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COLUNA OBSERVATÓRIO. A importância do candidato a vice, que vários ainda buscam

Para Observatório, candidato a vice tem importância, claro. Inclusive porque o vencedor terá que contar com alguém ao seu lado capaz de oferecer as devidas condições para a governabilidade.

Do ponto de vista eleitoral, porém, difícil encontrar um eleitor que vote no vice. Exceto se for um figurão. O único disponível, no caso, é José Farret, que acompanha o prefeito (e candidato à reeleição) Cezar Schirmer.

Se isso é certo, qual o objetivo de Helen Cabral (certo) e Jorge Pozzobom (também, segundo se diz), os principais opositores de Schirmer/Farret? Encontrar um candidato que não os faça perder votos e, se possível, agreguem apoios internos e/ou externos à chapa.

Assim é que se movimentam os candidatos e seus correligionários. Atrás de alguém capaz de ser confiável, também, na hipótese de vitória – que é, afinal, o desejo deles.

Ao que consta, inclusive porque confirmou antes sua candidatura, o PT de Helen é o que está mais próximo de resolver a questão. E dentro do próprio PT. Já Pozzobom, do PSDB, aspira nome de outra sigla. Mas talvez tenha que se contentar com outro tucano. Quem? Se você souber a resposta, telefone ao deputado, porque ele também ainda não sabe. Ah, e ao colunista, claro.

COLUNA OBSERVATÓRIO. O exemplo que fica, na condenação dos políticos silveirenses

EXEMPLO – Ainda que o caso tenha demorado oito anos para ser resolvido na Justiça, é inequívoco que a condenação de prefeito, vice e edil de Silveira Martins ajudará no processo de educação de candidatos. E dos eleitores.

COLUNA. O que reserva pra você o Observatório deste sábado, 28 de abril

Logo após à meia noite, no início da madrugada deste sábado, você começará a ter disponível aqui a versão original (sem as eventuais modificações feitas na redação) da página Observatório, que publico semanalmente, no jornal A Razão.

E, agora, antecipo os principais destaques da coluna deste final de semana, 28/29 de abril.

Confira:

1. EXEMPL. O significado da condenação que tira, do pleito deste ano, o prefeito, o vice e um vereador de Silveira Martins.

2. OS PORQUÊS. Sim, há os partidos grandões. E os que não são grandões. E há também os pequenos. Cada qual do seu jeito, com seus objetivos e histórias. A coluna especifica.

3. PÓS-CHINESES. As atitudes e ações da Prefeitura, após o revés chinês, com a ida da montadora de caminhões para Camaquã. Sim, algo está sendo feito. Saiba o quê.

4. OS VICES! Observatório conta a quantas anda a busca por um segundo para as candidaturas que não a de Schirmer, que esta tem um Farret para chamar de seu.

5. O QUERIDO.  Na seção“Luneta”, com exatas 13 notas, na quase totalidade exclusivas, duas tratam do nome que muitos tucanos gostariam de ver como vice de Jorge Pozzobom – se este for, meeeesmo, candidato.

É isso, mas, pode acreditar: tem muito mais. A coluna está quentíssima e cheia das informações (e análises) que lhe são bastante peculiares. Se fosse você, não deixaria de, além de ler no jornal o texto final, acessar este sítio para conferir o conteúdo original da coluna Observatório, no início da madrugada deste sábado, 28 de abril.

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BARRACO DA ALEMOA. Extra! Extra! Frida Zenkalo anuncia: a 1ª eleição, Helen ganhou

Barraco da Alemoa

Por Frida ZenKalo

Denardin, o homem do plebiscito

E o vereador pepista, Paulo Airton Denardin, quer realizar um plebiscito em Santa Maria para saber qual a opinião da população sobre a abertura dos supermercados aos domingos e feriados. Uma amiga minha entrou em contato e me fez um questionamento a esse respeito:

- E o nobre edil não vai propor um plebiscito em relação ao aumento salarial dos vereadores, para ver se a população concorda ou não?

Helen Cabral eleita

Nem começou a campanha eleitoral em Santa Maria e a vereadora Helen Cabral (PT), já está eleita. A parlamentar foi escolhida a musa do musa do movimento escoteiro de nossa municipalidade.

Werner e as multinacionais

E a Associação de Defesa dos Direitos Humanos das multinacionais estuda uma ação judicial com pedido de indenização contra o vereador Werner Rempel (PPL). Segundo a entidade, recentemente criada, a afirmação do parlamentar (referindo o caso da empresa chinesa que escolheu Camaquã para instalar montadora) de que “multinacionais não têm amigos, mas interesses” teria gerado a disseminação do preconceito contra esse tipo de empresa. Conforme um dos dirigentes da Associação, se até o bicheiro Carlinhos Cachoeira tem amigos, por que nós não podemos ter?

Respingos de Cachoeira

Santa Maria não fica próxima ao mar e nem possui rios, entretanto, isso não impediu que, em meados de 2004, respingos de “Cachoeira” chegassem à campanha eleitoral municipal. Mmmmm!

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OLHA A ALEMOA. Últimas de Frida ZenKalo: vitória de Helen e processo contra um edil

O editor só espera (agora que acaba de receber um telefonema da colunista) que o Barraco da Alemoa esteja quente, mas não queime as mãos de ninguém.

Mas o fato é que, embora o texto só chegue mais tarde, o que Frida ZenKalo já antecipou ao sítio, as notas são pra lá de animadas. Quais?

A mocinha importada de Morro Reuter (que ela pronuncia ‘moro róiter’) para escrever sobre mundanismo e se meteu a colunista política garante ter duas informações exclusivas: uma envolve a vitória de Helen Cabral (mais ela disse, e o editor prudentemente não perguntou). Outra o processo que sofrerá um importante edil da coluna. Quem e por quê?

Bueno, fica tudo mesmo para o Barraco, que estará disponível bem no início da próxima madrugada. Aguardemos. E oremos!

