CIRCO. Máucio, (de novo) o show de Paul e ainda o contrato do Portaluppi

23, novembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Semana passada escrevi um texto chamado Paul em PoA que causou uma série de comentários. O foco da minha análise nem foi sobre a qualidade musical do ex-Beatles, quis apenas chamar a atenção de pontos como a sua capacidade de marketing, sobre a durabilidade do sucesso do Grupo, ainda que replicante, e também sobre o espetáculo sob o ponto de vista comercial, algo que as pessoas em geral nem se dão conta.

O fato é que boa parte dos comentários recebidos declarava que o show tinha valido a pena e que não se importavam com o dinheiro que haviam gasto. Alguns, inclusive, revelaram que…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Pão e Circo”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

CRÔNICA. Máucio e o supershow de Paul McCartney, o negócio e a arte musical

16, novembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

Na semana passada aconteceu uma apresentação histórica do ex-Beatles Paul McCartney em Porto Alegre. Que novidade, né?  Lembrei da música dos anos 80 que perguntava: será que um dia eles vêm aqui, cantar as canções que a gente quer ouvir? Não vieram não, mas enviaram um representante algumas décadas depois.

Indiscutivelmente, para os fãs, ¼ dos Beatles é ainda considerado Beatles, mesmo que muito tempo tenha se passado. É um fenômeno musical e mercadológico. 50 mil pessoas em um estádio de futebol, ao preço médio de 300 reais per capita, dá para calcular a soma rápida de 15 milhões de reais arrecadados, só de ingressos. Digamos que se pague a metade para…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Paul em PoA”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

MÚSICA E… Carlos Costabeber e a longa paixão pelos Beatles e por McCartney

15, novembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

“Tive o privilégio em assistir ao show do Paul McCartney em Porto Alegre. E foi uma emocionante volta no tempo!

Tudo começou em 1965, quando eu e meu amigo Sérgio Medeiros  (atual Secretário do Município), saímos do Colégio Santa Maria, e nos dirigimos à loja “BelSom” na 1ª Quadra da Bozano. Fomos comprar o primeiro disco dos BEATLES.

Ali, felizes da vida, saímos com o compacto simples (de vinil), contendo apenas uma música de cada lado: “She Loves You” e “I Want to Hold Your Hand”.

Começou aí  uma longa paixão. E foi a…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do artigo “Paul McCartney: tua música é parte da minha vida, sua música é parte da minha (nossa) vida”, do colaborador semanal deste site, Carlos Costabeber. Graduado em Administração e Ciências Contábeis pela UFSM (instituição da qual é professor aposentado), com mestrado pela Fundação Getúlio Vargas em São Paulo, com especialização em Qualidade Total no Japão e Estados Unidos. Presidiu a Cacism, a Câmara de Dirigentes Lojistas e a Associação Brasileira de Distribuidores Ford. É diretor da Superauto e do Consórcio Conesul.

UM CARA OTIMISTA. Adede y Castro, o pós-eleição e a graça concedida ao Zé Mané

4, novembro, 2010 Claudemir Pereira 9 comentários

Zé Mané acredita, como sempre!

POR João Marcos Adede y Castro, Promotor de Justiça e Escritor

Acho que já apresentei aos meus cinco leitores (há uma margem de erro na pesquisa de dois pontos, para mais ou para menos), o meu amigo Zé Mané. Ele é uma excelente pessoa, bom pai de família, vizinho colaborativo e cidadão pagador de seus tributos, inclusive daqueles que ele não reconhece dever. Acredita em tudo que lhe contam, pois não pode admitir que em uma sociedade civilizada como a nossa, alguém possa mentir e enganar. Por isto, passado as eleições, ele acredita que os vencedores e os vencidos continuarão com sua saga de perseguidores de corruptos, desta gente que trafica influência e dilapida o patrimônio público.

