COLUNA OBSERVATÓRIO. De repente, já são três candidatos que têm um comitê plural pra chamar de seu

Há uma semana e pouco, inaugurou-se o comitê suprapartidário de José Serra (PSDB). Foi o primeiro. E até imaginava-se que poderia ser o único. Pois, de repente, os outros dois concorrentes principais ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PV), também têm o seu.

Curiosamente, o PMDB paga, também em Santa Maria, o preço da sua “imparcialidade ativa”. Tanto que, embora tenham lá suas posições pessoais, dirigentes e militantes mais graduados ficaram institucionalmente de fora de qualquer dos três quartéis-generais da campanha nacional.

Objetivamente, essa postura significa que, na prática, só José Fogaça não tem espaço adicional, na medida em que serristas, dilmistas e marinistas também aproveitam os comitês para fazer a campanha de seus candidatos ao Palácio Piratini. A saber, respectivamente, Yeda Crusius, Tarso Genro e Montserrat Martins.

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