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ALÉM DAS 4 LINHAS. De repente, a Operação Monte Carlo (Cachoeira) chegou ao futebol

“…É, no mínimo, estranha essa ligação de Kajuru com alguém que supostamente tem forte ligação com um forte adversário seu no cenário goiano, o governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB). Perillo chegou ao ponto de dizer que, se pudesse, daria 140 tiros no repórter e foi o grande responsável por sucessivos fechamentos por ordem da justiça da Rádio K, após denúncias difundidas pela emissora, e, posteriormente, pela sua falência.

Mais estranho ainda um caso desses partir de alguém que sempre evitou fazer merchandising, até mesmo como um contraponto a Milton Neves. Dizer que não sabia que a empresa era de Carlinhos Cachoeira, quando isso era do “senso comum” goiano, pega mal para o seu histórico, por mais que tenha sido propaganda num site e que não comprove prática de crime por parte do polêmico jornalista.

Por mais críticas que possamos fazer a Milton Neves, ele costuma dizer que todo mundo sabe que ele faz merchandising escancarado para as empresas que pagam para isso, mas não “deve a cabeça” para ninguém. Seriam apenas relações comerciais. Provavelmente, Miltão deve rir com seus milhões por mês quando lê coisas assim de seus “rivais”.

Entre a denúncia e a explicação, passa-se por um caminho que gera dúvidas em quem acompanha a carreira de Kajuru. Nós, muitas vezes, discordamos dos exageros dele em provocar alguns nomes – ou quando revela um off pedido para não ser divulgado por uma fonte -, mas é fato que o jornalismo esportivo precisa de mais pessoas com a coragem de falar certas coisas…”

Esse é apenas um trecho (clique AQUI para ler a íntegra) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana. A autoria do texto é de Anderson Santos (que edita o material) e Dijair Brilhantes. Eles fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

COLUNA OBSERVATÓRIO. Creia: Schirmer ainda não desistiu de ter Pozzobom ao lado

É verdade que manifestações atribuídas ao deputado, e publicadas esta semana pelo jornalista d’O Sul, Flávio Pereira, não ajudam. Pela dureza das críticas, parece que um acordo é impossível. E provavelmente seja.

No entanto, Cezar Schirmer e o PMDB ainda não desistiram de contar com Jorge Pozzobom, na eleição. Uma aposta: cercar os partidos possivelmente próximos do deputado, oferecer-lhes agrados (aliança para a Câmara e CCs futuros, por exemplo) e impedir que se aliem ao tucano. Que, neste caso, isolado politicamente, iria negociar. É aposta de risco. Mas, crêem muitos, pode dar certo. Será?

COLUNA OBSERVATÓRIO. Os chineses e o debate político que esconde o essencial

Recebidos com pompa em Santa Maria, dias depois chineses optam por Camaquã

Não há como esconder a frustração. Afinal, se não foi perdido (porque nunca esteve aqui), o fato é que o investimento chinês na montadora de caminhões era contado como bastante provável. Principalmente após a visita dos empresários à cidade. Poucos dias passaram e… Camaquã foi anunciada como a vitoriosa na disputa.

E começou o tiroteio. Nas redes sociais, inclusive no site deste repórter, multiplicaram-se as opiniões. Na quaaase totalidade, acusando ou defendendo. Ou vice-versa. Alvos: de um lado, governantes estaduais e deputados locais; do outro, o prefeito Cezar Schirmer e seus apoiadores políticos. Um culpando o outro. E o outro o um. Alguns argumentos consistentes. Outros pura fantasia. Dos doooois lados.

O colunista não é ingênuo a ponto de supor que não possa haver componente político, numa decisão desse tipo. Especialmente se as condições oferecidas forem semelhantes. O que ninguém sabe. Ou, se sabe, não diz. No entanto, querer creditar decisão desse tipo só à política não combina com a realidade dos negócios. Sim, é de negócio que se está escrevendo.

Então, o debate político, que sobrou no caso, ainda que abaixo da linha da cintura, pode até ser bonito e exalta a democracia. Mas, tal qual as estatísticas (afirma o dito popular) mostra muito, mas esconde o essencial. Que, no caso, são as condições objetivas que Santa Maria tem para abrigar empreendimentos de grande porte.

São muitas as teorias, raras respaldadas cientificamente. Então, ao lado (já que evitar não é sequer aconselhável) do bate-boca político, que tal tratar dessas questões? Sim, são elas que, no futuro (e a cidade não pode, não deve e nem vai desistir de buscar coisas maiores) definirão, objetivamente, as chances de sucesso. Muito acima da política, pode apostar.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Vestibular da UFSM em dezembro, decisão virtualmente definitiva

Luneta

É muito pouco provável que ocorra, como querem as lideranças empresariais, uma mudança na data do vestibular da UFSM. O concurso está previsto para dezembro.

Proposta de data é feita pela reitoria. Mas a decisão é do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – que tem inclusive, na sua composição, representantes da comunidade.

De todo modo, qualquer mudança, se houver, terá que ser aprovada ainda neste semestre. Ou antes da publicação do edital de convocação do concurso.

PSB leva mesmo a sério a história de qualificação dos seus pré-candidatos a vereador. E até as pretensões futuras dos concorrentes são investigadas.

Dos outros partidos ditos menores, outro que se esforça bastante é o PV, talvez o mais minúsculo de todos os que têm alguma vida em Santa Maria.

Tanto é verdade que já há quem acredite, meeeesmo, que os “verdes” bancarão, ainda que modestamente, a candidatura a prefeito do ambientalista Laurindo Lorenci.

O objetivo, no caso, seria exatamente permitir, em espaço privilegiado (e o PV tem mais tempo de rádio e TV que várias outras siglas) para disseminar as ideias da agremiação.

Começa a fase do desbaste, nos partidos maiores. É a hora de ver que candidato é candidato meeeesmo. E cortar os potencialmente pouco expressivos.

Sim, tem mais candidato que vaga (e nem se está falando, ainda, de alianças) em pelo menos dois dos grandões da política local. No caso, PT e PMDB.

Dirigentes precisam cortar gente que acha que pode (mas não vai) se eleger e, ao mesmo tempo, não podem perder o militante. A tarefa não é tão fácil assim, pode apostar.

Câmara de Vereadores, aos poucos, começa a se esvaziar politicamente. Serão requerimentos e moções, como regra. Nada de projetos. Especialmente polêmicos.