Zé Mané acredita que os vencedores, logo que assumirem seus cargos, determinarão a imediata instauração de investigações, “doa a quem doer”, para esclarecer as denúncias de fraudes, roubalheira, enganação, desprezo pelo interesse público e risinhos disfarçados de pena de todos nós, mesmo que isto inclua seus parceiros e apaniguados. Inclusive os perdedores não esquecerão as acusações graves que fizeram durante a campanha, mesmo que recebam generosas fatias de poder, mediante cargos e altos salários.

Afinal, todos, vencedores e vencidos, colaboraram enormemente para que a população, enganada durante os últimos anos, fosse esclarecida, informada, preparada para escolher os melhores e repudiar os piores, punir os corruptos e corruptores e salvar a Pátria Mãe tão distraída, que, segundo Chico Buarque, “dormia, sem perceber que era subtraída, em tenebrosas transações”!

Aos que riem dele, Zé Mané apresenta um argumento irrefutável: de que os vencedores e vencidos tem compromissos com o Povo, a quem terão de recorrer novamente daqui a quatro anos. Claro que ele não ouviu falar que um dia o bruxo da Revolução de 1964, Golberi de Couto e Silva disse, filosoficamente canalha, que “a notícia de hoje é o lixo de amanhã”.

Um dia, talvez nunca, todos dirão que Zé Mané tinha razão. Enquanto isto, vamos conceder-lhe a graça.

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CRÔNICA. Máucio e aquele estabelecimento que ressuscitou a “maisbalia”. Hein?

…Na hora de pagar as compras, a moça do caixa entregou moedas de troco e uma bala. Em um relance perguntei por que aquilo. Ela justificou que não possuía cinco centavos… Por isso as balas.

Não estava acostumado mais com o troco em bala. Pensei que era coisa de antigamente e disse à funcionária que não iria brigar por centavos, desde que não fosse uma nova praxe do estabelecimento.  Notei que ficou rubra, constrangida, o que me fez concluir que era sim uma determinação da chefia. Lembrei então que…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Troco em balas?”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

CRÔNICA. Máucio e a pergunta: por que as feiras livres não acabam? Ah, ele tem a resposta

No sábado fui à feira livre da Avenida Rio Branco procurar muda de gerânio crioulo que tem numa banca onde sou freguês. Nas floriculturas só oferecem o híbrido que necessita de maiores cuidados. Claro, não vingando a gente tem que comprar novamente. Essa parece ser a lógica do negócio.

Como já haviam sido vendidos todos os pés nesse dia pensei em fazer as compras de frutas, verduras e legumes, mas não recordava o que estava em falta e fui em casa para fazer o levantamento. No meio do caminho pensei em alternativas, quem sabe eu deixo isso para a semana em algum supermercado?…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Por que as feiras livres não acabam?”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

CRÔNICA. Máucio, as eleições e um taxista saudoso dos tempos de chumbo

Em uma roda de amigos, um conhecido recém-chegado de viagem à Bahia quis dar um panorama da situação eleitoral de lá. Usou como parâmetro a conversa que teve com um taxista que o levou ao aeroporto. Não sei por que as pessoas citam esses profissionais como depositários da opinião pública. É certo que possuem informação urbana, mas daí a achar que balizam tendências vai muita distância.

Aqui no bairro, por exemplo, tem um taxista muito tradicional, Seu José. Mais de 30 anos nesta atividade, a vizinhança toda sabe dele ali do ponto da esquina.  No entanto, no meu entender  não serve de referência porque, apesar de simpático, é uma das pessoas mais de mal com a vida que conheço. Para ele o país está vivendo um momento péssimo. O futebol não é mais o mesmo. As mulheres são levianas e as pessoas inconfiáveis…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “O taxista e as eleições”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

DE DIA OU À NOITE. Daiani Ferrari e as solteiras que podem, sim, sair sozinhas

24, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

“…Meus melhores amigos eram meninos. Na escola minha turma era composta por uns sete ou oito meninos e duas meninas, eu e mais uma. E nunca isso pendeu para o lado da sem vergonhice.

