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A VIAGEM. Luciana Manica e o que podem ter em comum Carl Jung e a propriedade intelectual. E tem?

“…Mas adentremos na propriedade intelectual. Para a minha felicidade, Jung nos traz ensinamentos voltados à criação do espírito, mencionando o âmago do direito autoral, ao tecer que “o artista não é uma pessoa dotada de vontade própria, em busca de seus objetivos, mas alguém que permite a manifestação da arte através de si”. Nesse aspecto visualizamos a diferença entre uma obra autoral e uma invenção. Enquanto o direito autoral está voltado para a proteção da expressão do autor, a propriedade industrial visa salvaguardar a criação técnica.

Ao se reportar sobre o artista, Jung ensina que: “como ser humano, pode ter humores, vontades e objetivos pessoais, porém como artista é um ‘homem coletivo’, alguém que carrega e molda a vida de vários, inconsciente da humanidade”. Neste aspecto, Jung acaba por…”

CLIQUE AQUI  para ler a íntegra do artigo “A viagem”, de Luciana Manica Gössling. Ela é advogada, professora da Fadisma – de Direito da Propriedade Intelectual, Direito Internacional Privado, Direito Comunitário e da Integração – e especialista em Propriedade Intelectual. O texto foi postado há instantes, na seção “Artigos”!

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