Discursos serão ouvidos. Mas nada que provoque atrito. A não ser que seja para marcar posição junto ao próprio eleitorado. Polêmica? Neeeeem pensar!

Você pode seguir o colunista no Twitter (@claudemirpe), ser amigo no Facebook e também acompanhá-lo no www.claudemirpereira.com.br. Ah, igualmente pode ouvi-lo, às 7h30 e ao meio dia, na Antena 1.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Assessores e subsídios dos vereadores, uma antiga discussão

Não custa lembrar

Em 20 de outubro de 2002:

“* Tem vereador reclamando do valor dos subsídios, que estariam muito baixos. A pedido de um deles, há duas semanas, o assunto foi discutido, em reunião a portas fechadas, pelos 21 parlamentares.

* Já se sabe que, no encontro, pelo menos um vereador defendeu o retorno das Coordenadorias de Bancada e um assessor a mais por gabinete contratado através de estágio.

* Os recursos gastos com os dois assessores da estrutura atual seriam realocados para permitir a presença do terceiro. E as coordenadorias extintas  garantiram pelo menos um cargo a mais por partido.”

Hoje:

As notas da seção Luneta foram publicadas há exata uma década. De lá para cá, muita coisa mudou. Inclusive as coordenadorias continuaram extintas. Mas o número de assessores se ampliou. Ah, e o de vereadores se reduziu para 14 no meio do caminho. E volta a se ampliar agora.

O subsídio era, acredite, R$ 2,4 mil. E, claro, se pretendia ganhar mais. E até, naquele momento, não havia algumas vantagens de hoje. Mas até se fazia (bem ao contrário do nada atual) debate político. Se bem que os indefectíveis requerimentos para serviços da prefeitura também eram comuns.

COLUNA OBSERVATÓRIO. E os soldados do 7° RI vão à Guerra do Contestado

Isso é história!

1914, 13 de março – O 7º Regimento de Infantaria marcha para Santa Catarina, a fim de participar das operações militares chamadas do Contestado.

16 de maio - O 7° RI toma parte destacada no assalto ao reduto de Santao Antônio, custando-lhe 4 mortos e 2 feridos.

18 de maio - O 7° RI sofre um forte ataque dos “fanáticos”, tendo 4 mortos e 8 feridos, entre estes o 1° tem. Antônio Mena Gonçalves e o 2° dito Zopiro Ourique.

7 de junho - Regressa o 7° Regimento de Infantaria da campanha contra os “fanáticos” do Contestado.”

 (Do volume 1 – 1877-1930 do livro “Cronologia Histórica de Santa Maria…”, de Romeu Beltrão, editado em 1958)

NOTA DO EDITOR:

1) A “Guerra do Contestado”, da qual os militares baseados em Santa Maria participaram por quatro meses, é um dos grandes episódios históricos catarinenses;

2) O 7° Regimento de Infantaria se transformaria, mais tarde, em 7° Batalhão de Infantaria Blindada (BIB). Transferido para Santa Cruz do Sul, o quartel santa-mariense (no final da rua Dr Bozano) abriga hoje a 6ª Brigada de Infantaria Blindada.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Secretariado e o significado das soluções caseiras de Schirmer

É verdade que o prefeito tentou. Mas não levou. E, assim, sem a irmã Lourdes Dill, que preferiu continuar no mesmo lugar (no Projeto Esperança), Cezar Schirmer nomeou Ione Pinheiro de Lemos para a pasta de Assistência Social.

Assim, está fechado (ao menos até que o PSDB se decida em relação à candidatura de Pozzobom) o primeiro escalão para terminar o mandato, que o peemedebista pretende renovar em outubro.

Não se percebe, exatamente, frustração – com a negativa da líder da economia solidária. Havia até quem, no governo, olhava de través para a possibilidade de conviver com ela. Então, fica o dito pelo não dito e, pelo menos até o final do ano, a aposta do comando político da comuna foi mesmo em gente da casa.

De todo o episódio, o que se pode extrair? Que o prefeito será conservador. E nem poderá ser diferente, na medida em que a legislação está a espreita, e não pode ser desconsiderada nesses próximos cinco meses e meio, até a eleição. É momento de manutenção. E bons serviços prestados. Afinal, a memória do cidadão/eleitor e, ensina a história, é muito boa para fatos recentes.

O time que vai controlar isso foi escalado. Sem invenções. A única coisa que Schirmer espera, nos próximos meses, é que ninguém faça besteira. Já estará de bom tamanho, na avaliação dos gabinetes principais do Palacete da SUCV.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Saiba a data em que PP e PMDB registrarão em cartório o seu apoio futuro ao PDT

ESQUEÇA - É mais fácil galinha criar dente ou fevereiro ter 30 dias, do que os presidentes do PP (Erony Paniz) e PMDB (Robson Zinn) registrarem em cartório, como o PDT teria pedido, comprometimento com pleitos futuros.

COLUNA. O que reserva pra você o Observatório deste sábado, 21 de abril

Logo após à meia noite, no início da madrugada deste sábado, você começará a ter disponível aqui a versão original (sem as eventuais modificações feitas na redação) da página Observatório, que publico semanalmente, no jornal A Razão.

E, agora, antecipo os principais destaques da coluna deste final de semana, 21/22 de abril.

Confira:

1. O NÃO DITO. A coluna avalia as decorrências imediatas da perda da montadora chinesa para Camaquã. E, sobretudo, as consequências havidas. E as necessárias.

2. A ESPERANÇA… O PMDB e Schirmer ainda não desistiram de contar, ao seu lado, com o PSDB e Jorge Pozzobom. E têm, até, uma estratégia. Saiba qual.

3. SOLUÇÕES CASEIRAS. O significado das mudanças no secretariado, agora que ficou completo, depois que a Irmã Lourdes recusou o convite para participar dele.

4. QUE TAL?! Observatório anuncia a data em que Erony Paniz (PP) e Robson Zinn (PMDB) assinarão documento e registrarão em cartório, através do qual confirmam apoio a pretensões futuras do PDT.