Meninas solteiras querem sair durante o dia ou durante a noite sem dar satisfação. Querem sentar numa mesa de bar, ou café ou restaurante e conversar sobre coisas que só meninas entendem. Querem falar sobre trabalho, estudos, família e meninos. E podem ter certeza, falamos muito sobre meninos, para o bem e para o mal, com ou sem um exemplar. Gostamos de rir alto, de nos sentirmos donas do campinho, mostrar que fazemos o que fazemos porque podemos e, sobretudo, porque queremos…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Coisas de meninas,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

PURA ENGANAÇÃO. Daiani Ferrari e os morangos e melancias vendidos nos súpers

17, setembro, 2010 Claudemir Pereira Sem comentários

“…Lembro que eu ia pra campanha e pegava morangos direto da horta, grandes, bonitos e doces, mas não nessa época. Eles ficavam visíveis somente lá por novembro e iam até um pouco depois do fim do ano.

É meio de setembro e faz horas que eles figuram nas prateleiras de supermercados. O mesmo acontece com as melancias. Gente, não é época de melancia, não comprem as que oferecem nos mercados. Elas são pura enganação. Duvido até que tenham gosto de melancia. Ontem…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “As frutas ou eu?,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

CRÔNICA. Máucio e a história do tio Bepin e suas tralhas sem serventia

“Tio Bepin sempre foi um sujeito muito teimoso e quanto mais o tempo passava mais ficava.  Ao longo dos anos, como quase todos nós, incorporou hábitos, manias, excentricidades. Neuroses, diriam alguns. Um dos seus costumes mais criticados pelos filhos – três homens e três mulheres – é o de guardar coisas. Nunca colocou nada fora, quem entrasse no galpão, lá no fundo do pátio, poderia perceber bem essa prática. Apesar de grande o espaço era entupido de tralhas. Quinquilharias, cacaiedos, segundo a prole.

Quando, por exemplo, tinha que mandar trocar alguma peça da sua fubica – um Austin – guardava a antiga, não se entendia por quê. Por isso a fama de pão-duro. Se um eletrodoméstico pifava e não havia conserto também o levava para lá, pois tinha certeza de que uma hora dessas poderia precisar de alguma parte…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “As tralhas do tio Bepin”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS

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TEMPOS MODERNOS. Máucio e as profissões em extinção: carpinteiro, sapateiro…

“Os Correios estão com uma série de selos muito interessante. Apresenta desenhos com estilo de cartum que mostram pessoas trabalhando: sapateiro, costureira, carpinteiro, barbeiro, pipoqueiro.  É uma coleção encantadora, não só pelas ilustrações como também pela escolha das profissões.

Essas ocupações despertam nossa memória afetiva.  Quem não se lembra do tempo em que se levavam sapatos para consertar? Entregava-se o calçado estropiado para arrumar com certa resignação e ia-se depois buscá-lo no dia e hora marcados, cheios de esperança de que se receberia um par novinho em folha. Nem sempre era o que acontecia, mas afinal, estavam melhores do que antes. Era subjacente o conceito de reaproveitamento, da possibilidade de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Profissões em extinção”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

EDUCAÇÃO E ARTE. Máucio e os sentimentos cidadãos de 150 crianças de uma escola pública de SM

“Semana passada fui convidado para conversar sobre minha exposição, Subjetos, com os alunos das séries iniciais de uma escola da cidade. Foi uma proposta da professora Celina Cervo, da Escola Estadual de 1º Grau Marieta D’Ambrósio, localizada na Apel.

No primeiro telefonema logo aceitei porque não teria como recusar um compromisso desses, afinal, também atuo no ensino público e sei como são as dificuldades para fazer alguma coisa diferente no cotidiano da educação. Ao chegar próximo do dia marcado, no entanto, certa apreensão apareceu. Pensando bem, eu teria que me dirigir a crianças, o que difere muito das aulas para jovens adultos. Inutilmente fiquei a refletir sobre estratégias de comunicação para o novo desafio. Nada, porém, era palpável…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Criança, educação e arte”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

VIDA NADA MOLE. As peripécias de Máucio na tentativa de comprar um colchão

17, agosto, 2010 Claudemir Pereira 1 comentário

“Semana passada saí para comprar um colchão para o quarto de hóspedes. É uma empreitada nada fácil, quase tão complexa quanto trocar de carro. Na primeira loja que cheguei o sujeito me perguntou para que eu queria o produto. Ora, para deitar, respondi. 