5. EM DEZEMBRO.  Na seção“Luneta”, com exatas 13 notas, na quase totalidade exclusivas, há três que tratam do pleito das entidades empresariais, que não querem saber de vestibular da UFSM em dezembro.

É isso, mas, pode acreditar: tem muito mais. A coluna está quentíssima e cheia das informações (e análises) que lhe são bastante peculiares. Se fosse você, não deixaria de, além de ler no jornal o texto final, acessar este sítio para conferir o conteúdo original da coluna Observatório, no início da madrugada deste sábado, 21 de abril.

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BARRACO DA ALEMOA. Exclusivo! Frida Zenkalo informa: UFSM fará mais uma Medalha do Cinquentenário. Saiba quem a receberá!

Barraco da Alemoa

Por Frida ZenKalo

E o nosso salário ó!

Uma internauta indignada escreve para mim fazendo a seguinte ponderação: o nosso excelentíssimo presidente da Câmara, vereador Manoel Badke, propôs uma audiência pública para debater asfaltamento do trecho de uma rua em Camobi, próximo ao acesso da UFSM, mas…por que ele não pediu audiência pública para discutir o aumento dos salários dos vereadores e do prefeito, questionou ela. Mmmmm!

PT, partido de videntes

O PT é um partido que anda tão organizado em nível local, que um cidadão procurou esses dias a sede da agremiação para solicitar sua desfiliação e descobriu algo fantástico. Ele já havia sido desligado do partido. A explicação para isso, ele buscou no esoterismo. “É um partido tão evoluído que já possui videntes que preveem as coisas antes de acontecerem”.

UFSM esquece nome em homenagem
Minhas fontes mui fidedignas relatam que a reitoria da UFSM estuda conceder uma medalha do cinquentenário a uma personalidade que havia sido olvidada. A medalha deverá ser oferecida ao vice-governador, Beto Grill, pelos “relevantes serviços prestados aos interesses de Santa Maria”.

Faltou selo…

Ao que tudo indica, faltou selo nas cartinhas que os deputados enviaram ao governador Tarso Genro em defesa da montadora chinesa em Santa Maria. Em virtude disso, atrasaram o envio das correspondências. Parece que para resolver esse problema dos selos, a Assembleia pensa em buscar assessoria de um tal de Macalão.

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OLHA A ALEMOA. Nada escapa à Frida. Nem mesmo nos bastidores da UFSM. Que tal?

E não é que a guria que o sítio importou de Morro Reuter (ela chama “moro róiter”), de repente, voltou a ser repórter e não mera alcoviteira? Pelo pouco que falou (anda cheia dos mistérios), a informação que publicará vai abalar as relações de… Bem, só me autorizou a dizer que tem a ver com a UFSM e um importante acontecimento recente. É?

Segundo Frida ZenKalo, o editor não precisa ter xiliques. Não vai sobrar pra ele. Pelo sim, pelo não, melhor ampliar o estoque de camomila. Ah, mas tem mais, disse a moça: “descobri uma historinha interessante sobre o PT e outra sobre selos”. Selos? Ai, ai, ai, ai, ai!!!

Bueno, o jeito é esperar. Estará tudo no Barraco da Alemoa, coluna a ser publicada no início da próxima madrugada. Aguardemos! E, por via das dúvidas, oremos!

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COLUNA OBSERVATÓRIO. PSDB e Jorge Pozzobom esticam a corda. Que vai arrebentar

O deputado só assume a candidatura em maio. Enquanto isso, o PSDB…

Em condições, digamos, normais não chamaria a atenção. Em países em que a democracia vigora há mais tempo, especialmente as parlamentaristas, o fato seria considerado aceitável. Se foram todos eleitos por quatro anos, por que não permanecer assim, mesmo que, a seis meses de uma nova eleição, parte do grupo parte para uma nova aliança?

É. Mas aqui é Brasil. E Santa Maria é Brasil. Portanto, não funciona desse jeito. Quem, no fim do caminho, muda de ideia, é sacado. Bem, pelo menos não funcionava. O PSDB está subvertendo essa ordem das coisas. É isso ou está dando um passo maior que suas próprias pernas, politicamente falando.

Explica-se. O deputado estadual Jorge Pozzobom, de um lado, dá toda a pinta que vai concorrer a prefeito. Aliás, se não fizer isso, ficará sem discurso para apoiar o prefeito Cezar Schirmer (seria a única alternativa adicional) e se afastará da campanha, cuidando, no máximo, dos concorrentes tucanos à vereança.

De outro lado, a Executiva do partido pleiteia, e consegue, a ampliação de espaços no governo ao qual, inevitavelmente (na hipótese da candidatura de Pozzobom), se oporá dentro de no máximo três meses.

Quer dizer, então, que Schirmer manterá o povo tucano todo ao seu lado até o final do governo, com ou sem a candidatura do PSDB à Prefeitura? Difícil acreditar. O certo, ou pelo menos é o que parece ao colunista, é que o tucanato em geral e Pozzobom em particular estão esticando a corda. Isto é, testa a paciência do PMDB e de Schirmer. Para ver no que vai dar.

Certeza claudemiriana: a corda vai arrebentar. Dúvida claudemiriana: para que lado?

COLUNA OBSERVATÓRIO. Schirmer tentou o que parecia impossível. E era, mesmo

O convite do prefeito Cezar Schirmer à Irmã Lourdes Dill, coordenadora do Projeto Esperança, para que assumisse a secretaria de Assistência Social, surpreendeu meio mundo. Mais surpreendente seria se ela aceitasse. Houve gente muito boa, no entanto, que já entendeu extraordinário o fato de a religiosa não dar uma resposta negativa imediatamente.

Mas o fato é que o que parecia impossível foi mesmo impossível. Identificada claramente com parcela bem definida na comunidade, a da economia solidária, e que, corretamente ou não, sempre foi refratária a Schirmer, ideologicamente, não havia como Irmã Lourdes aceitar. Ainda que, eventualmente, quisesse. O que nem foi o caso, segundo consta.

De todo modo, ninguém pode dizer que o prefeito deixou de tentar. Ele foi atrás. E não levou. Como, percebe-se agora, era o óbvio. Ficou no ar, porém, a sensação de que Schirmer agiu orientado pela convicção de que, certo ou errado, não é exatamente identificado com os mais pobres da comuna. Muito pelo contrário. Ele precisa resolver isso, de preferência antes de outubro. Nesse sentido, a Irmã Lourdes seria o melhor dos escudos. Se aceitasse.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Os partidos minúsculos e o leilão do espaço de rádio e TV

Luneta

A falta de um não imediato da Irmã Lourdes Dill, ao convite feito pelo prefeito Cezar Schirmer, para que integrasse o secretariado deixou muita gente boa pra lá de nervosa.

Mais: houve quem estimulasse a ideia, por enquanto estapafúrdia, de uma união PT/PMDB em algum momento próximo.

Só esqueceram do óbvio: embora identificada com setores mais à esquerda, a religiosa não tem filiação partidária. E já recusou convite semelhante feito pelo então prefeito Valdeci Oliveira.

Pessoal do PSD anda meio brabo com o colunista. Ora, dados sobre número de filiados são da Justiça Eleitoral. E não há filiações retroativas – ao menos não para concorrer em outubro. Ponto.

Aguarde: nos próximos dois meses acontece o leilão de espaço no rádio e na televisão. Partidos minúsculos (em Santa Maria) sendo procurados pelos grandões. Tudo por 30 segundos.

Mas o que vão pedir essas agremiações raquíticas em filiados ou mesmo simples militantes? No máximo uma vaga na chapa proporcional. E um CC em caso de vitória.

Humildade (falsa ou não) do deputado Tiririca, que desistiu de concorrer a prefeito de São Paulo, bem que poderia fazer escola.

Sim, é bom estar preparado. Ao lado de ótimos candidatos à vereança, já há algumas nulidades pedindo voto por aqui. Pensa um pouquinho, e recusa o teu. Reclamar depois não adianta.

É muito difícil encontrar um professor na UFSM que acredite na viabilidade de uma greve da categoria, em maio. Por mais que motivos existam.

Dois ministros numa única semana. Sim, aconteceu, e mostra prestígio da cidade. Um, Marco Antonio Raupp (Turismo), por conta da UFSM. Outro, Gastão Vieira (Turismo), mérito da Prefeitura.

Regra pré-eleitoral: não tomar decisões que possam contrariar interesses. Por mínimos que sejam, eles significam votos. Creia, essa norma será seguida a risca. É melhor ir se acostumando.

Você pode seguir o colunista no Twitter (@claudemirpe), ser amigo no Facebook e também acompanhá-lo no www.claudemirpereira.com.br. Ah, igualmente pode ouvi-lo, às 7h30 e ao meio dia, na Antena 1.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Briga entre prefeito e seu vice, uma tradição quebrada. Será?

Não custa lembrar

Seria má idéia? Outro dia, com pelo menos quatro testemunhas, um político afirmou, a propósito da “maldição dos vices”, muito característica de Santa Maria: “vou propor uma mudança na legislação eleitoral que vai resolver a questão. Quem sabe faz-se duas eleições, uma a prefeito, outra a vice”. Observatório ressalta que o tom usado oscilava entre o sério e o brincando.”

Hoje:

Publicada há 11 anos e meio, a nota é do tempo em que se contava sucessão de vices que incomodavam ou não se acertavam com os prefeitos. Aparentemente, a tradição se quebrou com Valdeci Oliveira. Não há notícia de desinteligências entre ele e Paulo Pimenta e Werner Rempel, nos dois mandatos. Como também não se nota no governo de Cezar Schirmer, em relação ao vice, José Farret.

COLUNA OBSERVATÓRIO. A crise da charqueada e a renúncia do intendente municipal

Isso é história!

1914, 1° de abril – Juvenal Dias da Costa, proprietário do Saladero da Serra, consegue licença do governo do Estado para continuar o funcionamento de sua charqueada, determinando grave crise administrativa em Santa Maria. Por julgar incômoda à população, o intendente Viterbo havia conseguido impedir o funcionamento da referida charqueada, que ficava junto à hoje denominada Vila da Lata, atrás do quartel do 7° RI, mediante laudo condenatório de médicos locais e da Higiene do Estado. O proprietário recorre da decisão do intendente ao presidente do Estado, dr. Borges de Medeiros, que lhe dá ganho de causa, graças à intervenção da velha e insidiosa politicalha santa-mariense, sempre a postos para prejudicar a ação dos bem intencionados, como era o dr. Viterbo.

4 de abril - Sendindo-se incompatibilizado para continuar no exercício do cargo, o intendente cap. Dr. Manoel Viterbo de Carvalho e Silva convoca extraordinariamente o Conselho Municipal e resigna, privando Santa Maria de uma de suas mais brilhantes administrações, que, entre outros empreendimentos, já levava avançada a solução do grave problema da falta de serviços de água e esgotos.

No mesmo momento, é nomeado vice-intendente Jerônimo da Costa Gomes, que assume o cargo imediatamente.”

 (Do volume 1 – 1877-1930 do livro “Cronologia Histórica de Santa Maria…”, de Romeu Beltrão, editado em 1958)

COLUNA OBSERVATÓRIO. O jogo eleitoral do PDT e as reuniões feitas pelo partido

Estava prevista para a noite desta sexta-feira, na Câmara, reunião de militantes do PDT. E com a presença do presidente estadual da sigla, Romildo Bolzan Jr. O tema? Eleições, claro, e seus variados aspectos.

Há curiosidade para saber dos movimentos pedetistas em Santa Maria. Isso, apesar de toda a aparência (há quem diga, inclusive, que não haveria outra opção melhor, nas circunstâncias) de que a agremiação já fechou com o PMDB de Cezar Schirmer, a quem serviu durante quatro anos, inclusive com secretaria, no último ano. Já teria, mesmo, desistido (se é que pensou nisso, seriamente) de pleitear a candidatura a vice.