A escolha inicial é entre um colchão de molas e um de espuma. Há três anos adquiri um de molas e a decisão de compra foi repleta de questiúnculas. Cheguei a uma empresa especializada e o atendimento foi tão complicado que eu fiquei tonto com tantas informações. Senti a firme convicção que precisaria de uns dias para assimilar.

Na loja seguinte o sujeito desdisse quase todas as afirmações anteriores. Fui então a uma de departamentos. Procurei um vendedor e falei objetivamente: quero…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Colchão novo não é mole!”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

CRÔNICA. Daiani Ferrari e aquela baliza que a derrotou na prova para virar motorista

“…Acordei cedo na quinta-feira, tomei 45 gotas de água de melissa, um copo de leite, me assegurei de que carregava a carteira de identidade para poder fazer a prova e fui para o local marcado. Chegando lá, os nervos estavam mais que atacados, eu parecia um canguru, sentia que o corpo estava pulando.

Pensei em fumar um cigarro para acalmar, mas fiquei com preguiça.

Conversando com os outros aspirantes a motoristas, fui me acalmando. Quando o professor me chamou, ainda consegui fazer uma brincadeira. Disse para o examinador do DETRAN que se eu batesse na baliza a culpa não era minha, mas do vento forte que teimava em ficar por ali…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Eu não passei na prova,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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CRÔNICA. Daiani Ferrari reflete sobre “o amor de sempre, mesmo que mude”

“Dois casais em quatro bancos no ônibus. Nos da frente, dois jovens em pleno clima de descobertas. Risinhos, olhares tímidos e toques na mão, na perna, um carinho no rosto.

Nos de trás, um casal de, no mínimo, uns 40 anos de união. Os dois quietos, apenas aguardando o fim da viagem. Vez ou outra, a senhora perguntava se ele queria um refrigerante ou um pastel da marmita que havia levado. Mas era só. Nada de conversa. Nada de mimos. Ele respondia com a cabeça.

Vendo as duas cenas distintas, minha pergunta é uma só: O casamento (entendido como união, da forma que seja) acaba com o romantismo? Será que o segundo casal começou com clima romântico, idealizando o amor, morrendo de tanto chamego e com a dor que o sentimento proporciona?…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “É sempre amor, mesmo que mude,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

“FISSURA”. Um celular no qual dá pra desenhar? Pronto, Máucio não larga o dele

“Nunca fui um aficionado pelas novas tecnologias, sou daqueles que sabem que elas surgem, mas não saem correndo atrás para provar os últimos lançamentos. No meu trabalho, por exemplo, devo ter sido um dos últimos a adquirir um PC. A era da informática para mim, acho que começou uns três anos depois da parceria.

Lembro de ouvir meus colegas entusiasmados nos corredores falando em hardware, software, programas e eu passando ao lado. Um dia um deles, me vendo parado só ouvindo, quis me colocar na conversa e perguntou se eu já possuía um micro e que tipo ele era. Respondi de pronto: tenho sim, é um Brastemp. Uns silenciaram, outros esboçaram um sorriso. Claro que depois, mais tarde, entrei na era digital…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Sedução tecnológica”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

CRÔNICA. Daiani Ferrari, a cadela Gorda e este frio de “renguear cusco”

“….Comentei que por aqui era meio comum o grande número de animais soltos pelas ruas, que alguns até eram meio adotados pela comunidade, que os alimentavam, oferecia assistência médica se necessário fosse. Mencionei, inclusive, o caso da cachorra Gorda, que vive no Centro de Santa Maria. Um bicho querido, não cria confusão, todos gostam e é a presença mais assídua em qualquer tipo de atividade que esteja sendo realizada pelos arredores. Gorda deve ganhar até banho dos lojistas e moradores do Centro, pois já a vi diversas vezes com lacinhos parecidos com os que meu cachorro ganha quando volta do pet shop…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “O que vier primeiro,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

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CRÔNICA. Máucio faz a pergunta: onde anda você, música brasileira?