No entanto, um dirigente do partido informou ao colunista haver conversas com outras siglas, tendo sido citadas, especificamente, três: PSDB, DEM e PSB. Até evidências em contrário, todas, exceto a última, do mesmo bloco governista eleito há quatro anos. Bueno, o que isso pode significar? Nada, num primeiro momento. No entanto…

COLUNA OBSERVATÓRIO. Praga da inconstitucionalidade não é privilégio de Santa Maria

É NACIONAL - STF dá conta: nos últimos 20 anos, oito em 10 leis questionadas são inconstitucionais. Nota-se, portanto, que a Câmara de Santa Maria não está sozinha, ao propor leis que mais adiante serão anuladas.

COLUNA. O que reserva pra você o Observatório deste sábado, 14 de abril

Logo após à meia noite, no início da madrugada deste sábado, você começará a ter disponível aqui a versão original (sem as eventuais modificações feitas na redação) da página Observatório, que publico semanalmente, no jornal A Razão.

E, agora, antecipo os principais destaques da coluna deste final de semana, 14/15 de abril.

Confira:

1. CORDA ESTICADA. A coluna analisa as relações do PSDB e Jorge Pozzobom com a prefeitura e Cezar Schirmer. E o que disso decorre.

2. JOGO DO PDT. As reuniões do partido do Dr Leonel com outros partidos, nem todos da base do governo Schirmer. E as possíveis intenções. E consequências.

3. O QUE PARECIA, É. A recusa da Irmã Lourdes Dill ao convite do prefeito, para compor no secretariado.

4. INCONSTITUCIONAIS. A quantidade de leis, aprovadas pelos mais diversos parlamentos brasileiros, e a opinião (em decisões de última instância) do Supremo Tribunal Federal.

5. EXEMPLO.  Na seção“Luneta”,  com exata uma dúzia de notas, pelo menos duas tratam da decisão de Tiririca, que não concorre mais a prefeito de São Paulo, e as consequências possíveis (ou queridas) em Santa Maria.

É isso, mas, pode acreditar: tem muito mais. A coluna está quentíssima e cheia das informações (e análises) que lhe são bastante peculiares. Se fosse você, não deixaria de, além de ler no jornal o texto final, acessar este sítio para conferir o conteúdo original da coluna Observatório, no início da madrugada deste sábado, 14 de abril.

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BARRACO DA ALEMOA. Frida ZenKalo conta sobre o dia em que a oposição apareceu, na Câmara de Vereadores. É?

Barraco da Alemoa

Por Frida ZenKalo

Velas aos santos

Depois que o Tribunal Regional Eleitoral cassou o mandato de cinco vereadores por estes terem trocado de partido durante o mandato, já se percebe o cheiro de velas sendo acesas aos santos na nossa briosa Câmara Municipal. Virá do gabinete de Marion Mortari?

Será que apareceu a oposição?

Já não era sem tempo. Depois de mais de três anos sem oposição, o prefeito Cezar Schirmer e sua base de apoio tiveram que ouvir um discurso crítico na última terça-feira. Joel Ferreira, da Associação dos Amigos do Hospital Dia do Hospital Universitário criticou o aumento da tarifa do transporte coletivo, o mau uso dos recursos públicos, o fim do passe livre, etc. Mmm! Será que o cidadão é candidato a algo?

Nosso vereador filósofo-jurista

O destemido líder do governo, vereador Claudio Rosa, descobriu-se na última terça, é também um jurista e filósofo. Indignado com as críticas de um cidadão (ver nota acima) que ocupou a tribuna livre e criticou o prefeito Cezar Schirmer, o parlamentar peemedebista acusou o crítico de Schirmer de “covardia”. Hummm! Estará Rosa construindo um novo conceito de valentia? Valentes seriam somente aqueles que elogiam o governo municipal?

Ai que saudades da Yeda!

Santa Maria ganha um novo personagem na política. É um oficial da Brigada (do BOE) que será candidato a vereador pelo PSDB. Ao que tudo indica, o mote da campanha será “Ai que saudades da Yeda…”

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OLHA A ALEMOA. Frida suspeita que a oposição apareceu, na Câmara. É mesmo?

Não entendi muito bem. Mas a Frida ZenKalo jura que, nesta semana, depois de quase quatro anos, apareceu a oposição, na Câmara de Vereadores. Mais: ela garante que houve uma reação furibunda, desmedida e até engraçada da situação.

Mas, que diabo, quem é oposição, mesmo? E quem defendeu o que atacou? Ou os que atacaram? A colunista semanal que já foi uma humorista e agora anda bem mau humorada (cá entre nós) não esclareceu. Mandou o editor às favas e disse que ele só saberá pouco antes dos demais leitores.

É? Então, tá. Melhor espera mesmo. Mas, que a curiosidade existe, existe. Que oposição é essa? Bueno, aguardemos o Barraco da Alemoa. A coluna estará disponível no início da madrugada desta sexta, como sempre.

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ALÉM DAS 4 LINHAS. Uma leitura crítica de nove propostas de mudanças na gestão do futebol da terra de Neymar e Pelé

“…Primeiro foi Raí, que “herdando” – da sua maneira – a criticidade do irmão Sócrates, propôs que ex-jogadores de futebol se unissem para pressionar por mudanças reais na CBF. A primeira proposta é exigir que José Maria Marín proíba a reeleição no cargo de presidente da entidade para, no mínimo, gerar um rodízio em termos de nomes.

No mínimo porque não necessariamente há pluralidade no campo de atuação política e para o esporte. Como já muito colocado, temos 27 federações estaduais e, provavelmente, uma ou outra se “salve”, muitas acostumadas a ficar a mercê da CBF e de seu principal líder. Algo parecido se reflete em alguns grandes clubes do país, eleição após eleição, onde até as alternativas podem se render aos velhos políticos do futebolês.

O nome que Raí queria ver já na entidade é do seu companheiro da época de São Paulo, de Seleção e do Projeto Gol de Letra: Leonardo. Atualmente dirigente do novo rico Paris Saint-Germain, teria a experiência adequada para gerenciar a CBF do jeito que se devia – ao menos na opinião de Raí.

Mas quem se apresentou como candidato foi o capitão da Seleção de 1970, Carlos Alberto Torres, de 67 anos. Torres pediu o apoio de, pelo menos, oito federações e cinco clubes, que se faz necessário para uma possível candidatura. Além de garantir apoiadores internacionais, o lema já até parece criado: “querem estar do lado sério? Vem comigo”.

Não são nomes isolados que “salvarão” o dia, portanto, mais do que se apresentar enquanto alternativa, precisa-se mostrar que se segue por um…”

Esse é apenas um trecho (clique AQUI para ler a íntegra) da coluna “Além das 4 linhas”, desta semana. A autoria do texto é de Anderson Santos (que edita o material) e Dijair Brilhantes. Eles fazem reflexões sobre a mídia, entre outros temas.  Neste caso, o enfoque é o esporte e o que isso significa para os brasileiros. A coluna foi postada agora há pouquinho, na seção “Artigos”. Boa leitura!

COLUNA OBSERVATÓRIO. Conheça os (grandes) prejuízos para a campanha de Schirmer

Pozzobom e Helen em parceria na campanha? Schirmistas desconfiam

A coluna já tratou do assunto, mas é apropriado e atualizado. Cezar Schirmer e seus aliados mais próximos fazem o possível e o impossível para fazer de Jorge Pozzobom um aliado, e não adversário. A principal (e óbvia) razão alegada é a minimização dos riscos. Ora, embora favorito, quanto menos trabalho e recursos forem dispendidos, melhor, acreditam os estrategistas da recandidatura Schirmer/Farret.

Apesar desses esforços, porém, a cada dia que passa mais cresce a convicção de que o tucano vai mesmo para o confronto. Porque quer vencer, claro, mas também porque percebeu o óbvio: mesmo perdendo, ganha. Em tempo de campanha para deputado (estadual ou federal, a decisão será mais adiante) e acúmulo de intenções de voto.

Não há notícia de concorrente a prefeito que tenha reduzido sua votação, em pleito posterior para deputado. Os exemplos mais recentes vão no sentido oposto. São exatamente Cezar Schirmer e Paulo Pimenta, que ampliaram sensivelmente suas votações em Santa Maria para a Câmara dos Deputados, logo após terem disputado (e perdido) a prefeitura em 2004 e 2008.

Mas, e os grandes prejuízos, além do genérico aumento de trabalho e recursos? São dois. Um é a redução do tempo de rádio e televisão (que não é pequeno, no PSDB) e a perda de preciosos minutos exatamente para o tucano. Outro é meio surrealista. O que não quer dizer inexistente. Seria uma união “invisível” e, em outras circunstâncias, improvável entre PSDB e PT. Sim, tanto Pozzobom quanto a petista Helen Cabral teriam Schirmer como o maior adversário. E, portanto, se “poupariam” um ao outro, centrando “fogo” no atual prefeito. Desprezível? Não para PMDB, PP e outros partidos governistas, que lutam, e muito, para evitar esse quadro.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Por enquanto, o cacife de Mortari, para coligações, é baixo

Luneta

A Agência de Desenvolvimento está fechando o primeiro ano de existência. É hora de balanço. E não há queixas, segundo todos que acompanham o trabalho mais de perto.

Ainda estão para ser contados os detalhes da looonga reunião dos vereadores, antes da votação do aumento dos subsídios deles, do prefeito, do vice e dos secretários, na última terça-feira.

Honraria recebida por Cezar Schirmer, numa das categorias do prêmio “Prefeito Empreendedor”, do Sebrae/RS, já está na lista dos feitos a ser lembrados na campanha eleitoral.

Na mesma relação estarão os reajustes aprovados esta semana pelos vereadores, para o funcionalismo da comuna.

Docentes federais anunciam paralisação no dia 19, por conta de desavenças com o governo no que toca a questões salariais.

E há expectativa para saber da efetiva mobilização da categoria. Na UFSM inclusive – onde acontece assembleia geral nesta terça-feira, dia 10.

Cacife de Marion Mortari, nas negociações por aliança no pleito proporcional será pouco mais que nulo, se o Tribunal Superior Eleitoral não mudar orientação de hoje.

O TSE, até aqui, tem se negado a conceder ao partido espaço no rádio e na televisão, pelo fato de o PSD não ter disputado o último pleito – base para a divisão do tempo midiático.

E é exatamente o tempo de rádio e TV a grande moeda de troca política dos pessedistas, Sem ele, o que Mortari, cujo partido tem duas dezenas de filiados e três candidatos à Câmara, teria a oferecer?

Não demora e o Legislativo terá que tomar uma atitude em relação à TV Câmara. Antes que os edis comecem a correr o risco de acusações de campanha antecipada.

Se bem que isso longe está de ser novidade. Tem sido a praxe, na melhor das hipóteses, cortar, do vídeo, as manifestações na tribuna. Que, inclusive por isso, tornam-se escassas.

Dúvidas, dúvidas: quem serão os vices de Helen Cabral (PT) e, se concorrer, Jorge Pozzobom (PSDB)? Tchan-tchan-tchan-tchan!

Você pode seguir o colunista no Twitter (@claudemirpe), ser amigo no Facebook e também acompanhá-lo no www.claudemirpereira.com.br. Ah, igualmente pode ouvi-lo, às 7h30 e ao meio dia, na Antena 1.

COLUNA OBSERVATÓRIO. O reajuste dos subsídios e o inegável desgaste dos vereadores

Os edis optaram pelo desgaste imediato, e não no futuro. É a dedução para a votação, já nesta semana, do novo subsídio a ser recebido apenas pelos próximos vereadores. O fato é que a população – aliás, a mesma que, aposta Observatório, reelegerá a maioria deles – não gostou do reajuste.

Curioso é que não há o mesmo sentimento de recusa popular em relação ao reajuste, aliás mais polpudo, a ser recebido pelos prefeito e vice do próximo período. Alguma razão haverá de ter. Ou não? Afinal, todos são eleitos pelo povo.