Cresci em uma época em que se ouvia através do rádio e da televisão músicas populares de ótima qualidade, tanto no que se refere às letras como no sentido musical propriamente dito.  Rodava Chico Buarque, Caetano e Gil, além de compositores também de peso como: Gonzaguinha, Edu Lobo, Tom, Vinícius, Moraes Moreira, Alceu Valença, Zé Ramalho, Belchior e tantos outros.

Esses dias ouvi uma entrevista com João Bosco relatando como surgiu O Bêbado e o Equilibrista. Conta que ficou sensibilizado com a notícia da morte de Charles Chaplin, em 25 de dezembro de 1977, e acabou criando a melodia. Dias depois a entregou para o genial letrista Aldir Blanc que, passados uns dias, volta à casa de Bosco e diz: cara! Acho que fizemos uma coisa boa. A composição acabou virando um dos ícones da luta contra a ditadura. Esse é só mais  um exemplo de como a música popular participava das questões sociais do país…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Música brasileira, onde anda você?”, de Máucio, colaborador habitual deste sítio. O texto foi publicado há instantes, na seção “Artigos”. Máucio (Mario Lúcio Bonotto Rodrigues) é cartunista e professor de design no Curso de Desenho Industrial/ CAL- UFSM.  É Bacharel em Comunicação Visual/ UFSM e Mestre em Comunicação/ UFRGS.

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CRÔNICA. Daiani Ferrari e seu jeito peculiar de gostar de ler. Qual será o teu?

“….Em Candelária tem um livro que estou lendo nem sei quanto tempo faz, “Comer, Rezar e Amar”, de Elizabeth Gilbert, presente de uma cunhada. Estou no trecho em que Liz está na Índia, focando-se em seu lado espiritual. No momento se preocupa em aprender a meditar, através de vários exercícios de corpo e mente. Em Santa Cruz tenho o “Inés de minha Alma”, de Isabel Allende, que fala da viagem da jovem costureira, que no século XVI saiu em direção ao Novo Mundo atrás do marido, e em Santa Maria o “Clube dos Anjos”, do Luis Fernando Veríssimo. Esse estou há mais tempo sem ler. Também na onda da morte de Saramago peguei para ler “As intermitências da morte”. Mas só passei os olhos pela primeira página.

Ok, pode ser que eu goste mais da ideia de ter um livro para ler. Como tenho problemas de…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Definitivamente, gosto de ler,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, colaboradora habitual deste sítido, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

CRÔNICA. Daiani Ferrari e o caso do goleiro Bruno, “se realmente for o culpado”

“….Chocou-me ver no noticiário depoimento em que o jovem de 17 anos conta que um dos envolvidos teria jogado a mão de Eliza para cachorros, tanto quanto me chocaram outros acontecimentos envolvendo mortes brutais noticiados pela mídia, que os escolheu para ser o foco de nossa atenção. Sem levar em consideração a imprensa sensacionalista, que só noticia isso (nem a Copa parece tão atrativa quanto o caso), repete coisas e dá tratamentos diversos para as pessoas – às vezes Eliza é ex-namorada e depois já é ex-amante, que me traz a conotação de destruidora de lares, esse caso é impressionante, traz coisas que eu não esperava. Agora até o pai da suposta vítima responde processo por estupro. Sem falar nas piadinhas do tipo, “o time do flamengo é bom, o goleiro é que mata…”

CLIQUE AQUI para ler a íntegra da crônica “Se o Bruno realmente for o culpado,  escrita pela jornalista Daiani Ferrari, que retoma sua colaboração semanal neste sítio, às sextas-feiras. O texto foi postado agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!