PS: o colunista não está entre aqueles que acham o subsídio dos edis elevado demais. Nem o do prefeito e do vice.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Goste-se ou não, a “farretdependência” ainda é uma lei no PP

Não custa lembrar

Em 7 de abril de 2007:

 “PP é “Farret dependente”. E ele sabe disso – O Partido Progressista, que tem grande força em Santa Maria e em vários municípios do interior do Rio Grande do Sul, é integrante do governo de coalizão de Lula. Gostem ou não os pepistas gaúchos…

E em Santa Maria? Aqui o partido se coloca na oposição ao PT (que é de Lula, para quem não notou). No entanto, tudo dependerá, mesmo, é de José Farret. Gostando ou não, a direção local sabe (e não tem ainda alternativa, embora tente) não existir ninguém nem parecido com o ex-prefeito e ex-deputado, em prestígio e apelo eleitoral…”

Hoje:

Faz cinco anos exatos da publicação da nota (aqui reproduzida parcialmente, por questões de espaço). De lá para cá, o PP virou governo, com, claro, Farret – o atual vice-prefeito. Mas a dependência segue exatamente igual. Ninguém acredita, nem o prefeito Cezar Schirmer (que faz questão de manter a dobradinha), que outro nome do Partido Progressista pudesse ter tantos votos quanto o veterano político.

Então, está-se diante de um problema, para o PP. Sim, é bastante provável que, por aposentadoria, essa seja a última eleição a ser disputada por Farret. E depois? É… Pooois é…

COLUNA OBSERVATÓRIO. Os jornais engajados e o 7° RI, que foi para o Contestado

Isso é história!

1913, datas indeterminadas – Publica-se na cidade o jornal monarquista “D. Pedro II”, de José Augusto de Barros.

Surge “O Federalista” que, em 1917, será transformado no Correio da Serra, de Arnaldo Melo.

População da cidade: 16 mil habitantes.

13 de março – O 7° Regimento de Infantaria marcha para Santa Catarina, a fim de participar das operações militares chamadas do Contestado.

(Do volume 1 – 1877-1930 do livro “Cronologia Histórica de Santa Maria…”, de Romeu Beltrão, editado em 1958)

NOTAS DO COLUNISTA:

1) Chama a atenção a população da cidade, há 99 anos. Nesse praticamente um século, o número de habitantes 17 vezes, conforme dados do último censo do IBGE. Isto é, para simplificar: em um século a população aumentou em 250 mil pessoas.

2) O 7° Regimento de Infantaria viria a se transformar, mais tarde, em 7° Batalhão de Infantaria Blindada, com quartel no fim da Dr Bozano. Desde 1987 o 7° BIB (Batalhão Gomes Carneiro) está sediado em Santa Cruz do Sul. Nas suas instalações, hoje, se encontra a 6ª Brigada de Infantaria Blindada, nascida na capital do Estado em 1949.

COLUNA OBSERVATÓRIO. O secretariado de Schirmer e a espera pela Irmã Lourdes

Como estava tudo definido, Cezar Schirmer, disse um interlocutor privilegiado do prefeito ao colunista, preferiu tornar público antes do prazo que ele próprio havia se dado. Assim, na tarde desta sexta anunciou-se o nome do quinteto de substitutos dos secretários que concorrem em outubro.

Flávio Brum (Saúde), Luiz Flores (Desenvolvimento), Luiz Fernando Nunes (Esporte), Ony Lacerda (Habitação) e Miguel Passini (Mobilidade Urbana) já freqüentavam as listas de cotados que circulavam na mídia. Mas, e a Assistência Social?

É isso que ainda falta, objetivamente: saber quem substituirá Marta Zanella. E, como A Razão antecipou faz mais de duas semanas, a irmã Lourdes Dill, coordenadora do projeto Esperança/Cooesperança é quem Schirmer quer.

Mas há problemas. Um deles funcional, outro político. O primeiro é a liberação do arcebispo Dom Helio Rubert. Outro é a reiterada ligação da freira com setores hoje oposicionistas. E ainda há, claro, um terceiro: ela quer? Talvez sim. Talvez não.

De todo modo, pelo peso político/social específico de Irmã Lourdes, o prefeito prefere esperar. E apostar no Sim do grande nome da economia solidária – e não só de Santa Maria. Schirmer, se conquistar a adesão pela qual resolveu esperar mais alguns dias, não terá só a secretária, mas uma grife.

COLUNA OBSERVATÓRIO. Coração do Rio Grande, mais um título (legal) de Santa Maria

SOBRAM TÍTULOS – Cidade Cultura, Cidade do Xis, Capital dos Blindados. Não basta. Agora, será também Cidade Coração do Rio Grande, por força de lei estadual em vias de aprovação. Autor: Jorge Pozzobom (PSDB).

COLUNA. O que reserva pra você o Observatório deste sábado, 7 de abril

Logo após à meia noite, no início da madrugada deste sábado, você começará a ter disponível aqui a versão original (sem as eventuais modificações feitas na redação) da página Observatório, que publico semanalmente, no jornal A Razão.

E, agora, antecipo os principais destaques da coluna deste final de semana, 7/8 de abril.

Confira:

1. TÍTULOS. São o que não falta, para Santa Maria. Confira o mais recente, a ser aprovado pela Assembleia Legislativa.

2. OS PERIGOS. Estrategistas eleitorais de Cezar Schirmer identificaram dois graves riscos para a campanha de reeleição do atual prefeito. Ambos têm relação com os oponentes. Saiba quais são.

3. SÓ FALTA ELA. O prefeito não desistiu de fazer da Irmã Lourdes Dill sua secretária de Assistência. Apenas por isso divulgou uma lista parcial de novos secretários.

4. O DESGASTE. As consequências para os atuais vereadores serão menores do que se imagina. Bem, é do que trata a coluna, a propósito do reajuste dos agentes políticos, prefeito incluído, a partir do próximo ano.

5. CADÊ O CACIFE?  Na seção“Luneta”,  com mais de uma dúzia de notas, na quase totalidade exclusivas, duas tratam, especificamente, do que têm Marion Mortari e seu PSD, na busca de uma aliança para o pleito proporcional. Quanto? Só lendo para saber.

É isso, mas, pode acreditar: tem muito mais. A coluna está quentíssima e cheia das informações (e análises) que lhe são bastante peculiares. Se fosse você, não deixaria de, além de ler no jornal o texto final, acessar este sítio para conferir o conteúdo original da coluna Observatório, no início da madrugada deste sábado, 7 de abril.

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